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	<title>Arquivos atitude - Viver Mais Simples</title>
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	<description>Viver Mais Simples</description>
	<lastBuildDate>Sat, 22 Jun 2013 14:40:00 +0000</lastBuildDate>
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		<title>Em movimento</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Leticia Carneiro]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 22 Jun 2013 14:40:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[atitude]]></category>
		<category><![CDATA[colaboração]]></category>
		<category><![CDATA[escolha]]></category>
		<category><![CDATA[liberdade]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Algo despertou em mim, que não quer calar.Um olhar mais atento, uma vontade de falar, de compartilhar, de estar entre irmãos.Um desejo de lutar pelo que é certo e contra o que é errado.De ouvir pontos de vista diferentes e escolher o que ressoa com meu coração. Imagem: Lucrécio Brasil Alguma coisa acontece, que acordou [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Algo despertou em mim, que não quer calar.<br />Um olhar mais atento, uma vontade de falar, de compartilhar, de estar entre irmãos.<br />Um desejo de lutar pelo que é certo e contra o que é errado.<br />De ouvir pontos de vista diferentes e escolher o que ressoa com meu coração.</p>
<table align="center" cellpadding="0" cellspacing="0" style="margin-left: auto; margin-right: auto; text-align: center;">
<tbody>
<tr>
<td style="text-align: center;"><a href="http://leticiacarneiro.com/wp-content/uploads/2013/06/1004018_10201285332396758_1151619448_n-1.jpg" style="margin-left: auto; margin-right: auto;"><img fetchpriority="high" decoding="async" border="0" height="192" src="http://leticiacarneiro.com/wp-content/uploads/2013/06/1004018_10201285332396758_1151619448_n.jpg" width="320" /></a></td>
</tr>
<tr>
<td style="text-align: center;">Imagem: Lucrécio Brasil</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>Alguma coisa acontece, que acordou os meus vizinhos. Os meus amigos.<br />Vozes cansadas de tanto silêncio. Olhos recusando-se a distrair-se com a última novela ou lançamento de carro.<br />O ar está denso. &nbsp;Repleto de esperanças, revoltas, sonhos e um pouco de medo.<br />O gigante acordou, dizem uns. &nbsp;Nós acordamos, sinto eu.<br />Como uma criança curiosa, reencontro o chamado por mais justiça e transformação coletiva pulsando em mim.<br />Minha vizinhança alargou-se, foi do Oiapoque ao Chuí.<br />Minha antenas estão conectadas, meu pulso, acelerado.<br />É um novo tempo, um novo país, um novo mundo.<br />Assim espero.</p>
<div style="clear: both; text-align: center;"></div>
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		<title>Dentro da noite escura</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Leticia Carneiro]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 20 Jun 2013 00:57:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[atitude]]></category>
		<category><![CDATA[autoconhecimento]]></category>
		<category><![CDATA[desafio]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Às vezes, acontece.Por mais gratidão, contentamento e coragem, nosso coração fica um pouco murcho.Uma notícia triste, uma noite mal-dormida. Uma pequena decepção.Nada grandioso. Talvez a sucessão de intempéries normais da vida tenha deixado o balde muito cheio. Só faltava esta gota.Pode um entreato entre dois dias maravilhosos, ensolarados, cheios de graça.Ainda assim, ela vem. A [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Às vezes, acontece.<br />Por mais gratidão, contentamento e coragem, nosso coração fica um pouco murcho.<br />Uma notícia triste, uma noite mal-dormida. Uma pequena decepção.<br />Nada grandioso. Talvez a sucessão de intempéries normais da vida tenha deixado o balde muito cheio. Só faltava esta gota.<br />Pode um entreato entre dois dias maravilhosos, ensolarados, cheios de graça.<br />Ainda assim, ela vem. A noite escura.</p>
<div style="clear: both; text-align: center;"><a href="http://leticiacarneiro.com/wp-content/uploads/2013/06/9616d9e62a6ef5d4ff258333591821f6-1.jpg" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"><img decoding="async" border="0" height="320" src="http://leticiacarneiro.com/wp-content/uploads/2013/06/9616d9e62a6ef5d4ff258333591821f6.jpg" width="212" /></a></div>
<p>Cada um sente de um jeito. Um nó na garganta. O peito sentido. &nbsp;Uma vontade de brigar por nada. &nbsp;Um sono sem fim.<br />Há muitos sintomas.<br />Para a noite escura, é preciso buscar antídoto. Não basta a certeza de que o sol vai raiar daqui a pouco. É preciso invocá-lo.<br />Chamo com todas as forças: Fiat Lux!<br />Faça-se a luz de minh&#8217;alma, que eu gosto do sol, dos pés na terra e do gosto de mar.<br />Evoco das entranhas todas as forças ancestrais para rasgar a negritude e deixar entrar o calor necessário.<br />Não desistamos da aurora do espírito.<br />Dentro da mais sombria noite, habita um coração solar. &nbsp;Ouço ele pulsando, quietamente, bombeando resiliência para cada canto de mim.<br />Aguardo, entre esperança e teimosia, que cada gota negra de pessimismo ou desalento se esvaia.<br />Ainda é noite, mas já vislumbro um amanhecer. Espero, com fé.</p>
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		<title>Mudando a direção da vela</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Leticia Carneiro]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 19 Apr 2012 11:11:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[aprendizado]]></category>
		<category><![CDATA[atitude]]></category>
		<category><![CDATA[autoconhecimento]]></category>
		<category><![CDATA[caminho próprio]]></category>
		<category><![CDATA[coragem]]></category>
		<category><![CDATA[crise]]></category>
		<category><![CDATA[equilíbrio]]></category>
		<category><![CDATA[escolha]]></category>
		<category><![CDATA[filhos]]></category>
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		<category><![CDATA[mudança]]></category>
		<category><![CDATA[planejamento]]></category>
		<category><![CDATA[trabalho]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Há coisas maiores do que nós. Muitas.Por exemplo, não podemos mudar o vento.Se é tempo de vendaval, não adianta lutar sozinho no meio do furacão.Se é tempo de brisa fraca, não é hora de velejar. Bom, para mim, é tempo de vendaval. Sennen Cove Criar um novo negócio enquanto educamos duas crianças pequenas, não é [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Há coisas maiores do que nós. Muitas.<br />Por exemplo, não podemos mudar o vento.<br />Se é tempo de vendaval, não adianta lutar sozinho no meio do furacão.<br />Se é tempo de brisa fraca, não é hora de velejar.</p>
<p>Bom, para mim, é tempo de vendaval.</p>
<div style="clear: both; text-align: center;"></div>
<table align="center" cellpadding="0" cellspacing="0" style="margin-left: auto; margin-right: auto; text-align: center;">
<tbody>
<tr>
<td style="text-align: center;"><a href="http://leticiacarneiro.com/wp-content/uploads/2012/04/277041814547549718_ZCmhyZ6T_f-1.jpg" style="margin-left: auto; margin-right: auto;"><img decoding="async" border="0" height="236" src="http://leticiacarneiro.com/wp-content/uploads/2012/04/277041814547549718_ZCmhyZ6T_f.jpg" width="320" /></a></td>
</tr>
<tr>
<td style="text-align: center;"><span style="background-color: white; color: #211922; font-family: 'helvetica neue', arial, sans-serif; line-height: 17px; text-align: -webkit-auto;">Sennen Cove</span></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>Criar um novo negócio enquanto educamos duas crianças pequenas, não é exatamente uma experiência despreocupada.<br />É preciso persistência e amor no plantio, nos dois casos.</p>
<p>Eu vinha equilibrando os pratinhos precariamente, esperando uma prometida ajuda doméstica para o final deste mês.<br />Revezamento quatro por quatro com o marido, sem respiro para os dois, sem dormir bem à noite.</p>
<p>O resultado: um declínio considerável na minha capacidade de escrever para este blog, para o<b> <a href="http://www.nutshellestrategia.com.br/">novo site</a></b> da Nutshell, para minha candidatura à contribuinte regular da revista <b><a href="http://www.facebook.com/obvious.pt">obvious</a></b>.</p>
<p>Ao mesmo tempo, minha impaciência e mau humor<b> <a href="http://draft.blogger.com/goog_503143986">começaram a fazer seus estragos</a></b><a href="http://./">.</a> Um verdadeiro inferno astral, bem antes da hora&#8230;</p>
<p>Foi quando recebi o golpe final. O tal auxílio doméstico não tem mais previsão de aparecer na minha vida.<br />Doeu forte na boca do estômago. Mas <b><a href="http://www.vivermaissimples.com/2012/01/escolha-sua-crise.html">crises </a></b>são bem-vindas, elas trazem a oportunidade de solução.</p>
<p>E a solução foi navegar a favor do vento.</p>
<p></p>
<ul>
<li>Uma nova agenda/escala de horários de trabalho meu e do marido. &nbsp;</li>
<li>Uma proposta para a diarista dormir uma vez por semana, na esperança de um cinema relaxante periódico (cruzem os dedos, ela ainda não aceitou).</li>
<li>Colocar a caçula em horário integral na escola.</li>
<li>Natação três vezes por semana~para o filho mais velho, no mesmo horário e piscina de minha hidroginástica.</li>
<li>Experimentos com os horários, como cuidar das rotinas da casa à noite, quando já estou cansada e é mais produtivo fazer o que vai no automático.&nbsp;</li>
<li>Horários alternativos para organização de ideias e reuniões.</li>
</ul>
<p>Já estou colhendo frutos da boa escolha em aceitar as intempéries da jornada. &nbsp;Meu barco já se aprumou, o humor melhorou e já estou dormindo melhor.<br />O trabalho já sai mais fácil e parei de perder energia em revoltar-me com a vida e com os outros. <br />Foco no plantio, compaixão por mim e pelos demais navegadores.</p>
<p>Não posso mudar o vento. Mas posso controlar a vela.</p>
<p></p>
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		<title>O que te põe de pé novamente?</title>
		<link>https://www.vivermaissimples.com/o-que-te-poe-de-pe-novamente/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Leticia Carneiro]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 15 Mar 2012 15:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[antídotos]]></category>
		<category><![CDATA[aprendizado]]></category>
		<category><![CDATA[atitude]]></category>
		<category><![CDATA[autoconhecimento]]></category>
		<category><![CDATA[colaboração]]></category>
		<category><![CDATA[coragem]]></category>
		<category><![CDATA[crise]]></category>
		<category><![CDATA[escolha]]></category>
		<category><![CDATA[Fé]]></category>
		<category><![CDATA[mudança]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>É inevitável. Uma hora tropeçamos. E caímos.Seja nos velhos erros de sempre, nosso ponto fraco.Seja quando nos derrubam.Seja quando Deus ou o Acaso querem nos ensinar algo de forma mais contundente. Tropeço inesperado e certeiro.Pode ser no trabalho, na vida pessoal.Pode ser uma doença, uma decepção com alguém. Pode ser um golpe baixo ou &#160;apenas [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;">É inevitável. Uma hora tropeçamos. E caímos.</span><br /><span style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;">Seja nos velhos erros de sempre, nosso ponto fraco.</span><br /><span style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;">Seja quando nos derrubam.</span><br /><span style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;">Seja quando Deus ou o Acaso querem nos ensinar algo de forma mais contundente. Tropeço inesperado e certeiro.</span><br /><span style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;">Pode ser no trabalho, na vida pessoal.</span><br /><span style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;">Pode ser uma doença, uma decepção com alguém. </span><br /><span style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;">Pode ser um golpe baixo ou &nbsp;apenas duro.</span><br /><span style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;">Não importa, estamos no chão. Fiquemos nele o suficiente para aprender.</span><br /><span style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;">E levantemos.</span><br /><span style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;">Mas como?</span></p>
<table align="center" cellpadding="0" cellspacing="0" style="margin-left: auto; margin-right: auto; text-align: center;">
<tbody>
<tr>
<td style="text-align: center;"><a href="http://leticiacarneiro.com/wp-content/uploads/2012/03/joaobobo-1.jpg" style="margin-left: auto; margin-right: auto;"><span style="color: black; font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"><img loading="lazy" decoding="async" border="0" height="320" src="http://leticiacarneiro.com/wp-content/uploads/2012/03/joaobobo.jpg" width="216" /></span></a></td>
</tr>
<tr>
<td style="text-align: center;"><span style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif; font-size: small;"><a href="http://ousardizer2011.blogspot.com/2011/12/joao-bobo-muito-sagaz.html">http://ousardizer2011.blogspot.com/2011/12/joao-bobo-muito-sagaz.html</a>&nbsp;</span></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p><span style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"><br /></span><br /><span style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"><b style="background-color: white; line-height: 21px;">Primeiro eu:</b><span style="background-color: white; line-height: 21px;">&nbsp;</span></span><br /><span style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"><br /></span><br /><b><span style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;">1) Respirar fundo</span></b><br /><span style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;">Antes de tudo. &nbsp;Respirar fundo.</span><br /><span style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;">Não, não vou ficar caído para sempre. Sim, vou me levantar.</span><br /><span style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;">Lógico, o corpo e a alma doídos do tombo. Respiro novamente.</span><br /><span style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;">Respirarei quantas vezes for necessário para acalmar-me. Para ganhar forças e energia para erguer-me.</span><br /><span style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;">Para perdoar quem me deu a rasteira.</span><br /><span style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"><br /></span><br /><b><span style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;">2) Aprender com a queda</span></b><br /><span style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;">Como eu vim parar aqui? Qual foi minha parte neste tombo?</span><br /><span style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;">Como é o gosto de estar no chão?</span><br /><span style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;">Já estamos caídos, melhor aprender. &nbsp;Tudo pode ser oportunidade, se buscarmos uma lição.</span><br /><span style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;">Não adianta ficar no chão se lamentando. As coisas tem um motivo, que motivo me trouxe até aqui?</span><br /><span style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;">No que me serve esta queda?</span><br /><span style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"><br /></span><br /><b><span style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;">3) Evocar todas suas forças</span></b><br /><span style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;">Cada um de nós tem seus super-poderes. Alguns dos meus: otimismo, fé no outro, resiliência, bom humor.</span><br /><span style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;">Persistência (o que não me mata, me fortalece, aprendi com Nietszche).</span><br /><span style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;">Que forças eu tenho? Como reunir estas forças? (respirar fundo ajuda aqui também&#8230;)</span><br /><b><span style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"><br /></span></b><br /><b><span style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;">4) Pedir ajuda</span></b><br /><span style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;">A forma mais fácil de se levantar do chão é com alguém &#8220;puxando&#8221; ou apoiando a gente.</span><br /><span style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;">O outro pode nos acolher, nos consolar, servir de eco para nossas reflexões. Pode nos ajudar a ver o propósito do que aconteceu.</span><br /><span style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;">Pode nos ouvir em silêncio ou oferecer uma mensagem de aprendizado.</span><br /><span style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;">Caminhar junto oferece muitas possibilidades. Vamos de <a href="http://www.vivermaissimples.com/2011/07/maos-dadas.html">mãos dadas</a>.</span><br /><span style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"><br /></span><br /><b><span style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;">5) Rir é o melhor remédio</span></b><br /><span style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;">Muitas vezes, começo a rir no meio de minhas lágrimas.&nbsp;</span><br /><span style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;">Seja pelo patético da situação ou pelo &nbsp;simples reconhecimento que não há nada a ser feito além de rir. De repente, uma piada a meu próprio respeito surge (eu e <a href="http://www.vivermaissimples.com/2012/03/menina-e-os-peixes.html">meus peixes</a>&#8230;). E eu rio.</span><br /><span style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;">É difícil, mas estranhamento reconfortante.</span><br /><span style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;">Não é muito óbvio, mas que tal comédia ao invés de drama?</span><br /><span style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"><br /></span><br /><b><span style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;">6) Honrar seu sofrimento</span></b><br /><span style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;">Acredito que é preciso reerguer-se, mas não a qualquer custo.</span><br /><span style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;">Cair machuca e é preciso respeitar esta dor.</span><br /><span style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;">Dar-se um tempo para processar, permitir-se um luto.</span><br /><span style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;">Desesperar-se por um segundo, chorar, gritar, ter raiva do mundo.&nbsp;</span><br /><span style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;">Mas por pouco tempo, que estes sentimentos não vão construir a retomada.</span><br /><span style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"><a href="http://www.vivermaissimples.com/2011/09/tempo-de-plantar.html">Há um tempo para tudo</a>.</span><br /><span style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"><br /></span><br /><b><span style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;">7) Dar tempo ao tempo</span></b><br /><span style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;">Uma amiga sofreu um grande revés. &nbsp;Depois de um atropelamento, viu sua vida e seu corpo fugirem do seu &nbsp;controle. </span><br /><span style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;">Mais de um ano depois, as coisas (e os ossos) estão mais no seu lugar. Ela teve a sorte de sobreviver, mas levará as cicatrizes por muito tempo.</span><br /><span style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;">Muitas vezes, em meio ao lento progresso, o corpo apitava resultando em nova cirurgia, um passo para trás. &nbsp;Um exercício heroico.</span><br /><span style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;">A soma dos dias trouxe mudanças. Pequenas, quando vistas no varejo. Enormes,<br />
 quando adicionadas dia após dia.</span><br /><span style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;">Esforço e fé, ao longo dos meses, recompensam o caminhante.</span><br /><span style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"><br /></span><br /><b style="background-color: white; line-height: 21px;"><span style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;">Agora você&#8230; O que te põe de pé novamente?</span></b><br /><span style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"><br style="background-color: white; line-height: 21px;" /></span><br /><span style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"><span style="background-color: white; line-height: 21px;">Este é um post da série:&nbsp;</span><b style="background-color: white; line-height: 21px;">&#8220;?&#8221;</b><span style="background-color: white; line-height: 21px;">. Mais detalhes sobre esta hist</span><span style="background-color: white; line-height: 21px;">ória,</span><a href="http://www.vivermaissimples.com/2012/01/nova-serie-perguntas-para-organizar-as.html" style="background-color: white; line-height: 21px; text-decoration: none;">AQUI&nbsp;</a><span style="background-color: white; line-height: 21px;">e&nbsp;</span><a href="http://www.vivermaissimples.com/2012/01/e-agora-o-que-eu-faco.html" style="background-color: white; line-height: 21px; text-decoration: none;">AQUI</a><span style="background-color: white; line-height: 21px;">.</span></span></p>
<p>O post <a href="https://www.vivermaissimples.com/o-que-te-poe-de-pe-novamente/">O que te põe de pé novamente?</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.vivermaissimples.com">Viver Mais Simples</a>.</p>
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		<title>Alguma vez fui vítima de discriminação?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Leticia Carneiro]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 02 Nov 2011 15:30:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[6 bilhões de outros]]></category>
		<category><![CDATA[atitude]]></category>
		<category><![CDATA[carreira]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Sim e Não. Sim, pelos desafios enfrentados na minha condição de latino-americana, falante de português (e portanto amadora em outras línguas).Já sofri desprezo visitando Paris (não dos muito parisienses que tanto me ajudaram nas ruas, mas por parte de pessoas que trabalham com turistas no Louvre, no Metrô, em restaurantes).Já ouvi piadinhas desmerecendo o Brasil [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Sim e Não.</p>
<div style="clear: both; text-align: center;"><a href="http://leticiacarneiro.com/wp-content/uploads/2011/11/leticialondres-1.jpg" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"><img loading="lazy" decoding="async" border="0" height="258" src="http://leticiacarneiro.com/wp-content/uploads/2011/11/leticialondres.jpg" width="320" /></a></div>
<p><b>Sim</b>, pelos desafios enfrentados na minha condição de latino-americana, falante de português (e portanto amadora em outras línguas).<br />Já sofri desprezo visitando Paris (não dos muito parisienses que tanto me ajudaram nas ruas, mas por parte de pessoas que trabalham com turistas no Louvre, no Metrô, em restaurantes).<br />Já ouvi piadinhas desmerecendo o Brasil por parte de meus amigos ingleses nos tempos em que vivi em Londres.<br />Já até tive que levar com bom humor diferenças Rio X São Paulo.<br /><b>Não </b>porque nada disso foi uma barreira para eu -eventualmente- ser reconhecida pelo meu trabalho e simpatia. &nbsp;Não porque&nbsp;também&nbsp;não sofri violências extremas, que me aviltassem ou me agredissem.<br />Prefiro dizer que encontrei estranhamentos no meio do meu caminho. &nbsp;Pessoas que -por ignorância quase inocente- caíram na fácil tentação de desmerecer o desconhecido com base em estereótipos e tropeços linguísticos.<br />Não consigo me sentir bem em Paris por conta de meus percalços, mas este é o único efeito colateral destas pequenas desventuras que sofri.<br />Nada comparável à violência já descrita nos jornais contra gays, minorias étnicas, mulheres.<br />Nunca perdi uma oportunidade por preconceito ou discriminação (até onde tenho conhecimento).<br />Nunca me senti verdadeiramente humilhada ou cerceada nos meus direitos.<br />Portanto, mais não do que sim.<br />Um privilégio, em tempos onde ainda há tanta barbárie e desamor pelo próximo.</p>
<p><span style="background-color: white; color: #0055a8; font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif; font-size: 15px; line-height: 21px;">Este é um post da série &#8220;6 Bilhões de Outros&#8221;, inspirada neste projeto&nbsp;</span><a href="http://www.6milliardsdautres.org/" style="background-color: white; color: #774aa8; font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif; font-size: 15px; line-height: 21px; text-decoration: none;">aqui</a><span style="background-color: white; color: #0055a8; font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif; font-size: 15px; line-height: 21px;">.</span><br /><span style="background-color: white; color: #0055a8; font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif; font-size: 15px; line-height: 21px;">Mais detalhes do projeto neste&nbsp;</span><b style="background-color: white; color: #0055a8; font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif; font-size: 15px; line-height: 21px;"><a href="http://www.vivermaissimples.com/2011/07/apresentando-me.html" style="color: #774aa8; text-decoration: none;">post</a></b><span style="background-color: white; color: #0055a8; font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif; font-size: 15px; line-height: 21px;">.</span></p>
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		<title>Sobre confiança e suspeita</title>
		<link>https://www.vivermaissimples.com/sobre-confianca-e-suspeita/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Leticia Carneiro]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 23 Sep 2011 18:15:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[aprendizado]]></category>
		<category><![CDATA[atitude]]></category>
		<category><![CDATA[humildade]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Tenho refletido bastante sobre minhas expectativas sobre os outros. Expectativa, como já escrevi antes, pode ser esperança com exigência.Um grande calcanhar de Aquiles meu&#8230;. fragmentsofme2.blogspot.com Durante estes devaneios, lembrei-me de três momentos onde assumi que o outro ia usar meus olhos para me enxergar.E quebrei a cara&#8230;Mas como todo erro pode se converter em lição, [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Tenho refletido bastante sobre minhas expectativas sobre os outros. Expectativa, <a href="http://www.vivermaissimples.com/2011/06/desfazendo-nos.html">como já escrevi antes</a>, pode ser esperança com exigência.<br />Um grande calcanhar de Aquiles meu&#8230;.</p>
<table align="center" cellpadding="0" cellspacing="0" style="margin-left: auto; margin-right: auto; text-align: center;">
<tbody>
<tr>
<td style="text-align: center;"><a href="http://leticiacarneiro.com/wp-content/uploads/2011/09/espelho_quebrado.jpg" style="margin-left: auto; margin-right: auto;"><img decoding="async" border="0" src="http://leticiacarneiro.com/wp-content/uploads/2011/09/espelho_quebrado.jpg" /></a></td>
</tr>
<tr>
<td style="text-align: center;"><a href="http://fragmentsofme2.blogspot.com/"><span style="color: black; font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif; font-size: xx-small;">fragmentsofme2.blogspot.com</span></a></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>Durante estes devaneios, lembrei-me de três momentos onde assumi que o outro ia usar meus olhos para me enxergar.<br />E quebrei a cara&#8230;<br />Mas como todo erro pode se converter em lição, registro aqui para aprendizado.</p>
<p>A primeira vez, foi na época de faculdade. Eu tinha meus vinte anos e havia um colega veterano com quem a relação era difícil. &nbsp;Uma noite, ligeiramente embriagada, me deu uma vontade de remendar a história.<br />Falei com ele que agora seria diferente, que eu ia me esforçar para sermos amigos, etc. etc. E emendei: não estou falando isso porque estou meio alta, não. Amanhã te ligo para confirmar.<br />Liguei e deu uma confusão danada. O rapaz achou que eu estava com segundas intenções em relação a ele. A namorada dele também. E um ex-namorado meu, amigo dele, também.<br />Enfim, quis agradar do meu jeito, falando sobre uma intenção&#8230; E fui mal-interpretada. &nbsp;Depois tive que aturar a crítica do ex, a implicância da namorada e o desprezo dele.</p>
<p>Décadas depois, já adepta do Viver Mais Simples, estava num café lá em São Paulo. &nbsp; Olhei para um moço e me deu a impressão de que ele estava precisando de alguma ajuda. &nbsp;Levantei e perguntei a ele, &#8220;Tudo bem? Você precisa de alguma ajuda?&#8221;. &nbsp;Ele reagiu violentamente: &#8220;Estou ótimo, o que é isso? Que &nbsp;abordagem estranha!&#8221;.<br />Foi um susto muito grande (sem contar o risco de apanhar&#8230;).<br />Ele devia estar em sofrimento, pela reação exarcebada. Mas porque&nbsp;seria considerado normal&nbsp;uma estranha te perguntando sobre como você está ? Pela reação dele, soou mais como uma invasão de privacidade.</p>
<p>Finalmente, há algumas semanas, encontrei uns estrangeiros no ônibus São Paulo x Rio. Tentei ajudar o máximo que pude: &nbsp;uma precisou de auxílio para comprar a passagem de volta, ajudei. Pus todos num táxi para Ipanema. Até aí tudo bem.<br />Mas um deles era um inglês. Durante nossa conversa, descobri que ele trabalhava numa agência que atendia a J&amp;J e que tínhamos até uma conhecida em comum. Encorajada por esta coincidência, me ofereci para levar o rapaz para jantar. Algo que fazia com muitos dos estrangeiros que visitavam o Brasil, no meu tempo de empresa.<br />Ele ficou meio surpreso e quando me ofereci para encontrá-lo no albergue dele, falou: pode deixar que eu te mando um sms quando estiver pronto.<br />Bem. Ele nunca mandou o tal sms nem respondeu o e-mail que mandei quando achei que já estava meio tarde para fazer o programa.</p>
<p>Fiquei triste, decepcionada e até com uma certa raiva nestas três ocasiões. Mas pensando em retrospecto, percebi que meu erro foi achar que o outro interpretaria minha intenção como eu interpreto a vida.</p>
<p>Eu tendo a acreditar na bondade intríseca das pessoas, até prova em contrário (lógico que tomando precauções pela minha segurança.).<br />Também tenho uma enorme disponibilidade para o inesperado.<br />Finalmente, sou muito extrovertida e adoro conhecer gente nova.</p>
<p>Mas não posso assumir que todos são assim:</p>
<p>Algumas pessoas interpretam uma moça meio bêbada falando de querer construir uma amizade como uma cantada desastrada.</p>
<p>Outras pessoas não acham engraçado uma estranha perguntar se eles precisam de ajuda.</p>
<p>E claro, um estrangeiro dificilmente confiará em alguém que conheceu num ônibus. Mesmo se ela lhe der um cartão, falar de referências em comum, etc.</p>
<p>Eu que sou diferente&#8230; Conheci um guia de turismo num ônibus da Turquia e me arrisquei (acompanhada pelo meu marido) &nbsp;a participar de um tur com ele. &nbsp;Tive medo, mas foi ótimo. Pensando bem, poderia ter terminado em sequestro, mas prefiro acreditar que não.</p>
<p>Voltando a expectativas&#8230;. Fiquei triste das três vezes, por que minhas expectativas foram frustradas:<br />De ser considerada uma pessoa especial porque me ofereci para ajudar ou reavaliar um relacionamento. Por ter me interessado pelo outro.<br />Por ser uma pessoa interessante, convincente e com um alto astral incrível&#8230;<br />Vendo assim, a quem mesmo eu queria agradar?<br />Ao final, fico com uma sensação que não fiz estas coisas pelo outro, mas por mim e olhando a situação pela minha perspectiva apenas. &nbsp;E por isso agradeço a lição de humildade&#8230;</p>
<p>E vocês? Algum susto por uma reação diferente da esperada? Contem para mim&#8230;</p>
<p></p>
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		<title>Carta aberta a minha mãe</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Leticia Carneiro]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 19 Sep 2011 19:17:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[atitude]]></category>
		<category><![CDATA[autoconhecimento]]></category>
		<category><![CDATA[coragem]]></category>
		<category><![CDATA[filhos]]></category>
		<category><![CDATA[inspiração]]></category>
		<category><![CDATA[jornada]]></category>
		<category><![CDATA[Maternidade]]></category>
		<category><![CDATA[memórias felizes]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Mãe,Eu te amo. Sempre te amarei.E agora que sou mãe também, entendo mais você e suas escolhas. http://www.sohoparenting.com Ter filhos é uma fonte inesgotável de grandes surpresas e pequenas alegrias. Mas é de certo modo uma prisão.Escolha para todo o sempre. &#160;Responsabilidade infinita. &#160;Decisão nossa recordada por eles, todo o tempo.Nem quero pensar como será [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Mãe,<br />Eu te amo. Sempre te amarei.<br />E agora que sou mãe também, entendo mais você e suas escolhas.</p>
<table align="center" cellpadding="0" cellspacing="0" style="margin-left: auto; margin-right: auto; text-align: center;">
<tbody>
<tr>
<td style="text-align: center;"><a href="http://leticiacarneiro.com/wp-content/uploads/2011/09/love-mother-and-daughter-holding-hands-posters-1.jpg" style="margin-left: auto; margin-right: auto;"><img loading="lazy" decoding="async" border="0" height="320" src="http://leticiacarneiro.com/wp-content/uploads/2011/09/love-mother-and-daughter-holding-hands-posters.jpg" width="243" /></a></td>
</tr>
<tr>
<td style="text-align: center;"><a href="http://www.sohoparenting.com/"><span style="color: black; font-size: xx-small;">http://www.sohoparenting.com</span></a></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>Ter filhos é uma fonte inesgotável de grandes surpresas e pequenas alegrias. Mas é de certo modo uma prisão.<br />Escolha para todo o sempre. &nbsp;Responsabilidade infinita. &nbsp;Decisão nossa recordada por eles, todo o tempo.<br />Nem quero pensar como será o dia em que minha Olivia vier cobrar a conta de meus supostos erros, dedo em riste e coração de vulcão&#8230; Tenho certeza que você terá bons conselhos para mim neste dia.<br />Em todas as outras relações, há alguma possibilidade de justiça. &nbsp;São dois adultos, dois irmãos, dois pares.&nbsp;Na relação mãe e filho, não há justiça&#8230; Somos sempre o lado culpado, seja por julgamento alheio ou nosso próprio. &nbsp;Sinto na pele as marcas de ferro e fogo, quando um de meus filhos desnuda meus mais sombrios tropeços como mãe.<br />Claro que vale a pena. Cada sorriso, cada abraço, cada momento. Mas tudo &nbsp;parece tão frágil e demanda tanto esforço.<br />Meus filhos ainda são pequenos e vivem na minha saia. Mas eu já imagino o dia em que sairão de casa para um noite infinita. Ou sairão de casa por toda uma vida.<br />E aí, temo o dia da prestação de contas. &nbsp;Que tudo que eu plantei, semeei, bom e ruim, está sendo acumulado no coraçãozinho deles. E só Deus sabe como eles interpretarão os meus motivos, minhas intenções, meus reais&nbsp;desejos&nbsp;.<br />Hoje sei que o nosso possível nem sempre é suficiente para eles. &nbsp;&#8220;Eu era mais feliz em São Paulo&#8221;, grita o mais velho, enfurecido. &nbsp;Ele nem desconfia das milhas que andei para estar aqui, doída, ouvindo esta acusação.<br />Por isso começo a imaginar, minha mãe, quantas acusações injustas eu mesma fiz e faço, sem saber seu contexto e suas razões.<br />Fiquei &nbsp;muito comovida com nosso último encontro. &nbsp;Suas pequenas delicadezas: os presentes feitos por você, a resignação com meu &nbsp;atraso. &nbsp;O brigadeiro verde para os netos, o orgulho de mostrar a casa &#8220;nova/velha&#8221;. A permissão para um cochilo salvador. O jeito gentil de pedir para encerrarmos a noite.<br />No entanto, de tudo, o que mais me marcou foi você &nbsp;me devolver a minha carta, a que eu escrevi para você aos meus doze anos.<br />Ali, tudo parecia intacto. &nbsp;Eu ainda não tinha virado a adolescente feroz que virei. A distância não parecia significar muito, tamanho o nível de detalhes descrito: o boletim, a paixonite, uma pequena revolução na escola. &nbsp;Tão cotidiano, como se eu estivesse falando com você por telefone. Como se não fosse Brasília em tempos pré-internet, fosse Campos ou Niterói&#8230;<br />Deus sabe o que tenho trilhado, na minha busca por inteireza. &nbsp;Sobrou pouco tempo e energia para nossa história. Mas este domingo deixou um gosto diferente, especial. &nbsp;Está tudo ali, intuído e escrito. Um novelo esperando por ser desenrolado mansamente, com a calma que só conhece quem sofreu em surdo desespero por querer fugir e querer ficar.<br />Dar-me conta que o recurso do &#8220;banho de horas&#8221; das crianças foi um presente seu. Nada ecologicamente correto, mas absolutamente necessário para dar conta das atividades do dia, sem empregada nem babá.<br />Quantos outros presentes você me deu, que hoje uso sem pensar, agarrada na faina doméstica ancestral.<br />Quem diria que a executiva de 9h às 20h viraria Patricia, na beira do fogão fazendo batatas sautée. Tirando férias de alguns minutos para ler um livro. Prisioneira deste amor de mãe que nos consome e nos une.<br />Mãe. Eu te amo e sempre te amarei. &nbsp;Precisamos saber agora como recontar nossa história.<br />A carta foi um bom começo. Obrigada.<br />Leticia</p>
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		<title>De todas as maneiras</title>
		<link>https://www.vivermaissimples.com/de-todas-as-maneiras/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Leticia Carneiro]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 16 Sep 2011 16:54:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[atitude]]></category>
		<category><![CDATA[jornada]]></category>
		<category><![CDATA[mudança]]></category>
		<category><![CDATA[sou fã]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Um de meus mais renitentes perigos é o de projetar meu caminho no outro. Sim, precisei rasgar-me, reinventar-me. &#160;Precisei abandonar um estilo de vida abruptamente. Precisei escrever sobre isso publicamente, expondo minha alma nua para todos. Este é meu jeito de caminhar. http://cendrinelim.com Mas hoje estou mais calma. E posso apreciar outros jeitos de viver [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Um de meus mais renitentes perigos é o de projetar meu caminho no outro.</p>
<div>Sim, precisei rasgar-me, reinventar-me. &nbsp;Precisei abandonar um estilo de vida abruptamente.</div>
<div>Precisei escrever sobre isso publicamente, expondo minha alma nua para todos.</div>
<div>Este é meu jeito de caminhar.</div>
<table align="center" cellpadding="0" cellspacing="0" style="margin-left: auto; margin-right: auto; text-align: center;">
<tbody>
<tr>
<td style="text-align: center;"><a href="http://leticiacarneiro.com/wp-content/uploads/2011/09/iracema-1.jpg" style="margin-left: auto; margin-right: auto;"><img loading="lazy" decoding="async" border="0" height="243" src="http://leticiacarneiro.com/wp-content/uploads/2011/09/iracema.jpg" width="320" /></a></td>
</tr>
<tr>
<td style="text-align: center;"><a href="http://cendrinelim.com/2009/09/"><span style="font-size: xx-small;">http://cendrinelim.com</span></a></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<div>Mas hoje estou mais calma. E posso apreciar outros jeitos de viver simples.</div>
<div>Estou aprendendo o comedimento, aprendendo a olhar o outro, aprendendo a discordar com amor.</div>
<div>Ainda falta&#8230; Mas aprendo por observação, convívio e admiração.</div>
<div>Esta semana fui presenteada com mais um possível caminhar: o jeito doce, determinado e meio silencioso de minha amiga Iracema.</div>
<div>Num encontro feliz, nestes acasos maravilhosos, pude conhecer melhor sua trajetória.</div>
<div>Ela me contou como fez a escolha de sair da ciranda corporativa há muitos anos. Eu calculo que uns dez, talvez?</div>
<div>Foi uma das pioneiras, entre meus conhecidos, na busca pela tal &#8220;qualidade de vida&#8221;.</div>
<div>Empreendeu, construiu um negócio. Assim nos conhecemos.</div>
<div>Tempos depois, ainda antes de minha virada, ela mudou de novo.</div>
<div>Deixou sua cidade, sua empresa e foi ter seu filho, viver seu amor, dar um novo passo rumo a seu próprio caminho.&nbsp;</div>
<div>Hoje, trabalha &#8220;por conta&#8221;, experimenta seus limites. E já antevê uma nova transição se aproximando. Calmamente. Com respiração e serenidade.</div>
<div>Ela me contou tudo isso placidamente, sentada numa cadeira do aeroporto. &nbsp;Linda, elegante, falando devagar e baixo.</div>
<div>Tudo isso, toda esta mudança. E um matiz mais suave, uma fala mansa. &nbsp;Um jeito de quem sabe o que quer mas não precisa<a href="http://www.vivermaissimples.com/2011/05/esta-com-raiva-peca-desculpas.html"> irromper em lava</a> para dizê-lo.</div>
<div>Há vários tipos de luz. Cada <a href="http://www.vivermaissimples.com/2010/12/incendio-dentro-do-peito.html">centelha </a>tem seu próprio brilho e intensidade. Todas igualmente verdadeiras.</div>
<div>Não há caminho melhor do que o outro. Há apenas caminhos e que feliz sou de ter caminhado por algumas horas lado a lado com Iracema!</div>
<div>Obrigada, amiga. &nbsp;Até breve.</div>
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		<title>Você é feliz? Qual a sua maior alegria?</title>
		<link>https://www.vivermaissimples.com/voce-e-feliz-qual-a-sua-maior-alegria/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Leticia Carneiro]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 15 Sep 2011 16:49:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[6 bilhões de outros]]></category>
		<category><![CDATA[atitude]]></category>
		<category><![CDATA[autoconhecimento]]></category>
		<category><![CDATA[carreira]]></category>
		<category><![CDATA[jornada]]></category>
		<category><![CDATA[metas]]></category>
		<category><![CDATA[mudança]]></category>
		<category><![CDATA[protagonismo]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>SIM!Eu sou feliz. Mesmo no momento mais difícil da minha vida, eu sou feliz! Oficina com Juliana Manhães Sou feliz por que minha vida hoje é alicerçada sobre minhas escolhas, certas e erradas.Sou feliz por que posso mesclar pequenas vitórias profissionais com gigantes vitórias pessoais.Minha maior alegria é estar presente. &#160;Presente no dia a dia [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><b>SIM!</b><br />Eu sou feliz. Mesmo no<a href="http://www.vivermaissimples.com/2011/09/qual-foi-o-momento-mais-dificil-da-sua.html"> momento mais difícil da minha vida</a>, eu sou feliz!</p>
<table align="center" cellpadding="0" cellspacing="0" style="margin-left: auto; margin-right: auto; text-align: center;">
<tbody>
<tr>
<td style="text-align: center;"><a href="http://leticiacarneiro.com/wp-content/uploads/2011/09/307756_1998358921049_1305797126_31777521_169548353_n252812529-1.jpg" style="margin-left: auto; margin-right: auto;"><img loading="lazy" decoding="async" border="0" height="320" src="http://leticiacarneiro.com/wp-content/uploads/2011/09/307756_1998358921049_1305797126_31777521_169548353_n252812529.jpg" width="240" /></a></td>
</tr>
<tr>
<td style="text-align: center;"><span style="font-size: xx-small;">Oficina com Juliana Manhães</span></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>Sou feliz por que minha vida hoje é alicerçada sobre minhas escolhas, certas e erradas.<br />Sou feliz por que posso mesclar pequenas vitórias profissionais com gigantes vitórias pessoais.<br />Minha maior alegria é estar presente. &nbsp;Presente no dia a dia dos meus &nbsp;filhos. Presente quando eu danço. Presente quando desenho meus próximos passos. Presente no meu trabalho. Presente no meu amor por mim e pelo outro.<br />Sou feliz por ter uma visão clara de para onde quero ir e escolher a todo o momento por onde quero ir.<br />Sou feliz por que o melhor momento é o agora, com a dor e a delícia dos tropeços da estrada. Dos encontros e desencontros. Do que foi desejado e do que apareceu de repente.<br />Sou feliz.<br />Desconstruí-me inteira para construir esta felicidade.</p>
<p><iframe loading="lazy" allowfullscreen="" frameborder="0" height="315" src="http://www.youtube.com/embed/XgEfYGzojcA" width="560"></iframe></p>
<p><span style="background-color: white; color: #0055a8; font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif; font-size: 15px; line-height: 21px;">Este é um post da série &#8220;6 Bilhões de Outros&#8221;, inspirada neste projeto&nbsp;<a href="http://www.6milliardsdautres.org/" style="color: #774aa8; text-decoration: none;">aqui</a>.<br />Mais detalhes do projeto neste&nbsp;<b><a href="http://www.vivermaissimples.com/2011/07/apresentando-me.html" style="color: #774aa8; text-decoration: none;">post</a></b>.</span></p>
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		<title>Sentir-se dentro da pele</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Leticia Carneiro]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 12 Sep 2011 17:05:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[amor]]></category>
		<category><![CDATA[atitude]]></category>
		<category><![CDATA[autoconhecimento]]></category>
		<category><![CDATA[coragem]]></category>
		<category><![CDATA[memórias felizes]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Tenho ficado muito emocionada ao ver pessoas praticando sua paixão. O nível de arrebatamento, a entrega do corpo, o brilho no olho, o quase sem ar deliciado.Vendo rodas de Jongo e outras danças brasileiras, posso sentir este transe no outro&#8230; E aprendiz que sou, anseio pelo momento em que também voarei assim&#8230; Lucrécio Brasil Perguntei [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Tenho ficado muito emocionada ao ver pessoas praticando sua paixão. O nível de arrebatamento, a entrega do corpo, o brilho no olho, o quase sem ar deliciado.<br />Vendo rodas de Jongo e outras danças brasileiras, posso sentir este transe no outro&#8230; E aprendiz que sou, anseio pelo momento em que também voarei assim&#8230;</p>
<table align="center" cellpadding="0" cellspacing="0" style="margin-left: auto; margin-right: auto; text-align: center;">
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<td style="text-align: center;"><a href="http://leticiacarneiro.com/wp-content/uploads/2011/09/325680_2389945669472_1275769066_32912302_2143101552_o252812529-1.jpg" style="margin-left: auto; margin-right: auto;"><img loading="lazy" decoding="async" border="0" height="240" src="http://leticiacarneiro.com/wp-content/uploads/2011/09/325680_2389945669472_1275769066_32912302_2143101552_o252812529.jpg" width="320" /></a></td>
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<td style="text-align: center;">Lucrécio Brasil</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>Perguntei a uma amiga: &#8220;você dança desde de pequena&#8221;? E desvelei uma história linda, de criança passando férias no interior do Ceará. Visitando avós no &#8220;interior do interior&#8221;, dançando forró no terreiro, sob a luz de um lampião.<br />Só quem já esteve na presença de um lampião -e eu estive- sabe da beleza dos claros e escuros, das formas sugeridas e não vistas inteiramente. &nbsp;Imagino que dançar entregue sob esta luz deva ser uma experiência muito marcante para uma criança de sete, oito anos. Sob estes lampiões foi costurada a dança ao corpo de Samara, numa &nbsp;<a href="http://www.vivermaissimples.com/2010/08/memorias-felizes.html">memória feliz</a> para ninguém botar defeito.<br />Tenho amigos que se sentem assim quando compõem uma música, quando cantam, quando contam histórias.<br />Eu me sinto assim com as palavras. Quando elas pulam do meu peito numa conversa, quando elas entram pelos meus poros ao ver uma pessoa narrando sua paixão e suas crenças profundas. &nbsp;Por que eu tenho em mim as palavras alinhavadas com minha alma.<br />Nem todos são das Artes, mas todos temos um coração e, como aprendi com Samara, basta isso para ouvir um batuque reverberar no galope do próprio coração.<br />Assim me sinto ao descobrir as danças brasileiras. &nbsp;Ainda desastrada, tímida, mas feliz e caminhando&#8230;</p>
<table align="center" cellpadding="0" cellspacing="0" style="margin-left: auto; margin-right: auto; text-align: center;">
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<td style="text-align: center;"><a href="http://leticiacarneiro.com/wp-content/uploads/2011/09/326099_2388329349065_1275769066_32909466_1725271604_o-1.jpg" style="margin-left: auto; margin-right: auto;"><img loading="lazy" decoding="async" border="0" height="240" src="http://leticiacarneiro.com/wp-content/uploads/2011/09/326099_2388329349065_1275769066_32909466_1725271604_o.jpg" width="320" /></a></td>
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<td style="text-align: center;">Lucrécio Brasil</td>
</tr>
</tbody>
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<p>E muito grata ao ver minha filha de três anos &nbsp;chorar por que a roda de Cacuriá tinha acabado e agora ela queria ir para a roda de Tambor. &nbsp;Eu, exausta de tentar não perdê-la no meio da multidão. Ela, fascinada, já começando a se entregar, começando a costurar seus pezinhos com o som da percussão. Feliz em sua saia rodada, preocupada que a flor não caia do cabelo. Querendo ir para o meio de todos, mesmo tombando de sono.<br />Não sei quais artes brotaram ou esperam por brotar em cada um de vocês. Eu estou reinventando as minhas.<br />E estar ali, no meio de sons, cheiros e rua. &nbsp;Estar ali com minha filhinha e sua pulsação e sua felicidade. Valeu &nbsp;o cansaço, a preocupação, as mil broncas&#8230;<br />Agradeço a Samara que me convidou para conhecer as danças. E agradeço à <a href="http://www.vivermaissimples.com/2011/07/encontre-o-seu-ritmo.html">Juliana</a>, &#8220;menina do jabuti&#8221;, como Olivia a apelidou.<br />Convido vocês a buscar a sua expressão. &nbsp;Algum tipo de música, de mexer o corpo, de pintar e bordar. Prometo que, em silêncio e êxtase, &nbsp;derramado naquele momento, o coração mergulhará numa alegria indízivel.<br />É como se a pele reconhecesse seu lugar. Minha pele, meu pulsar. &nbsp;Sejam palavras, sons ou tudo junto misturado&#8230;<br />Recosturemo-nos todos. Nossa pele, nosso coração e nosso sangue bordados entre música, palavras e cores.<br />Vamos?</p>
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