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	<title>Arquivos serviço - Viver Mais Simples</title>
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	<description>Viver Mais Simples</description>
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		<title>A Árvore da Vida</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Leticia Carneiro]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 09 Aug 2012 20:29:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Coletivo Baobá]]></category>
		<category><![CDATA[serviço]]></category>
		<category><![CDATA[WDS]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Baobá é chamado de “a árvore da vida” na África.&#160; Assim como nosso babaçu, tudo se aproveita no Baobá.&#160; Até depois de morto, serve como depósito de água. Água tão preciosa, como aprendemos com o charity: water&#8230;. O Baobá também é importante para&#160; mim por razões pessoais.&#160; Um dos poucos baobás brasileiros encontra-se em [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p></p>
<div>O Baobá é chamado de “a árvore da vida” na África.&nbsp; Assim como nosso babaçu, tudo se aproveita no Baobá.&nbsp; Até depois de morto, serve como depósito de água. Água tão preciosa, como aprendemos com o <a href="http://www.vivermaissimples.com/2012/07/agua-de-beber.html">charity: water</a>&#8230;.</div>
<div>O Baobá também é importante para&nbsp; mim por razões pessoais.&nbsp; Um dos poucos baobás brasileiros encontra-se em Quissamã, terra natal <a href="http://www.vivermaissimples.com/2011/02/la-de-onde-eu-vim.html">de meus avós Celso e Gisela</a>, de <a href="http://www.vivermaissimples.com/2011/08/o-que-voce-aprendeu-com-seus-pais.html">meu pai Alberto</a>.&nbsp; Além disso, o batizado de minha filha foi permeado de muitos rituais. Um deles, o plantio de um baobá.</div>
<div>Portanto, o baobá permeia minhas raízes fundas e meu futuro.</div>
<div style="clear: both; text-align: center;"><a href="http://leticiacarneiro.com/wp-content/uploads/2012/08/baoba.jpg" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"><img decoding="async" border="0" src="http://leticiacarneiro.com/wp-content/uploads/2012/08/baoba.jpg" /></a></div>
<div></div>
<div>Gosto da ideia de árvores, combinam com meu propósito de ajudar pessoas a frutificar.&nbsp; O símbolo da Nutshell Estratégia é uma árvore vermelha, viva, intensa e flamejante.</div>
<div>Contei na semana passada sobre o chamado feito ao final do WDS.&nbsp;&nbsp;</div>
<div>Minha resposta a este chamado ancora-se num aprendizado partilhado pela <a href="http://www.ordinarycourage.com/">Brené Brown</a>.</div>
<div><b>“O contrário da escassez não é a abundância.&nbsp; O contrário da escassez é o suficiente”</b></div>
<div>Eu, toda a vida abundante e exagerada, venho caminhando nesta jornada de aprender o suficiente. Menos é mais.&nbsp;</div>
<div>Por isso pensei assim:</div>
<div>“E se eu escolhesse um plano simples com uso limitado de tempo e buscando a forma mais intuitiva e orgânica de execução?</div>
<div>E seu eu apenas buscasse oferecer meu talento (e de quem mais quiser) para servir comunidades sem recursos na busca por autodesenvolvimento?</div>
<div>Se pessoas sem dinheiro puderem acessar seus talentos e possibilidades, mesmo que por pouco tempo&#8230;. O que poderia acontecer? Quantas sementes não vingariam?</div>
<div>Apresentei&nbsp; meu simples conceito a um grupo de amigos: um&nbsp; mutirão de talentos apresentando-se em comunidades onde a porta esteja aberta (e saibamos por onde entrar).&nbsp; A proposta de trabalharmos apenas oito horas por mês, entre planejamento e execução.</div>
<div>Sem receber, claro. Sem gastar muito, espero. Sem fundação, patrocínio ou outros complicadores, que eu quero viver mais simples.</div>
<div><a href="http://www.vivermaissimples.com/2012/08/plantamos-semente.html">O Coletivo Baobá nasceu com apenas cem dólares de capital,mas muita vontade e sonho de bom tamanho.</a></div>
<div>Minha primeira voluntária foi minha amiga Lucrécia. Doou seu tempo, seu talento de ensinar teatro, sua experiência com indivíduos em sofrimento psíquico. Seu entusiasmo, dez cds e seu minissom&#8230;</div>
<div>A ela se seguiram mais sete participantes e muitos interessados. Começamos no início de agosto a planejar o primeiro evento. Menos de um mês após o WDS.</div>
<div>Não sei ainda aonde chegaremos. Mas se não tentarmos, jamais saberemos.</div>
<div>Contarei esta história para vocês, à medida em que ela seja escrita. Ano que vem quero&nbsp; ter boas histórias para contar no WDS&#8230;</div>
<div>Que algumas sementes vinguem. Eu já estarei satisfeita.</div>
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		<title>Plantamos a semente</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Leticia Carneiro]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 05 Aug 2012 17:06:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Coletivo Baobá]]></category>
		<category><![CDATA[serviço]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Hoje, 5 de agosto de 2012, nasce o Coletivo Baobá.Uma ideia vinda de meu desejo de servir ao mundo, amplificada e fortalecida pelo desejo de outras pessoas queridas buscando servir ao mundo também.Bárbara, Cristina, Érica, Gisele, Lívian, Lucrécia, Samara e Valéria: nós oito plantamos a primeira semente.Virão outras. Imagem: Lucrécio Brasil Foi um dia de [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Hoje, 5 de agosto de 2012, nasce o Coletivo Baobá.<br />Uma ideia vinda de meu desejo de servir ao mundo, amplificada e fortalecida pelo desejo de outras pessoas queridas buscando servir ao mundo também.<br /><b>Bárbara, Cristina, Érica, Gisele, Lívian, Lucrécia, Samara e Valéria:</b> nós oito plantamos a primeira semente.<br />Virão outras.</p>
<table align="center" cellpadding="0" cellspacing="0" style="margin-left: auto; margin-right: auto; text-align: center;">
<tbody>
<tr>
<td style="text-align: center;"><a href="http://leticiacarneiro.com/wp-content/uploads/2012/08/DSC02338-1.jpg" style="margin-left: auto; margin-right: auto;"><img fetchpriority="high" decoding="async" border="0" height="240" src="http://leticiacarneiro.com/wp-content/uploads/2012/08/DSC02338.jpg" width="320" /></a></td>
</tr>
<tr>
<td style="text-align: center;">Imagem: Lucrécio Brasil</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>Foi um dia de nos conhecermos e também de avançarmos.</p>
<p><b>O que faremos</b>: um grupo de saltimbancos ajudando comunidades através de workshops, palestras, oficinas, atuando em&nbsp;quatro frentes:</p>
<div style="clear: both; text-align: center;"></div>
<p></p>
<div style="clear: both; text-align: center;"><a href="http://leticiacarneiro.com/wp-content/uploads/2012/08/frentes-1.png" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"><img decoding="async" border="0" height="187" src="http://leticiacarneiro.com/wp-content/uploads/2012/08/frentes.png" width="400" /></a></div>
<p><b>Cultivar </b>o autodesenvolvimento e autoconhecimento. <b>Florescer </b>através da expressão artística e físico-corporal. &nbsp;<b>Frutificar </b>através do produzir que sustenta. E <b>Cuidar</b>, ao longo do caminho, que há muita tristeza e violência que é preciso acolher.</p>
<p>Temos um plano inicial: uma comunidade (o Vidigal); &nbsp;uma data (22 ou 23/9); um público (mães e seus filhos).<br />Agora vamos caminhar no contato com a comunidade, mapear talentos e organizar a grade de atividades do primeiro dia.</p>
<p><b>Momentos marcantes</b>: lembrar que somos afortunadas quando há aqueles que têm vergonha de dizer onde moram. &nbsp;Celebrar a generosidade e a possibilidade de aprendermos com a jornada de servir.</p>
<p>Aguardem próximos capítulos desta linda história&#8230;</p>
<p>Nosso coletivo acolhe todas as crenças, de fé ou políticas. Mas não somos afiliados a nenhuma organização.<br />Atuamos de forma independente, mas em parceria.<br />E se quiser participar: coletivobaoba@nutshellestrategia.com.br</p>
<p>Qualquer talento é bem-vindo. Seja para ministrar as atividades ou ajudar na organização.</p>
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