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	<title>Arquivos Cotidiano - Viver Mais Simples</title>
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	<description>Viver Mais Simples</description>
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		<title>Nosso outono, outono borboleta por Pedro Ayres</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Leticia Carneiro]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 29 May 2015 14:43:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[guest post]]></category>
		<category><![CDATA[Cotidiano]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Como se já não bastasse o céu, agora ele é mais azul. Um azul-paraíso. Como se já não bastassem as montanhas, agora elas têm novo traço. Emolduram o azul-paraíso num recorte que faz obsoleta a mais moderna das TVs de alta definição. Como se já não bastasse o vento, agora ele é mais fresco. Embala [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div style="background-color: white; color: #222222; font-family: arial, sans-serif; font-size: 12.8000001907349px; margin-left: 70.8pt; text-indent: 35.4pt;"></div>
<div style="background-color: white; color: #222222; font-family: arial, sans-serif; font-size: 12.8000001907349px;"><a href="http://leticiacarneiro.com/wp-content/uploads/2015/05/1245284fb747f399ec85c6ae2324b552-1.jpg" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"><img fetchpriority="high" decoding="async" border="0" height="400" src="http://leticiacarneiro.com/wp-content/uploads/2015/05/1245284fb747f399ec85c6ae2324b552.jpg" width="157" /></a>Como se já não bastasse o céu, agora ele é mais azul. Um azul-paraíso.</div>
<div style="background-color: white; color: #222222; font-family: arial, sans-serif; font-size: 12.8000001907349px;">Como se já não bastassem as montanhas, agora elas têm novo traço. Emolduram o azul-paraíso num recorte que faz obsoleta a mais moderna das TVs de alta definição.</div>
<div style="background-color: white; color: #222222; font-family: arial, sans-serif; font-size: 12.8000001907349px;">Como se já não bastasse o vento, agora ele é mais fresco. Embala e conduz, sutil, os pensamentos que vagueiam pela mente.</div>
<div style="background-color: white; color: #222222; font-family: arial, sans-serif; font-size: 12.8000001907349px;"></div>
<div style="background-color: white; color: #222222; font-family: arial, sans-serif; font-size: 12.8000001907349px;">Assim é o outono. Presente que ganhamos do calendário em forma de lindos dias. Estímulo para renovar folhas e sentimentos. E seguir o ciclo. O nosso ciclo.</div>
<div style="background-color: white; color: #222222; font-family: arial, sans-serif; font-size: 12.8000001907349px;">Como se já não bastasse o outono, agora ele tem borboletas. Incontáveis sopros de transformação que parecem espalhar um pouco de poesia pelo ar a cada bater de asas.</div>
<div style="background-color: white; color: #222222; font-family: arial, sans-serif; font-size: 12.8000001907349px;">Há centenas de borboletas pelas ruas. Há convites, também nas ruas.</div>
<div style="background-color: white; color: #222222; font-family: arial, sans-serif; font-size: 12.8000001907349px;">Se amedrontados, contemplar o céu mais azul.</div>
<div style="background-color: white; color: #222222; font-family: arial, sans-serif; font-size: 12.8000001907349px;">Se pessimistas, sorver a beleza que nos rodeia em 3D.</div>
<div style="background-color: white; color: #222222; font-family: arial, sans-serif; font-size: 12.8000001907349px;">Se perdidos, pensar e repensar caminhos &#8211; está mais fresco.</div>
<div style="background-color: white; color: #222222; font-family: arial, sans-serif; font-size: 12.8000001907349px;">Se cansados, trocar folhas e sentimentos.</div>
<div style="background-color: white; color: #222222; font-family: arial, sans-serif; font-size: 12.8000001907349px;">Andar a pé. Ver as borboletas. Que sobrevivem a nós. Melhor. Metamorfoseiam-se para viver. E inspirar.</div>
<div style="background-color: white; color: #222222; font-family: arial, sans-serif; font-size: 12.8000001907349px;">De repente, em meio a um ciclo de incerteza e preocupações, se fez outono. E o outono, agora, impõe novas ocupações. A primeira delas é escolher: qual estação vigora em nós?</div>
<div style="background-color: white; color: #222222; font-family: arial, sans-serif; font-size: 12.8000001907349px;">Fiquemos com o nosso outono. O outono-borboleta.&nbsp;</div>
<div style="background-color: white; color: #222222; font-family: arial, sans-serif; font-size: 12.8000001907349px;"></div>
<div style="background-color: white; color: #222222; font-family: arial, sans-serif; font-size: 12.8000001907349px;"></div>
<div style="background-color: white; color: #222222; font-family: arial, sans-serif; font-size: 12.8000001907349px;"><i>Pedro é um querido amigo e admirável escritor.</i></div>
<div style="background-color: white; color: #222222; font-family: arial, sans-serif; font-size: 12.8000001907349px;"><i>Enviou-me este texto, convite para um esforço interno de sustentar a doçura em tempos de violência.</i></div>
<div style="background-color: white; color: #222222; font-family: arial, sans-serif; font-size: 12.8000001907349px;"><i>Meu coração aflito aceitou a oferta e pedi sua autorização para compartilhar o texto aqui no blog, como inspiração para todos nós.</i></div>
<div style="background-color: white; color: #222222; font-family: arial, sans-serif; font-size: 12.8000001907349px;"></div>
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		<title>Coração Canário</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Leticia Carneiro]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 29 Jun 2014 20:43:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[alegria]]></category>
		<category><![CDATA[escolha]]></category>
		<category><![CDATA[Cotidiano]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Copa no Brasil, flechas por todos os lados.O que é mais patriótico: torcer ou não torcer? Eu, do alto de minha ignorância futebolística, escolho torcer.Nada de exageros, é verdade.A camisa não é oficial nem disputei ingressos. Nas oitavas, fiquei em casa mesmo, em petit comité familiar. CD “Marcelo de Souza &#38; Conjunto Retratos – Coração [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Copa no Brasil, flechas por todos os lados.<br />O que é mais patriótico: torcer ou não torcer?</p>
<p>Eu, do alto de minha ignorância futebolística, escolho torcer.<br />Nada de exageros, é verdade.<br />A camisa não é oficial nem disputei ingressos. <br />Nas oitavas, fiquei em casa mesmo, em <i>petit comité</i> familiar.</p>
<div style="clear: both; text-align: center;"></div>
<table align="center" cellpadding="0" cellspacing="0" style="margin-left: auto; margin-right: auto; text-align: center;">
<tbody>
<tr>
<td style="text-align: center;"><a href="http://leticiacarneiro.com/wp-content/uploads/2014/06/1453-banner.jpg" style="margin-left: auto; margin-right: auto;"><img decoding="async" border="0" src="http://leticiacarneiro.com/wp-content/uploads/2014/06/1453-banner.jpg" height="228" width="640" /></a></td>
</tr>
<tr>
<td style="text-align: center;"><span style="background-color: white; color: #555555; font-family: Arial, Helvetica, Tahoma, Verdana, sans-serif; line-height: 20px; text-align: justify;"><span style="font-size: xx-small;">CD “Marcelo de Souza &amp; Conjunto Retratos – Coração Verde e Amarelo</span></span></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>Mas escolho torcer.<br />Concordo com a grita face aos exageros e descalabros.<br /><a href="http://esportes.estadao.com.br/noticias/futebol,custo-das-obras-dos-estadios-da-copa-do-mundo-salta-263-em-seis-anos,1140010">O dinheiro despejado e desperdiçado em estádios destinados a poucos jogos.</a><br />Os rios sem fundo que poderiam estar na &nbsp;Educação, na Saúde.<br />A antipática e arrogante <a href="https://www.youtube.com/watch?v=DlJEt2KU33I">ganância da Fifa.</a><br />Até mesmo as piadas sobre a <a href="http://f5.folha.uol.com.br/colunistas/tonygoes/2014/06/1469308-show-de-abertura-foi-o-primeiro-gol-contra-da-copa.shtml">paupérrima abertura da Copa</a>, aquém, muito aquém dos belíssimos espetáculos que realizamos de norte a sul deste país.<br />Não assinarei embaixo do que é injusto, corrupto e pequeno.</p>
<p>Mas ainda assim, &nbsp;escolho torcer.<br />Torço com gratidão pelo que a Copa em casa propiciou: um debate e uma movimentação incomum na nossa inércia cotidiana, nossa preguiça em meio a tanta corrupção e falta de decoro.<br />Torço por respeitar o estilo de jogar do brasileiro, com fé, criatividade e imperfeição, atributos tão preciosos na construção do mundo em que acredito.<br />Torço por ter um marido amante de um bom futebol, um filho que só é feliz com uma bola nos pés, o pai apaixonado por uma boa jogada.<br />Torço por ter sido uma menina que chorou sem bem entender na final de 82, depois de ter pintado a rua e o coração com as cores da bandeira.<br />Torço para me conectar com meus milhões de irmãos brasileiros, persistindo a cada dia, mesmo em meio às dificuldades sociais, econômicas e políticas.<br />Torço na esperança que todos estes estrangeiros conheçam mais nosso país e nossa cultura, amando-a e respeitando-a (quem sabe inspirando alguns brasileiros a amá-la e respeitá-la também?), para além de estereótipos.<br />Torço, sem remorso nem ufanismo.<br />Assim, de olhos bem abertos, torci emocionada a cada penâlti do jogo contra o Chile.<br />Assim, torcerei contra a Colômbia e quem mais vier, se tudo der certo.</p>
<p>Há muito caminho para fazer desta pátria o que ela merece e pode ser.<br />Prossigamos nesta luta verde-amarela, dentro e fora dos campos.<br />Buscando o gol redentor, em cada passo deste caminho.</p>
<p>Para frente, Brasil.</p>
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		<title>Um conto do mar</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Leticia Carneiro]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 26 May 2014 16:15:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[amor]]></category>
		<category><![CDATA[propósito]]></category>
		<category><![CDATA[Cotidiano]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Numa noite sem estrelas, um jovem casal pediu ao oceano: &#8211; Queríamos muito uma filha para nos alegrar. O mar comoveu-se e, &#160;no dia seguinte, uma flor chegou às margens da água. Dentro de si trazia uma menina com olhos muito grandes e uma alma cheia de peixes. O homem e sua esposa ficaram muito [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div>Numa noite sem estrelas, um jovem casal pediu ao oceano: </div>
<div>&#8211; Queríamos muito uma filha para nos alegrar.</div>
<div>O mar comoveu-se e, &nbsp;no dia seguinte, uma flor chegou às margens da água. Dentro de si trazia uma menina com olhos muito grandes e uma alma cheia de peixes.</div>
<div>O homem e sua esposa ficaram muito felizes e decidiram chamar-lhe Alegria.</div>
<div style="clear: both; text-align: center;"><a href="http://leticiacarneiro.com/wp-content/uploads/2014/05/c8cfe392d0f9243ca0f9b3eabd8e422b.jpg" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"><img decoding="async" border="0" src="http://leticiacarneiro.com/wp-content/uploads/2014/05/c8cfe392d0f9243ca0f9b3eabd8e422b.jpg" height="320" width="228" /></a></div>
<div></div>
<div>Alegria era uma criança diferente, conversava com as ondas e vivia no mundo dos sonhos.&nbsp; Mas gostava do mundo terreno e com tudo se encantava.</div>
<div>Curiosa, via&nbsp; em tudo uma novidade. E a cada maravilha, inventava uma história. </div>
<div>Suas palavras alegravam a todos e assim se passavam os dias.</div>
<div>Por ter nascido de uma flor do oceano, Alegria não entendia muito bem sobre a vida e a morte dos homens. &nbsp;Mas olhava tudo com seus olhos grandes e seguia criando histórias.</div>
<div>Alegria tinha uma avó muito sábia, que conhecia bem as dores do mundo. Pressentindo &nbsp;que a alma de Alegria era mais flor do que espinho, decidiu&nbsp; lhe dar um presente.</div>
<div>Chamou a neta um dia e lhe disse: Alegria, tome aqui esta caixinha mágica. Ela guarda o seu tesouro.&nbsp; Sempre que estiver perdida, abra-o e espie dentro, isso vai te ajudar a seguir o caminho.</div>
<div>Alegria não sabia, mas o amor de seus pais estava doente e logo iria morrer. &nbsp;Ela abriu o tesouro pela primeira vez e viu que ele estava cheio água do mar.&nbsp; Escreveu muitas histórias de sonho e tristeza e viu, surpresa, que elas viravam peixe e nadavam dentro da caixa.</div>
<div>Assim por muitos anos Alegria criou novos peixes e seguia no seu caminho. &nbsp;</div>
<div>Em suas andanças, conheceu seu verdadeiro amor, um homem com &nbsp;coração bom, sabedor de muitas canções. Alegria era muito feliz.</div>
<div>Um dia, entendeu que precisava trabalhar, pois sabia que no mundo dos homens todo mundo trabalha.</div>
<div>Encontrou um lugar onde sabia que havia muito fogo, algo que a intrigava.&nbsp; Mas o começo foi difícil, ela não sabia controlar as chamas e causou vários incêndios.</div>
<div>Fez uma grande viagem para um lugar muito frio e lá aprendeu a lidar com o fogo. Tudo parecia bem. Mas ela ficou inquieta por novidades e decidiu partir.</div>
<div>Encontrou outro lugar, onde se cultivavam flores de muitos tipos.&nbsp; Pensou: Pode ser uma boa ideia.</div>
<div>Só que teimava em cuidar das flores com o fogo e elas murchavam. Os outros jardineiros estranhavam seu jeito, mas nada diziam. Zangada, culpou todos e sentia-se muito infeliz. &nbsp;Havia mesmo esquecido do seu lado flor.</div>
<div>Finalmente, Alegria teve um filho e abrandou seu coração. Pela primeira vez, redescobriu a delicadeza e, aos poucos, entendeu-se com os outros jardineiros.</div>
<div>Aprendeu a cultivar lindas rosas vermelhas, com o pouquinho de fogo necessário e muito cuidado e amor.</div>
<div>Um dia, encontrou um bebê dentro uma das rosas. Era uma menina de terra, com olhos de fogo. Agora tinha dois filhos.</div>
<div>Mas sua menina-flor acendeu uma saudade grande do oceano.&nbsp; E esta saudade ficou tão grande que Alegria chorava e chorava. As lágrimas salgadas lhe recordaram dos tempos em que conversava com as ondas. Sentiu que tinha que partir.&nbsp; Tinha as mãos chamuscadas do fogo e os joelhos feridos com espinhos das rosas, mas seu coração-oceano pulsava bem alto e ela se encheu de coragem.</div>
<div>Caminhou com seu amor e seus filhos de volta para perto do mar. E lá, arrumando suas coisas, encontrou a caixa de sua avó.&nbsp; Abriu sua caixa e sentiu uma vontade grande de contar novas histórias. </div>
<div>Voltou a percorrer o mundo com seus olhos grandes e viu novas maravilhas do céu, do mar e da terra. Conheceu muitos sábios, percorreu montanhas e pela primeira vez, olhou também para dentro e descobriu que era fogo, oceano e flor.</div>
<div>Suas histórias-peixe jorravam em profusão.&nbsp; Muitas pessoas passaram a procurá-la para ouvi-las e assim alegrar seus corações cansados.</div>
<div>Então, aconteceu um milagre. Alegria percebeu que seus peixes conversavam com os peixes dos outros. E que suas palavras ajudavam os outros a encontrar seus próprios tesouros.</div>
<p></p>
<div>E assim, começou um novo caminho, agora bem seu, de acordar com palavras os tesouros adormecidos dentro do coração dos homens.</div>
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		<title>Quanto tempo o tempo tem</title>
		<link>https://www.vivermaissimples.com/quanto-tempo-o-tempo-tem/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Leticia Carneiro]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 11 May 2014 22:31:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Café Viver Mais Simples]]></category>
		<category><![CDATA[tempo]]></category>
		<category><![CDATA[Cotidiano]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Há poucos dias, o Mestre do Tempo Álvaro Esteves compartilhou seus muitos saberes no Café Viver Mais Simples, nosso projeto conjunto de abrir janelas para um melhor viver. Desta vez, &#8220;Reinvente o uso do seu tempo&#8220;.Quando conheci Álvaro, em 2013, já era uma quarentona e ele, quase aos setenta.Tornamo-nos ótimos amigos e eu poderia pensar: [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://www.vivermaissimples.com/quanto-tempo-o-tempo-tem/">Quanto tempo o tempo tem</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.vivermaissimples.com">Viver Mais Simples</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Há poucos dias, o Mestre do Tempo Álvaro Esteves compartilhou seus muitos saberes no Café Viver Mais Simples,<a href="http://www.vivermaissimples.com/2014/04/viver-mais-simples-ao-vivo.html"> nosso projeto conjunto de abrir janelas para um melhor viver</a>. Desta vez, &#8220;<b>Reinvente o uso do seu tempo</b>&#8220;.<br />Quando conheci Álvaro, em 2013, já era uma quarentona e ele, quase aos setenta.<br />Tornamo-nos ótimos amigos e eu poderia pensar: &#8220;Que pena! Quanto tempo perdemos antes deste encontro!&#8221;.</p>
<div style="clear: both; text-align: center;"></div>
<div style="clear: both; text-align: center;"><a href="http://leticiacarneiro.com/wp-content/uploads/2014/05/be5ea6fcaa54cd60333ac6a50ab2d057.jpg" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"><img decoding="async" border="0" src="http://leticiacarneiro.com/wp-content/uploads/2014/05/be5ea6fcaa54cd60333ac6a50ab2d057.jpg" /></a></div>
<p>Mas se assim o fizesse, estaria esquecendo todas as preciosas lições presenteadas por ele.<br />Inspirada por sua sabedoria, escolhi compartilhar os aprendizados essenciais do nosso convívio:</p>
<p><b>Não falta tempo, o que falta é escolher</b><br />Nunca fizemos tanto, tão rápido. As ferramentas da tecnologia e produtividade se multiplicaram.<br />O que nos inunda é o excesso de possibilidades. De carreiras, de caminhos, de consumo, de conteúdos.<br />Mais do que nunca, é preciso priorizar.<br /><b><i>Não dá para fazer tudo o que se quer fazer. Ponto final.</i></b><br />Sofremos da ansiedade da nossa era: perder algo enquanto não estamos conectados. Nem toda a festa é tão boa, precisamos saber o que para nós fará a real diferença no final do dia, do ano, da vida..</p>
<p><b>Construir sua própria bússola</b><br />Para escolher, é preciso saber o que é importante.<br />Álvaro tem um modelo ótimo para guiar suas ações. Ele lista seus principais sonhos e define projetos e plataformas para realizá-los. Assim, sempre tem um &#8220;gabarito&#8221; para saber se está investindo o suficiente no que é realmente crítico. <br /><a href="https://www.youtube.com/watch?v=CjiI5yZn47Q">As Pedras Grandes</a>. O resto, cascalho, areia e água, há de se encaixar na agenda.<br />As urgências inevitáveis diminuirão, à medida em que formos mais disciplinados em usar nossa bússola.<br /><i>O que realmente quero para mim? Quais são minhas intenções para a vida pessoal e profissional?</i><br /><i>Qual será meu foco no dia a dia? O espírito? A saúde física? O intelecto? As relações?&nbsp;</i><br /><i>Dentro disso, o que é mais crucial?</i><br />Há algum tempo, faço esta reflexão.<a href="http://www.vivermaissimples.com/2014/01/2014-o-ano-do-consistir.html"> Anualmente avalio o ano que passou e traço as &#8220;vontades frouxas&#8221; do ano que virá</a>. &nbsp;Assim, desperdiço menos e sinto-me mais e mais realizada.<br />O objetivo então, é priorizar nosso dia de acordo com o que é significativo para nós. Com aquilo que está somando ao nosso legado. Tudo que queremos deixar como &#8220;rastro&#8221; de &nbsp;nossa existência.</p>
<p><b>Navegar no tempo de qualidade, não de quantidade.</b><br />Muitos pensamos que a passagem das horas é linear. Aprendi com Álvaro que não. &nbsp;O tempo é muito mais sutil. &nbsp;Alguns momentos parecem levitar numa outra dimensão, onde tudo tem outro ritmo, rebelde ao relógio. Alguns chamam esta experiência de <a href="http://www.ted.com/talks/mihaly_csikszentmihalyi_on_flow"><b>fluxo</b></a>. Os gregos a chamavam de <i><b><a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Kair%C3%B3s">kairós</a>.</b></i><br />Já identifiquei &#8220;sintomas&#8221; deste tempo mais precioso: geralmente acontece quando estou fazendo alguma atividade relacionada ao meu propósito (ajudar pessoas e pessoas a frutificar, sendo felizes). Ou quando estou aprendendo algo amplamente revelador. &nbsp;Ou quando estou conversando sobre assuntos do coração e da alma, e sinto-me conectada no nível mais visceral com o interlocutor.<br />Se mapeamos estes momentos &#8220;<b><i>kairós</i></b>&#8221; em nossa vida, podemos cultivá-los no trabalho, nas relações e no dia a dia.<br />Estes recortes de tempo contam como verdadeiros séculos. Deles se constituem as melhores memórias.<br />Para uma visão mais ácida do tema, recomendo este artigo <a href="http://time.com/48975/overwhelmed-time-management-ill-finish-the-dishes-when-im-dead/"><b>AQUI</b></a>.</p>
<p><b>Desarmar nossas armadilhas</b><br />Onde mora o ladrão que rouba nosso tempo sem percebermos?<br />40% &nbsp;é utilizado em executar nossos <b>hábitos</b>. &nbsp;Ao entendermos que hábitos servem a nosso propósito, podemos alinhavar melhor nosso dia.<br />E ao entender os hábitos não tão desejáveis&#8230; Poderemos interferir, minimizando seus estragos.<br />Aprendi com Álvaro que infelizmente hábitos adquiridos são eternos. Temos que criar novos hábitos para &#8220;neutralizá-los&#8221;. &nbsp;E a melhor forma de fazê-los e entender o fluxo: &#8220;a deixa&#8221; que nos puxa, a realização do mesmo, a<b> recompensa</b>. &nbsp;Em resumo, temos que nos preparar para detectar e prevenir comportamentos impensados. Também precisamos de novos hábitos que nos recompensem. &nbsp;Senão, continuaremos comendo chocolate e navegando no facebook&#8230;<br />Outros &#8220;ladrões de tempo&#8221;: &nbsp; pouca clareza de direção ou prioridades; interrupções; a agenda do outro&#8230; Não falta sereia tentando nos desviar do melhor uso de nosso tempo.<br />O mais poderoso antídoto para estas armadilhas é sair do automático: planejar, pausar, respirar e prosseguir com mais foco.</p>
<p><b>Disciplina é liberdade</b><br />Com tantas distrações, estamos sempre vulneráveis a estes &#8220;ladrões de tempo&#8221;. <br />Mesmo com prioridades claras e uma motivação interna bem trabalhada, ainda assim pode ser desafiador por a mão na massa para manter-se no único tempo que importa: o Agora.<br />Para isso, vale usar ferramentas, facilitadoras de nossa rotina.<br />Álvaro as divide em quatro áreas:<br />1) <b>O Calendário/Agenda</b>: para organizar o que tem hora certa para acontecer e envolve os outros. Eu uso o Google Calendar, mas serve até agendinha de bolso.<br />2) <b>Um monitor de tempo:</b> algo para garantir que estamos dando foco suficiente a uma atividade. Relatórios que nos ajudem a medir nosso nível de distração. Eu gosto muito do <a href="http://www.pomodroido.com/">Pomodroido</a>, mas também uso o <a href="https://www.rescuetime.com/">Rescue Time</a> de tempos em tempos.<br />3) <b>Listas de tarefas:</b> algo para nos ajudar a mapear o que tem que se feito a cada dia. Eu uso o método kanban, descrito <a href="http://odisseiaetc.blogspot.com.br/2012/01/contra-falta-de-tempo-kanban.html"><b>AQUI</b></a>.<br />4) <b>Estacionamento de ideias:</b> para não nos interrompermos nem ficarmos paralisados com ideias novas (e problemas novos). o kanban me ajuda, mas também registro ideias no <a href="https://evernote.com/">Evernote </a>e prosaicos caderninhos.</p>
<p>Para resumir, <b>os cinco principais pontos</b> aprendidos sobre o tempo, &nbsp;nesta minha amizade com Álvaro:<br />1) Não falta tempo, mas não é possível fazer tudo: <b>o que escolho fazer no dia de hoje</b>?<br />2) No final da vida, o que quero ter realizado: <b>o que é mais importante nesta vida (e neste ano)( para mim?</b><br />3) Focar nas experiências profundas de tempo kairós: <b>o que me faz entrar num estado de real presença, gratidão e realização?</b><br />4) Conhecer os próprios inimigos: <b>o que rouba meu tempo hoje? como neutralizar?</b><br />5) Para lidar com o tempo, preciso de ajuda:<b> quais ferramentas podem funcionar para mim?</b></p>
<p>Para uma abordagem poética do tempo, nada como o livro &#8220;<a href="http://www.livrariacultura.com.br/scripts/resenha/resenha.asp?nitem=61604">Momo e o Senhor do Tempo</a>&#8220;, de Michael Ende.</p>
<p>E já já tem mais um Café Viver Mais Simples&#8230;<br />Desta vez, <b>Como Despertar sua Coragem, com Leticia Carneiro&#8230;</b><br /><b>Dia 23/5/2014</b>, na Cinelândia, de 8h às 10h&#8230;<br />50 reais<br /><b>Inscrições antecipadas</b>:&nbsp;http://even.tc/CafeVMSCoragem</p>
<p><br /
></p>
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		<title>Passagem que liberta</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Leticia Carneiro]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 20 Apr 2014 13:42:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[esperança]]></category>
		<category><![CDATA[espiritualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Cotidiano]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>É semana de Páscoa.Tão fácil esquecer o real sentido por trás do feriado.Os judeus celebram o Pessach. A travessia do Mar Vermelho com Moisés. Ponte entre uma vida de escravidão e uma nova vida.Na tradição cristã, a Páscoa também é passagem. &#160;A ressurreição de Jesus, após seu martírio e morte. Não importa sua religião.Todos nós [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>É semana de Páscoa.<br />Tão fácil esquecer o real sentido por trás do feriado.<br />Os judeus celebram o Pessach. A travessia do Mar Vermelho com Moisés. Ponte entre uma vida de escravidão e uma nova vida.<br />Na tradição cristã, a Páscoa também é passagem. &nbsp;A ressurreição de Jesus, após seu martírio e morte.</p>
<p>Não importa sua religião.<br />Todos nós podemos experimentar gratidão por este tempo. O tempo de celebrar as transformações que podemos viver. As transmutações do que é escravidão e sofrimento em algo maior. Uma nova vida. Uma nova possibilidade.</p>
<p>Nosso dia é repleto de pequenas mortes e escravidões. Nos agarramos a histórias passadas, a medos, fantasias, angústias. Somos escravos de nossas ferrugens e teias de aranha.</p>
<table align="center" cellpadding="0" cellspacing="0" style="margin-left: auto; margin-right: auto; text-align: center;">
<tbody>
<tr>
<td style="text-align: center;"><a href="http://leticiacarneiro.com/wp-content/uploads/2014/04/c74b4a03d8522bb62aa0e2f566a3c364.jpg" style="margin-left: auto; margin-right: auto;"><img loading="lazy" decoding="async" border="0" src="http://leticiacarneiro.com/wp-content/uploads/2014/04/c74b4a03d8522bb62aa0e2f566a3c364.jpg" height="320" width="256" /></a></td>
</tr>
<tr>
<td style="text-align: center;">
<h1 style="background-color: white; color: #171717; font-family: 'Helvetica Neue', Helvetica, 'ヒラギノ角ゴ Pro W3', 'Hiragino Kaku Gothic Pro', メイリオ, Meiryo, 'ＭＳ Ｐゴシック', arial, sans-serif; font-size: 15px; font-weight: normal; line-height: 20px; margin: 0px; max-width: 600px; text-align: start;">Dirk de Bruycker, Sea Star</h1>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>Nesta época do ano, temos uma nova chance. Uma oportunidade de relembrar todas as passagens que fizemos. &nbsp;Todos os desafios que enfrentamos. &nbsp;Todas as vitórias, pequenas ou gigantes.</p>
<p><b>Todo o amor</b> que cultivamos. As amizades, o reaproximar-se de quem estava longe.<br /><b>Toda a colheita</b>: os frutos de nosso trabalho, nossos filhos e netos. Nosso legado.<br /><b>Toda a possibilidade: </b>estamos vivos e enquanto o estivermos, a bola está rolando no campo, esperando por nosso gol.</p>
<p>É tempo de rever nossas amarras e espinhos, para deixá-los para trás.<br />O caminho adiante é de liberdade e amor.<br />Desejo a todos paz no coração e força nas pernas, para avançar rumo ao seu melhor destino.</p>
<p>Feliz Páscoa.</p>
<p></p>
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		<title>Viver Mais Simples &#034;ao vivo&#034;!</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Leticia Carneiro]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 05 Apr 2014 14:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Café Viver Mais Simples]]></category>
		<category><![CDATA[Cotidiano]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Eu e Álvaro Esteves nos conhecemos há um ano, quando eu buscava um especialista em tempo para um projeto. O encontro se transformou em amizade. Desde então, cultivamos o hábito de conversar sobre o bem viver e coisas de real valor para nós. Álvaro é versado em vários temas, nutridos pelo seu espírito curioso de [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div style="clear: both; text-align: center;"></div>
<p></p>
<div style="clear: both; text-align: center;"><a href="http://leticiacarneiro.com/wp-content/uploads/2014/04/adesivovivermaissimplesmenor.png" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"><img loading="lazy" decoding="async" border="0" src="http://leticiacarneiro.com/wp-content/uploads/2014/04/adesivovivermaissimplesmenor.png" height="200" width="200" /></a></div>
<p></p>
<div style="clear: both; text-align: center;"></div>
<p>Eu e Álvaro Esteves nos conhecemos há um ano, quando eu buscava um especialista em tempo para um projeto.   O encontro  se transformou em amizade. Desde então, cultivamos o hábito de conversar sobre o bem viver e coisas de real valor para nós.</p>
<div style="clear: both; text-align: center;"></div>
<div><b>Álvaro </b>é versado em vários temas, nutridos pelo seu espírito curioso de criança e forjados por décadas de uma carreira variada, onde o invariável era o êxito em tudo que empreendia. Ávido por conhecimento, foi da Marinha, foi pioneiro na área de tecnologia da informação, publicitário renomado, expert em sustentabilidade.  Hoje é consultor, professor e escritor, compartilhando suas paixões pelo tempo, sustentabilidade e bom uso dos hábitos.  Mas o que gosta mesmo é de ser avô, cozinhar e trocar ideias&#8230;</div>
<div></div>
<div style="clear: both; text-align: center;"><a href="http://leticiacarneiro.com/wp-content/uploads/2014/04/Alvaro_Esteves.jpg" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"><img loading="lazy" decoding="async" border="0" src="http://leticiacarneiro.com/wp-content/uploads/2014/04/Alvaro_Esteves.jpg" height="320" width="248" /></a></div>
<div>.</p>
<div></div>
<div>Eu&#8230; Minha trajetória vocês conhecem. Escritora desde os cinco anos, fui executiva de planejamento estratégico por quinze. E hoje, empreendedora e adepta de um Viver Mais Simples.  Meus amores? Este blog.  Ajudar pessoas e negócios a frutificarem, sendo felizes.  A parceria sagrada com Érica, na nossa Odisseia por pessoas e negócios mais realizadores.  Um novo negócio de identidade, a Argo, junto com meu irmão e talentoso designer, Caio.  E sobretudo:  Lucrécio, Léo e Olivia. Meu continente e meu horizonte.</p>
<p>Álvaro e eu somos criadores e planejadores.  Por escolha e profissão. Não demorou muito,  bateu a vontade de um projeto coletivo. Onde pudéssemos expandir o alcance de nossos sonhos de um mundo mais simples e sustentável. Daí surgiu  o <b>Café Viver Mais Simples.</b></p>
<p>A ideia é promover encontros sobre viver melhor, com mais respiro e sentido, apoiados por ferramentas úteis e de fácil utilização.</p>
<p>Tivemos o apoio  da Millerbaum Comunicação, que gentilmente hospeda meu escritório e ofereceu mais espaço para nos espalharmos&#8230;</p>
<p>Estamos prontos para começar!  Funcionará assim:</p>
<p>Conversas frouxamente quinzenais,  de <b>8:00h às 10:00h, aqui na Cinelândia.  </b></p>
<p>Durante este tempo,  entraremos no espírito dos cafés em família,   para matutar sobre o que é importante e fica esquecido na correria da rotina.</p>
<p>Um papo informal, com alguma dinâmica para animar as coisas. E comidinha simples e gostosa de padaria, que ninguém quer chegar com fome no trabalho&#8230;</p>
<p>A programação de abril e maio já está quentinha, saída do forno:</p>
<p><b>25/4: O que faria minha vida mais simples hoje</b>, com Leticia Carneiro</p>
<p><b> 9/5: Um reencontro com seu tempo, </b>com Álvaro Esteves</p>
<p><b>23/5: Como despertar sua coragem,</b> com Leticia Carneiro</p>
<p>Mais adiante, novos convidados e novos temas, com a colaboração de vocês, através de sugestões!</p>
<p><b>Vamos cobrar 50 reais,</b> para ajudar a pagar as contas de tudo&#8230;</p>
<p>Ficou com água na boca?</p>
<p><b>Inscreva-se por e-mail: &nbsp;leticia@nutshellestrategia.com.br</b></div>
</div>
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		<title>Nada simples</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Leticia Carneiro]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 30 Mar 2014 22:11:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[amor próprio]]></category>
		<category><![CDATA[Justiça]]></category>
		<category><![CDATA[Cotidiano]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Viver um caminho próprio é uma tarefa heróica. &#160;Ainda (infelizmente) mais desafiadora para mulheres, especialmente as vítimas de preconceito e/ou violência.Já falei sobre a questão da Beleza Real, aquela de se sentir linda e adequada mesmo quando somos fora do padrão vigente em termos de altura, volume e formato. Eu, que sou gorda, sei bem [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Viver um caminho próprio é uma tarefa heróica. &nbsp;Ainda (infelizmente) mais desafiadora para mulheres, especialmente as vítimas de preconceito e/ou violência.<br />Já falei sobre a questão da <a href="http://www.vivermaissimples.com/2013/10/beleza-real.html">Beleza Real</a>, aquela de se sentir linda e adequada mesmo quando somos fora do padrão vigente em termos de altura, volume e formato. Eu, que sou gorda, sei bem do que estou falando.<br />Esta semana a polêmica é sobre violência sexual contra mulheres. Algo que não vivi na pele (ainda bem), mas que &nbsp;me comove e mobiliza.</p>
<div style="clear: both; text-align: center;"><a href="http://leticiacarneiro.com/wp-content/uploads/2014/03/13817c792aabda7b2a3961e934ed524b.jpg" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"><img loading="lazy" decoding="async" border="0" src="http://leticiacarneiro.com/wp-content/uploads/2014/03/13817c792aabda7b2a3961e934ed524b.jpg" height="320" width="240" /></a></div>
<p>Os debates foram inflamados pela pesquisa do IPEA onde 58% dos entrevistados, responderam que “se as mulheres soubessem se comportar, haveria menos estupros” e  42% acreditam que &#8220;a mulher é culpada pela violência sexual”.<br />Como muitos, eu estou perplexa, entristecida e revoltada com a desumanidade destas crenças. <br />Como alguém pode acreditar haver pretexto para infringir uma verdade que deveria ser absoluta: &nbsp;todo corpo é inviolável, <b>nenhuma </b>carícia pode ser feita sem a permissão do outro.<br />Mesmo quando houver concordância no início, se em qualquer parte uma das partes mudar de ideia, é &nbsp;para parar.<b> Ponto final. Sem discussão.</b><br />A discussão é dolorosa. Relembra as atrocidades que são cometidas contra mulheres, jovens, crianças. Todos os dias.<br />Tira monstruosidades de debaixo do tapete: pais e mães que abusam dos filhos, a crueldade dos violadores; a impunidade em tantas partes do nosso país e do mundo.<br />Imagino o quanto é difícil viver mais simples para um indivíduo que teve sua liberdade mais básica<br />maculada. Tenho amigos que sofreram diversos tipos de abuso e é um recomeço doído e para gente corajosa.<br />Fica aqui então meu repúdio a toda e qualquer banalização da violência sexual. <br />Somos responsáveis por melhorar esta sociedade, denunciando crimes, protegendo quem não pode se defender.<br />Manifestemos nossa ojeriza ao preconceito travestido de senso comum.<br />Ninguém merece ser estuprado. &nbsp;Sob nenhuma circunstância.<br />Nunca.<br />Que esta pesquisa seja um alerta e um estímulo para melhorarmos o mundo em que vivemos. Vamos juntos, com amor. O silêncio machuca.</p>
<p><b>Para saber mais:</b></p>
<p><b>Pesquisa do IPEA:</b>  <a href="http://www.ipea.gov.br/portal/index.php?option=com_content&amp;view=article&amp;id=21847&amp;catid=10&amp;Itemid=9">http://www.ipea.gov.br/portal/index.php?</a><br /><b><a href="http://projectunbreakable.tumblr.com/">Project Unbreakable</a>:</b> retratos de vítimas, com frases relacionadas aos abusos sofridos.<br /><b>Protesto Online Contra o Estupro</b> &#8212; <a href="http://www.brasilpost.com.br/gabriela-loureiro/protesto-online-estupro_b_5049118.html">http://www.brasilpost.com.br/gabriela-loureiro/protesto-online-estupro_b_5049118.html</a><br /><b>&#8220;O Tamanho da minha saia não te dá direitos&#8221; </b>&#8212;<a href="http://www.casalsemvergonha.com.br/2014/03/28/se-liga-mane-o-tamanho-da-minha-saia-nao-te-da-direitos/">http://www.casalsemvergonha.com.br/2014/03/28/se-liga-mane-o-tamanho-da-minha-saia-nao-te-da-direitos/</a><br /><b>Organizadora do “Eu não mereço ser estuprada” recebe ameaças de estupro</b> &#8212;<a href="http://blogdosakamoto.blogosfera.uol.com.br/2014/03/29/organizadora-do-eu-nao-mereco-ser-estuprada-recebe-ameacas-de-estupro/">http://blogdosakamoto.blogosfera.uol.com.br/2014/03/29/organizadora-do-eu-nao-mereco-ser-estuprada-recebe-ameacas-de-estupro/</a><br /><b>Matéria sobre abuso sexual contra crianças:</b>&nbsp;http://www.marieclaire.com/world-reports/cambodian-virgin-trade?src=soc_fcbks</p>
<p><b>Agradecimentos:</b> Clarinha Gomes e Iracema Guisoni, pelas fontes.</p>
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		<title>Abrindo janelas</title>
		<link>https://www.vivermaissimples.com/abrindo-janelas/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Leticia Carneiro]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 12 Mar 2014 15:57:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[criatividade]]></category>
		<category><![CDATA[por que não]]></category>
		<category><![CDATA[Cotidiano]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O corpo pede movimento. A alma pede nutrição.Mas o medo é grande. A preguiça, então&#8230; Mesmo com a vida animada, brincamos das mesmas coisas, comemos as mesmas frutas. Nestas horas vai bem um &#8220;por que não&#8220;. (já escrevi sobre ele&#160;AQUI, mas sempre vale relembrar&#8230;) O &#8220;por que não&#8221; é uma prática. &#160;Dizer sim a perguntas [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O corpo pede movimento. A alma pede nutrição.<br />Mas o medo é grande. A preguiça, então&#8230;</p>
<p>Mesmo com a vida animada, brincamos das mesmas coisas, comemos as mesmas frutas. Nestas horas vai bem um &#8220;<b>por que não</b>&#8220;. (já escrevi sobre ele&nbsp;<a href="http://xn--exerccio%20do%20por%20qu%20no-xpc6syc/?%20%20Um%20lugar%20de%20S%C3%A3o%20Paulo%20que%20voc%C3%AA%20n%C3%A3o%20conhece%20Uma%20fruta%20que%20voc%C3%AA%20nunca%20comeu%20Uma%20coisa%20que%20voc%C3%AA%20sempre%20quis%20aprender%20mas%20nunca%20tentou%20Uma%20pequena%20loucura%20que%20voc%C3%AA%20gostaria%20de%20fazer%20Um%20h%C3%A1bito%20que%20voc%C3%AA%20poderia%20mudar%20a%20partir%20de%20amanh%C3%A3%20Uma%20coisa%20que%20voc%C3%AA%20amava%20quando%20era%20crian%C3%A7a%20Uma%20coisa%20totalmente%20nova%20que%20voc%C3%AA%20poderia%20fazer%20amanh%C3%A3%20Uma%20parte%20da%20sua%20casa%20merecendo%20uma%20boa%20arruma%C3%A7%C3%A3o%20com%20direito%20a%20jogar%20tralhas%20fora%20Uma%20pessoa%20incomum%20que%20voc%C3%AA%20n%C3%A3o%20v%C3%AA%20h%C3%A1%20muito%20tempo">AQUI</a>, mas sempre vale relembrar&#8230;)</p>
<p>O &#8220;por que não&#8221; é uma prática. &nbsp;Dizer sim a perguntas improváveis. Ao programa inédito. &nbsp;Ao curso (livro, música, palestrante, restaurante, programa em geral) que não estaria no nosso rol de escolhas.</p>
<div style="clear: both; text-align: center;"><a href="http://leticiacarneiro.com/wp-content/uploads/2014/03/46d986451d1a38fa274a770e9008623f.jpg" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"><img loading="lazy" decoding="async" border="0" src="http://leticiacarneiro.com/wp-content/uploads/2014/03/46d986451d1a38fa274a770e9008623f.jpg" height="320" width="213" /></a></div>
<p>Funciona assim: cada vez que alguém te propuser algo que não seja demasiadamente caro ou contra algum de seus valores, diga sim. Simplesmente.</p>
<p>Vá naquela festa. Ouça aquela canção. Prove aquela iguaria.<br />Como muitos aspectos do Viver Mais Simples, o &#8220;por que não&#8221; torna-se mais interessante com o tempo.<br />Experimentá-lo seguidamente abre janelas; areja armários, nos traz um pouco da infância perdida.</p>
<p>Praticar o &#8220;por que não&#8221; é etapa mandatória do caminho próprio. Experimentar bordas, ousar limites&#8230; Sem isso, não é possível saber se o caminho é nosso mesmo ou apenas uma versão repaginada de um caminho outro.</p>
<p>Provocar-se assim pode causar algum desconforto e tudo bem. Não é preciso violências, mas sair do lugar é saudável e pode surpreender.</p>
<p>Às vezes, me esqueço deste aprendizado dos primeiros tempos desta estrada. Mas, logo e com gosto, volto a me lambuzar de novidades.</p>
<p>Nossa vocação é ser asa, portanto convido todos a brincar de cientista de si mesmo: pratiquemos o sim para o inusitado, o que não provamos ainda.</p>
<p>Para ajudar no exercício, segue um pequeno questionário.<br />Responda-o com sinceridade.<br />Ao final, escolha pelo menos uma opção e a realize em menos de uma semana&#8230;</p>
<p>E depois contem-me tudo!</p>
<div align="center" style="text-align: center;"><b>Exercício do Por que não?<o:p></o:p></b></div>
<ul>
<li>Um lugar de sua cidade que você não conhece</li>
<li>Uma fruta que você nunca comeu</li>
<li>Uma coisa que você sempre quis aprender mas nunca tentou</li>
<li>Uma pequena loucura que você gostaria de fazer</li>
<li>Um hábito que você poderia mudar a partir de amanhã</li>
<li>Uma coisa que você amava quando era criança</li>
<li>Uma coisa totalmente nova que você poderia fazer amanhã</li>
<li>Uma parte da sua casa merecendo uma boa arrumação com direito a jogar tralhas fora</li>
<li>Uma pessoa incomum que você não vê há muito tempo</li>
</ul>
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		<title>Na madrugada fria</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Leticia Carneiro]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 16 Feb 2014 14:08:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[dentro]]></category>
		<category><![CDATA[reflexão]]></category>
		<category><![CDATA[Cotidiano]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Nas madrugadas insones de minha vida, mergulho em minhas tristezas. Quando as coisas não são simples.&#160; Apesar de toda a gratidão por cada passo, tenho medo, tenho dúvidas, vejo sombras. Nas madrugadas insones, ouço cada gota ácida cair no meu dentro ansioso. Rumino, devaneio, agonio-me. Ë bonito aqui no escuro e frio da noite. Com [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div>Nas madrugadas insones de minha vida, mergulho em minhas tristezas.</div>
<div>Quando as coisas não são simples.&nbsp; </div>
<div>Apesar de toda a gratidão por cada passo, tenho medo, tenho dúvidas, vejo sombras.</div>
<div>Nas madrugadas insones, ouço cada gota ácida cair no meu dentro ansioso.</div>
<div>Rumino, devaneio, agonio-me.</div>
<div style="clear: both; text-align: center;"><a href="http://leticiacarneiro.com/wp-content/uploads/2014/02/1ae5cc77ae539f1ef36a85a9e761390c.jpg" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"><img loading="lazy" decoding="async" border="0" src="http://leticiacarneiro.com/wp-content/uploads/2014/02/1ae5cc77ae539f1ef36a85a9e761390c.jpg" height="320" width="203" /></a></div>
<div>Ë bonito aqui no escuro e frio da noite. Com sorte, verei os primeiros raios de sol, promessa de horas menos lúgubres.</div>
<div>Mas agora sinto a garganta embargada, o ar engasgado no meio do caminho.</div>
<div>Nas madrugadas insones, sou pessimista, assustada, imperfeita.</div>
<div>Imperfeita sou sempre, mas nas madrugadas insones, minha imperfeição é uma névoa de temores.</div>
<div>Lembra os vultos que os olhos míopes temiam no escuro do quarto.</div>
<div>Nas madrugadas insones, sou novamente uma menina pequena, procurando monstros embaixo da cama.</div>
<div>Tudo aperta, tudo dói, tudo é muito.</div>
<div>Na madrugada insone da minha alma.</div>
<div>Respiro o sereno, gota a gota resgatando a minha razão e discernimento.</div>
<div>Conheço muito bem estas estrelas. Agora me mantém acordada, mais tarde as faço dormir.</div>
<div>E com elas, dormem meus medos, minhas dúvidas e sombras.</div>
<p></p>
<div>Para despertar num outro dia, outra madrugada passando lenta no&nbsp; meu coração.</div>
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		<title>Um aniversário mais simples</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Leticia Carneiro]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 05 Jan 2014 13:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[festa de aniversário]]></category>
		<category><![CDATA[Viver Mais Simples]]></category>
		<category><![CDATA[Cotidiano]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>3 de janeiro.Sempre um dia de movimentos. Às vezes, para fora. Ano passado estava assim, organizando causas e festas.Este ano, não.Estou mais recolhida, aprendendo a consistir. &#160;É tempo de resumir-me.Elegi a simplicidade como tema dos 41 anos: Um café da manhã em casa, com tapioca e água de coco, cortesia do marido amado. Uma passagem [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>3 de janeiro.<br />Sempre um dia de movimentos.</p>
<div style="clear: both; text-align: center;"><a href="http://leticiacarneiro.com/wp-content/uploads/2014/01/1534427_1380800305511167_1746011930_n-1.jpg" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"><img loading="lazy" decoding="async" border="0" height="320" src="http://leticiacarneiro.com/wp-content/uploads/2014/01/1534427_1380800305511167_1746011930_n.jpg" width="240" /></a></div>
<p>Às vezes, para fora. Ano passado estava assim, organizando <a href="http://www.vivermaissimples.com/2013/01/o-melhor-aniversario-do-mundo.html">causas </a>e festas.<br />Este ano, não.<br />Estou mais recolhida, aprendendo a consistir. &nbsp;<a href="http://www.vivermaissimples.com/2014/01/2014-o-ano-do-consistir.html">É tempo de resumir-me.</a><br />Elegi a simplicidade como tema dos 41 anos:</p>
<p>Um café da manhã em casa, com tapioca e água de coco, cortesia do marido amado.</p>
<div style="clear: both; text-align: center;"></div>
<p>Uma passagem na terapeuta corporal favorita, para alinhar as energias e cuidar do corpo.<br />Um almoço no bistrô querido e um pouco secreto, com a melhor amiga e parceira de tantas aventuras.<br />Um parabéns caseiro com as crianças e muita luz para iluminar.<br />Um beijo no irmão.</p>
<div style="clear: both; text-align: center;"></div>
<p>Um jantar em casa dos pais.</p>
<div style="clear: both; text-align: center;"></div>
<p>Um cineminha para fechar.</p>
<p>Enquanto isso, borbulhavam mensagens de amor no smartphone, no e-mail e na rede social.<br />Senti-me querida.<br />Mesmo quietinha e mais introspectiva, pude sentir as ondas de carinho&#8230;<br />Este é um novo exercício. Praticar o amor à dois passos. Para eu ter respiro e pausa.<br />Misturo-me com o outro, mais do que deveria.<br />Esta sobriedade, este silêncio são necessários.<br />Não me falta alegria sempre. Às vezes. falta.<br />Por isso é preciso guardar-me um pouco, saber-me minha antes de ser do outro.</p>
<p>Assim foi meu aniversário. &nbsp;Um pouco escondida, mas presente. <br />Recebendo, mais do que entregando.<br />Grata.</p>
<p>Amanheci um pouco assombrada pelo peso dos anos e a inclemência do tempo.<br />Anoiteci levinha. Um dia de cada vez. Alguns passos serão largos, outros assim miudinhos.</p>
<p>Todos me levam para a frente.</p>
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