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	<title>Arquivos o futuro do trabalho - Viver Mais Simples</title>
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	<description>Viver Mais Simples</description>
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		<title>Passado, presente e futuro. Como usar?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Leticia Carneiro]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 27 Jul 2018 19:05:52 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[equilíbrio]]></category>
		<category><![CDATA[simplificar]]></category>
		<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>
		<category><![CDATA[arte]]></category>
		<category><![CDATA[futuro]]></category>
		<category><![CDATA[martha niklaus]]></category>
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		<category><![CDATA[tranformação digital]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>“O tempo é a minha matéria, o tempo presente, os homens presentes A vida presente” Poema Mãos Dadas, por Carlos Drummond de Andrade Aprendo com o Google o que quer dizer #tbt, comovida pelas fotos em celebração ao dia dos avós. “Tbt significa throwback thursday, que pode ser traduzido do inglês para quinta-feira do retorno ou regresso. [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p id="fcac" class="graf graf--p graf--startsWithDoubleQuote graf-after--figure"><em class="markup--em markup--p-em">“O tempo é a minha matéria, o tempo presente, os homens presentes</em><br />
<em class="markup--em markup--p-em">A vida presente” </em>Poema Mãos Dadas, por Carlos Drummond de Andrade</p>
<p id="5da2" class="graf graf--p graf-after--p">Aprendo com o Google o que quer dizer #tbt, comovida pelas fotos em celebração ao dia dos avós.</p>
<p id="f6ff" class="graf graf--p graf--startsWithDoubleQuote graf-after--p"><strong class="markup--strong markup--p-strong"><em class="markup--em markup--p-em">“Tbt </em></strong><em class="markup--em markup--p-em">significa throwback thursday, que pode ser traduzido do inglês para quinta-feira do retorno ou regresso. É uma hashtag utilizada pelos usuários de redes sociais para marcar fotos que se referem ao passado, que deem saudades, simbolizada por #</em><strong class="markup--strong markup--p-strong"><em class="markup--em markup--p-em">tbt</em></strong><em class="markup--em markup--p-em">.”</em></p>
<p id="13b9" class="graf graf--p graf-after--p">Eu, sempre mais poética, traduziria #tbt simplesmente como um recorte nostálgico, um fragmento de saudade, um pedacinho de passado e todo o conforto que ele traz. Na rapidez deste mundo tantas vezes descartável, resgatar fotos antigas, digitalizadas de nossos álbuns empoeirados, é quase um ato de resistência.</p>
<p id="8300" class="graf graf--p graf-after--p">No mesmo dia, aprendo a improvisar um vídeo de 20 segundos para divulgar minha aula na <a class="markup--anchor markup--p-anchor" href="https://www.escoladerebeldia.com.br/" target="_blank" rel="nofollow noopener" data-href="https://www.escoladerebeldia.com.br/">Escola da Rebeldia</a>. Quase termino um relacionamento por conta da frustração de não saber encaixar o celular no tripé recém-comprado. O Youtube salvou o relacionamento e aprendi mais uma lição.</p>
<p id="f6a3" class="graf graf--p graf-after--p">Agora vivo assim, Na corda bamba entre o momento #tbt e o futuro digital onde serei mais pixel do que célula (??!!?).</p>
<p id="b78c" class="graf graf--p graf-after--p">Agarro-me ao presente. Agarro-me nas <a class="markup--anchor markup--p-anchor" href="http://www.amigosdopacoimperial.org.br/?p=1237" target="_blank" rel="nofollow noopener" data-href="http://www.amigosdopacoimperial.org.br/?p=1237">obras de Martha Niklau que conheci num passeio inesperado ao Paço Imperial.</a> Mais do que isto, agarro-me à narrativa de Martha explicando sua arte, costurando passado, presente e futuro.</p>
<p id="97f3" class="graf graf--p graf-after--p">Ainda pela manhã, eu desabafava com a sócia sobre minha sensação de estar obsoleta. Sei bem sobre sentimentos, ideias organizando-se e acolher chamas que ardem sem serem compreendidas. Mas penei para encaixar o celular no tripé.</p>
<p id="1350" class="graf graf--p graf-after--p">Preciso aprender a editar vídeos, a fazer <em class="markup--em markup--p-em">lives,</em> a incluir <em class="markup--em markup--p-em">links</em> no <em class="markup--em markup--p-em">Instagram</em>… Vou aprendendo aos poucos, colando das ferramentas de busca e dos youtubers adolescentes. Avanço lentamente, sentindo-me bem mais velha do que sou.</p>
<p id="49ed" class="graf graf--p graf-after--p">Pausa.</p>
<p id="e7c6" class="graf graf--p graf-after--p">Ponho os pés no chão, ouço a campainha do BRT lá embaixo, o vrrruum contínuo do metrô e do trânsito. Degusto o tec-tec dos dedos no teclado. Sinto-me viva, um pouco mais jovem e esperançosa.</p>
<p id="779c" class="graf graf--p graf-after--p">Dentro de minha barriga, nadam os peixes. Martha me provocava mais cedo: às vezes somos peixe, outras isca ou anzol. Falava de como nos enredamos nas redes (metafóricas e não). Apontava um caminho: as frestas, as brechas que interpretei, entre outras coisas, como portais entre o digital e o real, entre o passado e o futuro. Esta brecha que agora é o presente. Sinto-me peixe.</p>
<p id="5ae4" class="graf graf--p graf-after--p">Por um momento, desprendi-me dos anzóis e sou um peixe livre, nadando entre minhas palavras. Palavras fluindo apesar do receio de ser demasiadamente analógica para este tempo volátil.</p>
<p id="8e50" class="graf graf--p graf-after--p">Por um momento, sou peixe e respiro o presente enquanto prateio no ar.</p>
<p id="1c60" class="graf graf--p graf-after--p">Já é noite lá fora. Aqui dentro, tremeluzem saudades, oxigênio e as incertezas de mil amanhãs.</p>
<p id="0533" class="graf graf--p graf-after--p">Agarro-me à arte, ao sentir e a fé. Espero poder navegar entre tantas eras, sem perder muito pé.</p>
<p id="988c" class="graf graf--p graf-after--p">E se me afogar, virarei peixe.</p>
<p id="5764" class="graf graf--p graf-after--p"><em class="markup--em markup--p-em">PS: Para me ajudar a me entender neste novo mundo digital, convidei a Carol Wosiack. Ela vai facilitar a próxima Roda de Conversa com o tema Transformação Digital, aqui na Cinelândia.</em></p>
<p id="9ed1" class="graf graf--p graf-after--p"><em class="markup--em markup--p-em">Inscrições: leticia@leticiacarneiro.com</em></p>
<figure id="305f" class="graf graf--figure graf-after--p graf--trailing">
<div class="aspectRatioPlaceholder is-locked">
<div id="attachment_6952" style="width: 308px" class="wp-caption alignnone"><img fetchpriority="high" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-6952" class="size-medium wp-image-6952" src="http://www.vivermaissimples.com/wp-content/uploads/2018/07/leticia_template_3-1-298x300.png" alt="" width="298" height="300" srcset="https://www.vivermaissimples.com/wp-content/uploads/2018/07/leticia_template_3-1-298x300.png 298w, https://www.vivermaissimples.com/wp-content/uploads/2018/07/leticia_template_3-1-150x150.png 150w, https://www.vivermaissimples.com/wp-content/uploads/2018/07/leticia_template_3-1-768x774.png 768w, https://www.vivermaissimples.com/wp-content/uploads/2018/07/leticia_template_3-1-1016x1024.png 1016w, https://www.vivermaissimples.com/wp-content/uploads/2018/07/leticia_template_3-1.png 1200w" sizes="(max-width: 298px) 100vw, 298px" /><p id="caption-attachment-6952" class="wp-caption-text">design: Caio Carneiro</p></div>
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		<title>Costurando futuros</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Leticia Carneiro]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 21 Jul 2018 15:55:47 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>
		<category><![CDATA[coaching]]></category>
		<category><![CDATA[incerteza]]></category>
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		<category><![CDATA[o trabalho do futuro]]></category>
		<category><![CDATA[organização de ideias]]></category>
		<category><![CDATA[transformação]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>2008: meu percurso era linear, incluía 15 anos como executiva, MBA, promoções, chefes, carteira de trabalho e crachá. Já tinha meus dois filhos, perdi minha última avó. Fiz um processo de coaching pela primeira vez. O emprego deixou de ser satisfatório. Finalmente, a vida executiva tornou-se pesada demais para eu prosseguir. 2009: Eu queria viver [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p class="graf graf--p"><strong>2008:</strong> meu percurso era linear, incluía 15 anos como executiva, MBA, promoções, chefes, carteira de trabalho e crachá.</p>
<p class="graf graf--p">Já tinha meus dois filhos, perdi minha última avó. Fiz um processo de coaching pela primeira vez. O emprego deixou de ser satisfatório. Finalmente, a vida executiva tornou-se pesada demais para eu prosseguir.</p>
<p class="graf graf--p"><strong>2009</strong>: Eu queria viver todos meus talentos. Eu queria viver mais simples. Eu tinha uma reserva financeira. Era mais ou menos tudo o que eu sabia. E foi suficiente para deixar o crachá e a carteira de trabalho para trás.</p>
<p class="graf graf--p">No começo, eu não sabia bem o que iria fazer. O caminho foi se fazendo ao caminhar. Tornei-me organizadora de ideias. Fiz formação como coach. Voltei a frequentar corporações, agora com crachá de visitante .</p>
<p class="graf graf--p"><strong>2018:</strong> dois anos e meio de crise. Um projeto mal-sucedido assustadoramente parecido com os piores tempos de mercado executivo. Um vazio deixado pela perda do pai e pela perda da mão no trabalho e na vida pessoal. O primeiro semestre foi uma roda-viva, eu no automático, sumida do convívio com os amigos. Sumida de mim.</p>
<p class="graf graf--p">Junho chegou com um gosto amargo de “oops, eu fiz de novo”. Havia me perdido, meus projetos à deriva, minha conta bancária minguando.</p>
<p>Respirei fundo. Busquei toda a <em><a href="http://www.vivermaissimples.com/ahn-coragem/">ancoragem </a></em>disponível. Prestei atenção em movimentos de resistência cultural, profissional, espiritual, afetiva.</p>
<p>Redescobri o que me emocionava, do que sou realmente capaz. Extraí lições dos fracassos, desvios e distrações dos últimos meses. Daí surgiu a <em><a href="http://www.vivermaissimples.com/tempo-de-resistir-tempo-de-renascer/">vontade, ainda difusa, de resistir e renascer</a>. </em></p>
<p><em>Cultivei dois movimentos simultâneos: </em></p>
<p>Um, de pausa.  Digerir tudo, lentamente retomar. Voltar ao trabalho e à minha casa, devagar, mas constante. Aos poucos, as coisas mais e mais no lugar, os contatos refeitos, a rotina reestabelecida.</p>
<p>O segundo, de curiosidade e abertura. Li, conversei, fiz cursos, assisti vídeos. Escutei.</p>
<p>Da soma deste dois modos, pausado e atento, vi emergir a lapidação do meu chamado: ser uma agente de fortalecimento para que pessoas e negócios possam resistir. Resistir no sentido de se sustentar, perdurar, florescer, evoluir.</p>
<p>E o contexto é o do futuro que está chegando. Futuro que se reflete nas incertezas e volatilidade do presente. Velocidade, mudanças tecnológicas, crise, desemprego, medo, ansiedade e dúvida.</p>
<p>Hoje, vejo com mais clareza como posso servir: sou uma facilitadora nesta travessia.</p>
<p>Qual o seu trabalho? Como fazê-lo ou recriá-lo? Como lidar com a angústia deste mundo em reviravolta?  Como encontrar os companheiros que irão me complementar e apoiar na jornada?</p>
<p>O futuro do trabalho é areia movediça plena de possibilidades. E o presente do trabalho anda árido, apesar de muitas iniciativas inspiradoras acontecendo por aí.</p>
<p>Estou aqui para promover bons encontros, compartilhar conteúdos e fazer perguntas facilitadoras.</p>
<p>Como posso te ajudar?</p>
<p>&nbsp;</p>
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