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	<title>Arquivos sentidos - Viver Mais Simples</title>
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		<title>Sobre o mar, a vida e as ondas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Leticia Carneiro]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 28 Feb 2012 20:46:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[acaso]]></category>
		<category><![CDATA[ancoragem]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Às vezes, parece que a vida está parada.Mas é só impressão.A vida é como o mar. by matthew cusick Queremos antecipar o próximo movimento, mas cada onda é inusitada e imprevísivel&#8230;Relembrei ao ver meu filho conhecendo o mar, como eu mesma fiz, há muitos anos:Primeiro, o medo. Depois incursões tímidas, espuma e ponta de pés. [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Às vezes, parece que a vida está parada.<br />Mas é só impressão.<br />A vida é como o mar.</p>
<table align="center" cellpadding="0" cellspacing="0" style="margin-left: auto; margin-right: auto; text-align: center;">
<tbody>
<tr>
<td style="text-align: center;"><a href="http://leticiacarneiro.com/wp-content/uploads/2012/02/222928250274740581_UFgc9KYa_f-1.jpg" style="margin-left: auto; margin-right: auto;"><img fetchpriority="high" decoding="async" border="0" height="211" src="http://leticiacarneiro.com/wp-content/uploads/2012/02/222928250274740581_UFgc9KYa_f.jpg" width="320" /></a></td>
</tr>
<tr>
<td style="text-align: center;"><span style="background-color: white; color: #211922; font-family: 'helvetica neue', arial, sans-serif; line-height: 17px; text-align: -webkit-auto;">by matthew cusick</span></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>Queremos antecipar o próximo movimento, mas cada onda é inusitada e imprevísivel&#8230;<br />Relembrei ao ver meu filho conhecendo o mar, como eu mesma fiz, há muitos anos:<br />Primeiro, o medo. Depois incursões tímidas, espuma e ponta de pés. Depois, um mergulho em meio a gargalhadas.</p>
<p>O começo de uma amizade mágica. O homem e o mar.<br />Eu, que falava com as ondas quando criança, creio que o mar é um bom mestre sobre a vida.<br />Não se pode controlar, mas não é preciso ter medo. Entre intuição e respeito, o convívio possível.</p>
<p>O mar (como a vida) é pura dança. <br />A onda vem: mergulhamos ou recuamos. Depende do tamanho da onda e da nossa coragem.<br />A onda vai: seguimos ou a deixamos ir. Depende do nosso desejo.</p>
<p>Há dias em que só damos conta do banho na espuma. &nbsp;Muita areia, mas bem raso, seguro.<br />Outros dias, enfrentamos a maré e penetramos fundo e destemidamente no mar. <br />Ultrapassamos a zona mais turbulenta e alcançamos a serenidade reservada aos bravos.</p>
<p>Há ondas grandes, cheias, orgulhosas.<br />Há ondas marotas, pequenas, meio de lado. Nos pegam distraídos e dão risada de nosso tombo.</p>
<p>Entender o mar é absolutamente necessário para entender a vida.<br />As ondas passarão, reside em nós a escolha: &nbsp;mergulhar ou ficar na beira.<br />O risco é grande. Sereias, baleias, o fundo convidando.<br />Mas se não experimentarmos o mar, nos resta uma poça de água parada, sem graça e doente.</p>
<p>Por isso convido, agora que o carnaval passou e o verão ainda pulsa em seu calor e preguiça. Abracemos as ondas do mar, nos deixemos levar pela correnteza. &nbsp;Por um segundo. Depois voltamos.</p>
<p>A vida é como o mar. Onda após onda, dançamos uma valsa sem roteiro e cheia de presentes.<br />Que o ar marinho alimente nosso espírito e que o gosto de sal traga sabor para nossa história.</p>
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		<title>Sentir na pele</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Leticia Carneiro]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 29 Jul 2011 18:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[sentidos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Estou adorando escrever sobre os cinco sentidos, talvez por estar tão conectada com sentir. Sem dúvida mudei os verbos de uso cotidiano: antigamente eram &#8220;pensar&#8221;, &#8220;discutir&#8221;, &#8220;debater&#8221;, &#8220;comprovar&#8221;. Sem contar o &#8220;brigar até o fim&#8221;&#8230;Agora vejo que estou mais sensorial: &#8220;experimentar&#8221;, &#8220;provar&#8221;, &#8220;aventurar-me&#8221;, &#8220;tangibilizar&#8221;&#8230;Não pode ser coincidência estar com um negócio de gastronomia&#8230; Nem praticar [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Estou adorando escrever sobre os cinco sentidos, talvez por estar tão conectada com sentir. <br />Sem dúvida mudei os verbos de uso cotidiano: antigamente eram &#8220;pensar&#8221;, &#8220;discutir&#8221;, &#8220;debater&#8221;, &#8220;comprovar&#8221;. Sem contar o &#8220;brigar até o fim&#8221;&#8230;<br />Agora vejo que estou mais sensorial: &#8220;experimentar&#8221;, &#8220;provar&#8221;, &#8220;aventurar-me&#8221;, &#8220;tangibilizar&#8221;&#8230;<br />Não pode ser coincidência estar com um negócio de gastronomia&#8230; Nem praticar a ideia de entregas tangíveis em todas minhas consultorias!</p>
<table align="center" cellpadding="0" cellspacing="0" style="margin-left: auto; margin-right: auto; text-align: center;">
<tbody>
<tr>
<td style="text-align: center;"><a href="http://leticiacarneiro.com/wp-content/uploads/2011/07/p25C325A9s.jpg" style="margin-left: auto; margin-right: auto;"><img decoding="async" border="0" src="http://leticiacarneiro.com/wp-content/uploads/2011/07/p25C325A9s.jpg" /></a></td>
</tr>
<tr>
<td style="text-align: center;"><span style="font-family: arial; line-height: 15px;"><span style="font-size: xx-small;">silsg.blogspot.com</span></span></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>Hoje quero falar do tato. &nbsp;Tato que era tão estranho e ainda assim tão familiar para mim.<br />Eu &nbsp;costumava tropeçar nas pessoas, avançar com meus pensamentos initerruptos. &nbsp;Uma argumentadora incansável.<br />E nem percebi que meu corpo se expandia para dar conta de tanto embate.<br />Agora não. Aproximo-me dos 80 quilos, o melhor peso desde 2003&#8230; E apesar de ter menos área de exposição, estou mais sensível, sem a menor dúvida.<br />Olhando para trás, vejo que sempre me envolvi com experiências táteis, embora minhas memórias tendessem para o paladar ou visão.</p>
<p><b>A areia</b><br />Nas caminhadas na Praia de Carapebus, sempre me deliciei com o toque áspero dos grãos grossos de lá. &nbsp;Cavava piscinas, fazia buracos, uma intimidade tremenda com este roça-roça com os grãos e as conchas.<br />Ainda hoje prezo o escorregar a cada passada, o afundar e prosseguir. &nbsp;Olhar o rastro de pegadas, ouvir o barulhinho meio rangido&#8230;</p>
<p><b>O sol</b><br />Em tempos antes de Sundown, adorava esticar-me toda para receber raios UVA e UVB&#8230; Descascar era uma tradição. Mas ficaram no passado a experiência do bronzeado (?) e ritual em companhia das primas&#8230;<br />O que jamais perdi foi a relação de afeto com o toque suave de um raio solar. &nbsp;Lembro da primeira vez em que senti o sol na pele quando morava em Londres. Era abril de 1999 e eu já havia esquecido como era, após cinco meses de inverno inglês. Saí do metrô e fui inundada pelos raios e pela música &#8220;Here Comes the Sun&#8221;. Entendi tudo, pela primeira vez.<br />Só quem não teve sol sabe a falta que faz. <br />Nestes dias &#8220;invernais&#8221;de Rio de Janeiro, tenho apreciado o quentinho vespertino dos dias ensolarados, nas varandas amigas. &nbsp;O toque cálido&nbsp;é um poema na pele, envolta&nbsp;no amarelo suave do fim-de-tarde&#8230;</p>
<p><b>O mar</b><br />De todos, o meu maior amor. &nbsp;Sempre fui louca por águas salgadas, a ponto de conversar com as ondas na praia, de ficar horas imersa.<br />Natação foi o único esporte que realmente me conquistou, antes do Pilates. &nbsp;Estar na água é calmante, revigorante e um mergulho em mim mesma.<br />Adoro o gosto de sal, adoro subir junto com a onda. Adoro boiar sem rumo, enxugar os olhos&#8230; Acostumar-me à água gelada. Sentir as diversas correntes entrelaçando-se comigo.<br />O mar é onde sou mais eu mesma. Uma solidão apaziguadora e completude sem tamanho.</p>
<p>Além destes elementos selvagens do meu tátil, acrescendo duas paixões relativamente mais recentes&#8230;</p>
<p><b>O abraço</b><br />Sou uma abraçadora profissional. Na dúvida, abraço. &nbsp;Percebi que surpreende a muitos e também que é uma forma maravilhosa de amor sem palavras.<br />Com meus filhos, na hora em que tudo falha, o abraço redime.<br />Com os amigos e desconhecidos, uma expressão muito verdadeira de acolhimento, desarma qualquer um.</p>
<p><b>A dança</b><br />Nunca fui exímia esportista ou dançarina. Por isso aprender dança de salão foi um exercício incrível. Hoje arranho bons passinhos, mas o melhor foi melhorar meu relacionamento com o espaço.<br />Em busca de experiências (por que não?), abracei um curso de dança regional. &nbsp;Assim esbarrei com o Cacuriá e os mais conhecidos Carimbó e Tambor de Minas. &nbsp;Entrei sem grandes pretensões (e saio do mesmo jeito). Mas tenho aprendido a superar novos limites: de timidez (?); de consciência corporal, de entrega ao ritmo.<br />Quem quiser, pode conferir ao vivo em apresentação na Cinelândia, marcada para 3/8, entre 19h e 21h&#8230;</p>
<p>O que mais dizer? A pele é um presente para nós. &nbsp;Sentir frio, calor, pessoas. &nbsp;Uma boa massagem, um carinho, um cafuné.<br />É o oposto de falar, portanto meio mais fácil de expressar o coração. E podemos seguir um ritmo, seja das ondas ou da percussão e &nbsp;avançar assim, meio sem rumo e, ao mesmo tempo, com total sentido.<br />Como a vida deveria ser sempre&#8230;</p>
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		<title>Música para os ouvidos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Leticia Carneiro]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 25 Jul 2011 06:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[sentidos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Como falei na última vez, venho buscando novas formas de estar bem comigo mesma.Sair da prisão de uma grande cabeça pensadora e de uma boca demasiadamente ágil&#8230;Por isso tenho apreciado retomar um hábito há muito negligenciado: ouvir música. nadaqueeuquero.blogspot.com Comprei um i-pod cor-de-rosa em janeiro. Mas só agora, meados de julho, ele entrou em funcionamento.Que [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Como falei na última vez, venho buscando novas formas de estar bem comigo mesma.<br />Sair da prisão de uma grande cabeça pensadora e de uma boca demasiadamente ágil&#8230;<br />Por isso tenho apreciado retomar um hábito há muito negligenciado: ouvir música.</p>
<table align="center" cellpadding="0" cellspacing="0" style="margin-left: auto; margin-right: auto; text-align: center;">
<tbody>
<tr>
<td style="text-align: center;"><a href="http://leticiacarneiro.com/wp-content/uploads/2011/07/caixinha4-thumb-1.jpg" style="margin-left: auto; margin-right: auto;"><img decoding="async" border="0" height="240" src="http://leticiacarneiro.com/wp-content/uploads/2011/07/caixinha4-thumb.jpg" width="320" /></a></td>
</tr>
<tr>
<td style="text-align: center;"><span style="font-family: arial; line-height: 15px;"></p>
<div style="line-height: 15px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; max-height: 1.2em; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden; padding-bottom: 1px; word-wrap: break-word;"><span style="font-size: xx-small;">nadaqueeuquero.blogspot.com</span></div>
<ul style="list-style-image: initial; list-style-position: initial; list-style-type: none; margin-bottom: 1em; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 1em; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;"></ul>
<p></span></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>Comprei um i-pod cor-de-rosa em janeiro. Mas só agora, meados de julho, ele entrou em funcionamento.<br />Que bom que são tempos de mudança e, para compensar, passei os últimos dois dias imersas em música.<br />Revisitando cds antigos, descobrindo músicas que desconhecia. Por vezes emocionada, outras vezes cheia daquela felicidade que só uma boa canção traz para a gente.<br />A conselho de meu amigo, Luiz, procuro não complicar a &#8220;classificação&#8221; de minhas músicas.<br />Escolhi quatro &#8220;categorias&#8221; para sintonizar com o meu espírito: crianças, emoção, calminhas e animar.<br />Assim pretendo navegar, ouvindo um som enquanto escrevo. Familiarizando-me com o i-pod&#8230;<br />Aproveitando a possibilidade de ser surpreendida por uma escolha aleatória, com o auxílio da tecnologia&#8230;<br />Para fechar, não poderia deixar de falar da única banda que seguiu &nbsp;comigo estes anos todos. O meu amado U2. &nbsp;Gosto do pacote todo. Da música, claro. Sem pular nenhum disco.<br />Mas também da atitude: amigos desde sempre, <a href="http://www.youtube.com/watch?v=gwKEdFoUB0o&amp;feature=share">viajando por todo o mundo</a> e, ao mesmo tempo, vivendo na mesma vizinhança. &nbsp;Comovidos com as pessoas e fazendo a sua parte.<br />Acho que o U2 e a <a href="http://www.vivermaissimples.com/2011/07/poesia-em-nos.html">poesia </a>foram fios que me mantiveram próxima do caminho próprio, para quanto eu estivesse pronta, embarcasse nesta grande e nova aventura.<br />E você, qual é a sua trilha do momento?</p>
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		<title>A plenos pulmões</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Leticia Carneiro]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 22 Jul 2011 06:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[memórias felizes]]></category>
		<category><![CDATA[projeto sinestesia]]></category>
		<category><![CDATA[sentidos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Dentro do espírito de abrir-me a possibilidades, tenho feito novos experimentos com os sentidos.Uma trilha maravilhosa e surpreendente.Palavras não são suficientes para expressar tudo o que somos e sentimos. &#160;Tampouco damos conta de esvaziar nosso peito de todas as tristezas, angústias e demais aflições através da palavra e do pensar.Descobrir novas ferramentas é uma forma [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Dentro do espírito de abrir-me a possibilidades, tenho feito novos experimentos com os sentidos.<br />Uma trilha maravilhosa e surpreendente.<br />Palavras não são suficientes para expressar tudo o que somos e sentimos. &nbsp;Tampouco damos conta de esvaziar nosso peito de todas as tristezas, angústias e demais aflições através da palavra e do pensar.<br />Descobrir novas ferramentas é uma forma incrível de equilibrar o corpo e o espírito neste caminhar próprio.<br />No espírito da degustação, vou falar de um experimento sensorial de cada vez&#8230; Assim aproveitamos com calma eu e vocês.</p>
<table align="center" cellpadding="0" cellspacing="0" style="margin-left: auto; margin-right: auto; text-align: center;">
<tbody>
<tr>
<td style="text-align: center;"><a href="http://leticiacarneiro.com/wp-content/uploads/2011/07/lavanda-1.jpg" style="margin-left: auto; margin-right: auto;"><img decoding="async" border="0" height="213" src="http://leticiacarneiro.com/wp-content/uploads/2011/07/lavanda.jpg" width="320" /></a></td>
</tr>
<tr>
<td style="text-align: center;"><span style="line-height: 15px;"><span style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif; font-size: xx-small;">entretenimento.br.msn.com</span></span></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p><b>Comecemos pelo olfato&#8230;</b><br />Respirar é sem dúvida o fundamento do equilíbrio. Ficamos mais centrados ao respirar fundo. Da hora do parto a tomar coragem, o conselho é o sempre o mesmo: <u>Respire</u>!<br />Já vinha praticando através do Pilates e outros exercícios, mas agora adicionei a experiência do olfato, inspirada por <a href="http://www.happiness-project.com/happiness_project/2011/04/cultivate-good-smells.html">este post</a>. Comecei devagar, tentando prestar atenção nos cheiros de plantas e temperos.<br />Canela, folha cortada, ervas aquecidas no forno, maçã verde, limão. Adoro.<br />Buscando alcançar um novo nível, comprei um &#8220;aromatizador&#8221; e três essências bem distintas: minha amada e reconfortante baunilha, <a href="http://www.vivermaissimples.com/2011/06/palpite-do-coracao.html">mirra </a>para lembrar do meu trabalho. E lavanda, para evocar coisas boas, frescas e ao ar livre. Minha mini-Provence.<br />O aromatizador não deu certo, mas estou experimentando pingar direto na cera derreida velas. Até agora, deu certo.<br />O olfato nos transporta para lugares felizes, boas memórias.<br />Lembro de quando morei em Londres, em 1998. Se tinha saudade, ia para a loja da <a href="http://www.fragrantica.com/perfume/Laura-Ashley/Laura-Ashley-No-1-8927.html">Laura Ashley</a>. O aroma era o mesmo de minha mãe. Assim, ficava, reconfortada.<br />Cheiros de pão fresco, chuva no cimento quente do quintal de minha avó Regina. &nbsp;Cheiro de mar, cheiro de bebê novo.<br /><b>E você? Quais aromas e essências habitam seu coração?</b></p>
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