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	<title>Arquivos escrever - Viver Mais Simples</title>
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	<description>Viver Mais Simples</description>
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		<title>Certas palavras</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Leticia Carneiro]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 29 May 2013 14:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[escrever]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Sinto palavras como coisas vivas, pulsantes, entranhadas de magia.O sabor salgado de algumas. &#160;A luz trêmula de outras.Esta semana, duas ficaram valsando dentro de mim. Desbotar. Desabotoar. Desbotar é nostálgico. &#160;Lembro de roupas velhas, de fotos antigas. &#160;De roupa que perde a cor de tanto uso. &#160;Imagino também, entre compaixão e tristeza, que algumas pessoas [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Sinto palavras como coisas vivas, pulsantes, entranhadas de magia.<br />O sabor salgado de algumas. &nbsp;A luz trêmula de outras.<br />Esta semana, duas ficaram valsando dentro de mim.</p>
<div style="clear: both; text-align: center;"><a href="http://leticiacarneiro.com/wp-content/uploads/2013/05/6e22431a097d978bf417fd0ee2266a7c-1.jpg" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"><img fetchpriority="high" decoding="async" border="0" height="320" src="http://leticiacarneiro.com/wp-content/uploads/2013/05/6e22431a097d978bf417fd0ee2266a7c.jpg" width="226" /></a></div>
<p>Desbotar. Desabotoar.</p>
<p>Desbotar é nostálgico. &nbsp;Lembro de roupas velhas, de fotos antigas. &nbsp;De roupa que perde a cor de tanto uso. &nbsp;Imagino também, entre compaixão e tristeza, que algumas pessoas desbotam.<br />Deixam a vitalidade colorida da existência escorrer em displicente abandono, entretidas com uma vida insossa, inodora e insípida.<br />Ou sucumbem a tristezas e ressentimentos caudalosos, que de tanto encharcar a alma, desbotam-na.</p>
<p>Desabotoar é sensual. Evoca vestidos demorados de desvestir. O paradoxo entre a pressa de amar e a volúpia inebriante da espera. &nbsp;Sugere silhuetas reveladas por um, apenas um botão aberto.<br />Seu tempo é lento, cuidadoso ou desajeitado. &nbsp;Também lembra um pouco de romance de antigamente. Talvez o Tantra?<br />Revelar-se intenso e delicioso na espera paciente dos dedos.</p>
<p>Palavras, lindas palavras. &nbsp;Minhas palavras queridas, guardadas em estantes do tempo. Algumas esquecidas, outras gastas, vazias. Umas cotidianas, pão com manteiga nosso de cada dia.<br />Todas amadas por mim.<br />Nácar &nbsp;Solitude Fluorescente &nbsp; Baunilha &nbsp;Poema Maresia &nbsp;Lírico Inefável &nbsp;Aveludado Caranguejo &nbsp;Arrepio<br />Palavras-oxigênio do meu caminhar.</p>
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		<title>A voz de todos nós</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Leticia Carneiro]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 17 May 2013 14:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[escrever]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Sim, ando mais econômica na escrita.Até hoje, quando fui chamada á realidade de que tenho escrito pouco por aqui e isto faz falta.Faz falta a mim. Faz falta a outros.Meu texto é minha vida transformada em voz. Voz que não pertence só a mim, mas também a vocês.Surpreendi-me.Preciso escutar mais a minha voz, pensei. E [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Sim, ando mais econômica na escrita.<br />Até hoje, quando fui chamada á realidade de que tenho escrito pouco por aqui e isto faz falta.<br />Faz falta a mim. Faz falta a outros.<br />Meu texto é minha vida transformada em voz. Voz que não pertence só a mim, mas também a vocês.<br />Surpreendi-me.<br />Preciso escutar mais a minha voz, pensei. E me escuto melhor por escrito.<br />Tentemos então. &nbsp;Timidamente. Palavra a palavra.</p>
<div style="clear: both; text-align: center;"><a href="http://leticiacarneiro.com/wp-content/uploads/2013/05/0564e89d856f64809ef4debf395c4364-1.jpg" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"><img decoding="async" border="0" height="320" src="http://leticiacarneiro.com/wp-content/uploads/2013/05/0564e89d856f64809ef4debf395c4364.jpg" width="217" /></a></div>
<p>E agora já não falo de mim, mas de nós. Todos em busca dessa voz que fica muda no peito, esperando uma fresta.<br />Nossos sonhos mais ousados. Nosso grito de liberdade contido.<br />Tudo habita este corpo alado que todos temos.<br />Mas precisamos ouvir este chamado.<br />Cada um do seu jeito, todos temos uma forma de expressar o canto sagrado escondido no coração.<br />Uns pintam, outros bordam.<br />Uns constroem, outros reinventam.<br />Todos podem.<br />Todos podemos.<br />Ouvir.<br />Esta voz maior que nos move.<br />Palavra a palavra, busco meu reencontro com a curativa rotina de escrever.<br />E convido todos, agora e bem alto a reclamar seu direito.<br />De se ouvir e ser ouvido.</p>
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		<title>Tantas Palavras</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Leticia Carneiro]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 20 Mar 2012 20:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[aprendizado]]></category>
		<category><![CDATA[escrever]]></category>
		<category><![CDATA[espiritualidade]]></category>
		<category><![CDATA[inspiração]]></category>
		<category><![CDATA[livros]]></category>
		<category><![CDATA[Maternidade]]></category>
		<category><![CDATA[memórias felizes]]></category>
		<category><![CDATA[São Paulo]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Desconfio que os livros falam.Ou melhor. Sussurram.Descobri após uma manhã dentro de uma livraria, com meu marido e dois filhos pequenos. Pinterest via Virginia Stevenson Tudo era convite.O cheiro de papel novo. O suave farfalhar do virar de folhas.O amor pela palavra e pelas gravuras, espelhado na reverência dos compradores e vendedores.A festa de cores [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Desconfio que os livros falam.<br />Ou melhor. Sussurram.<br />Descobri após uma manhã dentro de uma livraria, com meu marido e dois filhos pequenos.</p>
<table cellpadding="0" cellspacing="0" style="margin-left: auto; margin-right: auto; text-align: center;">
<tbody>
<tr>
<td style="text-align: center;"><a href="http://leticiacarneiro.com/wp-content/uploads/2012/03/276971445802871372_8joMilYu_b-1.jpg" style="margin-left: auto; margin-right: auto;"><img decoding="async" border="0" height="320" src="http://leticiacarneiro.com/wp-content/uploads/2012/03/276971445802871372_8joMilYu_b.jpg" width="213" /></a></td>
</tr>
<tr>
<td style="text-align: center;"><span style="font-size: xx-small;">Pinterest via Virginia Stevenson</span></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>Tudo era convite.<br />O cheiro de papel novo. O suave farfalhar do virar de folhas.<br />O amor pela palavra e pelas gravuras, espelhado na reverência dos compradores e vendedores.<br />A festa de cores e formas nas pilhas e pilhas de livros.<br />Antigos, novos, de todo o tipo.<br />Um par de horas neste jardim de sonhos e meus filhos foram se impregnando com as palavras.<br />Cada um ganhou um livro, escolha difícil entre tantas tentações.<br />Ali, já folheavam seus presentes. O mais velho contando história para a mais nova.<br />No final do passeio, uma surpresa: o totem que &#8220;sorteava&#8221; trechinhos de poemas de Drummond. &nbsp;Mistura de realejo com máquina de extrato bancário.<br />Ali já éramos todos crianças e todos poetas. &#8220;A bunda, a bunda, redunda&#8221;. <br />Olivia deliciada em saber que um poema pode ser travesso.<br />Saímos de alma lavada e coração saltitante. <br />No caminho, brincávamos de rimas. &nbsp;O molho sem olho. A rolha e a bolha. &nbsp;E assim fomos.<br />Éramos metáforas, verso e prosa. &nbsp;&#8220;Mãe, já sei qual é o chulé da cabeça: é o piolho&#8221;, disse Léo.<br />Os livros sussurram. &nbsp;Sussurram segredos e histórias para que viremos todos personagens de uma história com final feliz.</p>
<p>Para fechar, uma linda história sobre livros.</p>
<p><iframe loading="lazy" allowfullscreen="" frameborder="0" height="315" src="http://www.youtube.com/embed/Adzywe9xeIU" width="560"></iframe></p>
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		<title>Recordando Carlos Drummond de Andrade</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Leticia Carneiro]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 04 Nov 2011 14:39:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[amor]]></category>
		<category><![CDATA[Carlos Drummond de Andrade]]></category>
		<category><![CDATA[citações]]></category>
		<category><![CDATA[coragem]]></category>
		<category><![CDATA[escrever]]></category>
		<category><![CDATA[inspiração]]></category>
		<category><![CDATA[Maternidade]]></category>
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		<category><![CDATA[memórias felizes]]></category>
		<category><![CDATA[poesia]]></category>
		<category><![CDATA[presente]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Há semanas venho ensaiando um texto sobre Steve Jobs. Está quase pronto, mas ainda falta.No meio deste processo, soube do aniversário de 109 anos de Carlos Drummond de Andrade.De repente, meu peito acendeu-se e as palavras vieram fáceis. É muito provável que todo este blog seja uma versão mal-escrita de sentimentos já narrados por Drummond.Minha [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Há semanas venho ensaiando um texto sobre Steve Jobs. Está quase pronto, mas ainda falta.<br />No meio deste processo, soube do aniversário de 109 anos de Carlos Drummond de Andrade.<br />De repente, meu peito acendeu-se e as palavras vieram fáceis.</p>
<div style="clear: both; text-align: center;"><a href="http://leticiacarneiro.com/wp-content/uploads/2011/11/Drmmond-1.jpg" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"><img loading="lazy" decoding="async" border="0" height="320" src="http://leticiacarneiro.com/wp-content/uploads/2011/11/Drmmond.jpg" width="237" /></a></div>
<p>É muito provável que todo este blog seja uma versão mal-escrita de sentimentos já narrados por Drummond.<br />Minha vida é permeada por sua poesia desde muito. &nbsp;Lembrar que ele está morto doeu profundamente. Como se fosse ontem.<br />Minha homenagem foi escolher alguns poemas que ecoam no meu <a href="http://www.vivermaissimples.com/2011/08/o-que-e-o-viver-mais-simples.html">Viver Mais Simples</a>. Poemas que vieram praticamente ao meu encontro quando folheava minha estimada coleção de livros dele, tamanha a familiaridade que sinto com seus poemas.<br />Deixo minha antologia pessoal enlaçada com a filosofia deste <i>sítio (</i>como diria Sérgio Léo,que aliás <a href="http://sergioleo.opsblog.org/">escreveu belo texto sobre Drummond recentemente</a>).</p>
<p><b><a href="http://www.vivermaissimples.com/2010/09/reflexao-tive-um-encontro-magico-nas.html">Sobre a (pa)maternidade</a></b><br />Não era mãe quando comecei a ler Drummond, mas encontro abrigo nele no caminho incerto de tentar não complicar muito a vida de um filho&#8230;<br />A aceitação de que fazemos nosso possível, que nosso maior presente é o amor&#8230; Assino embaixo, entre aliviada e exausta.<br />Portanto, eis minha seleção de poemas para mães e pais em construção (quais não o são?):</p>
<blockquote><p>&nbsp;&#8211;&nbsp;<a href="http://etheljborges.blogspot.com/2008/06/diante-de-uma-criana.html">Diante de uma Criança</a>, <a href="http://www.livrariacultura.com.br/scripts/resenha/resenha.asp?nitem=53371&amp;sid=6205422261394760179606218">Farewell</a></p></blockquote>
<blockquote><p>&#8211; <a href="http://www.algumapoesia.com.br/drummond/drummond08.htm">Distinção</a>, <a href="http://www.livrariacultura.com.br/scripts/resenha/resenha.asp?nitem=3205358&amp;sid=6205422261394760179606218">Menino Antigo</a>&nbsp;</p></blockquote>
<blockquote><p>&#8211; <a href="http://lituraterre.com/2010/12/30/ser-por-drummond/">Ser</a>, <a href="http://www.livrariacultura.com.br/scripts/resenha/resenha.asp?nitem=3074474&amp;sid=6205422261394760179606218">Claro &nbsp;Enigma</a>&nbsp;</p></blockquote>
<p><b><a href="http://www.vivermaissimples.com/2011/02/la-de-onde-eu-vim.html">Memórias Felizes</a></b><br />Como eu, Drummond tinha raízes fundas. Honrava sua terra, sua família e, claro, inevitáveis maldições. &nbsp;Sinto-me conectada com este desejo de estar lá e seguir aqui, juntando memória e futuro, num presente intenso. Meus favoritos:</p>
<blockquote><p>&nbsp;&#8211; <a href="http://letras.terra.com.br/carlos-drummond-de-andrade/460647/">Infância</a>, <a href="http://www.livrariacultura.com.br/scripts/resenha/resenha.asp?nitem=3056211&amp;sid=6205422261394760179606218">Sentimento do Mundo</a></p></blockquote>
<blockquote><p>&#8211; <a href="http://pensador.uol.com.br/frase/MTcwOTM/">Memória</a>,&nbsp;<a href="http://www.livrariacultura.com.br/scripts/resenha/resenha.asp?nitem=3074474&amp;sid=6205422261394760179606218">Claro &nbsp;Enigma</a>&nbsp;</p></blockquote>
<p><a href="http://www.vivermaissimples.com/2011/07/poesia-em-nos.html"><b>Escrever</b></a><br />Escrever para mim é uma janela para dentro e fora. Forma de estar comigo e com o mundo.<br />Desde cedo a impressão indelével de Drummond e seus escritos faz parte dos meus ossos de escritora. Algumas delícias:</p>
<blockquote><p>&#8211; <a href="http://poeticaecotidiana.blogspot.com/2008/09/poesia-deste-momento-inunda-minha-vida.html">Poesia</a>,&nbsp;<a href="http://www.livrariacultura.com.br/scripts/resenha/resenha.asp?nitem=3056211&amp;sid=6205422261394760179606218">Sentimento do Mundo</a></p></blockquote>
<blockquote><p>&#8211; <a href="http://portalimprensa.uol.com.br/portal/ultimas_noticias/2010/08/31/imprensa37801.shtml">Papel</a>, <a href="http://www.livrariacultura.com.br/scripts/resenha/resenha.asp?nitem=53139&amp;sid=6205422261394760179606218">As Impurezas do Branco</a>&nbsp;</p></blockquote>
<blockquote><p>&#8211; <a href="http://letras.terra.com.br/carlos-drummond-de-andrade/1221849/">Canção Amiga</a>, <a href="http://www.livrariacultura.com.br/scripts/resenha/resenha.asp?nitem=189171&amp;sid=6205422261394760179606218">José&nbsp;</a></p></blockquote>
<blockquote><p>&#8211; &nbsp;<a href="http://letras.terra.com.br/carlos-drummond-de-andrade/818514/">O Lutador</a>,&nbsp;<a href="http://www.livrariacultura.com.br/scripts/resenha/resenha.asp?nitem=189171&amp;sid=6205422261394760179606218">José&nbsp;</a>&nbsp;&nbsp;</p></blockquote>
<p><a href="http://www.vivermaissimples.com/2010/12/mais-coragem.html"><b>Coragem</b></a><br />Drummond sempre me pareceu um crítico duro da vida. Duro e amoroso, duro e sensível. &nbsp;Muita coragem em mostrar-se, muita coragem em não ser mais um poeta de ilusões, de banalidades, de um mundo cor-de-rosa. Identifico-me com esta coragem.<br />Alguns textos assim, contundentes e corajosos:</p>
<blockquote><p>&#8211;&nbsp;<a href="http://fumacas.weblog.com.pt/arquivo/082916.html">Segredo</a>,&nbsp;<a href="http://www.livrariacultura.com.br/scripts/resenha/resenha.asp?nitem=3056211&amp;sid=6205422261394760179606218">Sentimento do Mundo</a></p></blockquote>
<blockquote><p>&#8211; <a href="http://www.releituras.com/drummond_osombros.asp">Os Ombros Suportam o Mundo</a>,&nbsp;<a href="http://www.livrariacultura.com.br/scripts/resenha/resenha.asp?nitem=3056211&amp;sid=6205422261394760179606218">Sentimento do Mundo</a>&nbsp;</p></blockquote>
<blockquote><p>&#8211; <a href="http://www.citador.pt/poemas/essas-coisas-carlos-drummond-de-andrade">Essas Coisas,</a> <a href="http://www.livrariacultura.com.br/scripts/resenha/resenha.asp?nitem=53139&amp;sid=6205422261394760179606218">As Impurezas do Branco</a>&nbsp;</p></blockquote>
<blockquote><p>&#8211; <a href="http://ofiodaspalavras.blogspot.com/2008/09/meus-poemas-favoritos.html">Único</a><a href="http://www.citador.pt/poemas/essas-coisas-carlos-drummond-de-andrade">,</a>&nbsp;<a href="http://www.livrariacultura.com.br/scripts/resenha/resenha.asp?nitem=53139&amp;sid=6205422261394760179606218">As Impurezas do Branco</a>&nbsp;&nbsp;</p></blockquote>
<blockquote><p>&#8211; <a href="http://letras.terra.com.br/carlos-drummond-de-andrade/818508/">Confissão</a>, <a href="http://www.livrariacultura.com.br/scripts/resenha/resenha.asp?nitem=3074474&amp;sid=6205422261394760179606218">Claro &nbsp;Enigma</a>&nbsp;</p></blockquote>
<blockquote><p>&#8211; &nbsp;<a href="http://memoriaviva.com.br/drummond/poema023.htm">A Mão Suja</a>,&nbsp;<a href="http://www.livrariacultura.com.br/scripts/resenha/resenha.asp?nitem=189171&amp;sid=6205422261394760179606218">José&nbsp;</a>&nbsp;&nbsp;&nbsp;</p></blockquote>
<div></div>
<p><a href="http://www.vivermaissimples.com/2010/07/medo-eu.html"><b>Medo</b></a><br />Se por um lado, falo de coragem. Por outro lado, me acompanha o medo. E Drummond falou de medo sem medo, com um reconhecimento do humano que há no medo. Um presente para nossa mortalidade:</p>
<blockquote><p>&#8211; <a href="http://www.tanto.com.br/drummond-congresso.htm">Congresso Internacional do Medo</a>,&nbsp;<a href="http://www.livrariacultura.com.br/scripts/resenha/resenha.asp?nitem=3056211&amp;sid=6205422261394760179606218">Sentimento do Mundo</a></p></blockquote>
<blockquote><p>&#8211; <a href="http://dillimaira.blogspot.com/2009/08/inimigo.html">Inimigo</a>,&nbsp;<a href="http://www.livrariacultura.com.br/scripts/resenha/resenha.asp?nitem=3205358&amp;sid=6205422261394760179606218">Menino Antigo</a>&nbsp;</p></blockquote>
<p><b><a href="http://www.vivermaissimples.com/2011/02/o-melhor-lugar-do-mundo-e-aqui-e-agora.html">Viver o presente</a></b><br />O tempo presente era um tempo prezado por Drummond. &nbsp;Amor ao passado, interesse no futuro&#8230; Tudo isto é real, mas o presente é o que de fato temos. Sou grata por estes poemas:</p>
<blockquote><p>&#8211; <a href="http://letras.te
rra.com.br/carlos-drummond-de-andrade/460648/">Mãos Dadas,</a>&nbsp;<a href="http://www.livrariacultura.com.br/scripts/resenha/resenha.asp?nitem=3056211&amp;sid=6205422261394760179606218">Sentimento do Mundo</a></p></blockquote>
<blockquote><p><a href="http://www.livrariacultura.com.br/scripts/resenha/resenha.asp?nitem=3056211&amp;sid=6205422261394760179606218"><span style="color: black;">&#8211;&nbsp;</span></a><a href="http://www.memoriaviva.com.br/drummond/poema041.htm">Parolagem da Vida</a><a href="http://www.citador.pt/poemas/essas-coisas-carlos-drummond-de-andrade">,</a><span style="color: black;">&nbsp;</span><a href="http://www.livrariacultura.com.br/scripts/resenha/resenha.asp?nitem=53139&amp;sid=6205422261394760179606218">As Impurezas do Branco</a></p></blockquote>
<blockquote><p>&#8211;&nbsp;<a href="http://memoriaviva.com.br/drummond/poema020.htm">Mundo Grande</a><a href="http://letras.terra.com.br/carlos-drummond-de-andrade/460648/">,</a>&nbsp;<a href="http://www.livrariacultura.com.br/scripts/resenha/resenha.asp?nitem=3056211&amp;sid=6205422261394760179606218">Sentimento do Mundo</a>&nbsp;</p></blockquote>
<blockquote><p>&#8211; <a href="http://memoriaviva.com.br/drummond/poema028.htm">Consolo na Praia</a>, <a href="http://www.livrariacultura.com.br/scripts/resenha/resenha.asp?nitem=92254&amp;sid=6205422261394760179606218">A Rosa do Povo&nbsp;</a></p></blockquote>
<p><b><a href="http://www.vivermaissimples.com/2011/10/para-ti-o-que-e-o-amor.html">Amor</a></b><br />Entregar-se de verdade, nu, sob frio e vento. Este é o amor em que acredito eu e vejo espelhado nos versos &nbsp; &nbsp; do meu poeta preferido. &nbsp;Comovem-me particularmente:</p>
<blockquote><p>&nbsp;&nbsp;&#8211;&nbsp;<a href="http://www.citador.pt/poemas/ainda-que-mal-carlos-drummond-de-andrade">Ainda que &nbsp;Mal</a>,&nbsp;<a href="http://www.livrariacultura.com.br/scripts/resenha/resenha.asp?nitem=53139&amp;sid=6205422261394760179606218">As Impurezas do Branco</a>&nbsp;</p></blockquote>
<blockquote><p>&#8211; <a href="http://www.memoriaviva.com.br/drummond/poema033.htm">Amar</a>,&nbsp;<a href="http://www.livrariacultura.com.br/scripts/resenha/resenha.asp?nitem=3074474&amp;sid=6205422261394760179606218">Claro &nbsp;Enigma</a>&nbsp;</p></blockquote>
<blockquote><p>&#8211; <a href="http://memoriaviva.com.br/drummond/poema086.htm">O Amor Antigo</a>, <a href="http://www.livrariacultura.com.br/scripts/resenha/resenha.asp?nitem=53089&amp;sid=6205422261394760179606218">Amar se Aprende Amando</a>&nbsp;</p></blockquote>
<p>No final de tudo, consolo-me um pouco com &nbsp;palavras dele mesmo, do menos badalado &#8220;<a href="http://www.livrariacultura.com.br/scripts/resenha/resenha.asp?nitem=53371&amp;sid=6205422261394760179606218">Farewell</a>&#8220;:</p>
<div style="text-align: center;"><b>Liberdade</b></div>
<div style="text-align: center;">O pássaro é livre</div>
<div style="text-align: center;">na prisão do ar.</div>
<div style="text-align: center;">O espírito é livre</div>
<div style="text-align: center;">na prisão do corpo.</div>
<div style="text-align: center;">Mas livre, bem livre</div>
<div style="text-align: center;">é mesmo estar morto.</div>
<p></p>
<div style="text-align: center;">C.D.A.</div>
<p></p>
<p>O post <a href="https://www.vivermaissimples.com/recordando-carlos-drummond-de-andrade/">Recordando Carlos Drummond de Andrade</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.vivermaissimples.com">Viver Mais Simples</a>.</p>
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