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	<title>Arquivos vergonha - Viver Mais Simples</title>
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	<description>Viver Mais Simples</description>
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		<title>Fazer paz</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Leticia Carneiro]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 14 Apr 2013 13:03:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[autoconhecimento]]></category>
		<category><![CDATA[Brene Brown]]></category>
		<category><![CDATA[vergonha]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Tenho conhecido novas formas de aprender, conceitos inéditos que desafiam empoeiradas crenças.Uma destas descobertas: podemos, com propósito, influenciar nossos sentimentos. É o ápice do protagonismo. Fazer uma gratidão. &#160;Construir o amar. &#160;Atravessar a vergonha. Fazer paz. Não é controle. Não posso controlar se amo ou não alguém. Nem impedir que meu peito se inunde de [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Tenho conhecido novas formas de aprender, conceitos inéditos que desafiam empoeiradas crenças.<br />Uma destas descobertas: podemos, com propósito, influenciar nossos sentimentos.</p>
<p>É o ápice do protagonismo. </p>
<p><a href="http://www.vivermaissimples.com/2013/03/fazer-uma-gratidao.html">Fazer uma gratidão</a>. &nbsp;Construir o amar. &nbsp;Atravessar a vergonha. <b>Fazer paz.</b></p>
<p>Não é controle. Não posso controlar se amo ou não alguém. Nem impedir que meu peito se inunde de vergonha por um momento inesperadamente desajeitado.</p>
<p>Mas posso influenciar e agir volitivamente para <b>favorecer </b>a gratidão, o amor. Para <b>acolher </b>e <b>atravessar </b>a vergonha. E para<b> fazer paz.</b></p>
<p>Por nossa vontade á serviço de um estado de espírito que queremos experimentar. E com a cabeça sobre o coração e o coração sobre os pés, avançarmos nesta elaboração.</p>
<div style="clear: both; text-align: center;"><a href="http://leticiacarneiro.com/wp-content/uploads/2013/04/ca25130f46d7adb3122c387ca936329f-1.jpg" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"><img fetchpriority="high" decoding="async" border="0" height="320" src="http://leticiacarneiro.com/wp-content/uploads/2013/04/ca25130f46d7adb3122c387ca936329f.jpg" width="251" /></a></div>
<p><b>Primeiro, perceber.</b><br /><b><br /></b>Reconhecer a beleza das coisas difíceis, para fazer uma gratidão.<br />Abraçar a dificuldade de amar, para tentar mais e mais regar as mutantes raízes do amor.<br />Sentir a vergonha e recolher-se (pois aprendi com <a href="http://www.ted.com/talks/brene_brown_listening_to_shame.html">Brené Brown</a> que ficamos inadequados para consumo humano quando envergonhados).<br />Descobrir o que nos tira a paz, para poder resgatá-la.</p>
<p><b>Depois, avançar.</b><br />Dizer para quem é merecedor: sou grata. Sempre e várias vezes.<br />Estar de corpo e espírito no amar. &nbsp;Abrir os canais que se fecham. Tentar novidades. Enquanto houver amor para recomeçar, vale seguir.<br />Deixar a vergonha perder sua força, buscando o maior antídoto de todos: a empatia e o entendimento de que coragem é ser nós mesmos (mesmo com vergonha.).<br />Praticar experimentos de paz. Desarmar armadilhas: cansaço, discussões, reclamação, situações que estressam. &nbsp;Lembrar que o gol maior é ter paz (mas não viver na hipocrisia). &nbsp;Então convidar e enfrentar bravamente crises, para avançar para a outra margem.<br /><b><br /></b><b>Repetir, repetir, repetir.</b><br />Cada vez mais vejo a vida em ciclos. A <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Eterno_retorno">grande espiral narrada por Nietzche</a>. &nbsp;Passamos muitas vezes no mesmo ponto, situações quase iguais. Se conseguirmos crescer, lidaremos com cada vez de forma mais presente, mais autêntica.</p>
<p>Minha grande vontade-frouxa de agora é fazer paz. Paz comigo. Paz com os outros.<br />Paz entre coragens.</p>
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