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	<title>Arquivos desenvolvimento pessoal - Viver Mais Simples</title>
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	<description>Viver Mais Simples</description>
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		<title>A arte de parir a si mesma</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Leticia Carneiro]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 08 Mar 2021 13:14:41 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>
		<category><![CDATA[autoconhecimento]]></category>
		<category><![CDATA[coragem]]></category>
		<category><![CDATA[desenvolvimento pessoal]]></category>
		<category><![CDATA[feminino]]></category>
		<category><![CDATA[mulheres que correm com os lobos]]></category>
		<category><![CDATA[viver mais simples]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Hoje é o Dia Internacional da Mulher. Eu, que passo desatenta pela maior parte das datas &#8220;oficiais&#8221;, hoje não. Nesta segunda-feira, a  responsabilidade e a força de ser mulher estão inflamadas no meu corpo. Ao invés de pus, expurgo palavras. Gestar. Minha primeira revelação foi saber gestar palavras. Depois meus dois filhos. Depois peixes. A [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Hoje é o Dia Internacional da Mulher. Eu, que passo desatenta pela maior parte das datas &#8220;oficiais&#8221;, hoje não.</p>
<p>Nesta segunda-feira, a  responsabilidade e a força de ser mulher estão inflamadas no meu corpo. Ao invés de pus, expurgo palavras.</p>
<p><strong>Gestar</strong>.</p>
<p>Minha primeira revelação foi saber gestar palavras. Depois meus dois filhos. Depois <em><strong><a href="http://www.vivermaissimples.com/a-menina-e-os-peixes/">peixes</a></strong></em>.</p>
<p>A lição aprendida é que gosto do gestar. O cultivo, a nutrição necessária.  A espera acalma meu ritmo inquieto. O movimento dentro torna-se suficiente.</p>
<p>Eu fui uma <em><strong><a href="http://www.vivermaissimples.com/uma-crianca-estranha/">menina estranha. </a></strong></em>Conversava com as ondas do mar.  Gostava de ficar a sós com minha imaginação.</p>
<p>A vida me despertou a extroversão, mas gestar traz de volta<strong><em><a href="http://www.vivermaissimples.com/introvertida-em-treinamento/"> esta Leticia mais quieta, mas consigo. </a></em></strong></p>
<p><strong>Parir</strong>:</p>
<p>Sempre fiz da minha criatividade, alavanca. Alavanca para tentar o novo. Alavanca para desafiar padrões.<em><strong><a href="http://www.vivermaissimples.com/para-a-arquibancada/"> Alavanca para sustentar minha diferença versus as expectativas do outro (e da outra).</a></strong></em></p>
<p>Por isso gerar e parir e criar são todos verbos na minha oração.</p>
<p>Tenho a coragem suficiente de suportar as dores de parir. Desde crianças até novos capítulos de minha vida.</p>
<p>Sustentar escolhas pouco ortodoxas. Ir contra a corrente.</p>
<p>Apenas outro dia, uma amiga da adolescência me contou que meu pai sempre elogiava minha autonomia. &#8220;Nunca dependeu de homem nenhum&#8221; nas ocasiões em que se esbarravam na esquina do bairro onde eram vizinhos.</p>
<p>Acho curioso e oportuno meu pai, que sempre enfrentei com minha ousadia e irreverência, me mandar esta recado póstumo.</p>
<p>Nunca minha coragem foi tão testada. Porque mulher, para enfrentar o mundo, tem que se fazer duas vezes maior.</p>
<p>Machucam-me o peso de fazer-me maior por fora, do jeito homem de ser maior. Falar mais alto. Mais forte. Por cima da outra fala.</p>
<p>Aprendo a fazer-me maior por dentro. No silêncio e sabedoria de sacerdotisa.</p>
<p><strong>Florescer</strong></p>
<p>Um desafio de ser mulher é sustentar a sutileza do feminino sem se tornar vítima de predadores.</p>
<p>Cultivar o sensível de olhos abertos.<strong><em><a href="http://www.vivermaissimples.com/metamorfonelope/"> Penélope </a></em></strong>1 x 0 <strong><em><a href="http://www.vivermaissimples.com/barba-azul/">Barba Azul</a></em></strong>.</p>
<p>Sucessivos mergulhos para dentro me revelaram pérolas-talismãs.   A rede de apoio de outras mulheres. A parceria com homens sábios.  O saber alternar o corpo muscular com o corpo que fala baixo e ganha tempo, como Sherazade.</p>
<p>Florescer, para além de compreender o alimento que nutre a alma, é fazer-me mais íntima da humildade, do perdão.</p>
<p>Difícil, quando crepitam fogos da raiva e me afogam águas do ressentimento. Persisto.</p>
<p>Tento ser gentil comigo e com o interlocutor, mesmo que por vezes adversário.</p>
<p><strong>Frutificar</strong></p>
<p>Da flor virá o fruto.</p>
<p>O filho que torna-se um homem bom. A filha que torna-se uma artista inteira.</p>
<p>O amor maduro que é pavimento para novos sonhos.</p>
<p>A jornada de semear humanidade nos corações e escritórios.</p>
<p>As palavras que derramo aqui e acolá, na esperança de um mundo de olhos, asas e corações abertos.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Ser mulher. Dor, delícia, mas jamais tédio. Renovar-se fênix de dentro do próprio ventre.</p>
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		<title>Já não mais ainda</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Leticia Carneiro]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 06 May 2019 14:41:29 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[amor próprio]]></category>
		<category><![CDATA[antídotos]]></category>
		<category><![CDATA[autoconhecimento]]></category>
		<category><![CDATA[coragem]]></category>
		<category><![CDATA[gratidão]]></category>
		<category><![CDATA[ansiedade]]></category>
		<category><![CDATA[desenvolvimento pessoal]]></category>
		<category><![CDATA[futuro]]></category>
		<category><![CDATA[sonhos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Isso de ser exatamente o que se é ainda vai nos levar além.  Paulo Leminski Desperto cheia de sensações. Havia sonhado com um enorme jacaré.  Era preciso contê-lo e o meio para isto era eletricidade. Primeiro eu sentia um medo e uma ansiedade. Até que não mais e já era possível libertá-lo. Um jacaré livre, mais manso, no [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p class="fr">Isso de ser exatamente o que se é ainda vai nos levar além.  <a href="https://www.pensador.com/autor/paulo_leminski/">Paulo Leminski</a></p>
<div></div>
<div>Desperto cheia de sensações. Havia sonhado com um enorme jacaré.  Era preciso contê-lo e o meio para isto era eletricidade.</div>
<div>Primeiro eu sentia um medo e uma ansiedade. Até que não mais e já era possível libertá-lo.</div>
<div>Um jacaré livre, mais manso, no entanto jacaré.</div>
<div></div>
<div>Em restrospecto, percebo que a agitação do sono reflete o movimento dos dias. Esperas, mudanças por vir, sentimentos alvoraçados abalroando-se por dentro.</div>
<div>Fazer fronteira e ampliar fronteiras. Acolher necessidades alheias e acolher-me.</div>
<div>Meus dias têm sido uma revoada de pensamentos e emoções. Decisões a tomar, sim e não por toda a parte.</div>
<div>Respiro fundo, muito fundo.</div>
<div></div>
<div>Para além de tanto tumulto, reencontro meu lago pacífico. Peixes nadam livres, coragem pulsa forte.</div>
<div>Há muita dádiva e experiência nutritiva no meu campo semeado.</div>
<div></div>
<div>Apesar do sobressalto no peito, permito-me sonhar com esperança. Gestar este segundo semestre com mais amor e mais prosperidade. Deleitar-me em antecipação com as férias necessárias.</div>
<div></div>
<div>Ainda tenho tanto a decidir e realizar. Mas por um momento, deito-me no mar da boa aventurança. Confio na minha boa sorte e na potência do meu trabalho de ser quem eu sou.</div>
<div></div>
<div>Já não mais. No entanto ainda.</div>
<div>O presente grávido de futuro me sustenta.</div>
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		<title>Sobre a arte de viver</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Leticia Carneiro]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 22 Mar 2018 10:40:19 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[2018]]></category>
		<category><![CDATA[equilíbrio]]></category>
		<category><![CDATA[autoconhecimento]]></category>
		<category><![CDATA[desenvolvimento pessoal]]></category>
		<category><![CDATA[Meu pai]]></category>
		<category><![CDATA[viver mais simples]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Estar vivo é ser uma nova realidade a cada novo dia. O que motiva a caminhada? Quais as alegrias? E os espinhos? Viver é muito perigoso, diziam Guimarães Rosa e meu pai.  Porque é impreciso, diziam Fernando Pessoa e Caetano. Imprecisão e perigo me assombram de tempos em tempos. Mais agora, que amadureço enquanto aprendo [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Estar vivo é ser uma nova realidade a cada novo dia.</p>
<p>O que motiva a caminhada? Quais as alegrias? E os espinhos?</p>
<p>Viver é muito perigoso, diziam Guimarães Rosa e meu pai.  Porque é impreciso, diziam Fernando Pessoa e Caetano.</p>
<p>Imprecisão e perigo me assombram de tempos em tempos. Mais agora, que amadureço enquanto aprendo a ser órfã.</p>
<p>Compreendo que a arte de viver é a arte de gerenciar energia.</p>
<p>Nos relacionamentos.  Nos pensamentos.  Nas tarefas. Onde vou por meu foco?  Quem vai me rodear e por quanto tempo estaremos juntos?  O que me inspira? O que me drena?</p>
<p>Tudo isso no contexto de um corpo que evolui e envelhece. A interação entre este corpo e o mundo constrói o que é minha vida.</p>
<p>2017 foi um ano de novidades.</p>
<p>O amor que arrebatou o coração e despertou novas vontades, reorganizando o uso do tempo.</p>
<p>A morte que leva consigo certezas e garantias ilusórias, mas ainda assim estruturantes.</p>
<p>Amanheço 2018 mais sóbria. O amor mais de bom tamanho, o luto mais conhecido e suportável.</p>
<p>O ano que passou foi um turbilhão. Bem no final, levantei a cabeça do rodopio célere e tive fôlego para plantar algumas sementes que agora espero brotar, cultivando paciência e fé.</p>
<p>Andei distraída, ausente de muitos lugares, inclusive destas páginas aqui.</p>
<p>Lentamente, retomo o ritmo, resgato a disciplina. Um passo por vez, um texto por semana.</p>
<p>O foco torna-se sustentar a caminhada.  Equilibrar os pratos da maternidade, com atenção e diligência.  Cuidar do amor mais maduro, construindo pontes para atravessar os abismos de cada um.  Arar a terra para que os trabalhos vicejem, num ano de deserto reaprendendo a florir.</p>
<p>Para lidar com tudo isso, reconecto-me. Comigo e meus pulsos de alegria e recolhimento.  Nas trocas com queridos e na aprendizagem do silêncio e solitude.  Monitorando o estado da alma e do corpo, cuidando do que se faz urgente.</p>
<p>Lentamente, reencontro minha voz e uma sanidade alicerçada em cicatriz e  um certo otimismo.  Vigiando os excessos, os desvarios, o que me tira do eixo.</p>
<p>A arte de viver é escrita com letras miúdas, sussurros sutis.  Uso tudo que construí e até alguns arrependimentos.</p>
<p>A vida segue perigosa e imprecisa, abraço-me comigo, sustentando a coragem e afeto na palma de minhas mãos.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Balanço 2016: a colheita</title>
		<link>https://www.vivermaissimples.com/balanco-2016-a-colheita/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Leticia Carneiro]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 29 Dec 2016 14:21:39 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>
		<category><![CDATA[autoconhecimento]]></category>
		<category><![CDATA[Balanço 2016]]></category>
		<category><![CDATA[desenvolvimento pessoal]]></category>
		<category><![CDATA[viver mais simples]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Todo o ano procuro refazer a trilha caminhada no ano. E semear minhas vontades-frouxas para o ano seguinte. Comecei  com um resumo do meu ano. Nos próximos posts, finalizo a revisão com um olhar sobre o que havia sonhado para 2016 e uma seleção dos melhores posts do ano. Depois do retrovisor, sonhar 2017.  Já comecei os [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Todo o ano procuro refazer a trilha caminhada no ano. E semear minhas<a href="http://leticiacarneiro.com/2011/01/por-outro-lado.html"> vontades-frouxas</a> para o ano seguinte.</p>
<p><a href="http://leticiacarneiro.com/2016/12/2016-um-ano-peculiar.html">Comecei </a> com um resumo do meu ano.</p>
<p>Nos próximos posts, finalizo a revisão com um olhar sobre <a href="http://leticiacarneiro.com/2016/01/2016-o-ano-de-voar.html">o que havia sonhado para 2016</a> e uma seleção dos melhores posts do ano.</p>
<p>Depois do retrovisor, sonhar 2017.  Já comecei os trabalhos, fazendo o Workshop das Intenções com minha terapeuta Zeneide e também um mapa numerológico. Já planejei com Érica os próximos passos do <a href="http://odisseia.etc.br/">Odisseia</a>. E já estou pensando nas atividades em <a href="http://leticiacarneiro.com/meus-projetos">Organização de Ideias</a>&#8230;</p>
<p><strong>O post de hoje é sobre o legado de 2016</strong>. Acontecimentos que não quero esquecer. Aprendizados e motivos de gratidão.</p>
<p>Minha retrospectiva muito pessoal deste ano tão diferente e tão necessário&#8230;</p>
<p><strong>Na vida pessoal:</strong></p>
<ul>
<li>O renascimento após a separação. A casa nova, a parceria com Lucrécio, o olhar amadurecido sobre a maternidade. Concretizados no novo endereço e em novas práticas de solitude e rotinas com as crianças.</li>
<li>O florescimento de Léo, meu goleiro-artilheiro , reconhecido por seu espírito de equipe, integridade e comprometimento.</li>
<li>O despertar de Olivia, minha menina-flor. Escrevendo histórias, fazendo teatro e costuras, articulando sua intensidade com mais doçura e discernimento.</li>
<li>A minha saúde. Terminar o ano mais flexível, um pouco mais magra e só tendo que vigiar a coluna e as articulações, demandadas pelas escaladas capricornianas.</li>
<li>A reconciliação com minha mulher selvagem, através do Grupo de Estudos com Zeneide, Érica e Daniela e das vivências de arte.</li>
<li>Mais atenção e cuidados com ser mulher, pequenas vaidades e cultivo da delicadeza.</li>
<li>As terapias, a acupuntura, a homeopatia e os florais.</li>
<li>Os laços fortalecidos com amigos que fizeram a diferença em contatos mais olho no olho.</li>
</ul>
<p><strong>No caminhar espiritual</strong></p>
<ul>
<li>A doação constante de Reiki e o uso de minha intuição como ferramentas para ajudar pessoas.</li>
<li>A Prática Somática com Isabela Prince</li>
<li>Três viagens à Abadiânia</li>
<li>Dois Workshops dos Sonhos, com Adriana Ferreira.</li>
<li>Duas idas a Juiz de Fora</li>
<li>Curso de Biográfico com Marcus e Cláudia.</li>
<li>Workshop de Abundância com Chris Lippi</li>
<li>Workshop das Intenções com Zeneide</li>
<li>Ouvir minhas guias espirituais e meus amigos mais avançados na caminhada.</li>
<li>A Catequese do Léo</li>
</ul>
<p><strong>No trabalho</strong></p>
<ul>
<li>O fortalecimento do Odisseia com os trabalhos para Coca-Cola, Reserva, Vistage e Bambini.</li>
<li>Nosso espaço de celebrar, com a festa de cinco anos e dois eventos de final de ano , no Rio e em São Paulo.</li>
<li>O curso RenovAção, um novo bebê Odisseia, nascido este ano.</li>
<li>As parcerias: Espaço Sinimbu, Casa Semio, Casa Beludi, Visú, Baukurs, Casa Alice, Laje e Rio Criativo.</li>
<li>O <a href="http://voe.etc.br/">Voe </a>e todos os impulsionadores que voam comigo.</li>
<li>O grande evento em São Paulo, o Inove-se, o Voe na Casa Anitcha.</li>
<li>Meus clientes de organização de ideias</li>
<li>O workshop Reenergize-se</li>
</ul>
<p><strong>As aventuras</strong></p>
<ul>
<li>A viagem a Goiás no ano novo</li>
<li>Fazer o evento do Voe em São Paulo, com a caravana de impulsionadores</li>
<li>A temporada na Praia, o Carnaval e a Semana Santa</li>
<li>Visitar Inhotim, o lugar mais lindo do mundo.</li>
<li>Organizar o Chá dos Zoiudos da Olivia</li>
<li>Fazer a despedida da família numa viagem para a Disney.</li>
<li>Ir à Paraty com a amiga tradutora de tantas coisas.</li>
<li>Os mergulhos criativos na costura e na aquarela.</li>
<li>Ouvir muita música.</li>
<li>Os shows de Conga, a Mulher Gorila</li>
<li>Os jantares no Escuro: do Voe, com Léo, de junho e de dezembro.</li>
<li>As Paralímpiadas: Rugby, Futebol de 7, Basquete e Atletismo</li>
<li>Assistir aos jogos do Léo em lugares inusitados.</li>
<li>Ir ao ArtRio e no ArtRua</li>
<li>Duas sessões lindas de Contação de Histórias com Daniela Corbo.</li>
<li>Voltar a ser pedestre</li>
<li>Propiciar viagem do Léo ao Caraça</li>
<li>Testemunhar a vitória do Léo no Mundialito do Fluminense.</li>
<li>Ver a estreia de Olivia no teatro.</li>
<li>Ver minha amiga Roberta se apresentar no espetáculo de final de ano da Deborah Colker.</li>
</ul>
<p><strong>Às escolhas difíceis</strong></p>
<ul>
<li>O fim do casamento</li>
<li>O encerramento da <a href="http://argo.etc.br">Argo</a>.</li>
<li>Não ir para o WDS pela primeira vez em 2011</li>
<li>Repensar o tamanho e formato do Voe</li>
<li>Apostar numa reforma de apartamento num momento de tanta incerteza financeira.</li>
<li>Despedir-se da rua Coelho Neto e do clube do Fluminense.</li>
<li>Levar Léo para reconhecer os dois homens que o assaltaram.</li>
<li>Encarar de frente o fim da reserva principal, tendo que buscar outras estratégias e recorrer a investimentos que não pretendia usar.</li>
</ul>
<p>Ufa. Um ano inesquecível.</p>
<p><strong>Procurar sentido no que nos acontece é uma forma de cultivar resiliência e humildade.</strong></p>
<p>Por isso, convido você a também fazer sua lista. Se quiser, <strong>compartilhe comigo aqui ou me mande no leticia@leticiacarneiro.com</strong></p>
<p>A seguir: o plano de voo x o realizado&#8230;</p>
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		<title>As coisas sem nome</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Leticia Carneiro]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 29 Oct 2016 21:09:06 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>
		<category><![CDATA[autoconhecimento]]></category>
		<category><![CDATA[desenvolvimento pessoal]]></category>
		<category><![CDATA[viver mais simples]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>&#160; Qual o nome deste sentimento, tão doce e também amargo? Qual o nome desta saudade que liberta? Qual o nome da inédita expressão em meu rosto? Qual o nome deste novo estar com o outro? Qual o nome deste novo estar comigo? Qual o nome deste meu jeito de ser agora? Qual o nome do [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>&nbsp;</p>
<p>Qual o nome deste sentimento, tão doce e também amargo?</p>
<p>Qual o nome desta saudade que liberta?</p>
<p>Qual o nome da inédita expressão em meu rosto?</p>
<p>Qual o nome deste novo estar com o outro?</p>
<p>Qual o nome deste novo estar comigo?</p>
<p>Qual o nome deste meu jeito de ser agora?</p>
<p>Qual o nome do medo que tenho que atravessar?</p>
<p>Qual o nome do futuro que me aguarda?</p>
<p>Qual o nome de todas as coisas que já morreram. Todas as por nascer?</p>
<p>Um novo aprendizado.</p>
<p>Viver sem nomear.</p>
<p>A capricorniana quase se desespera. A sereia sorri e mergulha.</p>
<p>Sem nome. E tudo bem.</p>
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		<item>
		<title>Verter palavras</title>
		<link>https://www.vivermaissimples.com/verter-palavras/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Leticia Carneiro]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 18 Oct 2016 14:13:06 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>
		<category><![CDATA[autoconhecimento]]></category>
		<category><![CDATA[desenvolvimento pessoal]]></category>
		<category><![CDATA[viver mais simples]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Comprovo  o que já sabia. Caminhar no automático emudece. Por algum tempo andei anestesiada. No tic tac das tarefas cotidianas, no fluxo initerrupto de trabalho que eu mesmo crio, nos velhos hábitos. Houve o tempo das raivas. Dos medos. E uma longa sombra de tristeza. Até que  acordei  e foi  sol, amarelo e calor. Demasiado [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Comprovo  o que já sabia.</p>
<p>Caminhar no automático emudece.</p>
<p>Por algum tempo andei anestesiada. No tic tac das tarefas cotidianas, no fluxo initerrupto de trabalho que eu mesmo crio, nos velhos hábitos.</p>
<p>Houve o tempo das raivas. Dos medos. E uma longa sombra de tristeza.</p>
<p>Até que  acordei  e foi  sol, amarelo e calor.</p>
<p>Demasiado até.</p>
<p>Agora retomo um outro ritmo.</p>
<p>Navego. Navego no fluxo das palavras que borbulham dentro do meu silêncio.</p>
<p>Crio tempo e este tempo germina as sementes.</p>
<p>As palavras nascem como flores. Vertem como água de uma fonte rejuvenescedora.</p>
<p>As palavras tecem cobertas, capas de chuva, vestidos de baile.</p>
<p>As palavras  me libertam e me concentram. Me acendem e me confortam.</p>
<p>Tanto sentimento dentro , desaguando em sílabas, vírgulas, espaços.</p>
<p>Palavra-texto; palavra bordada, palavra água e pigmento. Palavra multidimensional.</p>
<p>Arte por todos  os poros.</p>
<p>A mulher selvagem está acordada e urge passagem.</p>
<p>As palavras são as parteiras da nova vida, com seu assombro, mistério e pulsação.</p>
<p>Mergulho, de cabeça, é novamente tempo de recomeçar.</p>
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		<title>Tempo gengibre</title>
		<link>https://www.vivermaissimples.com/tempo-gengibre/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Leticia Carneiro]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 17 Oct 2016 14:10:37 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>
		<category><![CDATA[coragem]]></category>
		<category><![CDATA[desenvolvimento pessoal]]></category>
		<category><![CDATA[viver mais simples]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Na culinária japonesa, o gengibre é usado para a transição entre pratos. Propicia uma limpeza do paladar. É também estimulante, aquece,  espanta a tristeza. Agora são meus tempos gengibre. Transição entre páginas. Lenta e inexorável digestão de passados, presente e futuros. Há uma certa excitação no ar, efeitos colaterais de minha motilidade. Desfruto as delícias [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Na culinária japonesa, o gengibre é usado para a transição entre pratos. Propicia uma limpeza do paladar.</p>
<p>É também estimulante, aquece,  espanta a tristeza.</p>
<p>Agora são meus tempos gengibre.</p>
<p>Transição entre páginas. Lenta e inexorável digestão de passados, presente e futuros.</p>
<p>Há uma certa excitação no ar, efeitos colaterais de minha motilidade.</p>
<p>Desfruto as delícias da casa nova e observo sentimentos inéditos ou esquecidos baterem na porta.</p>
<p>Mas não me iludo. É tempo de transição e o processo não é trivial nem rápido.</p>
<p>Presto muita atenção no que emerge. Despertei para tantas coisas e costumo me empolgar com os malabares.</p>
<p>Respiro fundo, recordo a ioga recém-incorporada na agenda.</p>
<p>São tempos entre. O tempo que fica ali, no espaço apertado entre  o antes e o depois.</p>
<p>É preciso alargá-lo.</p>
<p>Tempos para olhos bem abertos e coração protegido.</p>
<p>Tal criança, aprendo a hora de avançar e recuar. Experimentar novidades e respeitar a rotina.</p>
<p>Ouço músicas novas, mas também reaprendo a canção muito antiga que embala toda a mulher que floresce.</p>
<p>O gengibre pica a língua, acorda os sentidos.</p>
<p>Caminho assim, bem alerta. São novas paisagens.</p>
<p>É inevitável perder-me. Urge cuidar para não esquecer o caminho de volta.</p>
<p>De volta para mim.</p>
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		<title>Dona da minha casa</title>
		<link>https://www.vivermaissimples.com/dona-da-minha-casa/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Leticia Carneiro]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 13 Oct 2016 14:55:37 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>
		<category><![CDATA[autoconhecimento]]></category>
		<category><![CDATA[desenvolvimento pessoal]]></category>
		<category><![CDATA[viver mais simples]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Não faz nem um mês, mudei-me para um novo lar. Tempo de recomeços. Uma casa sonhada há anos, um desabrochar do viver mais simples. Não é pequena, mas bem menor do que as moradas das últimas décadas. O espaço ficou maior aqui dentro. Aprecio as pequenas tarefas cotidianas, pela primeira vez cabem na palma de [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Não faz nem um mês, mudei-me para um novo lar.</p>
<p>Tempo de recomeços.</p>
<p>Uma casa sonhada há anos, um desabrochar do viver mais simples.</p>
<p>Não é pequena, mas bem menor do que as moradas das últimas décadas.</p>
<p>O espaço ficou maior aqui dentro.</p>
<p>Aprecio as pequenas tarefas cotidianas, pela primeira vez cabem na palma de minhas mãos.</p>
<p>Me dei tempo e me tirei desperdícios.</p>
<p>Só o essencial vive em minha nova casa.</p>
<p>Agora posso realmente desfrutar de tudo o que tenho, já que é menos.</p>
<p>Usar toda a louça, lavar com gosto depois.</p>
<p>Admirar a organização, os vazios.</p>
<p>Pisar descalça no gostoso do chão. Maravilhar-me com a vista verde, o Cristo me abraçando todos os dias.</p>
<p>Aproveitar o silêncio, o zumbido do vento, o cântico na igreja ao lado, meio-dia em ponto.</p>
<p>Arrumar minhas coisas, dentro e fora.</p>
<p>Acalmar a alma, lavando e guardando a roupa.</p>
<p>Tudo é bom. O banho quente bem forte.  O azul da sala. O azul do céu.</p>
<p>Os novos vizinhos tão amigos.</p>
<p>Os pequenos rituais de abrir a caixa de correios, jogar o lixo fora.</p>
<p>Todo o lixo.</p>
<p>Recorda-me da casa de minhas avós, onde esta simplicidade também era tão presente.</p>
<p>O filho compra o pão francês na padaria ao lado e lanchamos sanduíches de presunto, saboreando cada naco.</p>
<p>Tudo é como deveria ser.</p>
<p>Reaprendo a ouvir mais o coração e ele canta, canta bem alto.</p>
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		<title>Após o inverno</title>
		<link>https://www.vivermaissimples.com/apos-o-inverno/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Leticia Carneiro]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 06 Oct 2016 22:05:11 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>
		<category><![CDATA[desenvolvimento pessoal]]></category>
		<category><![CDATA[feminino]]></category>
		<category><![CDATA[viver mais simples]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>São tempos de redescoberta. Pequenos detalhes de mim. Esquecidos. Uma fase &#8220;vermelha&#8221; invade o blog. Descobrir-me maçã, romã. Fruto e flores. Acordar depois de um sono profundo entre rotinas e obrigações. Suavizar-me. Incendiar-me. Toda a paleta do feminino adormecido pela inércia dos anos. As unhas vermelhas tem pressa, ao teclar as palavras. É primavera. Entre os espinhos da [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>São tempos de redescoberta.</p>
<p>Pequenos detalhes de mim. Esquecidos.</p>
<p>Uma fase &#8220;vermelha&#8221; invade o blog.</p>
<p>Descobrir-me maçã, romã. Fruto e flores.</p>
<p>Acordar depois de um sono profundo entre rotinas e obrigações.</p>
<p>Suavizar-me. Incendiar-me.</p>
<p>Toda a paleta do feminino adormecido pela inércia dos anos.</p>
<p>As unhas vermelhas tem pressa, ao teclar as palavras.</p>
<p>É primavera.</p>
<p>Entre os espinhos da vida desconhecida, lentamente reencontro-me, rosa.</p>
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		<title>Saborear a vida</title>
		<link>https://www.vivermaissimples.com/saborear-a-vida/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Leticia Carneiro]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 05 Oct 2016 21:54:54 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>
		<category><![CDATA[descoberta]]></category>
		<category><![CDATA[desenvolvimento pessoal]]></category>
		<category><![CDATA[viver mais simples]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Ando imersa em histórias. Agora lembrei-me de Branca de Neve. De sua vida de rotina imaculada, esfregando as escadarias sem contemplar outros horizontes. Até sua vida ser ameaçada. Estavam atrás de seu coração. A compaixão do caçador permitiu que ela seguisse no seu caminho selvagem. Entrar na floresta, fazer novos laços&#8230; Permitir-se escapar do castelo. Até deparar-se de [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Ando imersa em histórias.</p>
<p>Agora lembrei-me de Branca de Neve.</p>
<p>De sua vida de rotina imaculada, esfregando as escadarias sem contemplar outros horizontes.</p>
<p>Até sua vida ser ameaçada. Estavam atrás de seu coração.</p>
<p>A compaixão do caçador permitiu que ela seguisse no seu caminho selvagem.</p>
<p>Entrar na floresta, fazer novos laços&#8230; Permitir-se escapar do castelo.</p>
<p>Até deparar-se de novo com o perigo, na forma de uma mordida.</p>
<p>Não recordo a versão original e a chatice de ser salva por um príncipe não me interessa.</p>
<p>Mas a mordida&#8230; Ahh. Isso sim.</p>
<p>&nbsp;</p>
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