Copa do Mundo Mais Simples

Sim, sou mulher... E não entendo muito bem a regra do impedimento, embora vários homens tenham tentado me explicar... Mas eu não consigo passar imune a esta temporada verde e amarela (desculpe, Serginho, mas faço parte da multidão).
No entanto, tenho me dedicado a usufruir do frenesi sul-africano de forma simples. Explico-me: 
Primeiro, fui disciplinada em não encher minha casa e meus filhos de artigos especializados.  Léo tem umas duas camisas das Lojas Americanas e mais um presente de Érica. Olívia ostentou dois modelitos hoje, compondo as cores do Brasil em artigos da Hering. E eu, bem, ganhei uma camisa da Abril, discreta, sem papagaiada. E fez bonito hoje (quem sabe até deu sorte).
Nada de vuvuzelas (reposicionamento da velha e boa corneta, meus amigos do marketing não descansam).  Nada de quilos de plástico em bandeirinhas e demais decorações.  Nada contra os entusiastas, mas eu gostava mesmo de quando pintávamos a rua (ai, 1982...).
Enfim, pouco lixo gerado, nada de consumo por impulso. Nem poluição física, nem sonora.
Também estou meio relaxada quanto ao ritmo dos jogos. Hoje fomos á residência dos Gomes Pereira. O próximo, provavemente assistiremos no improvável cenário do aeroporto de Congonhas. Dia 25, quem sabe?
Assim compenso carmicamente minha overdose com as figurinhas. Álbum virtual completo, aguardo ansiosamente as vinte e poucas figurinhas do álbum do Léo...
Mas este post já foi, né?

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