Filosofia do chá

Eu adoro a parábola do chá  ilustrada no filme The Forbidden Kingdom com Jackie Chan e Jet Li. A história demonstra como é preciso esvaziar sua xícara, para tê-la cheia de novo. Ou seja,
como é preciso abraçar a ignorância ou incerteza, para aprender.
Outra imagem que sempre cito é o conceito de copo meio cheio/meio vazio. Dependendo como se olha, tudo pode ser um poço de oportunidades (o copo meio cheio) ou fadado ao fracasso (o copo meio vazio).
Eu tenho pensado na vida como uma busca por sempre enxergar o lado cheio do copo para ter a esperança sempre acesa no coração. Mas também tenho buscado esvaziar ao máximo minhas pré-concepções e paradigmas, deixando o copo vazio o suficiente para novos aprendizados.
Talvez esta minha fixação em chá, copos e xícaras seja a razão do meu encanto com a singela linha de Chá Leão.  Cada sabor tem uma história, procurando transmitir um astral leve e simpático, tudo a ver com a degustação de um chá...
Abaixo, os textos de Capim-Cidreira e Hortelã. Uma delícia!
"Capim-Cidreira tem um ritmo alegre, simples, sem euforia. Carrega você numa levada fácil, leve,  pacífica. Como trilha de filme com final feliz. Ou aquele refrão bobo que gruda na cabeça e faz você esquecer da correria. É como um sorriso de criança, faz tudo ficar mais leve."
"Seja qual for sua preocupação agora, Hortelã vai dizer: "ah, não esquenta, respira fundo". A Hortelã é sempre otimista, vê lado bom em tudo. Por isso é tão gostoso estar com ela. Hortelã é suspiro depois do sufoco. É tirar o sapato apertado. É aquele vento que escapa da janela e passa pra lembrar que sim, a vida é boa."

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