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	<title>Arquivos Rio de Janeiro - Viver Mais Simples</title>
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	<description>Viver Mais Simples</description>
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		<title>Alguma vez desejou abandonar seu país? Chegou a fazê-lo alguma vez?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Leticia Carneiro]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 16 Nov 2011 17:13:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[6 bilhões de outros]]></category>
		<category><![CDATA[criatividade]]></category>
		<category><![CDATA[escolha]]></category>
		<category><![CDATA[Rio de Janeiro]]></category>
		<category><![CDATA[viagem]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Não.Até vivi por 15 meses em Londres. Mas nunca tive vontade de abandonar meu país. Foto: Lucrécio Brasil Minha vontade é de conhecer outros lugares, explorar novos mundos, novas culturas.Ainda não é possível, mas sigo sonhando&#8230; Sem pressa, no entanto.Sim, fico cansada com algumas mazelas do meu Brasil, mas sou grata por esta terra.Não temos [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><b>Não.</b><br />Até vivi por 15 meses em Londres. Mas nunca tive vontade de abandonar meu país.</p>
<table align="center" cellpadding="0" cellspacing="0" style="margin-left: auto; margin-right: auto; text-align: center;">
<tbody>
<tr>
<td style="text-align: center;"><a href="http://leticiacarneiro.com/wp-content/uploads/2011/11/188600_1885931949444_1275769066_32275703_2477424_n-1.jpg" style="margin-left: auto; margin-right: auto;"><img fetchpriority="high" decoding="async" border="0" height="320" src="http://leticiacarneiro.com/wp-content/uploads/2011/11/188600_1885931949444_1275769066_32275703_2477424_n.jpg" width="320" /></a></td>
</tr>
<tr>
<td style="text-align: center;">Foto: Lucrécio Brasil</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>Minha vontade é de conhecer outros lugares, explorar novos mundos, novas culturas.<br />Ainda não é possível, mas sigo sonhando&#8230; Sem pressa, no entanto.<br />Sim, fico cansada com algumas mazelas do meu Brasil, mas sou grata por esta terra.<br />Não temos guerras, relativamente poucos desastres naturais. Nosso povo é feliz, plural, cheio de música e poesia, sorridente. Trabalhador demais. Solidário, espiritual.<br />Sim, é um desgaste saber da política, da corrupção, do mal uso de tanta riqueza.<br />Sim, há muita injustiça, muita pobreza, muito o que fazer.<br />Mas sigo esperançosa, acreditando na força de um povo amigo e alegre, batalhador e corajoso. Criativo, amante da novidade, diverso.<br />Amo nossas muitas cores, nossos muitos sabores, nossa abertura para outros jeitos de ser.<br />Então fico. Fico feliz, sonhando com umas voltas por outras terras ,mas sem pressa de sair.<br />Aqui é bom. Aqui sou feliz.</p>
<p><span style="background-color: white; color: #0055a8; font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif; font-size: 15px; line-height: 21px;">Este é um post da série &#8220;6 Bilhões de Outros&#8221;, inspirada neste projeto&nbsp;</span><a href="http://www.6milliardsdautres.org/" style="background-color: white; color: #774aa8; font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif; font-size: 15px; line-height: 21px; text-decoration: none;">aqui</a><span style="background-color: white; color: #0055a8; font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif; font-size: 15px; line-height: 21px;">.</span><br style="background-color: white; color: #0055a8; font-family: Verdana, Geneva, sans-serif; font-size: 15px; line-height: 21px;" /><span style="background-color: white; color: #0055a8; font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif; font-size: 15px; line-height: 21px;">Mais detalhes do projeto neste&nbsp;</span><b style="background-color: white; color: #0055a8; font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif; font-size: 15px; line-height: 21px;"><a href="http://www.vivermaissimples.com/2011/07/apresentando-me.html" style="color: #774aa8; text-decoration: none;">post</a></b><span style="background-color: white; color: #0055a8; font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif; font-size: 15px; line-height: 21px;">.</span></p>
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		<title>Pequenos prazeres da vida</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Leticia Carneiro]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 09 Sep 2011 18:31:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[equilíbrio]]></category>
		<category><![CDATA[lazer]]></category>
		<category><![CDATA[memórias felizes]]></category>
		<category><![CDATA[Rio de Janeiro]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O viver mais simples é baseado em gratidão, estar presente e amar a possibilidade (afinal, viver do impossível pode drenar toda a nossa energia&#8230;).Uma forma de honrar esta filosofia são pequenos gestos de carinho consigo no cotidiano. Singelezas que aquecem o coração e trazem aquela felicidade de criança para a gente.Estes gestos muitas vezes contém [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O viver mais simples é baseado em gratidão, estar presente e amar a possibilidade (afinal, viver do impossível pode drenar toda a nossa energia&#8230;).<br />Uma forma de honrar esta filosofia são pequenos gestos de carinho consigo no cotidiano. Singelezas que aquecem o coração e trazem aquela felicidade de criança para a gente.<br />Estes gestos muitas vezes contém um quê de ritual. Outras vezes são desenhados a partir de memórias felizes, no meu caso, fortemente associadas ao paladar e ao ar livre.</p>
<table align="center" cellpadding="0" cellspacing="0" style="margin-left: auto; margin-right: auto; text-align: center;">
<tbody>
<tr>
<td style="text-align: center;"><a href="http://leticiacarneiro.com/wp-content/uploads/2011/09/pequenosprazeres-1.jpg" style="margin-left: auto; margin-right: auto;"><img decoding="async" border="0" height="320" src="http://leticiacarneiro.com/wp-content/uploads/2011/09/pequenosprazeres.jpg" width="275" /></a></td>
</tr>
<tr>
<td style="text-align: center;">Chá verde com torta de limão na minha caneca favorita&#8230;</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>Meu presente para vocês nesta sexta-feira é uma lista de pequenos atos de amor comigo mesma, para inspirar vocês a encontrarem os seus:<br />1) Sair por aí tomando um picolé de coco<br />2) Beber uma xícara de chá<br />3) Tomar um cafezinho com torta, entre afazeres<br />4) Comer uma tangerina<br />5) Ler uma revista preguiçosamente<br />6) Rir até sairem lágrimas dos olhos<br />7) Tirar roupa do varal com os filhos<br />8) Levar as crianças na escola<br />9) Dormir no mesmo quarto que uma amiga e ficar dando risada até tarde<br />10) Tirar uma soneca à tarde</p>
<p><b>E vocês, quais pequenos presentes podem se dar? Como agradar a si mesmos?</b></p>
<p></p>
<div style="clear: both; text-align: center;"></div>
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		<title>Aprendendo com a rua</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Leticia Carneiro]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 23 Aug 2011 02:57:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[atitude]]></category>
		<category><![CDATA[autoconhecimento]]></category>
		<category><![CDATA[coragem]]></category>
		<category><![CDATA[Juliana Manhães]]></category>
		<category><![CDATA[memórias felizes]]></category>
		<category><![CDATA[Rio de Janeiro]]></category>
		<category><![CDATA[Será o Benidito]]></category>
		<category><![CDATA[vida pedestre]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Desde que escolhi ser pedestre, a rua mais e mais faz parte do Viver Mais Simples.O começo foi difícil. É um pouco amedrontador estar tão próximo do outro. Pedinte, menor abandonado, ambulantes.É muita gente distinta de mim. Ou será que nem tanto? Com o tempo, fui me adaptando. Já conheço os frequentadores de minha vizinhança. [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Desde que escolhi ser pedestre, a rua mais e mais faz parte do Viver Mais Simples.<br />O começo foi difícil. É um pouco amedrontador estar tão próximo do outro. Pedinte, menor abandonado, ambulantes.<br />É muita gente distinta de mim. Ou será que nem tanto?</p>
<div style="clear: both; text-align: center;"><a href="http://leticiacarneiro.com/wp-content/uploads/2011/08/pedestre-1.jpg" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"><img decoding="async" border="0" height="240" src="http://leticiacarneiro.com/wp-content/uploads/2011/08/pedestre.jpg" width="320" /></a></div>
<p>Com o tempo, fui me adaptando. Já conheço os frequentadores de minha vizinhança. Dou risada como vendedor que grita &#8220;Acabei de queimar a minha rosca&#8221;, para vender seus produtos. Que são roscas, é claro.<br />Cumprimento a vendedora de balas, a moça da água de coco.<br />Esbarro com meus vizinhos de prédio, de rua e de bairro.<br />Outro dia contei para os amigos de São Paulo que saio muitas vezes só com a chave. &nbsp;&#8220;E se cair dura?&#8221;.<br />Bom, acho que hoje, até o mendigo me socorreria:<br />&#8220;Mãe, porque você diz bom dia para ele?&#8221;. &#8220;Filho, eu passo por ele todo o dia, a gente já se conhece&#8230;&#8221;.</p>
<table align="center" cellpadding="0" cellspacing="0" style="float: right; margin-left: 1em; text-align: right;">
<tbody>
<tr>
<td style="text-align: center;"><a href="http://leticiacarneiro.com/wp-content/uploads/2011/08/DSC09769-1.jpg" style="margin-left: auto; margin-right: auto;"><img loading="lazy" decoding="async" border="0" height="240" src="http://leticiacarneiro.com/wp-content/uploads/2011/08/DSC09769.jpg" width="320" /></a></td>
</tr>
<tr>
<td style="text-align: center;">Lucrécio Brasil</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>Mas mesmo a vida pedestre pode ser levada a um novo nível. Foi o que eu fiz com duas experiências recentes.<br />A primeira, o espetáculo do meu amigo <a href="http://www.vivermaissimples.com/2011/04/tempo-de-rir-tempo-de-ser-serio.html">André</a>, &#8220;<a href="http://lanalapa.blogspot.com/2011/07/dramaturgia-do-camelo-vira-tema-de.html">Dados Variáveis</a>&#8220;.<br />Foi no meio do Largo do Machado, num dia de sol. Eu com as duas crianças, meio nervosa porque a vizinhança não é das mais fáceis.<br />E assim fui surpreendida e tive que rever meus preconceitos.<br />Uma turma de adolescentes cercava o &#8220;palco&#8221;. Curiosos, um pouco desafiadores, um pouco agressivos. &nbsp;Eles carregavam suas garrafinhas com cola ou benzina ou alguma outra coisa assim. Triste de ver.<br />Mas a arte faz mágicas. &nbsp;André foi incluindo o grupo, que ficou ali conosco, vizinhos temporários de &#8220;arquibancada&#8221;.<br />Um deles participou comigo:</p>
<table align="center" cellpadding="0" cellspacing="0" style="float: left; margin-right: 1em; text-align: left;">
<tbody>
<tr>
<td style="text-align: center;"><a href="http://leticiacarneiro.com/wp-content/uploads/2011/08/DSC09764-1.jpg" style="margin-left: auto; margin-right: auto;"><img loading="lazy" decoding="async" border="0" height="240" src="http://leticiacarneiro.com/wp-content/uploads/2011/08/DSC09764.jpg" width="320" /></a></td>
</tr>
<tr>
<td style="text-align: center;">Lucrécio Brasil</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>Eles ficaram todo o tempo ali, meio zonzos com a droga, mas fascinados (e pacificados) pela arte que lhes foi presenteada.<br />E aí aconteceu o inusitado. Olivia desgarrou do grupo e saiu correndo, a rebelde de sempre. E um deles levantou-se e a conteve &#8220;foge não, neném&#8221;. <br />Eu fui ajudada por um menino de rua.<br />Ali tomei uma lição. &nbsp;Humanizados pela experiência de estar juntos, unidos pelo teatro de rua, éramos novamente irmãos.</p>
<p>Dias depois, uma nova experiência. &nbsp;Fui fechar minha<a href="http://www.vivermaissimples.com/2011/07/encontre-o-seu-ritmo.html"> aula de danças brasileiras</a> no meio da Cinelândia, dançando o <a href="http://www.youtube.com/watch?v=assQgQk5hmI">Cacuriá</a>.</p>
<table align="center" cellpadding="0" cellspacing="0" style="float: right; margin-left: 1em; text-align: right;">
<tbody>
<tr>
<td style="text-align: center;"><a href="http://leticiacarneiro.com/wp-content/uploads/2011/08/282145_234061293302016_100000944426124_687092_3219225_n252812529-1.jpg" style="margin-left: auto; margin-right: auto;"><img loading="lazy" decoding="async" border="0" height="240" src="http://leticiacarneiro.com/wp-content/uploads/2011/08/282145_234061293302016_100000944426124_687092_3219225_n252812529.jpg" width="320" /></a></td>
</tr>
<tr>
<td style="text-align: center;">Cláudia Martins</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>&nbsp;Minha professora&nbsp;<a href="http://astresmariasnucleodefolguedos.blogspot.com/2008/03/palavras-de-festeira.html">Juliana </a>havia avisado: estas danças pertencem à rua, é para lá que temos quer ir. E fomos. Fomos juntos, eu bem envergonhada com minhas cadeiras duras e falta de sangue africano nas veias. Mas lá, tudo foi poesia.<br />Embaixo de um toldo providencial, fizemos nossa roda. Dançamos ao som do tambor e, aos poucos, viramos atração turística. Mais um tempo, Mestre Graúna da Gamboa parou com seus pequenos capoeristas. E primeiro ficaram olhando, mas Juliana convidou.</p>
<table align="center" cellpadding="0" cellspacing="0" style="float: left; margin-right: 1em; text-align: left;">
<tbody>
<tr>
<td style="text-align: center;"><a href="http://leticiacarneiro.com/wp-content/uploads/2011/08/198743_234061689968643_100000944426124_687100_7711840_n-1.jpg" style="margin-left: auto; margin-right: auto;"><img loading="lazy" decoding="async" border="0" height="240" src="http://leticiacarneiro.com/wp-content/uploads/2011/08/198743_234061689968643_100000944426124_687100_7711840_n.jpg" width="320" /></a></td>
</tr>
<tr>
<td style="text-align: center;">Cláudia Martins</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>E aí foi demais, nós e eles, tambor e berimbau. Teve mostra de capoeira. Teve &#8220;Jacaré Poiô&#8221;.<br />Foi uma delícia e fiquei orgulhosa de minha coragem, que permitiu viver este presente.<br />A rua é surpreendente, é inesperada, é crua. Nela me sinto viva, alerta, inteira.<br /><b>Viva a rua! Viva a arte popular!</b></p>
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		<title>Ao meu redor</title>
		<link>https://www.vivermaissimples.com/ao-meu-redor/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Leticia Carneiro]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 16 Mar 2011 21:47:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Rio de Janeiro]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>﻿﻿﻿﻿Nesta caminhada acelerada de tantos de nós, muitas vezes deixamos escapar a beleza que mora bem&#160;aqui ao lado&#8230; E saborear nossa vizinhança pode ser um exercício valioso para acalmar o espírito. ﻿ Lucrécio Brasil ﻿ Quando cheguei, aos doze anos, mergulhava no mar depois da escola. Aos quatorze, frequentava o Parque Lage e até banho [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://www.vivermaissimples.com/ao-meu-redor/">Ao meu redor</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.vivermaissimples.com">Viver Mais Simples</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>﻿﻿﻿﻿Nesta caminhada acelerada de tantos de nós, muitas vezes deixamos escapar a beleza que mora bem&nbsp;aqui ao lado&#8230; E saborear nossa vizinhança pode ser um exercício valioso para acalmar o espírito. </p>
<div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"></div>
<p>﻿ </p>
<table align="center" cellpadding="0" cellspacing="0" style="margin-left: auto; margin-right: auto; text-align: center;">
<tbody>
<tr>
<td style="text-align: center;"><a href="https://lh6.googleusercontent.com/-k5iqQOleDLI/TYEIBq0-TVI/AAAAAAAAAdE/Q1Jru0N7qWI/s1600/2011-03-05+06.17.42.jpg" style="margin-left: auto; margin-right: auto;"><img loading="lazy" decoding="async" border="0" height="84" r6="true" src="https://lh6.googleusercontent.com/-k5iqQOleDLI/TYEIBq0-TVI/AAAAAAAAAdE/Q1Jru0N7qWI/s320/2011-03-05+06.17.42.jpg" width="320" /></a></td>
</tr>
<tr>
<td style="text-align: center;">Lucrécio Brasil</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>﻿ </p>
<div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"></div>
<p><a name='more'></a></p>
<div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;">Quando cheguei, aos doze anos, mergulhava no mar depois da escola. Aos quatorze, frequentava o Parque Lage e <a href="http://www.vivermaissimples.com/2010/12/aguas-presentes.html">até banho de chuva na praia do Leblon eu tomei</a>.&nbsp; Voltava a pé pela Lagoa, comia no Bob&#8217;s da Garcia D&#8217;Ávila&#8230;&nbsp;Além de frequentar os&nbsp;Gordon&#8217;s da General Osório e o do final do Leblon&#8230;</div>
<div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;">Mais tarde, já na faculdade, frequentei a <em>night</em>, nos Baixos (Leblon, Gávea e Botafogo). Usufruía amplamente dos benefícios da cidade em que morava&#8230;</div>
<p>O tempo foi passando e o trabalho apertou. Sem perceber, passava mais e mais tempo dentro do escritório e já mal percebia as montanhas, o céu e os tantos lugares de minha adolescência. Ás vezes, um pequeno interlúdio, para alegrar amigos turistas. Assim conheci o Pão de Açúcar, voltei ao Corcovado e acompanhei alguns desfiles de carnaval. Morei por um breve período num apartamento com vista espetacular, mas já não apreciava tanto&#8230;<br />Mudei-me para São Paulo, onde aprendi a amar a dureza cinzenta de seus prédios e o pôr-do-sol emoldurado por concreto. Refestelava-me nos muitos restaurantes e no amor de tantos amigos queridos. E o Rio era uma distante lembrança, uma passagem veloz nos fins-de-semana, entre a casa de um e outro parente.<br />Agora retornei. De fato, retornei.&nbsp; Andando nas ruas, redescobri o lado pedestre que me aguardava paciente desde meus primeiros anos aqui.&nbsp; Retomei o contato com a vizinhança, a observação de pessoas na rua. E tenho sido feliz, apesar da incivilidade de alguns cidadãos&#8230;<br />Por isso queria convidar todos, cariocas ou não, a redescobrir a cidade, compartilhando recentes programas que alegraram meu coração:</p>
<div style="clear: both; text-align: center;"><a href="https://lh6.googleusercontent.com/-5riziQNWzkw/TYELEYi3NiI/AAAAAAAAAdM/F-QZwxnL-Vg/s1600/bb.jpg" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"><img decoding="async" border="0" r6="true" src="https://lh6.googleusercontent.com/-5riziQNWzkw/TYELEYi3NiI/AAAAAAAAAdM/F-QZwxnL-Vg/s1600/bb.jpg" /></a></div>
<p>Primeiro, o <a href="http://www.bb.com.br/portalbb/page504,128,10158,0,0,1,1.bb?&amp;codigoMenu=9894">CCBB</a>, onde fui ver a maravilhosa exposição de <a href="http://www.vivermaissimples.com/2011/02/nunca-e-tarde.html">Cora Coralina</a>, infelizmente já encerrada. Vi também o <a href="http://www.bb.com.br/portalbb/page511,128,10154,1,0,1,1.bb?dtInicio=3/2011&amp;codigoEvento=3909">Escher</a>, lanchei, passeei na Livraria. Subi no elevador maravilhoso com funcionárias&nbsp;cordiais.&nbsp;Só não pude retornar á <a href="http://www.bb.com.br/portalbb/page509,128,10005,0,0,1,1.bb?codigoMenu=13587&amp;codigoNoticia=22907&amp;codigoMenu=13587">Biblioteca</a>, fechada para obras. Tenho saudades de muitas horas de estudo para vestibular que passei lá.<br />Depois, uma deliciosa visita ao Theatro Municipal, aberto para tours em horários diversos até julho deste ano, pela modesta quantia de dez reais.&nbsp; Todo reformado, lindo e com uma vista para a cidade do Foyer que é indescrítivel&#8230; O Salão Assírio, recém-reformado, está espetacular.</p>
<table align="center" cellpadding="0" cellspacing="0" style="margin-left: auto; margin-right: auto; text-align: center;">
<tbody>
<tr>
<td style="text-align: center;"><a href="https://lh6.googleusercontent.com/-uLBjGZrwYAc/TYEL-8Lx2XI/AAAAAAAAAdU/W8Le8TUOQKU/s1600/2011-02-22+17.47.05.jpg" style="margin-left: auto; margin-right: auto;"><img loading="lazy" decoding="async" border="0" height="240" r6="true" src="https://lh6.googleusercontent.com/-uLBjGZrwYAc/TYEL-8Lx2XI/AAAAAAAAAdU/W8Le8TUOQKU/s320/2011-02-22+17.47.05.jpg" width="320" /></a></td>
</tr>
<tr>
<td style="text-align: center;">Lucrécio Brasil</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p><a href="http://www.vivermaissimples.com/2011/02/o-mar-e-o-rio.html">Da Praia, eu já falei</a>. Mas continuo enamorada, especialmente após sofrer assédio interminável de ambulantes&nbsp;na Praia do Francês.&nbsp; Ter tudo perto, mas sob demanda apenas. Um luxo&#8230;<br />E você, como anda explorando a sua cidade?&nbsp;Um mundo de surpresas e momentos felizes está&nbsp;ao alcance de seus dedos&#8230;</p>
<p><span style="color: blue;"><span style="font-size: x-small;"><strong>Serviço</strong>: </span></span><br /><span style="color: blue; font-size: x-small;">Theatro Municipal: </span><br /><span style="color: blue; font-size: x-small;">Horário da bilheteria: 10h às 18h</span><br /><span style="color: blue; font-size: x-small;"></span><br /><span style="color: blue; font-size: x-small;">Bilheteria: Av. Almirante Barroso, 14 / 16 (Prédio anexo do Theatro Municipal)</span><br /><span style="color: blue; font-size: x-small;">Telefones para agendar visitas: 21-2332-9191 e 2332-9134</span> </p>
<p><span style="color: blue; font-size: x-small;">CCBB: </span><br /><span style="color: blue; font-size: x-small;">Rua Primeiro de Março, 66</span><br /><span style="color: blue; font-size: x-small;">Terça a domingo, 9h ás 21h</span><br /><a href="http://www.bb.com.br/portalbb/page509,128,10004,0,0,1,1.bb?codigoMenu=10664&amp;codigoNoticia=18029&amp;codigoMenu=10664"><span style="color: blue; font-size: x-small;">Informações Úteis</span></a></p>
<div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none; clear: both; text-align: center;"></div>
<div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none; clear: both; text-align: center;"></div>
<div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none; clear: both; text-align: center;"></div>
<p>O post <a href="https://www.vivermaissimples.com/ao-meu-redor/">Ao meu redor</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.vivermaissimples.com">Viver Mais Simples</a>.</p>
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		<title>O Mar e o Rio</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Leticia Carneiro]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 10 Feb 2011 01:39:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[lazer]]></category>
		<category><![CDATA[Maternidade]]></category>
		<category><![CDATA[Rio de Janeiro]]></category>
		<category><![CDATA[Valores]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>http://inlovewithrio.blogspot.com/2010/08/biscoito-globo-e-mate-leao.html No último domingo, vivi um destes momentos cariocas cheio dos prazeres da&#160;nova vida. Passei uma manhã (e parte da tarde) no Baixo Bebê, revivendo um dos mais tradicionais costumes do Rio de Janeiro, a ida à Praia.Apesar de contar mais com quase vinte anos de vida carioca, confesso que andava fora de forma com [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<table align="center" cellpadding="0" cellspacing="0" style="margin-left: auto; margin-right: auto; text-align: center;">
<tbody>
<tr>
<td style="text-align: center;"><a href="http://leticiacarneiro.com/wp-content/uploads/2011/02/rio.jpg" style="margin-left: auto; margin-right: auto;"><img decoding="async" border="0" h5="true" src="http://leticiacarneiro.com/wp-content/uploads/2011/02/rio.jpg" /></a></td>
</tr>
<tr>
<td style="text-align: center;"><a href="http://inlovewithrio.blogspot.com/2010/08/biscoito-globo-e-mate-leao.html">http://inlovewithrio.blogspot.com/2010/08/biscoito-globo-e-mate-leao.html</a></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>No último domingo, vivi um destes momentos cariocas cheio dos prazeres da&nbsp;nova vida. Passei uma manhã (e parte da tarde) no Baixo Bebê, revivendo um dos mais tradicionais costumes do Rio de Janeiro, a ida à Praia.<br />Apesar de contar mais com quase vinte anos de vida carioca, confesso que andava fora de forma com a praxe beira-mar. Por isso me senti como criança, descobrindo as sutilezas deste sacerdócio.<br />Primeiro, a vida em sociedade: barracas buscando a sombra sinérgica, piscina cheia de água doce.&nbsp; Brinquedos compartilhados&nbsp;e itens pessoais organizados. Um acampamento para lá de civilizado, com toda a eficiência que se não se espera do Rio. Aliás, a praia e o Carnaval são dois momentos onde o <em>know-how</em> carioca é imbatível:&nbsp;a farta oferta de picolé, mate, biscoito Globo e demais quitutes. A gestão das &#8220;Barracas&#8221; provedoras de bebidas e acessórios, onde o atendimento personalizado e atencioso são uma obsessão.<br />Segui a orientação de meus velhos e novos amigos mais experientes sobre&nbsp;as dicas de como extrair o melhor da experiência: chegar antes das 10h; camisetas e constantes refis de protetor solar; revezamento na vigília do mar.&nbsp; Lamentei minha dificuldade em ficar só e calada, mas consegui respeitar o sagrado silêncio da leitura de jornal alheia. E fui com Olivia para o &#8220;fundo&#8221;, aproveitando a generosidade de Netuno, o calor do sol e o refresco da água.<br />Depois, almoço no Jobí, com seu sensacional polvo á vinagrete.<br />Um dia perfeito! Novos aprendizados, novas sensações e muita gratidão. Redescobrir o Rio tem sido uma maravilhosa aventura&#8230;</p>
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		<title>Por onde anda Fernanda Montenegro?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Leticia Carneiro]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 26 Aug 2010 02:27:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Rio de Janeiro]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>No geral, não faço posts de protesto. Mas no melhor espírito de Raul Seixas, hoje &#8220;eu também vou reclamar&#8221;: O motivo é&#160;a triste decadência nos teatros do Shopping da Gávea. Tudo bem, minha amostra não é grande, mas em uma semana fui a dois espetáculos abaixo da crítica&#8230; Primeiro foi uma peça infantil.&#160; Algumas gags [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>No geral, não faço posts de protesto. Mas no melhor espírito de Raul Seixas, hoje &#8220;eu também vou reclamar&#8221;:</p>
<p><a name='more'></a>O motivo é&nbsp;a triste decadência nos teatros do Shopping da Gávea. Tudo bem, minha amostra não é grande, mas em uma semana fui a dois espetáculos abaixo da crítica&#8230; <br />Primeiro foi uma peça infantil.&nbsp; Algumas gags interessantes, um ou outro personagem bem feitinho. Mas no geral, zero de criatividade, músicas pavorosas e uma irregularidade arrepiante no elenco. Sem contar a panfletagem predatória nos corredores do shopping. Talvez buscando criar uma produção em massa de peças infantis,&nbsp;três peças concorrem no mesmo horário, três vezes ao dia. Um horror.<br />Hoje, impulsionada pelas ofertas do Peixe Urbano, fui ver um &#8220;musical&#8221;.&nbsp; Assim entre aspas, porque novamente alguns poucos talentos quase foram insuficientes para me impedir de jogar a toalha antes do fim.&nbsp; Momento hilariante: o &#8220;cenário&#8221; era uma apresentação de datashow. Bom, no meio da apresentação, o dito cujo deu pane geral e aparecia Nat King Cole na hora do Frank Sinatra, Judy Garland na hora do Nat King Cole. Sem contar o texto &#8220;forward&#8221;, &#8220;pause&#8221;, etc que ficava na tela. Como definiu Lucrécio: transformando uma peça barata em uma peça ordinária.<br />Lembro-me, já com saudade, de quando eu ia ao Teatro dos Quatro para ver Paulo Goulart, Marieta Severo e outros. Gosto de arriscar também, mas por enquanto vou ficar nos cinemas do Grupo Estação&#8230;Recomendo o CCBB para peças infantis e vou procurar onde está o teatro que vale a pena no Rio. Pelo visto, não na Marquês de São Vicente!</p>
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