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	<title>Arquivos solidariedade - Viver Mais Simples</title>
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	<description>Viver Mais Simples</description>
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		<title>Pedestre no Rio de Janeiro: um desabafo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Leticia Carneiro]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 09 Apr 2014 12:46:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[solidariedade]]></category>
		<category><![CDATA[vida pedestre]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Sou uma carioca privilegiada, dizem, &#160;destas que mora na &#160;Zona Sul.Trabalho ao lado de um dos edifícios mais lindos da cidade: o Teatro Municipal.Isto tudo depois de ter vivido por sete anos em São Paulo, considerada um dos piores lugares do mundo em termos de trânsito, poluição e stress (deixando bem claro que eu amo [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Sou uma carioca privilegiada, dizem, &nbsp;destas que mora na &nbsp;Zona Sul.<br />Trabalho ao lado de um dos edifícios mais lindos da cidade: o Teatro Municipal.<br />Isto tudo depois de ter vivido por sete anos em São Paulo, considerada um dos piores lugares do mundo em termos de trânsito, poluição e stress (deixando bem claro que eu amo São Paulo, acho uma bobagem esta rixa).</p>
<div></div>
<p>A vida perfeita? Infelizmente não.</p>
<table align="center" cellpadding="0" cellspacing="0" style="margin-left: auto; margin-right: auto; text-align: center;">
<tbody>
<tr>
<td style="text-align: center;"><a href="http://leticiacarneiro.com/wp-content/uploads/2014/04/faixa-de-pedestre-rj-pb.jpg" style="margin-left: auto; margin-right: auto;"><img fetchpriority="high" decoding="async" border="0" src="http://leticiacarneiro.com/wp-content/uploads/2014/04/faixa-de-pedestre-rj-pb.jpg" height="212" width="320" /></a></td>
</tr>
<tr>
<td style="text-align: center;">Imagem: Kika Castro</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>Há quatro anos optei por ser pedestre. Este ano comprei um carro, mas ele fica guardadinho na garagem, para usos bem específicos.<br />Todos os dias eu enfrento as calçadas do Rio de Janeiro. &nbsp;Enfrentar é bem o termo, isto aqui é uma selva.<br />Esgoto vazando continuamente, mesmo nas ruas &#8220;nobres&#8221;. Esta semana eram poças na rua São Salvador, um dos locais mais concorridos da &#8220;night&#8221; carioca.<br />As icônicas pedras portuguesas são uma tortura: desniveladas, soltas no chão. Junto com as calçadas antigas e irregulares, um atentado à acessibilidade.<br />Aliás, neste quesito, o Rio é uma cidade bastante hostil. &nbsp;Além de poucas rampas para cadeirantes e carrinhos de bebê, temos muitos &#8220;cidadãos&#8221; que estacionam bloqueando as passagens para pedestre.<br />Os ciclistas, símbolo do mundo sustentável, não ficam atrás. Trafegam sobre a calçada, muitas vezes em alta velocidade e/ou na contramão.<br />Mais de uma vez tive que resgatar um filho desavisado de um atropelamento iminente.<br />Experimente criticar um comportamento &nbsp;incivilizado num carioca. Receberá de volta impropérios, às vezes de tão baixo calão que até mesmo uma quarentona moderninha como eu se ruboriza.<br />Heranças da Corte, alguns dirão. Eu digo que esta malcriação nos custa muitos textos como este aqui, questionando o título &#8220;Cidade Maravilhosa&#8221;. E estes textos viram reputação. Até quando os turistas vão pagar o preço de nossa falta de educação para usufruir das belezas naturais e do lendário estilo de vida?<br />Tudo isso não era exclusividade da atual gestão municipal, vamos ser justos. Mas as mudanças generalizadas, numa simultaneidade caótica que desorienta motoristas e pedestres, sim.<br />Atravessar uma rua no Centro do Rio é atividade para corajosos, acho que será considerada modalidade no Iron Man, em breve.<br />Os guardas de trânsito estão obviamente instruídos a fazer o tráfego de carros fluir. A qualquer custo.<br />Com seus apitos infernais, ignoram o ritmo dos sinais de trânsito. Eu que pensava que havia engenharia e planejamento na cadência das luzinhas verdes e vermelhas.<br />Se havia, há muito foi para as cucuias.<br />E com a imprecisão natural dos seres humanos, estes agentes da &#8220;ordem&#8221; acabam permitindo ônibus e carros estacionados sobre a faixa de pedestres, dificultando o já insalubre ato de ser pedestre neste município.<br />Quem lê este blog sabe que não gosto de reclamar. Prefiro agir.<br />Mas após tantas violências sofridas ao tentar intervir ao vivo e a cores neste cenário de pouca solidariedade e nenhuma consciência do coletivo, decidi abrir o verbo.<br />Tento fazer minha parte. Quando estou de carro, evito fechar cruzamentos, mesmo submetida ao buzinaço dos colegas de volante.<br />Costumo respeitar sinal vermelho até mesmo à noite, pois não sei se é verdade que depois das 22h estão liberados (alguém me esclareça por favor). É ousado, confesso, pois o risco é grande. Mas não vou nem começar a falar do aumento da criminalidade neste texto.<br />Não sou profeta do fim do mundo em algum lugar entre a Copa e as Olimpíadas. Espero mesmo que tudo melhore um dia, com o fim das obras, a melhor educação do povo, a manutenção das ruas.<br />Mas enquanto isso não acontece, faço um apelo a você, <i>indivíduo que pode interferir nesta realidade:</i><br /><b>&#8211; Não buzine</b><br /><b>&#8211; Não feche cruzamentos</b><br /><b>&#8211; Não estacione em locais de passagem de pedestres</b><br /><b>&#8211; Se for andar de bicicleta na calçada, com medo de ser atropelado, vá devagar e no sentido da rua.</b><br /><b>&#8211; Não jogue lixo no chão (que entope ralos, que afetam as redes de esgoto e água, que se vingam voltando para cima).</b></p>
<p>Ah, se você for pedestre, também há regras. <b>Não cruzar fora da faixa, não deixar seu cachorro deixar sujeira, não cuspir ou escarrar no chão, usar a lixeira&#8230;&nbsp;</b></p>
<p>E para todo mundo: veja bem a trajetória e plataforma de seus candidatos na próxima eleição. Depois de eleito. Cobre.</p>
<p>Não sou ingênua. Sei que em outras cidades é também desafio ser pedestre. Mas tendo viajado e vivido em outros lugares, sinto que o Rio é um dos piores exemplos e isto me entristece, já que escolhi (por ora) criar meus filhos aqui, perto da família.<br />É isso. Vou voltar aqui para meu trabalho, um pouco mais esperançosa, mesmo ouvindo ao fundo o som de apitos na rua Evaristo da Veiga.<br />E você? Tem mais dicas de como melhorar o convívio entre pedestres, ciclistas e motoristas?</p>
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		<title>Um copo d&#039;água</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Leticia Carneiro]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 19 Mar 2014 16:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[simplificar]]></category>
		<category><![CDATA[solidariedade]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Uma grande amiga atravessa uma grave situação de doença em família. Um casal querido perde &#160;uma pessoa amada.O que fazer nesta hora? O que oferecer?Nada será suficiente, pois não posso trazer a cura nem ressuscitar os mortos.Deparo-me com minha incômoda mortalidade, minha impotência, meu limite.Penso em palavras, inúteis. Até &#160;mesmo inconvenientes.Cogito abraços. Sim, podem ser [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Uma grande amiga atravessa uma grave situação de doença em família. <br />Um casal querido perde &nbsp;uma pessoa amada.<br />O que fazer nesta hora? O que oferecer?<br />Nada será suficiente, pois não posso trazer a cura nem ressuscitar os mortos.<br />Deparo-me com minha incômoda mortalidade, minha impotência, meu limite.<br />Penso em palavras, inúteis. Até &nbsp;mesmo inconvenientes.<br />Cogito abraços. Sim, podem ser bem-vindos. Mas podem ser intimidade demais para alguém em sofrimento.<br />Deste lugar de humildade, invoco o viver mais simples.<br /><b>E ofereço-lhes um copo d&#8217;água.</b></p>
<div style="clear: both; text-align: center;"><a href="http://leticiacarneiro.com/wp-content/uploads/2014/03/96cd7bcc5beb7dbe3a5f37519447870c.jpg" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"><img decoding="async" border="0" src="http://leticiacarneiro.com/wp-content/uploads/2014/03/96cd7bcc5beb7dbe3a5f37519447870c.jpg" height="320" width="213" /></a></div>
<p>Nunca falhou. &nbsp;O poder de acolhimento de um copo d&#8217;água não deve ser subestimado.<br />A singeleza do gesto. &nbsp;O conforto de hidratar um corpo seco. A gentileza tranquila, não invasiva.<br />Sem agenda oculta ou conteúdo próprio, ofereço um copo d&#8217;água.<br />Uma forma de escuta empática, um reconhecimento de nossa humanidade comum.</p>
<p>Afinal, todos precisamos de água e quase sempre não a bebemos o suficiente.<br />O luto pode nos deixar sem fome. O choro em borbotões, sem fôlego.<br />Navegar por tristezas dá uma sede danada.</p>
<p>O coração da verdadeira empatia é oferecer não o que nos parece certo para nós e sim o que parece certo para o outro.</p>
<p>Portanto, quando encontrar alguém precisando de amparo e não souber o que fazer, pergunte:<br />&#8220;Você aceita um copo d&#8217;água?&#8221;</p>
<p>É, ao menos, um bom primeiro passo.</p>
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		<title>Amar o próximo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Leticia Carneiro]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 11 Nov 2011 14:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[ancoragem]]></category>
		<category><![CDATA[autoconhecimento]]></category>
		<category><![CDATA[Carlos Drummond de Andrade]]></category>
		<category><![CDATA[citações]]></category>
		<category><![CDATA[filhos]]></category>
		<category><![CDATA[gratidão]]></category>
		<category><![CDATA[Maternidade]]></category>
		<category><![CDATA[memórias felizes]]></category>
		<category><![CDATA[poesia]]></category>
		<category><![CDATA[solidariedade]]></category>
		<category><![CDATA[Valores]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>&#8220;Que pode, pergunto, o ser amoroso, sozinho, em rotação universal, senão rodar também, e amar? amar o que o mar traz à praia, e o que ele sepulta, e o que, na brisa marinha, é sal, ou precisão de amor, ou simples ânsia?&#8221; Carlos Drummond de Andrade http://sentidoslucianaandrade.blogspot.com/ Em tempos de coração revolto, tenho estado [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div style="text-align: center;"><span style="background-color: white;"><span style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;">&#8220;Que pode, pergunto, o ser amoroso,</span></span></div>
<p><span style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"><span style="background-color: white;"></span></span></p>
<div style="text-align: center;"><span style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"><span style="background-color: white;">sozinho, em rotação universal, senão</span></span></div>
<p><span style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"><span style="background-color: white;"></span><span style="background-color: white;"></p>
<div style="text-align: center;">rodar também, e amar?</div>
<p></span><span style="background-color: white;"></p>
<div style="text-align: center;">amar o que o mar traz à praia,</div>
<p></span><span style="background-color: white;"></p>
<div style="text-align: center;">e o que ele sepulta, e o que, na brisa marinha,</div>
<p></span></span></p>
<div style="text-align: center;"><span style="background-color: white;"><span style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;">é sal, ou precisão de amor, ou simples ânsia?&#8221;</span></span></div>
<div style="text-align: right;"><span style="background-color: white;"><span style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;">Carlos Drummond de Andrade</span></span></div>
<div><span style="background-color: white;"><span style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"><br /></span></span></div>
<table align="center" cellpadding="0" cellspacing="0" style="margin-left: auto; margin-right: auto; text-align: center;">
<tbody>
<tr>
<td style="text-align: center;"><a href="http://leticiacarneiro.com/wp-content/uploads/2011/11/coracao2tf.jpg" style="margin-left: auto; margin-right: auto;"><span style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"><img decoding="async" border="0" src="http://leticiacarneiro.com/wp-content/uploads/2011/11/coracao2tf.jpg" /></span></a></td>
</tr>
<tr>
<td style="text-align: center;"><a href="http://sentidoslucianaandrade.blogspot.com/"><span style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif; font-size: small;">http://sentidoslucianaandrade.blogspot.com/</span></a></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<div><span style="background-color: white;"><span style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;">Em tempos de coração revolto, tenho estado mais atenta a meus filhos, uma forma curativa de <a href="http://www.vivermaissimples.com/2010/11/ahn-coragem.html">ancoragem</a>.</span></span></div>
<div><span style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;">E observando como eles interagem com o mundo, fiquei comovida em perceber como eles expressam de muitas maneiras seu amor ao próximo:</span></div>
<div><span style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;">Minha filha caçula é uma vulcão cheio de energia, como se fosse pouco corpo para tanto espírito&#8230;&nbsp;</span></div>
<div><span style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;">Ela se lança, grita, chora, é intensa. Mas também um poço de amorosidade, carinhosa demais, brejeira e moleca. Adora dançar, adora cantar, adora dizer &#8220;Adorei!&#8221;.</span></div>
<div><span style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;">E adora os outros.</span></div>
<div><span style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;">Tenho visto ela desabrochar, cada vez mais próxima das pessoas, sorrindo para estranhos, colocando-se à disposição para conversas: &#8220;Oi, eu sou a Olívia&#8221; e por aí vai.</span></div>
<div><span style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;">Ontem ela novamente me surpreendeu, quando nos despedíamos de nosso querido Vovô Breno.&nbsp;</span></div>
<div><span style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;">Ele foi dar o beijo de despedida, sempre um longo adeus por conta da carreira diplomática dele. Foi quando ela disparou, docemente: &#8220;Mas nós vamos morrer de saudades!&#8221;. Um concentrado de afeto, apesar do pouco tempo que passaram juntos. Refletiu um sentimento muito verdadeiro, talvez mais ainda nos adultos presentes, vivendo entre saudades&#8230;</span></div>
<div><span style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;">Fiquei ali, orgulhosa dela ser capaz de capturar de forma tão bonita a poesia daquele momento.</span></div>
<div><span style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;">Meu filho mais velho é outro presente. &nbsp;Sensível ao que o outro sente. Interessado nos mendigos da rua, nos absurdos cotidianos. &nbsp;Protagonista de várias conversas sobre Deus, anjos, pobreza, sobre ter e não ter. &nbsp;Um legítimo Franciscano, como eu, minha avó e o pai dele&#8230;</span></div>
<div><span style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;">Quando a irmã de minha madrasta morreu, fui visitá-la no Rio. Expliquei para ele que não seria possível que ele viesse comigo, mas que eu ia ficar com ela &#8220;porque ela está muito triste&#8221;. Léo tinha uns quatro anos e disparou: &#8220;Eu também vou ficar triste quando minha irmã morrer&#8221;.</span></div>
<div><span style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;">Esta transposição para o coração do outro me deixou sem palavras.</span></div>
<div><span style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;">Minha gratidão é &nbsp;imensa. Sei de todos meus vícios que vejo &#8220;contagiando&#8221; meus filhos: a braveza, o mau humor eventual, o falar mais alto mais do que deveria.&nbsp;</span></div>
<div><span style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;">O roer das unhas, que o Léo venceu, mas eu não&#8230;</span></div>
<div><span style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;">S</span><span style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;">em contar os fantasmas hereditários da miopia e outras coisas mais.</span></div>
<div><span style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;">Tudo isso empalidece ao vê-los assim, tão generosos com as pessoas, tão sinceramente mobilizados pelo que passa &nbsp;no coração alheio.</span></div>
<div><span style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;">Lembro que sim, tenho inúmeros defeitos, mas que verdadeiramente me emociono com a emoção do outro. Choro fácil com as lágrimas de pessoas em sofrimento. Importo-me realmente com o bem-estar do outro. Tenho boas intenções, mesmo quando me atrapalho.</span></div>
<div><span style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;">Nossos filhos são de alguma forma uma possibilidade de redenção em nossas vidas.</span></div>
<div><span style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;">São tantos os pecados que cometemos. São tantos os deslizes e maus momentos. São tantos episódios de inveja, descontrole, mesquinhez.</span></div>
<div><span style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;">Mas meu coração encontra guarida em ver que -para meus muitos erros- há muitos acertos também. E ver estes acertos perpetuados nos atos de meus filhos&#8230; É indizível.</span></div>
<div><span style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;">Então prossigo &#8220;amando o que o mar traz à praia&#8221;, esquecendo um pouco de minha própria dor que <a href="http://www.vivermaissimples.com/2011/03/vida-dificil-ajude-um-estranho.html">nem é tão grande assim quando eu penso na dor do outro</a>.</span></div>
<div><span style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;">Mais uma dádiva de ser mãe. Ver nosso melhor em nossos filhos&#8230;</span></div>
<div><span style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"><br /></span></div>
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		<title>Para Mudar o Mundo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Leticia Carneiro]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 20 Aug 2011 02:55:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[atitude]]></category>
		<category><![CDATA[boas ideias]]></category>
		<category><![CDATA[carreira]]></category>
		<category><![CDATA[criatividade]]></category>
		<category><![CDATA[empreendendorismo]]></category>
		<category><![CDATA[equilíbrio]]></category>
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		<category><![CDATA[protagonismo]]></category>
		<category><![CDATA[solidariedade]]></category>
		<category><![CDATA[sou fã]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O que falta quando já sabemos qual é nosso talento e nossa paixão? Acredito que o Servir. A&#160;resposta para a pergunta: o que eu tenho para dar ao mundo? http://dicasveterinarias.com.br Há muito acredito que não basta ter uma carreira só para nós. Que não há realização sem ajudar o outro.Mas nesta semana, conheci novas e [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O que falta quando já sabemos qual é nosso talento e nossa paixão? <br />Acredito que o <b>Servir. </b>A&nbsp;resposta para a pergunta: o que eu tenho para dar ao mundo?</p>
<table align="center" cellpadding="0" cellspacing="0" style="margin-left: auto; margin-right: auto; text-align: center;">
<tbody>
<tr>
<td style="text-align: center;"><a href="http://3.bp.blogspot.com/-mPsL7gVU5Vw/Tk8cQiKB7WI/AAAAAAAAAwc/kl2ZZUG3rX8/s1600/pinguim" style="margin-left: auto; margin-right: auto;"><img decoding="async" border="0" src="http://3.bp.blogspot.com/-mPsL7gVU5Vw/Tk8cQiKB7WI/AAAAAAAAAwc/kl2ZZUG3rX8/s1600/pinguim" /></a></td>
</tr>
<tr>
<td style="text-align: center;"><a href="http://dicasveterinarias.com.br/"><span style="color: black; font-size: xx-small;">http://dicasveterinarias.com.br</span></a></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>Há muito acredito que não basta ter uma carreira só para nós. Que não há realização sem ajudar o outro.<br />Mas nesta semana, conheci novas e maravilhosas possibilidades, ao passar dois dias imersa na <a href="http://www.choice.org.br/">Choice Conference</a>. Foi uma&nbsp;iniciativa espetacular da <a href="http://www.artemisia.org.br/">Artemísia</a>, negócio construído para nos ajudar a trazer equilíbrio e justiça para todos. Uma&nbsp;organização singular, ancorada na simples proposta: &#8220;<b>Entre ganhar dinheiro ou fazer a diferença no mundo, fique com as duas</b>&#8220;. Simples e poderoso.<br />Em dois dias de tirar o fôlego, vi histórias inspiradoras como a do &#8220;<a href="http://unreasonableinstitute.org/">Unreasonable Institute</a>&#8220;. Ou o milagre de fazer cirurgias do coração por 1.200 dólares, façanha do <a href="http://www.narayanahospitals.com/">Narayana Hospital</a>, na Índia.<br />Meus olhos se encheram d&#8217;água ao ouvir histórias e mais histórias de milagres realizados por gente de carne e osso como nós. Gente que vive a missão de mudar a realidade de quem ganha menos de 3 dólares por dia. &nbsp;Pessoas que ensinam pessoas a fazer isso. &nbsp;Ideias gestadas a partir da generosidade e colaboração, mas com retorno financeiro sustentável por muitos anos.<br />Fiquei apaixonada pelo relato de <a href="http://www.cdi.org.br/">Rodrigo Baggio</a>, carioca quase da minha idade. Ele contou de forma simples e íntima como vem mudando o mundo através da inclusão digital, do amor ao próximo e de um jeito visionário e humanista de levar a vida.<br />Podemos fazer a diferença para quem não tem quase nada. Basta aprendermos a nossa própria equação para a fórmula:<br /><b>Paixão + Talento + Viabilidade Financeira + Vontade de Mudar o Mundo.</b><br />Estou grata por esta chance, por ter ouvido meu amigo Marco Flávio e me permitido viver estas emoções.<br />Ainda estou buscando meu lugar nesta história, cheia de ideias e inexperiente que sou. Mas vou tateando, que sinto que não há alegria maior do que presenciar a felicidade daquele que tem menos que nós.</p>
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		<title>Natal minimalista</title>
		<link>https://www.vivermaissimples.com/natal-minimalista/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Leticia Carneiro]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 24 Dec 2010 02:04:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[boas ideias]]></category>
		<category><![CDATA[equilíbrio]]></category>
		<category><![CDATA[simplificar]]></category>
		<category><![CDATA[solidariedade]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Sempre fui exagerada com a época de natal.Festas demais. Presentes demais. Duas ou três mensagens por e-mail, no mínimo. Uma maratona de comemorações, compra de presentes, busca de endereços eletrônicos. Envios e mais envios. Contas astronômicas no Submarino, Americanas.com, Livraria Cultura. Kits J&#38;J para praticamente cada pessoa da família&#8230;Mas este ano,&#160;foi diferente.Em parte pela minha [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div style="clear: both; text-align: center;"><a href="http://leticiacarneiro.com/wp-content/uploads/2010/12/DSC05307-1.jpg" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"><img decoding="async" border="0" height="240" n4="true" src="http://leticiacarneiro.com/wp-content/uploads/2010/12/DSC05307.jpg" width="320" /></a></div>
<p>Sempre fui exagerada com a época de natal.<br />Festas demais. Presentes demais. Duas ou três mensagens por e-mail, no mínimo. Uma maratona de comemorações, compra de presentes, busca de endereços eletrônicos. Envios e mais envios. Contas astronômicas no Submarino, Americanas.com, Livraria Cultura. Kits J&amp;J para praticamente cada pessoa da família&#8230;<br />Mas este ano,&nbsp;foi diferente.<br /><a name='more'></a>Em parte pela minha preocupação com consumismo. Mas em parte, por um certo desejo de&nbsp;frugalidade mesmo. Um sentimento de economizar energias, me poupar.</p>
<div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"><a href="http://leticiacarneiro.com/wp-content/uploads/2010/12/DSC05311-1.jpg" style="clear: left; cssfloat: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"><img loading="lazy" decoding="async" border="0" height="320" n4="true" src="http://leticiacarneiro.com/wp-content/uploads/2010/12/DSC05311.jpg" width="240" /></a>2010 foi um ano intenso, de transformação, reinvenção.&nbsp; Este dezembro percebi como estou cansada. Feliz! Mas exausta.</div>
<div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;">E,&nbsp;neste ritmo, adotei de forma quase instintiva&nbsp;o comedimento. Dei poucos presentes, para os mais próximos. Não enviei nenhum e-mail de fim-de-ano, apenas respondi carinhosamente os que recebi. Fui a festas, mas com mais tranquilidade.</div>
<div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;">2011 promete ser um ano de novas aventuras, Negócio novo, metas novas. Mas eu gostaria de manter este sentimento. Esta busca de uma nova medida. Afinal, o espírito é o de amar o próximo e este amor segue imenso. Mas decidi expressar de forma mais introvertida, por assim dizer&#8230;</div>
<div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;">Feliz Natal para todos! E deixo de presente <a href="http://zenhabits.net/always-simple/">um belo post de Leo Babauta</a> sobre um natal mais simples. Amei! </div>
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		<title>Um + Um = Muitos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Leticia Carneiro]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 12 Dec 2010 16:12:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[criatividade]]></category>
		<category><![CDATA[equilíbrio]]></category>
		<category><![CDATA[Rio que funciona]]></category>
		<category><![CDATA[solidariedade]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Hoje eu tive uma pequena amostra de como a criatividade nasceu para ser feita em pares (ou trios ou grupos):&#160; Estava na piscina com Olívia, naquela comunidade espontânea que se forma onde há aglomerações de mães e filhos. Aí, comecei&#160;uma brincadeira: &#8220;Olívia, olha o&#160; chapéu de panela&#8230; E agora de copo&#8230; E agora de carro&#8221;. [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div style="clear: both; text-align: center;"><a href="http://leticiacarneiro.com/wp-content/uploads/2010/12/colmeia.jpg" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"><img decoding="async" border="0" n4="true" src="http://leticiacarneiro.com/wp-content/uploads/2010/12/colmeia.jpg" /></a></div>
<p>Hoje eu tive uma pequena amostra de como a criatividade nasceu para ser feita em pares (ou trios ou grupos):&nbsp; Estava na piscina com Olívia, naquela comunidade espontânea que se forma onde há aglomerações de mães e filhos. Aí, comecei&nbsp;uma brincadeira: &#8220;Olívia, olha o&nbsp; chapéu de panela&#8230; E agora de copo&#8230; E agora de carro&#8221;. E ia pondo objetos na cabeça dela, que sacudia para derrubar, ás gargalhadas.<br />A mãe ao lado gostou da brincadeira. E logo incrementou: &#8220;Patricia, põe o chapéu de panela na mamãe&#8221;. E a brincadeira deu mais um salto, construindo&nbsp;sobre minha ideia, uma outra. Com o saldo para lá de positivo de muitas risadas de todas as partes.<br />Este conceito de que duas pessoas juntas criam mais do que outra sozinha é uma das bases do coworking, sobre o qual tenho aprendido com meu mais novo amigo, o Cadú do <a href="http://www.beesoffice.com/site/">BeesOffice</a>.<br /><a name='more'></a>Funciona assim: junte&nbsp;pessoas num mesmo espaço, para trocarem experiências enquanto trabalham. Muito além de um escritório virtual, o local de coworkíng é um espaço de soma. O importante é entrar no espírito de troca e colaboração.&nbsp; Tenho sido cada vez mais habitual no BeesOffice, por conta da gestação de&nbsp; meu mais novo empreendimento (aguardem, aguardem). <br />O sonho fica cada vez&nbsp;mais rico e mais real, á medida em que vários amigos generosamente compartilham sugestões e melhorias, tornando o plano de negócios mais robusto e possível.<br />Brincando ou trabalhando, junto é melhor.</p>
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		<title>Receita para iluminar 50 coraçõezinhos</title>
		<link>https://www.vivermaissimples.com/receita-para-iluminar-50-coracoezinhos/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Leticia Carneiro]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 05 Dec 2010 13:34:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[protagonismo]]></category>
		<category><![CDATA[solidariedade]]></category>
		<category><![CDATA[sou fã]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Conheci o trabalho da Biblioteca Carijó há alguns anos, numa agradável noite estrelada.&#160; Ana Lúcia Vine me contava de crianças descobrindo a leitura, da criação de&#160;toda&#160;uma comunidade em Bocaina de Minas. Da realização de um sonho. Artista e criadora que é, Ana segue buscando novas formas de ajudar mais e mais crianças. Este ano fará [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div style="clear: both; text-align: center;"><a href="http://leticiacarneiro.com/wp-content/uploads/2010/12/Ana_cel_060.jpg" style="cssfloat: left; margin-left: 1em; margin-right: 1em;"><img decoding="async" border="0" ox="true" src="http://leticiacarneiro.com/wp-content/uploads/2010/12/Ana_cel_060.jpg" /></a></div>
<div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;">Conheci o trabalho da <a href="http://bibliotecacarijo.blogspot.com/">Biblioteca Carijó</a> há alguns anos, numa agradável noite estrelada.&nbsp; Ana Lúcia Vine me contava de crianças descobrindo a leitura, da criação de&nbsp;toda&nbsp;uma comunidade em Bocaina de Minas. Da realização de um sonho.</div>
<div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;">
<div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;">Artista e criadora que é, Ana segue buscando novas formas de ajudar mais e mais crianças. Este ano fará uma cavalgada literária com contação de histórias, seguida de&nbsp;presentear&nbsp;livros para seu público infantil. Desta maneira, pretende atingir comunidades mais distantes, onde meninos e meninas só conhecem livros feios e sem figuras. Onde o Natal não é tão abundante.</div>
</div>
<div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;">
<div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;">Será maravilhoso introduzir o livro com um presente. E incentivar todos a ler e trocar com os amigos, fazendo uma ciranda de fantasia e possibilidades.</div>
</div>
<div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"></div>
<div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;">
<div style="clear: both; text-align: center;"><a href="http://leticiacarneiro.com/wp-content/uploads/2010/12/Ana_cel_011-1.jpg" style="cssfloat: right; margin-left: 1em; margin-right: 1em;"><img loading="lazy" decoding="async" border="0" height="248" ox="true" src="http://leticiacarneiro.com/wp-content/uploads/2010/12/Ana_cel_011.jpg" width="320" /></a></div>
<div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;">Todos podemos ajudar este novo voo da Carijó: </div>
</div>
<div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;">1) Doando livros novos, para crianças de 3 a 14 anos. O objetivo é reunir cinquenta&nbsp;livros novos&nbsp;para crianças de 3 a 14 anos:</div>
<p>15 entre 3 e 6 anos</p>
<div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"></div>
<div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;">25 entre 8 e 12 anos</div>
<div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;">10 entre 12-14 anos</div>
<div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;">2) Doando vinte reais. Ana conseguiu um acordo com a Editora Brinque-Book e terá 30% de desconto na compra de livros para a Carijó.</div>
<div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;">Se você quer ajudar, poste um comentário aqui no blog ou mande um e-mail para <a href="mailto:leticia.carneiro73@gmail.com">leticia.carneiro73@gmail.com</a> As crianças de Bocaina agradecem!</div>
<div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;">COCORICÓÓÓÓ!!!!</div>
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		<title>Paz na Terra</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Leticia Carneiro]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 05 Dec 2010 12:55:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[boas ideias]]></category>
		<category><![CDATA[equilíbrio]]></category>
		<category><![CDATA[finanças]]></category>
		<category><![CDATA[organização]]></category>
		<category><![CDATA[simplificar]]></category>
		<category><![CDATA[solidariedade]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>http://nadaesperes.blogs.sapo.pt/arquivo/419681.html A temporada de natal está aberta e com ela as reflexões&#8230; O que quer dizer tudo isto afinal?Para mim, o Natal é um momento muito querido do ano, onde pratico a grande paixão de estar junto com meus familiares e amigos. Decoro a casa no começo de novembro, participo entusiasmada de vários pré-natais&#8230;Mas, e&#160;os [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div style="clear: both; text-align: center;"></div>
<table align="center" cellpadding="0" cellspacing="0" style="margin-left: auto; margin-right: auto; text-align: center;">
<tbody>
<tr>
<td style="text-align: center;"><a href="http://leticiacarneiro.com/wp-content/uploads/2010/12/natal-1.jpg" style="margin-left: auto; margin-right: auto;"><img loading="lazy" decoding="async" border="0" height="214" ox="true" src="http://leticiacarneiro.com/wp-content/uploads/2010/12/natal.jpg" width="320" /></a></td>
</tr>
<tr>
<td style="text-align: center;"><a href="http://nadaesperes.blogs.sapo.pt/arquivo/419681.html">http://nadaesperes.blogs.sapo.pt/arquivo/419681.html</a></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>A temporada de natal está aberta e com ela as reflexões&#8230; O que quer dizer tudo isto afinal?<br />Para mim, o Natal é um momento muito querido do ano, onde pratico a grande paixão de estar junto com meus familiares e amigos. Decoro a casa no começo de novembro, participo entusiasmada de vários pré-natais&#8230;Mas, e&nbsp;os presentes?</p>
<p><a name='more'></a><br />Na tentativa de simplificar e ser solidária, testei vários modelos este ano:<br />Doei cartas do <a href="http://www.correios.com.br/papainoelcorreios2010/">Papai Noel dos Correios</a> ao invés de presentear alguns amigos.&nbsp; Doei livros para a <a href="http://bibliotecacarijo.blogspot.com/">Biblioteca Carijó</a> ao invés de presentear algumas das crianças da família e amigos.</p>
<div style="clear: both; text-align: center;"><a href="http://leticiacarneiro.com/wp-content/uploads/2010/12/2010-11-07_15.12.02-1.jpg" style="clear: right; cssfloat: right; float: right; margin-bottom: 1em; margin-left: 1em;"><img loading="lazy" decoding="async" border="0" height="320" ox="true" src="http://leticiacarneiro.com/wp-content/uploads/2010/12/2010-11-07_15.12.02.jpg" width="240" /></a></div>
<p>Meu objetivo&nbsp;era dar para quem mais precisava e diminuir o consumo, o trabalho de escolher 20 presentes distintos, o gasto excessivo. Dirigir o tempo, dinheiro e dedicação a quem não tem muito.<br />Mas o processo teve seus tropeços e deixo meus aprendizados (para reler no ano que vem):<br />1) A recíproca nem sempre é verdadeira: algumas pessoas não ficam confortáveis em deixar de me dar um presente para doar algo. Sentem falta do processo de escolher com carinho algo para MIM. Ou meu marido, ou meus filhos.<br />2) As crianças (inclusive as minhas) relutam em abrir mão de presentes, mesmo que alguns. É preciso preparar o terreno e negociar.<br />3) Nenhum combinado vai dar certo se não for feito pelo menos no começo de novembro&#8230;<br />Combinando os três: é preciso acolher o que o outro sente, quer e pode dar.&nbsp;Sinto que criei alguns constrangimentos com minha boa intenção e pretendo aperfeiçoar minhas ideias no ano que vem:<br />1) Escolhendo algumas pessoas que compartilham deste ideal e se sentem confortáveis com isso.<br />2) Propondo campanhas para acomodar outros que queiram ajudar, mas sem abrir mão de dar e receber seus presentes (e de seus filhos).<br />3) Descobrindo como meus filhos querem equilibrar esta equação, pois ganhar dez presentes por ano é algo que ofende meu instinto igualitário&#8230;<br />Enfim, aprendi bastante! Ano que vem será ainda melhor!<br />Feliz Natal!!</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Resistamos, Resistamos!</title>
		<link>https://www.vivermaissimples.com/resistamos-resistamos/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Leticia Carneiro]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 26 Nov 2010 14:42:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[equilíbrio]]></category>
		<category><![CDATA[Rio que funciona]]></category>
		<category><![CDATA[solidariedade]]></category>
		<category><![CDATA[vida pedestre]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>﻿﻿﻿﻿ Eu acredito. Acredito que o bem vence o mal. Acredito que falar dos sonhos os traz para perto. Acredito que a Humanidade caminha para a frente.E acredito também que o tropeço é necessário. A adversidade nos une e nos ensina.﻿﻿﻿﻿Eu acredito que o Rio de Janeiro resistirá a mais este ataque, com todo amor [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://www.vivermaissimples.com/resistamos-resistamos/">Resistamos, Resistamos!</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.vivermaissimples.com">Viver Mais Simples</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div style="clear: both; text-align: center;"></div>
<p>﻿﻿﻿﻿ Eu acredito. Acredito que o bem vence o mal. Acredito que falar dos sonhos os traz para perto. Acredito que a Humanidade caminha para a frente.<br />E acredito também que o tropeço é necessário. A adversidade nos une e nos ensina.<br />﻿﻿﻿﻿Eu acredito que o Rio de Janeiro resistirá a mais este ataque, com todo amor que os cariocas tem por esta cidade. Pela criatividade e jogo de cintura. E também por que estamos mudando. Para um Rio que funciona mais, que se compromete mais.﻿ </p>
<table align="center" cellpadding="0" cellspacing="0" style="margin-left: auto; margin-right: auto; text-align: right;">
<tbody>
<tr>
<td style="text-align: center;"><a href="http://leticiacarneiro.com/wp-content/uploads/2010/11/rio-1.jpg" style="margin-left: auto; margin-right: auto;"><img loading="lazy" decoding="async" border="0" height="234" ox="true" src="http://leticiacarneiro.com/wp-content/uploads/2010/11/rio.jpg" width="320" /></a></td>
</tr>
<tr>
<td style="text-align: center;"><a href="http://estudo-k.blogspot.com/2009/11/cristo-redentor.html">http://estudo-k.blogspot.com/2009/11/cristo-redentor.html</a></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>﻿ </p>
<div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;">Não gosto de política nem tenho lido jornal, portanto os sectários partidários não percam tempo comigo. Mas eu vejo um movimento para cima e adiante.&nbsp; E estou de saco cheio dos profetas do apocalipse que ficam escarnecendo das autoridades e dos cariocas, sentadinhos no conforto de seus lares. </div>
<p>﻿﻿Vamos agir. Como? Não espalhando falsos boatos.&nbsp; Não comentando e divulgando incessantemente informações sem utilidade.<br />Uma coisa é avisar: &#8220;Olhe, aqui está complicado, evite passar por aqui&#8221;. Outra coisa é trombetear cada evento, multiplicando o pânico. Eu mesma não vi nada. Portanto não falo nada: deixo para os que viram de fato ou tem alguma informação útil para a segurança dos outros.</p>
<div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;">Vamos nos preservar e preservar aos outros. Sejamos generosos.&nbsp; Mãos na massa, cariocas.</div>
<div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;">Vamos fazer desta cidade um palco de alegrias. Vamos inundar os corações e as ideias.</div>
<div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;">Há gente com medo de verdade lá fora, gente precisando de nossa coragem e fé. </div>
<div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;">Use seu twitter e seu Facebook com sabedoria.</div>
<p>﻿﻿ </p>
<div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;">E aos amigos de São Paulo: tá tudo bem aqui.</div>
<p></p>
<div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none; clear: both; text-align: center;"></div>
<div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none; clear: both; text-align: center;"></div>
<div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none; clear: both; text-align: center;"></div>
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		<title>Amar se aprende amando</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Leticia Carneiro]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 25 Nov 2010 23:27:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[boas ideias]]></category>
		<category><![CDATA[equilíbrio]]></category>
		<category><![CDATA[memórias felizes]]></category>
		<category><![CDATA[protagonismo]]></category>
		<category><![CDATA[solidariedade]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Meu despertar para esta caminhada começou por amor.O amor por mim mesma, inconformada com meu corpo de cem quilos, meu cansaço 24h e meu mau humor. O amor pela minha família, privada do meu melhor. O amor pelo meu trabalho e meus colegas, penalizados pela minha infelicidade. E o amor pela vida, duramente recordado com [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Meu despertar para esta caminhada começou por amor.<br />O amor por mim mesma, inconformada com meu corpo de cem quilos, meu cansaço 24h e meu mau humor.</p>
<div style="clear: both; text-align: center;"><a href="http://leticiacarneiro.com/wp-content/uploads/2010/11/AMOR-M257E1-1.jpg" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"><img loading="lazy" decoding="async" border="0" height="300" ox="true" src="http://leticiacarneiro.com/wp-content/uploads/2010/11/AMOR-M257E1.jpg" width="320" /></a></div>
<div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;">O amor pela minha família, privada do meu melhor. O amor pelo meu trabalho e meus colegas, penalizados pela minha infelicidade. E o amor pela vida, duramente recordado com a perda de minha avó e de um amigo jovem.<br />Tanto amor me deu coragem para dar o passo grande. Afinal, coragem vem de &#8220;agir com o coração&#8221;, o que não seria em si&nbsp;uma forma de amor?</div>
<p><a name='more'></a></p>
<div style="clear: both; text-align: center;"><a href="http://leticiacarneiro.com/wp-content/uploads/2010/11/logo_243.jpg" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"><img decoding="async" border="0" ox="true" src="http://leticiacarneiro.com/wp-content/uploads/2010/11/logo_243.jpg" /></a></div>
<p>Com tanto amor na minha vida, fiquei muito feliz com a&nbsp;iniciativa de minha amiga Joana Madia&nbsp;de criar&nbsp;o Instituto do Amor.&nbsp; Através dele, ela espera &#8220;alimentar aquela chama que existe aí dentro de seu coração, a chama do &#8220;eu&#8221;&#8221;.<br />&nbsp;<a href="http://www.institutodoamor.com.br/instituto/?p=97&amp;sms_ss=blogger&amp;at_xt=4ced0d6b07add4bf,0">O Instituto do Amor</a>&nbsp;já começa com lindos textos para abraçarmos a generosidade conosco e a aceitação de nossas necessidades. Em particular, adorei o seguinte trecho de hoje:</p>
<blockquote>
<blockquote><p>&#8220;O amor é algo que estará abrigado mesmo naqueles que se encontram em total desengano com as suas atitudes, no seu discurso errático, nas suas crenças ou na falta delas. O amor não faz qualquer discriminação, isto o torna ilimitado e abrangente, a consonância da reverberação do sentir amor é prodigiosa, um verdadeiro milagre. E, milagres não possuem ordem de importância, todos são importantes. Não existem maiores ou menores.&#8221;</p></blockquote>
</blockquote>
<p>Na minha interpretação, é um convite para nos amarmos dentro de nossas possibilidades, passo a passo, num crescente respeito por este fogo que arde em cada peito.<br />Eu amo vocês. Amem-se muito! E amem o Rio também, tão precisado de nós agora.</p>
<p><span style="color: blue; font-size: x-small;">Crédito Foto: </span><a href="http://sosgospel.com.br/jovens-solteiros-leiam-cantares/"><span style="color: blue; font-size: x-small;">S.O.S Gospel</span></a></p>
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