Cabeça erguida, olhos abertos

Incontáveis mensagens de alerta e de medo.
Compreendo, são tempos difíceis.
Demissões, inflação, desacertos na política, na economia, no meio ambiente.
Eu vejo tudo isso.

No entanto, há um perigo em prestar tanta atenção às más notícias:  a prudência vira paralisia. A cautela vira medo.
Sim, este é um ano onde o joio será separado do trigo. Na marra.
Será preciso dar o seu melhor, persistir, manter foco.
Não é ano de loucuras ou fantasias.
Mas é ano para sonhar com o pé no chão e realizar.
Protejo-me desta nuvem de desânimo, pior do que mau olhado.
Blindo-me nos meus projetos, na minha gratidão. Cuido de estar de olhos bem abertos para os tantos milagres que também acontecem, mesmo num ano como este.
É tempo de escolher.
As boas lutas. O caminho mais autêntico. As parcerias.
É tempo de vigília.
Para que a esperança não seja intimidada pelo temor.
Para que o pessimismo não vença.
Esta não é a primeira nem será a última vez.
Eu escolho erguer-me sobre as ondas e cultivar asas.
Custa-me. Dinheiro, tempo, noites de sono.
Mas me recuso a sucumbir.
Acredito que de tudo que vivemos agora, nascem verdadeiras de joias de sabedoria e experiência.
Aposto alto, mas não tudo.
Vou atravessar este ano com olhos bem abertos, mas cabeça erguida.
Pois ao fazer seu plantio, cada um de nós contribui para uma colheita mais abundante no futuro.
Convido você. Conclamo você.
Não se deixe abater, junte suas forças.
A estrada é cheia de perigos, mas este é ano de limpar, arar, cultivar.

Assim criei o Voe.
Um evento de um dia para acolher quem está fustigado pela tempestade de desalento e más notícias.
Juntos, resistiremos.
Junte-se a nós.
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