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	<title>Arquivos amor - Viver Mais Simples</title>
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		<title>Vivo em mim</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Leticia Carneiro]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 28 Jan 2021 12:54:13 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[amor]]></category>
		<category><![CDATA[luto]]></category>
		<category><![CDATA[Meu pai]]></category>
		<category><![CDATA[Saudade]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Oi, Pai. Hoje faz 72 anos que você nasceu. Celebraríamos num jantar em família, você entre radiante de estar com a gente e rabugento, para manter a fama&#8230; Imagino seu ponto de vista sobre tudo o que está acontecendo. Seu convite para mantermos a calma, nos mantermos unidos. Suas perguntas e seus conselhos. Com sorte, [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Oi, Pai.</p>
<p>Hoje faz 72 anos que você nasceu.</p>
<p>Celebraríamos num jantar em família, você entre radiante de estar com a gente e rabugento, para manter a fama&#8230;</p>
<p>Imagino seu ponto de vista sobre tudo o que está acontecendo. Seu convite para mantermos a calma, nos mantermos unidos. Suas perguntas e seus conselhos.</p>
<p>Com sorte, seria um daqueles dias em que eu faria um cafuné na sua cabeça calva e você me daria um sorriso de lado.  Eu ou um de meus irmãos faríamos uma brincadeira implicante contigo e você sorriria entre tímido e desajeitado.</p>
<p>Suspiro.</p>
<p>Aceito a inevitabilidade da vida morte vida, que leva pessoas que eu amo e traz novos desafios de adulta.  Eu querendo descansar e a vida me beliscando.</p>
<p>A tristeza corre mansa, quente e funda aqui dentro. Não tive tempo ainda para chorar todas as lágrimas. Você, Caio. Tão perto um do outro.</p>
<p>Fiz o que tinha que fazer: estendi a mão, fui firme, segui em frente.</p>
<p>Mas também fiz o que podia fazer. Tardes enrodilhada em mim mesma, segurando o meu próprio coração. Um desejo de ser mais eremita, inédito. Uma paciência e capacidade de perdão crescentes.</p>
<p>O cansaço é também bom professor.</p>
<p>Minha teimosia é desafiada pelas ondas altas, pelos pequenos e grandes revezes, pelo atordoamento com o estado das coisas no mundo.</p>
<p>Eu poderia estar com um grande torcicolo de esticar meu pescoço para tentar entender e alcançar a complexidade da pandemia, das guerras e ódios. Meu luto me salva.</p>
<p>Retorno para dar colo a mim mesma, desligo o noticiário e telefone. Sou só eu e todos os meus mortos aqui dentro de mim.</p>
<p>Não tenho raiva de Deus nem lamento injustiças. Foi o que foi.</p>
<p>A cicatriz larga, do tamanho de meu amor por você, se chama saudade.</p>
<p>A lista de tarefas segue grande, o mundo lá fora me chama com o trabalho, a maternidade, os cuidados com os outros que precisam.</p>
<p>Mas por um instante, sou eu, menina de novo, ouvindo suas histórias, aprendendo a ser gente grande a partir de seus passos, questionando e desafiando você, me afastando e me reaproximando.</p>
<p>Por um instante, sou apenas sua filha. Todos os outros papéis empilhados no canto do escritório.</p>
<p>O ar torna-se oceano mais uma vez. Avanço lentamente, sabendo que não há outro jeito.</p>
<p>Sem urgência em chegar a algum lugar.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Respiro gratidão, lágrima salgada e resignação.</p>
<p>Hoje é mais um dia sem você.</p>
<p>Hoje é  mais um dia com você.</p>
<p>Sempre sua mais velha, irreverente, leal e cheia de asas filha.</p>
<p>Asas que você me ajudou a formar com seus nãos e sims.</p>
<p>Minha saudade é para sempre. Meu luto é para sempre. Meu coração é para sempre.</p>
<p>Seu.</p>
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		<title>O tempo sem hora</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Leticia Carneiro]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 15 Jun 2014 14:30:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[amor]]></category>
		<category><![CDATA[caminho próprio]]></category>
		<category><![CDATA[tempo]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Lá fora, os reclames anunciam: Dia dos Namorados.Tem gente que se aborrece. Que inconveniência! A estreia da Copa coincidiu com o dia oficial de comemorar o amor.Eu não. Há anos, aprendemos: todo o dia é igualmente bom para celebrar.O dia oficial fica assim como um lembrete, em torno do qual frouxamente nos organizamos.No começo, almoços [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Lá fora, os reclames anunciam: Dia dos Namorados.<br />Tem gente que se aborrece. Que inconveniência! A estreia da Copa coincidiu com o dia oficial de comemorar o amor.<br />Eu não. Há anos, aprendemos: todo o dia é igualmente bom para celebrar.<br />O dia oficial fica assim como um lembrete, em torno do qual frouxamente nos organizamos.<br />No começo, almoços e jantares fora de hora. Encontrávamos amigos nas filas imensas, nós já indo embora.<br />Hoje, respeitamos o nosso calendário com ainda mais ousadia e liberdade. Tem quem cuide das crianças? Está tranquilo no trabalho?<br />Isto é suficiente.</p>
<div style="clear: both; text-align: center;"><a href="http://leticiacarneiro.com/wp-content/uploads/2014/06/b101769ac856bf1b2dacaf40975378ae.jpg" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"><img fetchpriority="high" decoding="async" border="0" src="http://leticiacarneiro.com/wp-content/uploads/2014/06/b101769ac856bf1b2dacaf40975378ae.jpg" height="320" width="217" /></a></div>
<p>Na vida, nos atamos aos dias impostos, à agenda alheia. &nbsp;Será que &nbsp;meu coração está com vontade hoje? Ou será que acordei meio azeda, ou tem reunião importante na agenda do marido?<br />Desrespeitamos nosso ritmo interior para seguir o calendário da maioria.</p>
<p>Proponho uma singela revolução. Cada um dono de seus dias, recolhendo-se ou comemorando de acordo com o que sente o coração e o que pede o bom senso.</p>
<p>Emergir desta correnteza de iguais, escolhendo com carinho o momento mais propício para o presente, o beijo, o jantar.</p>
<p>Fomos juntos, Lucrécio e eu, desfrutar um do outro numa descompromissada quarta-feira, 11/6. &nbsp;Não havia lista de espera &nbsp;e pudemos caminhar tranquilamente pela rua, sem esbarrar no corre-corre de milhares de casais estressados com a luta para encontrar um espaço decente de celebrar o estar junto.</p>
<p>Convite simples, este que eu faço: que o relógio e a folhinha conectem-se com o seu coração, adequando os programas às pessoas e não o contrário.</p>
<p>Um novo ano juntos, brindando com bom humor o drible cotidiano. Inventando um espaço único para nós, fora do tempo imposto. Um tempo sem hora e sem pressa, onde cabe nós dois.</p>
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		<title>Um conto do mar</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Leticia Carneiro]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 26 May 2014 16:15:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[amor]]></category>
		<category><![CDATA[propósito]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Numa noite sem estrelas, um jovem casal pediu ao oceano: &#8211; Queríamos muito uma filha para nos alegrar. O mar comoveu-se e, &#160;no dia seguinte, uma flor chegou às margens da água. Dentro de si trazia uma menina com olhos muito grandes e uma alma cheia de peixes. O homem e sua esposa ficaram muito [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div>Numa noite sem estrelas, um jovem casal pediu ao oceano: </div>
<div>&#8211; Queríamos muito uma filha para nos alegrar.</div>
<div>O mar comoveu-se e, &nbsp;no dia seguinte, uma flor chegou às margens da água. Dentro de si trazia uma menina com olhos muito grandes e uma alma cheia de peixes.</div>
<div>O homem e sua esposa ficaram muito felizes e decidiram chamar-lhe Alegria.</div>
<div style="clear: both; text-align: center;"><a href="http://leticiacarneiro.com/wp-content/uploads/2014/05/c8cfe392d0f9243ca0f9b3eabd8e422b.jpg" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"><img decoding="async" border="0" src="http://leticiacarneiro.com/wp-content/uploads/2014/05/c8cfe392d0f9243ca0f9b3eabd8e422b.jpg" height="320" width="228" /></a></div>
<div></div>
<div>Alegria era uma criança diferente, conversava com as ondas e vivia no mundo dos sonhos.&nbsp; Mas gostava do mundo terreno e com tudo se encantava.</div>
<div>Curiosa, via&nbsp; em tudo uma novidade. E a cada maravilha, inventava uma história. </div>
<div>Suas palavras alegravam a todos e assim se passavam os dias.</div>
<div>Por ter nascido de uma flor do oceano, Alegria não entendia muito bem sobre a vida e a morte dos homens. &nbsp;Mas olhava tudo com seus olhos grandes e seguia criando histórias.</div>
<div>Alegria tinha uma avó muito sábia, que conhecia bem as dores do mundo. Pressentindo &nbsp;que a alma de Alegria era mais flor do que espinho, decidiu&nbsp; lhe dar um presente.</div>
<div>Chamou a neta um dia e lhe disse: Alegria, tome aqui esta caixinha mágica. Ela guarda o seu tesouro.&nbsp; Sempre que estiver perdida, abra-o e espie dentro, isso vai te ajudar a seguir o caminho.</div>
<div>Alegria não sabia, mas o amor de seus pais estava doente e logo iria morrer. &nbsp;Ela abriu o tesouro pela primeira vez e viu que ele estava cheio água do mar.&nbsp; Escreveu muitas histórias de sonho e tristeza e viu, surpresa, que elas viravam peixe e nadavam dentro da caixa.</div>
<div>Assim por muitos anos Alegria criou novos peixes e seguia no seu caminho. &nbsp;</div>
<div>Em suas andanças, conheceu seu verdadeiro amor, um homem com &nbsp;coração bom, sabedor de muitas canções. Alegria era muito feliz.</div>
<div>Um dia, entendeu que precisava trabalhar, pois sabia que no mundo dos homens todo mundo trabalha.</div>
<div>Encontrou um lugar onde sabia que havia muito fogo, algo que a intrigava.&nbsp; Mas o começo foi difícil, ela não sabia controlar as chamas e causou vários incêndios.</div>
<div>Fez uma grande viagem para um lugar muito frio e lá aprendeu a lidar com o fogo. Tudo parecia bem. Mas ela ficou inquieta por novidades e decidiu partir.</div>
<div>Encontrou outro lugar, onde se cultivavam flores de muitos tipos.&nbsp; Pensou: Pode ser uma boa ideia.</div>
<div>Só que teimava em cuidar das flores com o fogo e elas murchavam. Os outros jardineiros estranhavam seu jeito, mas nada diziam. Zangada, culpou todos e sentia-se muito infeliz. &nbsp;Havia mesmo esquecido do seu lado flor.</div>
<div>Finalmente, Alegria teve um filho e abrandou seu coração. Pela primeira vez, redescobriu a delicadeza e, aos poucos, entendeu-se com os outros jardineiros.</div>
<div>Aprendeu a cultivar lindas rosas vermelhas, com o pouquinho de fogo necessário e muito cuidado e amor.</div>
<div>Um dia, encontrou um bebê dentro uma das rosas. Era uma menina de terra, com olhos de fogo. Agora tinha dois filhos.</div>
<div>Mas sua menina-flor acendeu uma saudade grande do oceano.&nbsp; E esta saudade ficou tão grande que Alegria chorava e chorava. As lágrimas salgadas lhe recordaram dos tempos em que conversava com as ondas. Sentiu que tinha que partir.&nbsp; Tinha as mãos chamuscadas do fogo e os joelhos feridos com espinhos das rosas, mas seu coração-oceano pulsava bem alto e ela se encheu de coragem.</div>
<div>Caminhou com seu amor e seus filhos de volta para perto do mar. E lá, arrumando suas coisas, encontrou a caixa de sua avó.&nbsp; Abriu sua caixa e sentiu uma vontade grande de contar novas histórias. </div>
<div>Voltou a percorrer o mundo com seus olhos grandes e viu novas maravilhas do céu, do mar e da terra. Conheceu muitos sábios, percorreu montanhas e pela primeira vez, olhou também para dentro e descobriu que era fogo, oceano e flor.</div>
<div>Suas histórias-peixe jorravam em profusão.&nbsp; Muitas pessoas passaram a procurá-la para ouvi-las e assim alegrar seus corações cansados.</div>
<div>Então, aconteceu um milagre. Alegria percebeu que seus peixes conversavam com os peixes dos outros. E que suas palavras ajudavam os outros a encontrar seus próprios tesouros.</div>
<p></p>
<div>E assim, começou um novo caminho, agora bem seu, de acordar com palavras os tesouros adormecidos dentro do coração dos homens.</div>
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		<title>Uma luz novinha</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Leticia Carneiro]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 17 Aug 2013 13:50:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[amor]]></category>
		<category><![CDATA[família]]></category>
		<category><![CDATA[Gisela]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Gisela por Leticia Nasceu Gisela.Com ela, muitas novidades.Novas esperanças.Novos laços.Novos aprendizados. Nasceu Gisela.O sol está mais brilhante.O dia está mais bonito.Os homens são mais amigos.E todas as mães redescobrem a magia de fazer vida. Nasceu Gisela.Promessas por descobrir.Talentos a florescer.Aprender a caminhar.Juntos com Gisela, aprenderemos. Nasceu Gisela.Meu coração festeja o milagre de estar viva.Minhas pernas [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<table align="center" cellpadding="0" cellspacing="0" style="margin-left: auto; margin-right: auto; text-align: center;">
<tbody>
<tr>
<td style="text-align: center;"><a href="http://leticiacarneiro.com/wp-content/uploads/2013/08/100_0401-1.jpg" style="margin-left: auto; margin-right: auto;"><img decoding="async" border="0" height="212" src="http://leticiacarneiro.com/wp-content/uploads/2013/08/100_0401.jpg" width="320" /></a></td>
</tr>
<tr>
<td style="text-align: center;">Gisela por Leticia</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>Nasceu Gisela.<br />Com ela, muitas novidades.<br />Novas esperanças.<br />Novos laços.<br />Novos aprendizados.</p>
<p>Nasceu Gisela.<br />O sol está mais brilhante.<br />O dia está mais bonito.<br />Os homens são mais amigos.<br />E todas as mães redescobrem a magia de fazer vida.</p>
<p>Nasceu Gisela.<br />Promessas por descobrir.<br />Talentos a florescer.<br />Aprender a caminhar.<br />Juntos com Gisela, aprenderemos.</p>
<p>Nasceu Gisela.<br />Meu coração festeja o milagre de estar viva.<br />Minhas pernas querem ir mais longe, para ver Gisela crescer.<br />Minha cabeça faz poemas instantâneos 24h por dia.<br />Que a vida vira poema com Gisela.</p>
<p>Esperança, beleza, amor, comunhão entre irmãos.</p>
<p>Nasceu Gisela e renascemos todos nós.</p>
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		<title>A luta mais vã</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Leticia Carneiro]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 16 Jun 2013 14:31:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[amor]]></category>
		<category><![CDATA[aprendizado]]></category>
		<category><![CDATA[autoconhecimento]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>&#8220;Deus, concedei-me, A serenidade para aceitar as coisas que eu não posso modificar;Coragem para modificar as coisas que posso, eSabedoria para saber a diferença.&#8221;Oração da Serenidade A luta mais vã de todas. Mudar o outro. Não importa. Mesmo quando enxergamos com clareza o ponto cego de alguém. É inútil. Entre outra pessoa e seu abismo, [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><i>&#8220;Deus, concedei-me,</i></p>
<div><i>A serenidade para aceitar as coisas que eu não posso modificar;<br />Coragem para modificar as coisas que posso, e<br />Sabedoria para saber a diferença.&#8221;</i><br />Oração da Serenidade</p>
<div style="clear: both; text-align: center;"><a href="http://leticiacarneiro.com/wp-content/uploads/2013/06/7ef08031aabd9dcf77e51b3a56fe4752-1.jpg" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"><img loading="lazy" decoding="async" border="0" height="320" src="http://leticiacarneiro.com/wp-content/uploads/2013/06/7ef08031aabd9dcf77e51b3a56fe4752.jpg" width="223" /></a></div>
<div></div>
<div>A luta mais vã de todas. Mudar o outro.</div>
<div>Não importa. Mesmo quando enxergamos com clareza o ponto cego de alguém. É inútil.</div>
<div>Entre outra pessoa e seu abismo, somos nada.</div>
<div>Difícil aceitar.</div>
<div>Ainda mais quando humildade não é nosso forte, nesta luta encarniçada contra a vã ilusão de onipotência.</div>
<div>Nada podemos contra a vontade do outro. Ou a falta de vontade.</div>
<div>Nada podemos.</div>
<div>Repito, como um mantra, estas palavras. Tentativa rouca de entender porquês.</div>
<div>Aceitar porquês.</div>
<div>Serenidade. Algo tão longínquo e necessário.&nbsp;</div>
<div>Saber a diferença. A todo o tempo. Saber a diferença.</div>
<div>Do meu e do outro, tão misturados &nbsp;nesta barriga cheia de peixes.</div>
<div>Choro bem triste este luto pelo sonho murcho que não é meu. Impotente.</div>
<div>Nada posso fazer para curá-lo. Nada posso fazer.</div>
<div>Só esperar pelo melhor, confiar em forças maiores. E derramar lágrimas de compaixão por mim e pelo outro que não posso salvar.</div>
<div>Coragem para modificar as coisas que posso me sobra.</div>
<div>O que falta é a serenidade para aceitar o que não posso modificar.</div>
</div>
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		<item>
		<title>Amor-reconstrução</title>
		<link>https://www.vivermaissimples.com/amor-reconstrucao/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Leticia Carneiro]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 12 Jun 2013 14:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[amor]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>&#8220;Não discuto com o destinoo que pintareu assino&#8221; Paulo Leminski Houve um dia em que se sonhava com um amor assim de faz-de-conta. Um amor de casa-filhos-vida pacata ou um amor paixão-aventura-estrada. Não importa. O tempo ensinou que o amor é mais contentamento com o possível do que estonteante felicidade. O amor é indescrítivel. Muda [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>&#8220;Não discuto com o destino<br />o que pintar<br />eu assino&#8221;</p>
<div>Paulo Leminski</div>
<div style="clear: both; text-align: center;"><a href="http://leticiacarneiro.com/wp-content/uploads/2013/06/c0cde96056ed55edcabda119f3f99f6f-1.jpg" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"><img loading="lazy" decoding="async" border="0" height="320" src="http://leticiacarneiro.com/wp-content/uploads/2013/06/c0cde96056ed55edcabda119f3f99f6f.jpg" width="213" /></a></div>
<div></div>
<div>Houve um dia em que se sonhava com um amor assim de faz-de-conta.</div>
<div>Um amor de casa-filhos-vida pacata ou um amor paixão-aventura-estrada.</div>
<div>Não importa.</div>
<div>O tempo ensinou que o amor é mais contentamento com o possível do que estonteante felicidade.</div>
<div>O amor é indescrítivel. Muda de forma e de cor a todo minuto. Água-viva-camaleão.</div>
<div>O amor é algo assim, interessante e fugidio. Se não o cultivamos teimosamente, vira poço seco, deserto sem coração.</div>
<div>Amar é coisa para aprender uma vida toda e torcer para a vida amar a gente de volta.</div>
<div>E se não amar, dar risada e seguir assim mesmo.</div>
<div>Amor é coisa engraçada que nos faz chorar muito.</div>
<div>Amor é &nbsp;para todos. E para poucos.</div>
<div>Amor. O que foi deslumbramento, hoje é mistério.</div>
<div>O que foi fantasia, hoje é caminho.</div>
<div>Amor é resiliência, construção, paciência.</div>
<div>Atravessa todas as temperaturas: morno, incandescente, cálido, fresco.</div>
<div>Amor. Um enigma enorme, velho conhecido.</div>
<div>Novo e antigo. Acompanhamos resfolegando os volteios do amor. Ou ele, aos tropeços, nos acompanha?</div>
<div>Não sei. Saberei um dia?</div>
<div>Enquanto isso, celebremos cada passo da valsa estranha e tão linda de amar.</div>
<div></div>
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		<title>Quando o sangue ferve&#8230;</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Leticia Carneiro]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 05 Jun 2013 14:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[amor]]></category>
		<category><![CDATA[amor próprio]]></category>
		<category><![CDATA[autoconhecimento]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Quando meu sangue ferve, meu amor se encolhe, com &#160;muito medo.Tenho ímpetos de vomitar palavras-lava, de incinerar o recém-inimigo.Minha violência mais selvagem parindo palavras ferinas que, com muito custo, calo.Meus olhos viram flecha. Minhas mão se crispam, como empunhassem espada.Fico três vezes maior. Dez vezes maior. Ou &#160;poderia ficar. De uns tempos para cá, algo [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Quando meu sangue ferve, meu amor se encolhe, com &nbsp;muito medo.<br />Tenho ímpetos de vomitar palavras-lava, de incinerar o recém-inimigo.<br />Minha violência mais selvagem parindo palavras ferinas que, com muito custo, calo.<br />Meus olhos viram flecha. Minhas mão se crispam, como empunhassem espada.<br />Fico três vezes maior. Dez vezes maior.</p>
<div style="clear: both; text-align: center;"><a href="http://leticiacarneiro.com/wp-content/uploads/2013/06/a5e409d367ac6d6c7b79f7c2a4e95d53-1.jpg" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"><img loading="lazy" decoding="async" border="0" height="320" src="http://leticiacarneiro.com/wp-content/uploads/2013/06/a5e409d367ac6d6c7b79f7c2a4e95d53.jpg" width="213" /></a></div>
<p>Ou &nbsp;poderia ficar. De uns tempos para cá, algo mudou.<br />Minha ira já não irrompe do mesmo jeito. O corpo apara o primeiro golpe e fico mastigando o veneno que antes jogava sem muito freio por aí.<br />É duro, o peito fica ralado. &nbsp;Mas é mais fácil administrar os danos.<br />Engulo palavras-cacto, para que o tempo, o sono e o bom-senso os transformem em algo mais útil.<br />É cinza e fel, como tantas outras coisas do caminho, mas é <b>minha </b>cinza e <b>meu </b>fel. &nbsp;Preciso lidar com eles, entendê-los, transmutá-los.<br />Para que meu amor novamente seja maior que o ódio. Para que &nbsp;minha coragem seja a favor da transformação, não de machucar o outro.<br />Rumino ressentimentos e raivas buscando transformá-los em ouro.<br />Aguardo, pacientemente, que o ar velho dos peixes podres seja depurado.<br />Amanhã é dia de um outro dia, mais calmo.</p>
<p></p>
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		<title>Amar é uma habilidade</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Leticia Carneiro]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 21 Apr 2013 13:18:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[amor]]></category>
		<category><![CDATA[amor próprio]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Ser feliz dá trabalho.E entre tantas lutas da vida, nada requer mais esforço do que &#160;o amor.Descobri recentemente: amar é uma habilidade.Foi uma revelação.Pensava que o amor era um sentimento que brotava assim meio sem querer e que tínhamos que cultivar. Mas não havia me ocorrido que amar é uma habilidade.Destas em que ficamos craques [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Ser feliz dá trabalho.<br />E entre tantas lutas da vida, nada requer mais esforço do que &nbsp;o amor.<br />Descobri recentemente: <b>amar é uma habilidade</b>.<br />Foi uma revelação.<br />Pensava que o amor era um sentimento que brotava assim meio sem querer e que tínhamos que cultivar. Mas não havia me ocorrido que amar é uma habilidade.<br />Destas em que ficamos craques depois de 10.000 horas de prática, como diz<a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Outliers_(book)"> Malcolm Gladwell</a>. Ou em que seremos aluno repetente, se não fizermos os deveres de casa.<br />Amar também é destas coisas que não dependem só da gente. É o tal do amor correspondido.<br />Podemos amar alguém até nosso coração ficar rouco. &nbsp;Mas não podemos forçar a recíproca.</p>
<p>Amar é uma &nbsp;habilidade.<br />Não podemos fazer com o outro nos ame.</p>
<div style="clear: both; text-align: center;"><a href="http://leticiacarneiro.com/wp-content/uploads/2013/04/af3540358db9ef570531aac5d13a2266-1.jpg" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"><img loading="lazy" decoding="async" border="0" height="320" src="http://leticiacarneiro.com/wp-content/uploads/2013/04/af3540358db9ef570531aac5d13a2266.jpg" width="222" /></a></div>
<p>Assim, acordei esta manhã meditando sobre como o verdadeiro amor é uma dádiva rara.</p>
<p>Algo que nos requer atenção e esforço constantes. &nbsp;Mas não depende só de nós.<br />E esta magia e mistério de ter alguém querendo o mesmo, me despertou gratidão.</p>
<p>São dois remadores, remando um ao encontro do outro, em meio á corrente voraz da vida: &nbsp;mal-entendidos, mágoas, cansaços, distrações.</p>
<p>Basta um remador se cansar e se perderão no torvelinho da vida que segue.</p>
<p>Não falo só do amor romântico, de casal.<br />Falo de amor entre irmãos, entre mãe e filhos, entre amigos.<br />O amor que se reconcilia.<br />O amor que se reconstrói, tijolo a tijolo.<br />O &nbsp;amor pelo outro de quem acabo de conhecer a história.</p>
<p>Mas também assaltou o meu peito a dura realidade: &nbsp;De que não importa o tamanho do meu amor ou as boas intenções. Se o outro não quiser ou não puder me amar. &nbsp;Nada feito.<br />E percebi que há amores que cultivei teimosamente, remando mais forte e mais rápido para alcançar um outro que não estava ao meu alcance.<br />E quando cansei de remar&#8230;.<br />O amor se desfez, como uma flor negligenciada em meio ás ervas daninhas.</p>
<p>Entre esta realidade inexorável de que o amor é uma dádiva, mas que também se perde com relativamente facilidade, <i>fica um espaço</i>.</p>
<p>E senti fundo em mim que só uma coisa preenche este vazio do medo de não ser amado. Do medo de amar á &nbsp;toa&#8230;</p>
<p>E esta coisa é o amor maior, o amor por nós mesmos. Conhecer nossas piores sombras e ainda assim não desistirmos de nós.<br />Para sobrevivermos a tanto amor e desamor.<br />Portanto, meus amigos, vistamos nossa <a href="http://www.vivermaissimples.com/2012/06/manual-basico-de-sobrevivencia.html">máscara de oxigênio</a>&nbsp;e tomemos os remos. Há muito o que amar.</p>
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		<title>Todos os outros dias</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Leticia Carneiro]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 12 Jun 2012 18:52:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[amor]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Dia dos namorados.Milhares de casais se encontrarão numa fila qualquer.Eu? Farei um jantar em casa, torcendo para os filhos não acordarem&#8230;Celebro secretamente (?) estar novamente enamorada. Dia dos namorados é o dia mais fácil &#160;para se amar ao outro. A mídia, os chocolates e os vendedores estão a nosso favor.Difícil são os outros dias.Esta é [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Dia dos namorados.<br />Milhares de casais se encontrarão numa fila qualquer.<br />Eu? Farei um jantar em casa, torcendo para os filhos não acordarem&#8230;<br />Celebro secretamente (?) estar novamente enamorada.</p>
<div style="clear: both; text-align: center;"><a href="http://leticiacarneiro.com/wp-content/uploads/2012/06/123004633542045046_ltURXqLH_f-1.jpg" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"><img loading="lazy" decoding="async" border="0" height="320" src="http://leticiacarneiro.com/wp-content/uploads/2012/06/123004633542045046_ltURXqLH_f.jpg" width="312" /></a></div>
<p>Dia dos namorados é o dia mais fácil &nbsp;para se amar ao outro. A mídia, os chocolates e os vendedores estão a nosso favor.<br />Difícil são os outros dias.<br />Esta é a grande vitória que comemoro hoje.<br />Poder amar mais e de novo, apesar de quase sete mil dias onde este não era o assunto principal.</p>
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		<title>Amor, Meu Grande Amor</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Leticia Carneiro]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 22 May 2012 21:40:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[amor]]></category>
		<category><![CDATA[Maternidade]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Hoje meu filho mais velho faz sete anos.Lembro-me, emocionada, de&#160;meu aniversário como mãe.Invoco este amor profundo, doído, que me deixa vulnerável como se suspensa sobre o abismo.O afundar-me maravilhoso em amor sem medida, incondicional, &#160;amor que mal cabe no peito da gente, mas cabe. Lucrécio Brasil Sentir este amor, viver este amor&#8230; Evoca em mim [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Hoje meu filho mais velho faz sete anos.<br />Lembro-me, emocionada, de&nbsp;<a href="http://www.vivermaissimples.com/2011/05/meus-seis-anos.html">meu aniversário como mãe</a>.<br />Invoco este amor profundo, doído, que<a href="http://www.ted.com/talks/lang/pt/brene_brown_on_vulnerability.html"> me deixa vulnerável como se suspensa sobre o abismo</a>.<br />O afundar-me maravilhoso em amor sem medida, incondicional, &nbsp;amor que mal cabe no peito da gente, mas cabe.</p>
<table align="center" cellpadding="0" cellspacing="0" style="margin-left: auto; margin-right: auto; text-align: center;">
<tbody>
<tr>
<td style="text-align: center;"><a href="http://leticiacarneiro.com/wp-content/uploads/2012/05/9d0b686ca2ca11e192e91231381b3d7a_7-1.jpg" style="margin-left: auto; margin-right: auto;"><img loading="lazy" decoding="async" border="0" height="320" src="http://leticiacarneiro.com/wp-content/uploads/2012/05/9d0b686ca2ca11e192e91231381b3d7a_7.jpg" width="320" /></a></td>
</tr>
<tr>
<td style="text-align: center;">Lucrécio Brasil</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>Sentir este amor, viver este amor&#8230; Evoca em mim outros muitos amores que trago em mim.</p>
<div></div>
<div>Amor redescoberto. Amor escondido em nosso dentro, reflorescendo após tempestade, pacto antigo reinventado.</div>
<div>Amores adormecidos em silente espera. Por um melhor momento, nutridos na esperança de fazer sentido novamente, de proximidade, de entendimento.</div>
<div><a href="http://www.vivermaissimples.com/2012/05/um-conto-de-fadas-diferente.html">Amores de gratidão</a> cultivada por anos de convívio e construção.</div>
<div>Amor por nós, pela imperfeição temida, pelo possível de cada um.</div>
<div>Amor pela estrada, pela caminhada. Pela <a href="http://www.vivermaissimples.com/2010/12/mais-coragem.html">coragem </a>e pelo <a href="http://www.vivermaissimples.com/2010/07/medo-eu.html">medo</a>. Por nós, nus, no vento.</div>
<div></div>
<div>Cada amor tem seu &nbsp;tempo, seu expressar no mundo. &nbsp;Alguns mais possíveis, outros difíceis e doloridos.&nbsp;</div>
<div>Amor que dá sentido à jornada, que dá sabor ao caminho.</div>
<div></div>
<div>Amor é simples. Amor é o que move neste mar revolto.</div>
<div></div>
<div>
<blockquote dir="ltr" style="background-color: white; margin-right: 0px;">
<blockquote dir="ltr" style="margin-right: 0px;">
<div align="left"><span style="color: #555555; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 14px; line-height: 21px; text-align: -webkit-auto;">&#8220;Além do amor, não há nada,</span><br style="color: #555555; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 14px; line-height: 21px; text-align: -webkit-auto;" /><span style="color: #555555; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 14px; line-height: 21px; text-align: -webkit-auto;">amar é o sumo da vida&#8221;</span></div>
</blockquote>
</blockquote>
<div style="text-align: center;">Carlos Drummond de Andrade&nbsp;</div>
</div>
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