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	<title>Arquivos autoconhecimento - Viver Mais Simples</title>
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	<description>Viver Mais Simples</description>
	<lastBuildDate>Mon, 08 Mar 2021 13:14:41 +0000</lastBuildDate>
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		<title>A arte de parir a si mesma</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Leticia Carneiro]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 08 Mar 2021 13:14:41 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>
		<category><![CDATA[autoconhecimento]]></category>
		<category><![CDATA[coragem]]></category>
		<category><![CDATA[desenvolvimento pessoal]]></category>
		<category><![CDATA[feminino]]></category>
		<category><![CDATA[mulheres que correm com os lobos]]></category>
		<category><![CDATA[viver mais simples]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Hoje é o Dia Internacional da Mulher. Eu, que passo desatenta pela maior parte das datas &#8220;oficiais&#8221;, hoje não. Nesta segunda-feira, a  responsabilidade e a força de ser mulher estão inflamadas no meu corpo. Ao invés de pus, expurgo palavras. Gestar. Minha primeira revelação foi saber gestar palavras. Depois meus dois filhos. Depois peixes. A [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Hoje é o Dia Internacional da Mulher. Eu, que passo desatenta pela maior parte das datas &#8220;oficiais&#8221;, hoje não.</p>
<p>Nesta segunda-feira, a  responsabilidade e a força de ser mulher estão inflamadas no meu corpo. Ao invés de pus, expurgo palavras.</p>
<p><strong>Gestar</strong>.</p>
<p>Minha primeira revelação foi saber gestar palavras. Depois meus dois filhos. Depois <em><strong><a href="http://www.vivermaissimples.com/a-menina-e-os-peixes/">peixes</a></strong></em>.</p>
<p>A lição aprendida é que gosto do gestar. O cultivo, a nutrição necessária.  A espera acalma meu ritmo inquieto. O movimento dentro torna-se suficiente.</p>
<p>Eu fui uma <em><strong><a href="http://www.vivermaissimples.com/uma-crianca-estranha/">menina estranha. </a></strong></em>Conversava com as ondas do mar.  Gostava de ficar a sós com minha imaginação.</p>
<p>A vida me despertou a extroversão, mas gestar traz de volta<strong><em><a href="http://www.vivermaissimples.com/introvertida-em-treinamento/"> esta Leticia mais quieta, mas consigo. </a></em></strong></p>
<p><strong>Parir</strong>:</p>
<p>Sempre fiz da minha criatividade, alavanca. Alavanca para tentar o novo. Alavanca para desafiar padrões.<em><strong><a href="http://www.vivermaissimples.com/para-a-arquibancada/"> Alavanca para sustentar minha diferença versus as expectativas do outro (e da outra).</a></strong></em></p>
<p>Por isso gerar e parir e criar são todos verbos na minha oração.</p>
<p>Tenho a coragem suficiente de suportar as dores de parir. Desde crianças até novos capítulos de minha vida.</p>
<p>Sustentar escolhas pouco ortodoxas. Ir contra a corrente.</p>
<p>Apenas outro dia, uma amiga da adolescência me contou que meu pai sempre elogiava minha autonomia. &#8220;Nunca dependeu de homem nenhum&#8221; nas ocasiões em que se esbarravam na esquina do bairro onde eram vizinhos.</p>
<p>Acho curioso e oportuno meu pai, que sempre enfrentei com minha ousadia e irreverência, me mandar esta recado póstumo.</p>
<p>Nunca minha coragem foi tão testada. Porque mulher, para enfrentar o mundo, tem que se fazer duas vezes maior.</p>
<p>Machucam-me o peso de fazer-me maior por fora, do jeito homem de ser maior. Falar mais alto. Mais forte. Por cima da outra fala.</p>
<p>Aprendo a fazer-me maior por dentro. No silêncio e sabedoria de sacerdotisa.</p>
<p><strong>Florescer</strong></p>
<p>Um desafio de ser mulher é sustentar a sutileza do feminino sem se tornar vítima de predadores.</p>
<p>Cultivar o sensível de olhos abertos.<strong><em><a href="http://www.vivermaissimples.com/metamorfonelope/"> Penélope </a></em></strong>1 x 0 <strong><em><a href="http://www.vivermaissimples.com/barba-azul/">Barba Azul</a></em></strong>.</p>
<p>Sucessivos mergulhos para dentro me revelaram pérolas-talismãs.   A rede de apoio de outras mulheres. A parceria com homens sábios.  O saber alternar o corpo muscular com o corpo que fala baixo e ganha tempo, como Sherazade.</p>
<p>Florescer, para além de compreender o alimento que nutre a alma, é fazer-me mais íntima da humildade, do perdão.</p>
<p>Difícil, quando crepitam fogos da raiva e me afogam águas do ressentimento. Persisto.</p>
<p>Tento ser gentil comigo e com o interlocutor, mesmo que por vezes adversário.</p>
<p><strong>Frutificar</strong></p>
<p>Da flor virá o fruto.</p>
<p>O filho que torna-se um homem bom. A filha que torna-se uma artista inteira.</p>
<p>O amor maduro que é pavimento para novos sonhos.</p>
<p>A jornada de semear humanidade nos corações e escritórios.</p>
<p>As palavras que derramo aqui e acolá, na esperança de um mundo de olhos, asas e corações abertos.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Ser mulher. Dor, delícia, mas jamais tédio. Renovar-se fênix de dentro do próprio ventre.</p>
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		<title>Uma BMW em Saquarema</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Leticia Carneiro]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 01 Oct 2020 15:25:03 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[aprendizado]]></category>
		<category><![CDATA[Autenticidade]]></category>
		<category><![CDATA[autoconhecimento]]></category>
		<category><![CDATA[autodesenvolvimento]]></category>
		<category><![CDATA[coragem]]></category>
		<category><![CDATA[humildade]]></category>
		<category><![CDATA[Resiliência]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Esta semana foi&#8230; Densa. Desafios em quase todas as frentes da vida. Golpes atordoantes. No ego. Na esperança. Na estabilidade.  Na inocência. O corpo dói. O coração dói. Sento na beira do mar revolto, a boca cheia de sal e aquele gosto de água do mar arranhando a garganta, após vencer a batalha de voltar [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Esta semana foi&#8230; Densa.</p>
<p>Desafios em quase todas as frentes da vida.</p>
<p>Golpes atordoantes. No ego. Na esperança. Na estabilidade.  Na inocência.</p>
<p>O corpo dói. O coração dói.</p>
<p>Sento na beira do mar revolto, a boca cheia de sal e aquele gosto de água do mar arranhando a garganta, após vencer a batalha de voltar á tona e sair do redemoinho.</p>
<p>Nenhum osso quebrado. A consciência de haver escolhido sabiamente a hora de deixar-me ir até a areia, sem lutar contra a força do oceano.</p>
<p>Saber também que cada parte minha está íntegra, apesar dos machucados e do sobressalto.</p>
<p>Houve muita torcida para eu não me afogar. E, claro,  algumas mãos me puxando para o fundo. Somadas todas as forças, foi com meus próprios braços e pernas que entrei no mar de ressaca. E com meus próprios braços e pernas saí. Viva.</p>
<p>Hora de seguir na estrada.</p>
<p>O terapeuta me avisa: é preciso saber ser BMW em Saquarema.</p>
<p>Saber reduzir a marcha e aproveitar a vista, quando não será possível correr até o máximo da velocidade e potência disponíveis.</p>
<p>Não, agora é hora de olhar o mar á distância, com respeito. A 40km por hora, passeio pela orla, ainda bastante selvagem.</p>
<p>As roupas ainda molhadas, o gosto amargo na boca e os ralados ardendo. Mas já vem uma brisa e o céu está tão lindo.</p>
<p>O carro vazio, sem passageiros, sem bagagem, sem missão a cumprir.</p>
<p>Apenas seguir em frente, sem pressa de chegar.</p>
<p>Assim reaprendo meu tamanho e descubro novas formas de ser.</p>
<p>Assim, economizo meu oxigênio para a próxima onda. Pois lugar de sereia é dentro da água.</p>
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		<title>Qual é o seu nome?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Leticia Carneiro]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 30 Jun 2020 21:32:40 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[caminho próprio]]></category>
		<category><![CDATA[Autenticidade]]></category>
		<category><![CDATA[autoconhecimento]]></category>
		<category><![CDATA[coragem]]></category>
		<category><![CDATA[mulheres que correm com os lobos]]></category>
		<category><![CDATA[raízes fundas]]></category>
		<category><![CDATA[Regina Rapacci]]></category>
		<category><![CDATA[torna-te quem tu és]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Minha missão cada vez mais clara: ajudar pessoas a &#8220;tornarem-se quem são&#8221;. Por que é difícil. Ser. Todos os dias converso com pessoas em busca de uma vida coerente consigo mesmas. Lutando contra as vozes desafiadoras: &#8220;Você não vai conseguir&#8221;. &#8220;Você merece mais&#8221;. &#8220;Isto nunca foi feito antes&#8221;. &#8220;Este caminho não é seguro&#8221;. &#8220;Eu já [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Minha missão cada vez mais clara: ajudar pessoas a &#8220;tornarem-se quem são&#8221;.</p>
<p>Por que é difícil. Ser.</p>
<p>Todos os dias converso com pessoas em busca de uma vida coerente consigo mesmas. Lutando contra as vozes desafiadoras: &#8220;Você não vai conseguir&#8221;. &#8220;Você merece mais&#8221;. &#8220;Isto nunca foi feito antes&#8221;. &#8220;Este caminho não é seguro&#8221;. &#8220;Eu já fiz isso e deu errado&#8221;.</p>
<p>Nos piores dias, estas vozes parecem ser nossas. E acreditamos nelas.</p>
<p>Aí, aprendi com a mestra <strong><em><a href="https://www.reginarapacci.com/">Regina Rapacci</a></em></strong>, é hora de perguntar: &#8220;Qual é o seu nome?&#8221;</p>
<p>Meu nome é Leticia.</p>
<p>Herdei de uma tia-avó, mítica na família. Ela me deu como dote poder ser um pouco diferente, pois havia feito escolhas diferentes antes.</p>
<p>Mas também me legou sombra: morreu jovem e longe da terra natal.  Então nosso nome evoca um final triste, mesmo com uma história de vida tão linda. E um preço alto para a coragem.</p>
<p>Mas a verdade é que passei minha vida escolhendo meu nome.</p>
<p>Que aspectos da tia-avó manter. O que fazer com o compromisso em ser alegria (o significado de Leticia). Sem contar o Carneiro da Silva.</p>
<p>Gosto (e uso profissionalmente) o Carneiro. Silva, me parece muito igual a todo mundo. Carneiro da Silva tem o peso da família quatrocentona do interior.</p>
<p>Também aprecio os apelidos: Lê. Let. Lelê. Titice (que era também o apelido de minha tia-avó e só usado por alguns poucos primos mais velhos e meu pai).</p>
<p>Além destes, nomes: Manhê ou Mããããe. Meu Anjo, como me chama meu marido (uma ironia ou doçura, chamar a esposa impaciente e espevitada assim&#8230;).</p>
<p>Quando casei da primeira vez, mantive o nome de solteira. Dizia &#8220;que já era famosa&#8221;. Aos 25 anos&#8230;</p>
<p>Alguns destes nomes, escolhi. Outros me escolheram.  Uns aquecem mais meu coração.</p>
<p>E com eles, inventei títulos. Organizadora de Ideias. Facilitadora de Aprendizagem Sócio-Emocional.</p>
<p>Ás vezes, me defino diferente: capricorniana, campista, flamenguista não-praticante. E estou sempre a ampliar o dicionário de Leticias: taróloga, facilitadora on-line&#8230;</p>
<p>Desta busca infindável e por vezes doída, encontro a compaixão pelas pessoas que buscam meu trabalho e meu apoio.</p>
<p>Como é difícil encontrar o nome que cabe a você. E honrar este nome. E protegê-lo dos Barba Azuis da vida.</p>
<p>Neste caminho, aprendo também o silêncio. O lugar onde meu nome é um sussurro.</p>
<p>Para que você possa bradar a plenos pulmões.</p>
<p>Qual é o seu nome mesmo?</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
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			</item>
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		<title>Sobre o que me faz feliz (e também saudade)</title>
		<link>https://www.vivermaissimples.com/sobre-o-que-me-faz-feliz-e-tambem-saudade/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Leticia Carneiro]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 07 May 2020 14:07:17 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>
		<category><![CDATA[Viver Mais Simples]]></category>
		<category><![CDATA[autoconhecimento]]></category>
		<category><![CDATA[gratidão]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Aprendi a fazer café para agradar meu pai. Sempre gostei de ser filha mais velha. Hoje, acordo mais cedo que o marido e gosto de levar a xícara quentinha na cama, para ele que tem mais sono pelas manhãs. Gosto de lavar louça. De guardar tudo, para a casa parecer ter poucas coisas. Aquieta meu [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Aprendi a fazer café para agradar meu pai. Sempre gostei de ser filha mais velha.<br />
Hoje, acordo mais cedo que o marido e gosto de levar a xícara quentinha na cama, para ele que tem mais sono pelas manhãs.<br />
Gosto de lavar louça. De guardar tudo, para a casa parecer ter poucas coisas. Aquieta meu coração.<br />
Não gostava de áudio em celular. Mas agora gosto. Saudade da voz de gente e também ser mais parecido com uma conversa.<br />
De fazer exercício, nunca gostei. Mas gosto quando o pescoço estrala e parece que os ossos vão um pouco mais para o lugar.<br />
Gosto quando meu filho sorri de canto de boca. Diferente do bebê mal-humorado que desgostava de barulho de papel amassado. Gosto também quando a filhota arisca me convida para cozinhar, jogar cartas ou simplesmente ficar juntinhas.<br />
Sorrio com as mensagens de celular de minha madrasta. Sempre uma dica para a gente se proteger ou algo para me fazer rir. Forma de amor à distância.<br />
Gosto da surpresa na voz do outro lado quando adivinho algo bem-guardado. Acontece muito no meu trabalho. Gosto de ser feiticeira que conhece o coração do outro e quer ajudar.<br />
Gosto da amiga atenta que percebe que estou precisando de um carinho. Sabe a hora exata de mandar aquela perguntinha curativa : &#8220;tenho um tempinho agora, quer conversar?&#8221;<br />
Gosto de ver que a estrada ensinou conhecimentos versáteis. O que antes era para lidar com saudade do pai e do irmão, agora ajuda a cuidar da tristeza que nasce do descaso de uns para com o sofrimento de outros. As histórias aprendidas relembram que &#8220;Isto também vai passar&#8221; e &#8220;Bastam duas colheres de arroz&#8221;.<br />
Gosto de atravessar os dias ruins e perceber enquanto atravesso. E gosto de celebrar e agradecer pelos dias bons, ali mesmo na hora em que acontece.<br />
Gosto de estar presente dentro de minha alma e do meu corpo, apesar de tudo e apesar de todos. Com tudo e com todos.<br />
Gosto de estar viva e poder honrar a vida dos que estão indo mais rápido do que era o costume. Pois nada mais é como antes e quero aprender a gostar disto também.</p>
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		<item>
		<title>De frente para o espelho</title>
		<link>https://www.vivermaissimples.com/de-frente-para-o-espelho/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Leticia Carneiro]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 12 Apr 2020 16:08:04 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>
		<category><![CDATA[autoconhecimento]]></category>
		<category><![CDATA[futuro]]></category>
		<category><![CDATA[gratidão]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>É um domingo de Páscoa. Boa parte de nós em casa, deixando tempo para sermos reflexivos e inundarmos redes sociais com mensagens. Eu decido fazer o exercício de contemplação de mim mesma, proposto na Formação em Dinâmica de Grupos que estou fazendo. Uma carta pessoal, apreciando o que gosto e desgosto em mim, depois de [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>É um domingo de Páscoa.<br />
Boa parte de nós em casa, deixando tempo para sermos reflexivos e inundarmos redes sociais com mensagens.<br />
Eu decido fazer o exercício de contemplação de mim mesma, proposto na Formação em Dinâmica de Grupos que estou fazendo.<br />
Uma carta pessoal, apreciando o que gosto e desgosto em mim, depois de ter me olhado no espelho.<br />
E tem coisas recentes de que tenho gostado bastante. Tanto que decido compartilhar aqui:<br />
Um apetite em ficar sozinha, novidade boa.<br />
A habilidade de deixar pratos caírem, a disponibilidade em me retirar de tarefas e outras coisas que me doem ou me cansam.<br />
Uma maior aceitação da vida como ela é, sem tentar edulcorá-la ou reformá-la.<br />
Humildade, temperança, aceitação do que é diferente de mim.<br />
No balanço final, gosto das coisas que me constituem feiticeira, desbravadora e amorosa. E desgosto do que me faz autoritária, onipotente, demasiadamente intensa e esquecida de mim.<br />
Tem sido mais difícil ser otimista, mas tem sido mais fácil fluir com o rio da vida e tudo que ele traz.<br />
A alma tem andado cansada com o peso de tantas lágrimas de saudade e uma espera sem data final.<br />
Mas no fundo desta caixa de Pandora, a esperança tremeluze asas.<br />
Asas.</p>
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		<title>Já não mais ainda</title>
		<link>https://www.vivermaissimples.com/ja-nao-mais-ainda/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Leticia Carneiro]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 06 May 2019 14:41:29 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[amor próprio]]></category>
		<category><![CDATA[antídotos]]></category>
		<category><![CDATA[autoconhecimento]]></category>
		<category><![CDATA[coragem]]></category>
		<category><![CDATA[gratidão]]></category>
		<category><![CDATA[ansiedade]]></category>
		<category><![CDATA[desenvolvimento pessoal]]></category>
		<category><![CDATA[futuro]]></category>
		<category><![CDATA[sonhos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Isso de ser exatamente o que se é ainda vai nos levar além.  Paulo Leminski Desperto cheia de sensações. Havia sonhado com um enorme jacaré.  Era preciso contê-lo e o meio para isto era eletricidade. Primeiro eu sentia um medo e uma ansiedade. Até que não mais e já era possível libertá-lo. Um jacaré livre, mais manso, no [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p class="fr">Isso de ser exatamente o que se é ainda vai nos levar além.  <a href="https://www.pensador.com/autor/paulo_leminski/">Paulo Leminski</a></p>
<div></div>
<div>Desperto cheia de sensações. Havia sonhado com um enorme jacaré.  Era preciso contê-lo e o meio para isto era eletricidade.</div>
<div>Primeiro eu sentia um medo e uma ansiedade. Até que não mais e já era possível libertá-lo.</div>
<div>Um jacaré livre, mais manso, no entanto jacaré.</div>
<div></div>
<div>Em restrospecto, percebo que a agitação do sono reflete o movimento dos dias. Esperas, mudanças por vir, sentimentos alvoraçados abalroando-se por dentro.</div>
<div>Fazer fronteira e ampliar fronteiras. Acolher necessidades alheias e acolher-me.</div>
<div>Meus dias têm sido uma revoada de pensamentos e emoções. Decisões a tomar, sim e não por toda a parte.</div>
<div>Respiro fundo, muito fundo.</div>
<div></div>
<div>Para além de tanto tumulto, reencontro meu lago pacífico. Peixes nadam livres, coragem pulsa forte.</div>
<div>Há muita dádiva e experiência nutritiva no meu campo semeado.</div>
<div></div>
<div>Apesar do sobressalto no peito, permito-me sonhar com esperança. Gestar este segundo semestre com mais amor e mais prosperidade. Deleitar-me em antecipação com as férias necessárias.</div>
<div></div>
<div>Ainda tenho tanto a decidir e realizar. Mas por um momento, deito-me no mar da boa aventurança. Confio na minha boa sorte e na potência do meu trabalho de ser quem eu sou.</div>
<div></div>
<div>Já não mais. No entanto ainda.</div>
<div>O presente grávido de futuro me sustenta.</div>
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		<title>A beleza da tíbia</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Leticia Carneiro]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 20 Feb 2019 14:35:46 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[resiliência]]></category>
		<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>
		<category><![CDATA[autoconhecimento]]></category>
		<category><![CDATA[corpo]]></category>
		<category><![CDATA[eutonia]]></category>
		<category><![CDATA[Resiliência]]></category>
		<category><![CDATA[thereza feitosa]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>São tempos de muitas nuvens. Para a travessia ser menos penosa, recebo o conselho da Mestra: cultive sua vida interior. Cultivo. No desenferrujar das palavras; na reativação de atividades físicas; nas longas pausas e banhos de mar ainda mais longos. E, às quartas, na Eutonia. Eutonia que nem sei bem definir, mas sinto como um [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>São tempos de muitas nuvens. Para a travessia ser menos penosa, recebo o conselho da Mestra: <strong>cultive sua vida interior.</strong></p>
<p>Cultivo. No desenferrujar das palavras; na reativação de atividades físicas; nas longas pausas e banhos de mar ainda mais longos. E, às quartas, na <em><strong><a href="https://www.eutonia.org.br/">Eutonia.</a></strong></em></p>
<p><em><strong><a href="https://www.eutonia.org.br/">Eutonia </a></strong></em>que nem sei bem definir, mas sinto como um espaço de conhecer meu corpo, suas delicadezas e forças, guiada pela fala poética e precisa de <em><strong>Thereza Feitosa.</strong> </em>Consciência Corporal, relaxamento e inspiração para os dias de chuva. Tudo isso junto.</p>
<p>Hoje, como sempre, exploramos. Primeiro, articulações: dedos, ombros, quadris, cotovelos, joelhos&#8230; Descubro deliciada o quanto sou flexível, arredondada e conectada internamente.</p>
<p>O passeio se amplia e chegamos na tíbia.  Aprendo que ossos tem vazios. Escuto meu  suave tamborilar na superfícies da perna.  Reconheço este osso peculiar&#8230; Sustenta as bailarinas, com a mesma doçura e resistência que meu sobrepeso.</p>
<p>Até isto aprendo a amar. Nos macios de meus tecidos, revelam-se nuances, coragem, adaptabilidade a este mundo tão duro. Meus tecidos sábios amortecem pancadas enquanto protegem vísceras, ossos, músculos.</p>
<p>Mergulho no bálsamo de estar presente e, ao mesmo tempo, mirar nada em especial.  Por isso digo que a Eutonia é meu Yoga e minha meditação.</p>
<p>Saio serena, alegre e grata por tantas riquezas reveladas entre cada pedaço de meu corpo. Guiada pela voz aveludada de Thereza, reconheço-me, amplio-me.</p>
<p>Eu sou meu corpo. Contemplar tanta abundância e possibilidade evoca a resiliência necessária para me resguardar e me expandir aqui fora também.</p>
<p>A intuição vai me guiando. Cuidado com o que é pontudo, sem pressa, com precisão.  Como a vida pede.</p>
<p>Enamoro-me de minha tíbia.  Raíz elegante para caminhar longe. Nem preciso acelerar o passo.</p>
<p>É suficiente degustar a dança de tecidos, ossos e músculos interligados, valsando com elegância a valsa do bem viver.</p>
<p>A tíbia tem indescrítivel beleza. É dura e porosa. É reta e voluptuosa. Faz par com a fíbula e, juntas, sustentam milhas e milhas de aventuras.</p>
<p>Meu corpo segue entrelaçado firmemente com minha alma. Sinto calor, pulso, esperança.</p>
<p>É bom estar viva.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Todo o amor que houver</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Leticia Carneiro]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 07 Feb 2019 14:46:22 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>
		<category><![CDATA[amor]]></category>
		<category><![CDATA[autoconhecimento]]></category>
		<category><![CDATA[gratidão]]></category>
		<category><![CDATA[viver mais simples]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Aquele com quem falo sobre cinema. Aquele com quem transformo o mundo. Aquele com quem discuto ideias. Aquele que me beija de tirar o fôlego. Aquele com quem crio filhos. Aquele com quem invento projetos. Aquele a quem ajudo. Aquele que me estende a mão. Aquele que  é meu amante. Aquele que é meu amigo. [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Aquele com quem falo sobre cinema.</p>
<p>Aquele com quem transformo o mundo.</p>
<p>Aquele com quem discuto ideias.</p>
<p>Aquele que me beija de tirar o fôlego.</p>
<p>Aquele com quem crio filhos.</p>
<p>Aquele com quem invento projetos.</p>
<p>Aquele a quem ajudo.</p>
<p>Aquele que me estende a mão.</p>
<p>Aquele que  é meu amante.</p>
<p>Aquele que é meu amigo.</p>
<p>Aquele que é parceiro do dia a dia.</p>
<p>Aquele com quem trabalho.</p>
<p>Aquele que mais escuto.</p>
<p>Aquele que me educou.</p>
<p>Não poderia ser um.</p>
<p>Pois eu não sou.</p>
<p>Ágape, Pragma, Phylios, Eros.</p>
<p>Todo o amor que houver nesta vida.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><a href="https://www.livrariacultura.com.br/p/livros/autoajuda/desenvolvimento-pessoal/sobre-a-arte-de-viver-42126805">Inspirado no livro &#8220;Sobre a Arte de Viver&#8221;, de Roman Krznaric</a>. Capítulo sobre o amor!</p>
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		<title>Sobre a arte de viver</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Leticia Carneiro]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 22 Mar 2018 10:40:19 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[2018]]></category>
		<category><![CDATA[equilíbrio]]></category>
		<category><![CDATA[autoconhecimento]]></category>
		<category><![CDATA[desenvolvimento pessoal]]></category>
		<category><![CDATA[Meu pai]]></category>
		<category><![CDATA[viver mais simples]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Estar vivo é ser uma nova realidade a cada novo dia. O que motiva a caminhada? Quais as alegrias? E os espinhos? Viver é muito perigoso, diziam Guimarães Rosa e meu pai.  Porque é impreciso, diziam Fernando Pessoa e Caetano. Imprecisão e perigo me assombram de tempos em tempos. Mais agora, que amadureço enquanto aprendo [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Estar vivo é ser uma nova realidade a cada novo dia.</p>
<p>O que motiva a caminhada? Quais as alegrias? E os espinhos?</p>
<p>Viver é muito perigoso, diziam Guimarães Rosa e meu pai.  Porque é impreciso, diziam Fernando Pessoa e Caetano.</p>
<p>Imprecisão e perigo me assombram de tempos em tempos. Mais agora, que amadureço enquanto aprendo a ser órfã.</p>
<p>Compreendo que a arte de viver é a arte de gerenciar energia.</p>
<p>Nos relacionamentos.  Nos pensamentos.  Nas tarefas. Onde vou por meu foco?  Quem vai me rodear e por quanto tempo estaremos juntos?  O que me inspira? O que me drena?</p>
<p>Tudo isso no contexto de um corpo que evolui e envelhece. A interação entre este corpo e o mundo constrói o que é minha vida.</p>
<p>2017 foi um ano de novidades.</p>
<p>O amor que arrebatou o coração e despertou novas vontades, reorganizando o uso do tempo.</p>
<p>A morte que leva consigo certezas e garantias ilusórias, mas ainda assim estruturantes.</p>
<p>Amanheço 2018 mais sóbria. O amor mais de bom tamanho, o luto mais conhecido e suportável.</p>
<p>O ano que passou foi um turbilhão. Bem no final, levantei a cabeça do rodopio célere e tive fôlego para plantar algumas sementes que agora espero brotar, cultivando paciência e fé.</p>
<p>Andei distraída, ausente de muitos lugares, inclusive destas páginas aqui.</p>
<p>Lentamente, retomo o ritmo, resgato a disciplina. Um passo por vez, um texto por semana.</p>
<p>O foco torna-se sustentar a caminhada.  Equilibrar os pratos da maternidade, com atenção e diligência.  Cuidar do amor mais maduro, construindo pontes para atravessar os abismos de cada um.  Arar a terra para que os trabalhos vicejem, num ano de deserto reaprendendo a florir.</p>
<p>Para lidar com tudo isso, reconecto-me. Comigo e meus pulsos de alegria e recolhimento.  Nas trocas com queridos e na aprendizagem do silêncio e solitude.  Monitorando o estado da alma e do corpo, cuidando do que se faz urgente.</p>
<p>Lentamente, reencontro minha voz e uma sanidade alicerçada em cicatriz e  um certo otimismo.  Vigiando os excessos, os desvarios, o que me tira do eixo.</p>
<p>A arte de viver é escrita com letras miúdas, sussurros sutis.  Uso tudo que construí e até alguns arrependimentos.</p>
<p>A vida segue perigosa e imprecisa, abraço-me comigo, sustentando a coragem e afeto na palma de minhas mãos.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Balanço 2016: a colheita</title>
		<link>https://www.vivermaissimples.com/balanco-2016-a-colheita/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Leticia Carneiro]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 29 Dec 2016 14:21:39 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>
		<category><![CDATA[autoconhecimento]]></category>
		<category><![CDATA[Balanço 2016]]></category>
		<category><![CDATA[desenvolvimento pessoal]]></category>
		<category><![CDATA[viver mais simples]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Todo o ano procuro refazer a trilha caminhada no ano. E semear minhas vontades-frouxas para o ano seguinte. Comecei  com um resumo do meu ano. Nos próximos posts, finalizo a revisão com um olhar sobre o que havia sonhado para 2016 e uma seleção dos melhores posts do ano. Depois do retrovisor, sonhar 2017.  Já comecei os [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Todo o ano procuro refazer a trilha caminhada no ano. E semear minhas<a href="http://leticiacarneiro.com/2011/01/por-outro-lado.html"> vontades-frouxas</a> para o ano seguinte.</p>
<p><a href="http://leticiacarneiro.com/2016/12/2016-um-ano-peculiar.html">Comecei </a> com um resumo do meu ano.</p>
<p>Nos próximos posts, finalizo a revisão com um olhar sobre <a href="http://leticiacarneiro.com/2016/01/2016-o-ano-de-voar.html">o que havia sonhado para 2016</a> e uma seleção dos melhores posts do ano.</p>
<p>Depois do retrovisor, sonhar 2017.  Já comecei os trabalhos, fazendo o Workshop das Intenções com minha terapeuta Zeneide e também um mapa numerológico. Já planejei com Érica os próximos passos do <a href="http://odisseia.etc.br/">Odisseia</a>. E já estou pensando nas atividades em <a href="http://leticiacarneiro.com/meus-projetos">Organização de Ideias</a>&#8230;</p>
<p><strong>O post de hoje é sobre o legado de 2016</strong>. Acontecimentos que não quero esquecer. Aprendizados e motivos de gratidão.</p>
<p>Minha retrospectiva muito pessoal deste ano tão diferente e tão necessário&#8230;</p>
<p><strong>Na vida pessoal:</strong></p>
<ul>
<li>O renascimento após a separação. A casa nova, a parceria com Lucrécio, o olhar amadurecido sobre a maternidade. Concretizados no novo endereço e em novas práticas de solitude e rotinas com as crianças.</li>
<li>O florescimento de Léo, meu goleiro-artilheiro , reconhecido por seu espírito de equipe, integridade e comprometimento.</li>
<li>O despertar de Olivia, minha menina-flor. Escrevendo histórias, fazendo teatro e costuras, articulando sua intensidade com mais doçura e discernimento.</li>
<li>A minha saúde. Terminar o ano mais flexível, um pouco mais magra e só tendo que vigiar a coluna e as articulações, demandadas pelas escaladas capricornianas.</li>
<li>A reconciliação com minha mulher selvagem, através do Grupo de Estudos com Zeneide, Érica e Daniela e das vivências de arte.</li>
<li>Mais atenção e cuidados com ser mulher, pequenas vaidades e cultivo da delicadeza.</li>
<li>As terapias, a acupuntura, a homeopatia e os florais.</li>
<li>Os laços fortalecidos com amigos que fizeram a diferença em contatos mais olho no olho.</li>
</ul>
<p><strong>No caminhar espiritual</strong></p>
<ul>
<li>A doação constante de Reiki e o uso de minha intuição como ferramentas para ajudar pessoas.</li>
<li>A Prática Somática com Isabela Prince</li>
<li>Três viagens à Abadiânia</li>
<li>Dois Workshops dos Sonhos, com Adriana Ferreira.</li>
<li>Duas idas a Juiz de Fora</li>
<li>Curso de Biográfico com Marcus e Cláudia.</li>
<li>Workshop de Abundância com Chris Lippi</li>
<li>Workshop das Intenções com Zeneide</li>
<li>Ouvir minhas guias espirituais e meus amigos mais avançados na caminhada.</li>
<li>A Catequese do Léo</li>
</ul>
<p><strong>No trabalho</strong></p>
<ul>
<li>O fortalecimento do Odisseia com os trabalhos para Coca-Cola, Reserva, Vistage e Bambini.</li>
<li>Nosso espaço de celebrar, com a festa de cinco anos e dois eventos de final de ano , no Rio e em São Paulo.</li>
<li>O curso RenovAção, um novo bebê Odisseia, nascido este ano.</li>
<li>As parcerias: Espaço Sinimbu, Casa Semio, Casa Beludi, Visú, Baukurs, Casa Alice, Laje e Rio Criativo.</li>
<li>O <a href="http://voe.etc.br/">Voe </a>e todos os impulsionadores que voam comigo.</li>
<li>O grande evento em São Paulo, o Inove-se, o Voe na Casa Anitcha.</li>
<li>Meus clientes de organização de ideias</li>
<li>O workshop Reenergize-se</li>
</ul>
<p><strong>As aventuras</strong></p>
<ul>
<li>A viagem a Goiás no ano novo</li>
<li>Fazer o evento do Voe em São Paulo, com a caravana de impulsionadores</li>
<li>A temporada na Praia, o Carnaval e a Semana Santa</li>
<li>Visitar Inhotim, o lugar mais lindo do mundo.</li>
<li>Organizar o Chá dos Zoiudos da Olivia</li>
<li>Fazer a despedida da família numa viagem para a Disney.</li>
<li>Ir à Paraty com a amiga tradutora de tantas coisas.</li>
<li>Os mergulhos criativos na costura e na aquarela.</li>
<li>Ouvir muita música.</li>
<li>Os shows de Conga, a Mulher Gorila</li>
<li>Os jantares no Escuro: do Voe, com Léo, de junho e de dezembro.</li>
<li>As Paralímpiadas: Rugby, Futebol de 7, Basquete e Atletismo</li>
<li>Assistir aos jogos do Léo em lugares inusitados.</li>
<li>Ir ao ArtRio e no ArtRua</li>
<li>Duas sessões lindas de Contação de Histórias com Daniela Corbo.</li>
<li>Voltar a ser pedestre</li>
<li>Propiciar viagem do Léo ao Caraça</li>
<li>Testemunhar a vitória do Léo no Mundialito do Fluminense.</li>
<li>Ver a estreia de Olivia no teatro.</li>
<li>Ver minha amiga Roberta se apresentar no espetáculo de final de ano da Deborah Colker.</li>
</ul>
<p><strong>Às escolhas difíceis</strong></p>
<ul>
<li>O fim do casamento</li>
<li>O encerramento da <a href="http://argo.etc.br">Argo</a>.</li>
<li>Não ir para o WDS pela primeira vez em 2011</li>
<li>Repensar o tamanho e formato do Voe</li>
<li>Apostar numa reforma de apartamento num momento de tanta incerteza financeira.</li>
<li>Despedir-se da rua Coelho Neto e do clube do Fluminense.</li>
<li>Levar Léo para reconhecer os dois homens que o assaltaram.</li>
<li>Encarar de frente o fim da reserva principal, tendo que buscar outras estratégias e recorrer a investimentos que não pretendia usar.</li>
</ul>
<p>Ufa. Um ano inesquecível.</p>
<p><strong>Procurar sentido no que nos acontece é uma forma de cultivar resiliência e humildade.</strong></p>
<p>Por isso, convido você a também fazer sua lista. Se quiser, <strong>compartilhe comigo aqui ou me mande no leticia@leticiacarneiro.com</strong></p>
<p>A seguir: o plano de voo x o realizado&#8230;</p>
<p>O post <a href="https://www.vivermaissimples.com/balanco-2016-a-colheita/">Balanço 2016: a colheita</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.vivermaissimples.com">Viver Mais Simples</a>.</p>
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