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	<title>Arquivos filhos - Viver Mais Simples</title>
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	<description>Viver Mais Simples</description>
	<lastBuildDate>Thu, 19 Apr 2012 11:11:00 +0000</lastBuildDate>
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		<title>Mudando a direção da vela</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Leticia Carneiro]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 19 Apr 2012 11:11:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[aprendizado]]></category>
		<category><![CDATA[atitude]]></category>
		<category><![CDATA[autoconhecimento]]></category>
		<category><![CDATA[caminho próprio]]></category>
		<category><![CDATA[coragem]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Há coisas maiores do que nós. Muitas.Por exemplo, não podemos mudar o vento.Se é tempo de vendaval, não adianta lutar sozinho no meio do furacão.Se é tempo de brisa fraca, não é hora de velejar. Bom, para mim, é tempo de vendaval. Sennen Cove Criar um novo negócio enquanto educamos duas crianças pequenas, não é [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Há coisas maiores do que nós. Muitas.<br />Por exemplo, não podemos mudar o vento.<br />Se é tempo de vendaval, não adianta lutar sozinho no meio do furacão.<br />Se é tempo de brisa fraca, não é hora de velejar.</p>
<p>Bom, para mim, é tempo de vendaval.</p>
<div style="clear: both; text-align: center;"></div>
<table align="center" cellpadding="0" cellspacing="0" style="margin-left: auto; margin-right: auto; text-align: center;">
<tbody>
<tr>
<td style="text-align: center;"><a href="http://leticiacarneiro.com/wp-content/uploads/2012/04/277041814547549718_ZCmhyZ6T_f-1.jpg" style="margin-left: auto; margin-right: auto;"><img fetchpriority="high" decoding="async" border="0" height="236" src="http://leticiacarneiro.com/wp-content/uploads/2012/04/277041814547549718_ZCmhyZ6T_f.jpg" width="320" /></a></td>
</tr>
<tr>
<td style="text-align: center;"><span style="background-color: white; color: #211922; font-family: 'helvetica neue', arial, sans-serif; line-height: 17px; text-align: -webkit-auto;">Sennen Cove</span></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>Criar um novo negócio enquanto educamos duas crianças pequenas, não é exatamente uma experiência despreocupada.<br />É preciso persistência e amor no plantio, nos dois casos.</p>
<p>Eu vinha equilibrando os pratinhos precariamente, esperando uma prometida ajuda doméstica para o final deste mês.<br />Revezamento quatro por quatro com o marido, sem respiro para os dois, sem dormir bem à noite.</p>
<p>O resultado: um declínio considerável na minha capacidade de escrever para este blog, para o<b> <a href="http://www.nutshellestrategia.com.br/">novo site</a></b> da Nutshell, para minha candidatura à contribuinte regular da revista <b><a href="http://www.facebook.com/obvious.pt">obvious</a></b>.</p>
<p>Ao mesmo tempo, minha impaciência e mau humor<b> <a href="http://draft.blogger.com/goog_503143986">começaram a fazer seus estragos</a></b><a href="http://./">.</a> Um verdadeiro inferno astral, bem antes da hora&#8230;</p>
<p>Foi quando recebi o golpe final. O tal auxílio doméstico não tem mais previsão de aparecer na minha vida.<br />Doeu forte na boca do estômago. Mas <b><a href="http://www.vivermaissimples.com/2012/01/escolha-sua-crise.html">crises </a></b>são bem-vindas, elas trazem a oportunidade de solução.</p>
<p>E a solução foi navegar a favor do vento.</p>
<p></p>
<ul>
<li>Uma nova agenda/escala de horários de trabalho meu e do marido. &nbsp;</li>
<li>Uma proposta para a diarista dormir uma vez por semana, na esperança de um cinema relaxante periódico (cruzem os dedos, ela ainda não aceitou).</li>
<li>Colocar a caçula em horário integral na escola.</li>
<li>Natação três vezes por semana~para o filho mais velho, no mesmo horário e piscina de minha hidroginástica.</li>
<li>Experimentos com os horários, como cuidar das rotinas da casa à noite, quando já estou cansada e é mais produtivo fazer o que vai no automático.&nbsp;</li>
<li>Horários alternativos para organização de ideias e reuniões.</li>
</ul>
<p>Já estou colhendo frutos da boa escolha em aceitar as intempéries da jornada. &nbsp;Meu barco já se aprumou, o humor melhorou e já estou dormindo melhor.<br />O trabalho já sai mais fácil e parei de perder energia em revoltar-me com a vida e com os outros. <br />Foco no plantio, compaixão por mim e pelos demais navegadores.</p>
<p>Não posso mudar o vento. Mas posso controlar a vela.</p>
<p></p>
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		<title>O que você aprendeu com crianças?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Leticia Carneiro]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 05 Apr 2012 14:30:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[?]]></category>
		<category><![CDATA[filhos]]></category>
		<category><![CDATA[gratidão]]></category>
		<category><![CDATA[memórias felizes]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Crescer é inexorável. &#160;Ser responsável por si mesmo, pagar contas e, é bem verdade, toda aquela história que Herbert e Renato Russo cantavam.Mas crescer traz inúmeros benefícios. Ser dono de seu caminho, poder ajudar quem vem depois.&#160;Crescer é preciso.Para sermos inteiros, para sermos justos com os outros, compartilhando o peso do piano.&#160;Para sermos protagonistas em [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;">Crescer é inexorável. &nbsp;Ser responsável por si mesmo, pagar contas e, é bem verdade, toda<a href="http://letras.terra.com.br/renato-russo/945710/"> aquela história que Herbert e Renato Russo cantavam.</a></span><br /><span style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;">Mas crescer traz inúmeros benefícios. Ser dono de seu caminho, poder ajudar quem vem depois.&nbsp;</span><br /><span style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;">Crescer é preciso.</span><br /><span style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;">Para sermos inteiros, para sermos justos com os outros, compartilhando o peso do piano.&nbsp;</span><br /><span style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;">Para sermos protagonistas em nosso caminho próprio.</span><br /><span style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"><br />No entanto, às vezes, passamos a nos levar a sério além da conta. Ou nos apertamos demasiadamente, nesta busca por se encaixar no mundo.</span><br /><span style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;">Nesta hora, podemos aprender com as crianças.</span><br /><span style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"><br /></span></p>
<table align="center" cellpadding="0" cellspacing="0" style="margin-left: auto; margin-right: auto; text-align: center;">
<tbody>
<tr>
<td style="text-align: center;"><a href="http://leticiacarneiro.com/wp-content/uploads/2012/04/425254_3450706027818_1275769066_33472412_2091495243_n-1.jpg" style="margin-left: auto; margin-right: auto;"><span style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"><img decoding="async" border="0" height="200" src="http://leticiacarneiro.com/wp-content/uploads/2012/04/425254_3450706027818_1275769066_33472412_2091495243_n.jpg" width="320" /></span></a></td>
</tr>
<tr>
<td style="text-align: center;"><span style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif; font-size: xx-small;">Foto: Lucrécio Brasil</span></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p><span style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"><br /></span><br /><span style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"><br /></span><br /><span style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"><b style="background-color: white; color: #0055a8; line-height: 21px;">Primeiro eu:</b></span><br /><b style="background-color: white; color: #0055a8; line-height: 21px;"><span style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;">Rir de si mesmo</span></b><br /><span style="background-color: white; color: #0055a8; line-height: 21px;"><span style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;">Crianças acham graça de seus erros. Acham graça de seus acertos.</span></span><br /><span style="background-color: white; color: #0055a8; line-height: 21px;"><span style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;">Acham graça da vida.</span></span><br /><span style="background-color: white; color: #0055a8; line-height: 21px;"><span style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;">Não se levam tão à sério.</span></span><br /><span style="background-color: white; color: #0055a8; line-height: 21px;"><span style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;">Há um pouco de risível nos tropeços que damos na vida.&nbsp;</span></span><br /><span style="background-color: white; color: #0055a8; line-height: 21px;"><span style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;">Melhor rir deles do que chorar.</span></span><br /><b style="background-color: white; color: #0055a8; line-height: 21px;"><span style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"><br /></span></b><br /><b style="background-color: white; color: #0055a8; line-height: 21px;"><span style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;">Dançar na rua</span></b><br /><span style="background-color: white; color: #0055a8; line-height: 21px;"><span style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;">Ainda esta semana, levei meus filhos para o cinema. O filme era &#8220;O Lorax&#8221;, baseado no Dr. Seuss. Minha filha amou tanto as músicas que foi dançar lá na frente durante os créditos finais.</span></span><br /><span style="background-color: white; color: #0055a8; line-height: 21px;"><span style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;">A alegria e a espontaneidade dela contagiaram até o moço que recebia os óculos 3-D.</span></span><br /><span style="background-color: white; color: #0055a8; line-height: 21px;"><span style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;">Não resisti e fiquei ali, dançando com ela. &nbsp;Ainda estou inebriada pela alegria deste momento. &nbsp;Esta é a real liberdade. Expressar-se livremente, sem cruzar o limite do outro.</span></span><br /><b style="background-color: white; color: #0055a8; line-height: 21px;"><span style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"><br /></span></b><br /><b style="background-color: white; color: #0055a8; line-height: 21px;"><span style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;">Por quê? Por quê? Mas por quê?</span></b><br /><span style="background-color: white; color: #0055a8; line-height: 21px;"><span style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;">Crianças não se satisfazem com &#8220;por que sim&#8221;. &nbsp;É cansativo, claro. Mas quantas vezes assumimos que algo é assim ou tem que ser assim, quando não é?</span></span><br /><span style="background-color: white; color: #0055a8; line-height: 21px;"><span style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;">Quantas oportunidades perdemos ou quantos sapos engolimos por aceitarmos uma realidade que não necessariamente é verdadeira?</span></span><br /><span style="background-color: white; color: #0055a8; line-height: 21px;"><span style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;">Por que estou fazendo isso? Por que sempre se fez assim?</span></span><br /><span style="background-color: white; color: #0055a8; line-height: 21px;"><span style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;">Por exemplo, lembro-me de uma frase da infância: &#8220;não se canta na mesa&#8221;. Por anos eu repeti (e pratiquei) esta &#8220;verdade&#8221;, sem pensar.</span></span><br /><span style="background-color: white; color: #0055a8; line-height: 21px;"><span style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;">Até que meu &nbsp;marido, que vinha de uma tradição de cantar uma prece antes das refeições, desafiou-me: por quê?</span></span><br /><span style="background-color: white; color: #0055a8; line-height: 21px;"><span style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;">Pois é, por quê?</span></span><br /><b style="background-color: white; color: #0055a8; line-height: 21px;"><span style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"><br /></span></b><br /><b style="background-color: white; color: #0055a8; line-height: 21px;"><span style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;">Eu te amo mais</span></b><br /><span style="background-color: white; color: #0055a8; line-height: 21px;"><span style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;">Crianças não têm vergonha de expressar seu amor. Beijos melados, abraços apertados, &#8220;volta logo, mamãe&#8221; e por aí vai.</span></span><br /><span style="background-color: white; color: #0055a8; line-height: 21px;"><span style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;">Quando saí da casa de meu pai, com dezoito anos, meu &nbsp;irmão caçula tinha dois anos.&nbsp;</span></span><br /><span style="background-color: white; color: #0055a8; line-height: 21px;"><span style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;">Ele me perguntou porque eu ia embora. Quando eu disse que era preciso, ele suplicou, amoroso: &#8220;mas você volta para brincar comigo?&#8221;.&nbsp;</span></span><br /><span style="background-color: white; color: #0055a8; line-height: 21px;"><span style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;">Nunca me esqueci de tanta ternura. &nbsp;Até hoje me emociono (e até hoje volto para brincar com ele, 21 anos depois).</span></span><br /><span style="background-color: white; color: #0055a8; line-height: 21px;"><span style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;">Nosso amor pelo outro é transformador. Basta dizê-lo.</span></span><br /><span style="background-color: white; color: #0055a8; line-height: 21px;"><span style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;">Digamos. Mais, alto e repe<br />
tidamente.</span></span><br /><b style="background-color: white; color: #0055a8; line-height: 21px;"><span style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"><br /></span></b><br /><b style="background-color: white; color: #0055a8; line-height: 21px;"><span style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;">Olha que lindo!</span></b><br /><span style="background-color: white; color: #0055a8; line-height: 21px;"><span style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;">Um por do sol. &nbsp;Um pássaro voando. &nbsp;Uma pipa no ar. Uma flor bonita. Uma cena de amizade.</span></span><br /><span style="background-color: white; color: #0055a8; line-height: 21px;"><span style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;">Na nossa vida séria de adulto, deixamos estes presentes por aí. Piegas, brega, coisa de mulherzinha. &nbsp;Será?</span></span><br /><span style="background-color: white; color: #0055a8; line-height: 21px;"><span style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;">Será que ler o jornal ou fazer coisas &#8220;sérias&#8221; vai fazer tanta diferença no nosso dia?</span></span><br /><span style="background-color: white; color: #0055a8; line-height: 21px;"><span style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;">Ou será que há um vento fresco na poesia cotidiana que pode nos energizar para enfrentar ser adultos?</span></span><br /><span style="background-color: white; color: #0055a8; line-height: 21px;"><span style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;">Por onde andam nossos olhos, esquecidos da beleza das coisas?</span></span><br /><b style="background-color: white; color: #0055a8; line-height: 21px;"><span style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"><br /></span></b><br /><span style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"><b style="background-color: white; color: #0055a8; line-height: 21px;">Agora você&#8230; O que você aprendeu com crianças?</b><br style="background-color: white; color: #0055a8; line-height: 21px;" /><span style="background-color: white; color: #0055a8; line-height: 21px;"><span style="background-color: white;"><br style="background-color: white;" /></span><br style="background-color: white;" /><span style="background-color: white;"><span style="background-color: white;">Este é um post da série:&nbsp;</span><b style="background-color: white;">&#8220;?&#8221;</b><span style="background-color: white;">. Mais detalhes sobre esta hist</span><span style="background-color: white;">ória,</span><a href="http://www.vivermaissimples.com/2012/01/nova-serie-perguntas-para-organizar-as.html" style="background-color: white; color: #a84a7a; text-decoration: none;">AQUI&nbsp;</a><span style="background-color: white;">e&nbsp;</span><a href="http://www.vivermaissimples.com/2012/01/e-agora-o-que-eu-faco.html" style="background-color: white; color: #a84a7a; text-decoration: none;">AQUI</a><span style="background-color: white;">.</span></span><span style="background-color: white;">&nbsp;</span></span></span></p>
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		<title>A Linha do Tempo</title>
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					<comments>https://www.vivermaissimples.com/a-linha-do-tempo/#comments</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Leticia Carneiro]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 03 Apr 2012 14:30:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[ancoragem]]></category>
		<category><![CDATA[aprendizado]]></category>
		<category><![CDATA[autoconhecimento]]></category>
		<category><![CDATA[balanço]]></category>
		<category><![CDATA[caminho próprio]]></category>
		<category><![CDATA[carreira]]></category>
		<category><![CDATA[escolha]]></category>
		<category><![CDATA[filhos]]></category>
		<category><![CDATA[gratidão]]></category>
		<category><![CDATA[jornada]]></category>
		<category><![CDATA[memórias felizes]]></category>
		<category><![CDATA[raízes fundas]]></category>
		<category><![CDATA[reflexão]]></category>
		<category><![CDATA[Viver Mais Simples]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Meu filho está de escola nova. &#160;E eu, enamorada -entre outras coisas- &#160;de seus maravilhosos deveres de casa. Um deles foi fazer sua linha do tempo: resgatar um grande acontecimento para cada um de seus seis anos de vida. Ficou assim: Um ano: aprendi a andar Dois anos: aprendi a falar. Três anos: minha irmã [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://www.vivermaissimples.com/a-linha-do-tempo/">A Linha do Tempo</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.vivermaissimples.com">Viver Mais Simples</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Meu filho está de escola nova. &nbsp;E eu, enamorada -entre outras coisas- &nbsp;de seus maravilhosos deveres de casa.</p>
<div>Um deles foi fazer sua linha do tempo: resgatar um grande acontecimento para cada um de seus seis anos de vida.</div>
<div>Ficou assim:</div>
<div></div>
<div><b>Um ano:</b> aprendi a andar</div>
<div><b>Dois anos:</b> aprendi a falar.</div>
<div><b>Três anos:</b> minha irmã nasceu</div>
<div><b>Quatro anos:</b> vim para o Rio de Janeiro</div>
<div><b>Cinco anos:</b> aprendi a jogar futebol.</div>
<div><b>Seis anos:</b> aprendi a ler e a escrever.</div>
<div></div>
<div>Seis anos já tão repletos de realização e <a href="http://www.vivermaissimples.com/2010/08/memorias-felizes.html">memórias felizes</a>. Seis anos incríveis.</div>
<div></div>
<table align="center" cellpadding="0" cellspacing="0" style="margin-left: auto; margin-right: auto; text-align: center;">
<tbody>
<tr>
<td style="text-align: center;"><a href="http://leticiacarneiro.com/wp-content/uploads/2012/04/301635_2314368980102_1275769066_32818413_2162871_n-1.jpg" style="margin-left: auto; margin-right: auto;"><img decoding="async" border="0" height="240" src="http://leticiacarneiro.com/wp-content/uploads/2012/04/301635_2314368980102_1275769066_32818413_2162871_n.jpg" width="320" /></a></td>
</tr>
<tr>
<td style="text-align: center;">Foto: Lucrécio Brasil</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<div></div>
<div>Em tempos de facebook, podemos nos esquecer de nossa real linha do tempo.</div>
<div>
<div>Não aquela sucessão de eventos aleatórios e -vamos confessar, irrelevantes- que recheam nossa vida e nossas páginas em redes sociais.</div>
<div></div>
<div>Nossa <b>real </b>linha do tempo. Aquela de fatos memoráveis. Sejam pequenos acontecimentos onde reside a poesia do dia a dia. Sejamos momentos decisivos onde nos transformarmos em outro nós.</div>
<div></div>
<div>Desta combinação de grandes e pequenos é feito a nossa vida. Nossa vida concreta, nua e inexata. Sem as belas ilustrações do Pinterest. &nbsp;Onde a opção curtir é um abraço apertado. Onde o compartilhar é na mesa do café da amanhã demorado.</div>
</div>
<div></div>
<div>Por esquecemos de nossa linha do tempo, nem sempre <a href="http://www.vivermaissimples.com/2011/04/ii-respeito-pelo-caminho.html">honramos o caminho</a> que nos trouxe tão longe.</div>
<div>Muitas vezes, um sentimento de impossibilidade surge no coração e pesa. Mas pesa menos, se relembramos o que realmente fez sentido na nossa vida.</div>
<div></div>
<div>Não vou apinhar estas páginas com 39 linhas, mas segue &nbsp;minha linha do tempo com alguns momentos importantes para mim, nesta jornada.</div>
<div></div>
<div><b>1973:</b>&nbsp;Nasci.</div>
<div><b>Cinco anos:</b> morei no Japão.</div>
<div><b>Seis anos: </b>&nbsp;Primeira pessoa querida morreu (meu tio Itê).</div>
<div><b>Nove anos:</b> meus pais se separaram. Minha avó publicou meu primeiro livro.</div>
<div><b>Doze anos:</b> Meu pai se casou novamente. Voltamos a morar no Rio.</div>
<div><b>22 anos:</b> comecei a trabalhar na Souza Cruz, como mais nova &nbsp;(e primeira mulher) gerente de vendas do Rio.</div>
<div><b>25 anos:</b> casei-me e fui morar em Londres</div>
<div><b>29 anos:</b> mudei-me para São Paulo, pela Johnson &amp; Johnson.</div>
<div><b>32 anos: </b>tive o meu primeiro filho.</div>
<div><b>35 anos:</b> tive minha filha.</div>
<div><b>36 anos:</b> comecei o <a href="http://www.vivermaissimples.com/2011/08/o-que-e-o-viver-mais-simples.html">viver mais simples</a>.</div>
<div><b>38 anos: </b>separei-me e casei de novo com o mesmo(?) marido.</div>
<div><b>39 anos</b>: finalmente compreendi minha vocação: <a href="http://www.nutshellestrategia.com.br/2011/08/o-que-e-organizacao-de-ideias.html">ser organizadora de ideias.</a></div>
<table align="center" cellpadding="0" cellspacing="0" style="margin-left: auto; margin-right: auto; text-align: center;">
<tbody>
<tr>
<td style="text-align: center;"><a href="http://leticiacarneiro.com/wp-content/uploads/2012/04/IMG_0102-1.jpg" style="margin-left: auto; margin-right: auto;"><img loading="lazy" decoding="async" border="0" height="213" src="http://leticiacarneiro.com/wp-content/uploads/2012/04/IMG_0102.jpg" width="320" /></a></td>
</tr>
<tr>
<td style="text-align: center;">Foto: Simxer Fernandes</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<div></div>
<div>Esta é a minha vida.&nbsp;E você? Como é a sua linha do tempo real?</div>
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		<title>Bem perto</title>
		<link>https://www.vivermaissimples.com/bem-perto/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Leticia Carneiro]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 27 Mar 2012 03:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[amor]]></category>
		<category><![CDATA[ancoragem]]></category>
		<category><![CDATA[aprendizado]]></category>
		<category><![CDATA[autoconhecimento]]></category>
		<category><![CDATA[colaboração]]></category>
		<category><![CDATA[filhos]]></category>
		<category><![CDATA[gratidão]]></category>
		<category><![CDATA[inspiração]]></category>
		<category><![CDATA[presença]]></category>
		<category><![CDATA[simplificar]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Temos tanto a aprender. Mas nos perdemos em meio a tantos professores, tanta fala e tanto conteúdo.A cabeça explode sem poder mais comportar &#160;informação.No entanto, há mais maneiras de compartilhar experiência. Não é necessário o dizer. É possível aprender por proximidade.Co-corpar, diriam algumas de minhas melhores professoras.&#160;Corpo junto do corpo, trocando impressões sem nome ou [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Temos tanto a aprender. Mas nos perdemos em meio a tantos professores, tanta fala e tanto conteúdo.<br />A cabeça explode sem poder mais comportar &nbsp;informação.<br />No entanto, há mais maneiras de compartilhar experiência. Não é necessário o dizer. É possível aprender por proximidade.<br />Co-corpar, diriam algumas de minhas melhores professoras.&nbsp;Corpo junto do corpo, trocando impressões sem nome ou tradução.<br />Em tempos de tanto esforço, é um bálsamo &nbsp;poder aprender, apenas sendo.</p>
<table align="center" cellpadding="0" cellspacing="0" style="margin-left: auto; margin-right: auto; text-align: center;">
<tbody>
<tr>
<td style="text-align: center;"><a href="http://leticiacarneiro.com/wp-content/uploads/2012/03/277041814547549723_qNzqaP8O_b-1.jpg" style="margin-left: auto; margin-right: auto;"><img loading="lazy" decoding="async" border="0" height="320" src="http://leticiacarneiro.com/wp-content/uploads/2012/03/277041814547549723_qNzqaP8O_b.jpg" width="320" /></a></td>
</tr>
<tr>
<td style="text-align: center;">Children at the sea, by Joaquin Sorolla y Bastida</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>Sinto-me assim na minha aula de hidroginástica. Sim, parece incrível. &nbsp;Uma modalidade estigmatizada, &#8220;para senhoras&#8221;. E, no entanto, tudo que eu precisava para este meu momento.<br />Agora é tempo de construir um trabalho novo. Mãos a obra e muito a fazer. <br />Conciliar esta construção com ser mãe e dona de casa tem consumido uma enorme energia.<br />Sinto sede.<br />Nesta busca, auxiliada pelo preciso acaso, fui parar nesta classe.<br />Talvez seja a água, um meio curativo por si só. &nbsp;É um presente sentir minha presença tão leve e poder diluir minha ansiedade e cansaço.<br />Mas desconfio que não é só isso.<br />Imersas comigo, uma dúzia de mulheres vividas partilham seus saberes. Cada movimento espalha memórias, sorrisos matreiros de quem já viu de tudo. &nbsp;Sinto-me num caldo de vida. &nbsp;E eu bebendo dele.<br />Ainda interajo pouco com estas incríveis colegas. Mas o olhar terno, o sorriso compreensivo. A toda a hora compartilham alguma coisa comigo.<br />Receberam-me contentes. Nada da competividade ou desconfiança de outros círculos. Lentamente, vou absorvendo fragmentos de suas conversas, sua forma de combinar uma brejeirice de meninas levadas com uma suavidade de quem já sofreu e viu sofrer.<br />Sem perceber, comecei a levar para outros lugares esta ideia de estar junto, apenas sendo:</p>
<p>&#8211; No lento reconstruir após a separação do ano passado, pratico estar perto no sofá. E esta proximidade nos ajuda a dar saltos maiores, como um passeio de hora de almoço no Centro&#8230;</p>
<p>&#8211; Na maternidade, a todo o tempo e a toda hora. Ontem meu filho conversou comigo sobre &#8220;eu ajudando meninos mais pobres&#8221;. &nbsp;E dei-me conta que se referia a meu trabalho voluntário na <a href="http://www.associacaovencer.org/">Vencer</a>. Eu nem me lembro quando contei a ele sobre isso&#8230; Realmente tudo nos serve e nossos filhos estão prestando atenção em nós.</p>
<p>Agora planejo novas experiências, no meu trabalho de organizadora de ideias e no meu conviver com pessoas queridas.</p>
<p>Ser a mudança que quero ver no mundo. Aprender com a mudança criada pelo outro. &nbsp;Gandhi não poderia estar mais certo.</p>
<p>É libertador poder aprender estando junto. Sem preleções, sem aulas. Apenas sendo.<br />Experimente.</p>
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		<title>A menina e os peixes</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Leticia Carneiro]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 13 Mar 2012 13:59:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[filhos]]></category>
		<category><![CDATA[peixes]]></category>
		<category><![CDATA[super-poderes]]></category>
		<category><![CDATA[Viver Mais Simples]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>&#8220;Quem me ensinou a nadar, quem me ensinou a nadar&#8230;Foi, foi, marinheiroForam os peixinhos do mar&#8221; Canção de roda Cada um tem seus poderes mágicos. Assim acredito.O meu são os peixes. Pinterest via Houston Foodlovers Sempre aconteceu comigo: eu fazer perguntas e pessoas me contarem coisas especiais, muito íntimas.&#160; Geralmente seguidas pela frase surpresa: &#8220;Não [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"><i>&#8220;Quem me ensinou a nadar, quem me ensinou a nadar&#8230;</i></span><br /><span style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"><i>Foi, foi, marinheiro</i></span><br /><span style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"><i>Foram os peixinhos do mar&#8221;</i></span></p>
<div style="text-align: center;"><span style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"><i>Canção de roda</i></span></div>
<p><span style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"><br /></span><br /><span style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;">Cada um tem seus poderes mágicos. Assim acredito.</span><br /><span style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;">O meu são os peixes.</span></p>
<table cellpadding="0" cellspacing="0" style="float: left; margin-right: 1em; text-align: left;">
<tbody>
<tr>
<td style="text-align: center;"><a href="http://leticiacarneiro.com/wp-content/uploads/2012/03/147492956515911263_R5oqHVaT_b-1.jpg" style="clear: left; margin-bottom: 1em; margin-left: auto; margin-right: auto;"><span style="color: black; font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"><img loading="lazy" decoding="async" border="0" height="278" src="http://leticiacarneiro.com/wp-content/uploads/2012/03/147492956515911263_R5oqHVaT_b.jpg" width="320" /></span></a></td>
</tr>
<tr>
<td style="text-align: center;"><span style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif; font-size: xx-small;">Pinterest via Houston Foodlovers</span></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p><span style="line-height: 23px;"><span style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"><br /></span></span></p>
<div><span style="line-height: 23px;"><span style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"><br /></span></span></div>
<div><span style="line-height: 23px;"><span style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"><br /></span></span></div>
<div><span style="line-height: 23px;"><span style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"><br /></span></span></div>
<div><span style="line-height: 23px;"><span style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"><br /></span></span></div>
<div><span style="line-height: 23px;"><span style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"><br /></span></span></div>
<div><span style="line-height: 23px;"><span style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"><br /></span></span></div>
<div><span style="line-height: 23px;"><span style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"><br /></span></span></div>
<div><span style="line-height: 23px;"><span style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"><br /></span></span></div>
<div><span style="line-height: 23px;"><span style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"><br /></span></span></div>
<div><span style="line-height: 23px;"><span style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"><br /></span></span></div>
<div><span style="line-height: 23px;"><span style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"><br /></span></span></div>
<div><span style="line-height: 23px;"><span style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"><br /></span></span></div>
<div><span style="line-height: 23px;"><span style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"><br /></span></span></div>
<div><span style="line-height: 23px;"><span style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"><br /></span></span></div>
<div><span style="line-height: 23px;"><span style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;">Sempre aconteceu comigo: eu fazer perguntas e pessoas me contarem coisas especiais, muito íntimas.&nbsp;</span></span></div>
<div><span style="line-height: 23px;"><span style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;">Geralmente seguidas pela frase surpresa: &#8220;Não sei porque estou te contando isto&#8221;.</span></span></div>
<div><span style="line-height: 23px;"><span style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;">Eu sei. São os peixes.</span></span></div>
<div><span style="line-height: 23px;"><span style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"><br /></span></span></div>
<div><span style="line-height: 23px;"><span style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;">Peixes que sussurram perguntas que pulam pela minha boca.</span></span></div>
<div><span style="line-height: 23px;"><span style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;">Pulam como peixes.</span></span></div>
<div><span style="line-height: 23px;"><span style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"><br /></span></span></div>
<div><span style="line-height: 23px;"><span style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;">Peixes que nadam dentro de mim e então saltam para o espaço, na forma de palavras, lágrimas e abraços.</span></span></div>
<div><span style="line-height: 23px;"><span style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"><br /></span></span></div>
<div><span style="line-height: 23px;"><span style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;">Será que &nbsp;invoquei estes peixes no meu amor desde sempre pelo mar?</span></span></div>
<div><span style="line-height: 23px;"><span style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;">Não sei.</span></span></div>
<div><span style="line-height: 23px;"><span style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"><br /></span></span></div>
<div><span style="line-height: 23px;"><span style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;">Quando estava grávida, os peixes brincavam como cada peixinho que eu gestava e eles eram felizes juntos. Talvez por isso, c</span></span><span style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif; line-height: 23px;">ada gravidez foi um momento mágico de paz, mesmo antes do Viver Mais Simples.</span></div>
<div><span style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif; line-height: 23px;"><br /></span></div>
<div><span style="line-height: 23px;"><span style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;">E agora, grávida de tanto futuro, os peixes saltitam alegremente dentro de mim, despertando-me em algumas noites.</span></span></div>
<div><span style="line-height: 23px;"><span style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"><br /></span></span></div>
<div><span style="line-height: 23px;"><span style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;">Aprendo a lidar com eles, estes peixes. &nbsp;Peço que amorosamente me deixem dormir.</span></span></div>
<div><span style="line-height: 23px;"><span style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;">Evoco-os para alimentar almas aflitas com um dilema.</span></span></div>
<div><span style="line-height: 23px;"><span style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;">Meus peixes amigos.</span></span></div>
<div><span style="line-height: 23px;"><span style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"><br /></span></span></div>
<div><span style="line-height: 23px;"><span style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;">Peixes do meu Japão amado, de meu mar de Carapebus. Peixes do não-mar de São Paulo, no entanto tão caudaloso.</span></span></div>
<div><span style="line-height: 23px;"><span style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"><br /></span></span></div>
<div><span style="line-height: 23px;"><span style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;">Meus peixes. Nossos peixes.</span></span></div>
<div><span style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"><span style="line-height: 23px;"><br /></span></span></div>
<div><span style="color: #8c7e7e; font-family: 'helvetica neue', arial, sans-serif;"><span style="font-size: 23px; line-height: 23px;"><br /></span></span></div>
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		<title>Sobre o mar, a vida e as ondas</title>
		<link>https://www.vivermaissimples.com/sobre-o-mar-a-vida-e-as-ondas/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Leticia Carneiro]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 28 Feb 2012 20:46:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[acaso]]></category>
		<category><![CDATA[ancoragem]]></category>
		<category><![CDATA[aprendizado]]></category>
		<category><![CDATA[autoconhecimento]]></category>
		<category><![CDATA[coragem]]></category>
		<category><![CDATA[escolha]]></category>
		<category><![CDATA[filhos]]></category>
		<category><![CDATA[memórias felizes]]></category>
		<category><![CDATA[natureza]]></category>
		<category><![CDATA[sentidos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Às vezes, parece que a vida está parada.Mas é só impressão.A vida é como o mar. by matthew cusick Queremos antecipar o próximo movimento, mas cada onda é inusitada e imprevísivel&#8230;Relembrei ao ver meu filho conhecendo o mar, como eu mesma fiz, há muitos anos:Primeiro, o medo. Depois incursões tímidas, espuma e ponta de pés. [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Às vezes, parece que a vida está parada.<br />Mas é só impressão.<br />A vida é como o mar.</p>
<table align="center" cellpadding="0" cellspacing="0" style="margin-left: auto; margin-right: auto; text-align: center;">
<tbody>
<tr>
<td style="text-align: center;"><a href="http://leticiacarneiro.com/wp-content/uploads/2012/02/222928250274740581_UFgc9KYa_f-1.jpg" style="margin-left: auto; margin-right: auto;"><img loading="lazy" decoding="async" border="0" height="211" src="http://leticiacarneiro.com/wp-content/uploads/2012/02/222928250274740581_UFgc9KYa_f.jpg" width="320" /></a></td>
</tr>
<tr>
<td style="text-align: center;"><span style="background-color: white; color: #211922; font-family: 'helvetica neue', arial, sans-serif; line-height: 17px; text-align: -webkit-auto;">by matthew cusick</span></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>Queremos antecipar o próximo movimento, mas cada onda é inusitada e imprevísivel&#8230;<br />Relembrei ao ver meu filho conhecendo o mar, como eu mesma fiz, há muitos anos:<br />Primeiro, o medo. Depois incursões tímidas, espuma e ponta de pés. Depois, um mergulho em meio a gargalhadas.</p>
<p>O começo de uma amizade mágica. O homem e o mar.<br />Eu, que falava com as ondas quando criança, creio que o mar é um bom mestre sobre a vida.<br />Não se pode controlar, mas não é preciso ter medo. Entre intuição e respeito, o convívio possível.</p>
<p>O mar (como a vida) é pura dança. <br />A onda vem: mergulhamos ou recuamos. Depende do tamanho da onda e da nossa coragem.<br />A onda vai: seguimos ou a deixamos ir. Depende do nosso desejo.</p>
<p>Há dias em que só damos conta do banho na espuma. &nbsp;Muita areia, mas bem raso, seguro.<br />Outros dias, enfrentamos a maré e penetramos fundo e destemidamente no mar. <br />Ultrapassamos a zona mais turbulenta e alcançamos a serenidade reservada aos bravos.</p>
<p>Há ondas grandes, cheias, orgulhosas.<br />Há ondas marotas, pequenas, meio de lado. Nos pegam distraídos e dão risada de nosso tombo.</p>
<p>Entender o mar é absolutamente necessário para entender a vida.<br />As ondas passarão, reside em nós a escolha: &nbsp;mergulhar ou ficar na beira.<br />O risco é grande. Sereias, baleias, o fundo convidando.<br />Mas se não experimentarmos o mar, nos resta uma poça de água parada, sem graça e doente.</p>
<p>Por isso convido, agora que o carnaval passou e o verão ainda pulsa em seu calor e preguiça. Abracemos as ondas do mar, nos deixemos levar pela correnteza. &nbsp;Por um segundo. Depois voltamos.</p>
<p>A vida é como o mar. Onda após onda, dançamos uma valsa sem roteiro e cheia de presentes.<br />Que o ar marinho alimente nosso espírito e que o gosto de sal traga sabor para nossa história.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Na sua opinião, o que é que acontece depois da morte?</title>
		<link>https://www.vivermaissimples.com/na-sua-opiniao-o-que-e-que-acontece-depois-da-morte/</link>
					<comments>https://www.vivermaissimples.com/na-sua-opiniao-o-que-e-que-acontece-depois-da-morte/#comments</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Leticia Carneiro]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 15 Dec 2011 20:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[6 bilhões de outros]]></category>
		<category><![CDATA[espiritualidade]]></category>
		<category><![CDATA[filhos]]></category>
		<category><![CDATA[jornada]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Não sei, é claro. Mas penso que não acaba. Acredito em céu ou algum tipo de lugar onde os bons se encontram, após ter construído sua vida. Sempre penso que há festas quando chega um novo morador. O andar de cima, como carinhosamente chama meu compadre Luiz. http://www.shoandtellblog.com Também simpatizo com o conceito de que [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Não sei, é claro. Mas penso que não acaba.</p>
<div style="clear: both; text-align: center;"></div>
<p>Acredito em céu ou algum tipo de lugar onde os bons se encontram, após ter construído sua vida. <br />Sempre penso que há festas quando chega um novo morador. O andar de cima, como carinhosamente chama meu compadre Luiz.</p>
<table align="center" cellpadding="0" cellspacing="0" style="margin-left: auto; margin-right: auto; text-align: right;">
<tbody>
<tr>
<td style="text-align: center;"><a href="http://leticiacarneiro.com/wp-content/uploads/2011/12/77405687315036453_zZSIGAxP_c-1.jpg" style="margin-left: auto; margin-right: auto;"><img loading="lazy" decoding="async" border="0" height="400" src="http://leticiacarneiro.com/wp-content/uploads/2011/12/77405687315036453_zZSIGAxP_c.jpg" width="400" /></a></td>
</tr>
<tr>
<td style="text-align: center;"><a href="http://www.shoandtellblog.com/search?updated-max=2011-09-15T17:28:00-04:00&amp;max-results=7">http://www.shoandtellblog.com</a></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>Também simpatizo com o conceito de que possamos voltar. &nbsp;Acredito neste diálogo entre vivos e mortos, entre almas e corpos. Sinto a proteção de meus avós, nos momentos precisos.<br />Não sei bem se eles estão dentro de mim ou ao meu lado, talvez os dois.<br />Por isso é tão forte para mim a mensagem do Rei Leão, <a href="http://www.youtube.com/watch?v=J9in0nKScmY&amp;feature=related">quando Simba vê seu pai no céu estrelado&#8230;</a><br />De um jeito ou de outro, acredito que não acaba.<br />Tudo o que fazemos, no céu ou em outras vidas, nos serve e serve aos outros.<br />Não tenho medo da minha &nbsp;morte, porque sei que vivo da melhor forma possível, tentando ajudar o próximo e ser justa.<br />Por isso só pode ser bom o que vem por aí, assim espero.<br />Acho que esta minha tranquilidade vai passando para meus filhos&#8230;<br />Esta semana meu filho me disse a sua crença: &#8220;Mãe, acho que a gente morre, fica um tempo no céu e depois volta como bebê&#8221;. Simples assim, com seis anos de idade.<br />Fiquei feliz. De uma maneira ou de outra. Assim, não acaba.</p>
<p><span style="background-color: white; color: #0055a8; font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif; font-size: 15px; line-height: 21px;">Este é um post da série &#8220;6 Bilhões de Outros&#8221;, inspirada neste projeto&nbsp;</span><a href="http://www.6milliardsdautres.org/" style="background-color: white; color: #774aa8; font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif; font-size: 15px; line-height: 21px; text-decoration: none;">aqui</a><span style="background-color: white; color: #0055a8; font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif; font-size: 15px; line-height: 21px;">.</span><br /><span style="background-color: white; color: #0055a8; font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif; font-size: 15px; line-height: 21px;">Mais detalhes do projeto neste&nbsp;</span><b style="background-color: white; color: #0055a8; font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif; font-size: 15px; line-height: 21px;"><a href="http://www.vivermaissimples.com/2011/07/apresentando-me.html" style="color: #774aa8; text-decoration: none;">post</a></b><span style="background-color: white; color: #0055a8; font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif; font-size: 15px; line-height: 21px;">.</span></p>
<p>O post <a href="https://www.vivermaissimples.com/na-sua-opiniao-o-que-e-que-acontece-depois-da-morte/">Na sua opinião, o que é que acontece depois da morte?</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.vivermaissimples.com">Viver Mais Simples</a>.</p>
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		<title>O vento da mudança</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Leticia Carneiro]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 14 Nov 2011 20:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[coragem]]></category>
		<category><![CDATA[filhos]]></category>
		<category><![CDATA[gratidão]]></category>
		<category><![CDATA[jornada]]></category>
		<category><![CDATA[mudança]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Mudar ou não mudar?Mudança demais, mudança de menos?Estas questões me acompanharam nesta semana.Ouvi algo assim: &#160;&#8220;Você está mudando demais. Saiu de São Paulo, deixou o emprego, mudou de casa, fica viajando&#8230;&#8221;.Também ouvi: &#8220;Você agora não deixa mais nada te incomodar por muito tempo&#8230;&#8221;.É. Está mais difícil &#8220;me acostumar&#8221;. senado.gov.br Quem já provou o gosto de [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Mudar ou não mudar?<br />Mudança demais, mudança de menos?<br />Estas questões me acompanharam nesta semana.<br />Ouvi algo assim: &nbsp;&#8220;Você está mudando demais. Saiu de São Paulo, deixou o emprego, mudou de casa, fica viajando&#8230;&#8221;.<br />Também ouvi: &#8220;Você agora não deixa mais nada te incomodar por muito tempo&#8230;&#8221;.<br />É. <a href="http://www.vivermaissimples.com/2010/11/ando-desacostumada.html">Está mais difícil &#8220;me acostumar&#8221;</a>. </p>
<div style="clear: both; text-align: center;"></div>
<table align="center" cellpadding="0" cellspacing="0" style="margin-left: auto; margin-right: auto; text-align: center;">
<tbody>
<tr>
<td style="text-align: center;"><a href="http://leticiacarneiro.com/wp-content/uploads/2011/11/vento2.jpg" style="margin-left: auto; margin-right: auto;"><img decoding="async" border="0" src="http://leticiacarneiro.com/wp-content/uploads/2011/11/vento2.jpg" /></a></td>
</tr>
<tr>
<td style="text-align: center;"><span style="background-color: white; color: #228822; font-family: arial; line-height: 15px;"><span style="font-size: xx-small;">senado.gov.br</span></span></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>Quem já provou o gosto de fazer o que quer, sofre quando tem que se conformar. Não creio ter feito nada que agredisse o espaço alheio, portanto não sinto culpa nestas mudanças. Mas <a href="http://www.vivermaissimples.com/2011/06/mudanca-do-outro.html">tento entender</a> o que motiva o outro a se angustiar tanto com elas&#8230;<br />Não sei se é mudança demais ou de menos. Sinto que foi (e é) preciso trilhar este caminho, para encontrar sentido nas coisas e na vida.<br />Claro que mudar cansa e tenho refletido sobre isso. &nbsp;Tenho pensado mais antes de mudar, tenho repensado alguns impulsos.<br />Mudar é inebriante. &nbsp;Por isso preocupo-me em não me perder no meio, já que o essencial é o objetivo final: viver uma vida inteira, do tamanho dos meus sonhos.</p>
<p>Também tenho estado atenta a <a href="http://www.vivermaissimples.com/2011/04/ii-respeito-pelo-caminho.html">apreciar o efeito das mudanças que já fiz.</a><br />Ontem, por exemplo, &nbsp;tive uma pequena insônia e acabei praticando uma das reflexões do projeto &#8220;<a href="http://www.nutshellestrategia.com.br/2011/09/o-que-e-onionvation.html">Onionvation</a>&#8220;: imaginar o que faríamos se descobríssemos que só nos falta um ano de vida.<br />O resultado foi interessante. &nbsp;Confirmei&nbsp;que estas mudanças de fato vem servindo ao propósito de uma vida mais inteira.</p>
<p>As minhas principais conclusões:</p>
<p>1) <b>O mais importante é usufruir do tempo com meus filhos. </b>Tenho feito bastante isso e pensei que não mudaria muito se tivesse apenas um ano. Esforçaria-me ainda mais para ter mais paciência com as &nbsp;manhas e brigas. Gravaria algumas canções de ninar. E priorizaria ainda mais os momentos mágicos com eles, especialmente versus o trabalho. Mas nada que já não esteja praticando, fico grata por isso.</p>
<p>2) <b>Preciso escrever meu livro.</b> &nbsp;A única coisa não fiz e seria uma prioridade neste &#8220;último ano&#8221; seria escrever o livro do Viver Mais Simples, com que tanto tenho sonhado&#8230; Meu legado, a concretização desta experiência tão profunda que venho vivendo.<br />Já rascunhei a estrutura, já encontrei uma pessoa amiga para ser minha editora&#8230; Já pratiquei com o concurso &#8220;<a href="http://www.vivermaissimples.com/2011/08/uma-mulher-qualquer.html">Eu Amo Escrever</a>&#8220;&#8230; Tenho recebido novos e queridos incentivadores aqui no blog&#8230;<br />Agora só falta por mãos à obra, minha grande meta para 2012&#8230;</p>
<p>3) <b>Muitas tarefas da minha lista atual são desimportantes.</b> Eu simplesmente as descartaria em troca de deixar &#8220;a casa arrumada&#8221;, fechar contas em bancos, arrumar as finanças e as lembranças.<br />Fico me perguntando se não deveria abandonar algumas delas já. Veremos.</p>
<p>Mas o mais importante de tudo, sem dúvida, é a <a href="http://www.vivermaissimples.com/2011/02/o-melhor-lugar-do-mundo-e-aqui-e-agora.html">gratidão</a> por ter mudado. &nbsp;Por ter me permitido tentar ser mais feliz, usar meu tempo com mais generosidade (comigo e com quem eu amo). &nbsp;Por ter <a href="http://www.vivermaissimples.com/2010/12/mais-coragem.html">arriscado</a>, errado e acertado.<br />Não perdi nada que não possa ser reposto. &nbsp;Meu novo trabalho frutificou bastante este ano e 2012 promete &nbsp; ainda mais.</p>
<p>As mudanças continuam. &nbsp;Estou pensando em mudar de casa novamente&#8230; O meu filho irá mudar de escola, trazendo novidades para nossa rotina.</p>
<p>Mas já são mudanças menores. &nbsp;Minha nova carreira parece com a minha nova cara. &nbsp;Minha nova vida está cada vez mais nos eixos.</p>
<p>Os ventos da mudança estão mais mansos. Mas sim, meu coração busca sempre novos horizontes, um olhar &nbsp;fresco sobre a vida. Por que necessito deste ar renovado. &nbsp;Conquistei com muito trabalho os recursos para empreender este jornada. Quero velejar neste vento, rumo a um futuro mais doce, mais interessante e onde eu possa amar mais a minha vida, liberta do cansaço e das funções estéreis de uma vida corrida, de trabalho sem fim.</p>
<p>Reli o <a href="http://a%20gente%20se%20acostuma%20para%20n%C3%A3o%20se%20ralar%20na%20aspereza,%20para%20preservar%20a%20pele.%20se%20acostuma%20para%20evitar%20feridas,%20sangramentos,%20para%20esquivar-se%20de%20faca%20e%20baioneta,%20para%20poupar%20o%20peito.%20a%20gente%20se%20acostuma%20para%20poupar%20a%20vida.%20que%20aos%20poucos%20se%20gasta,%20e%20que,%20gasta%20de%20tanto%20acostumar,%20se%20perde%20de%20si%20mesma./">maravilhoso texto de Marina Colasanti, &#8220;A gente se acostuma&#8221;</a>. Foi um dos impulsionadores para tanta mudança. E o final do texto é a razão porque abraço este vento e quero voar com ele:</p>
<blockquote><p><span style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"><span style="background-color: white;">&#8220;A gente se acostuma para não se ralar na aspereza, para preservar a pele. Se acostuma para evitar feridas, sangramentos, para esquivar-se de faca e baioneta, para poupar o peito. A gente se acostuma para poupar a vida. Que aos poucos se gasta, e que, gasta de tanto acostumar, se perde de si mesma.&#8221;</span><span style="background-color: white;"><br /></span><span style="background-color: white;"></span></span></p></blockquote>
<p><span style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;">&nbsp;</span><span style="background-color: white; font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;">Marina Colasanti, 1972</span></p>
<p>Bem-vindo, vento da mudança. Você é um bom amigo.</p>
<div style="clear: both; text-align: center;"></div>
<p></p>
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		<title>Amar o próximo</title>
		<link>https://www.vivermaissimples.com/amar-o-proximo/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Leticia Carneiro]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 11 Nov 2011 14:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[ancoragem]]></category>
		<category><![CDATA[autoconhecimento]]></category>
		<category><![CDATA[Carlos Drummond de Andrade]]></category>
		<category><![CDATA[citações]]></category>
		<category><![CDATA[filhos]]></category>
		<category><![CDATA[gratidão]]></category>
		<category><![CDATA[Maternidade]]></category>
		<category><![CDATA[memórias felizes]]></category>
		<category><![CDATA[poesia]]></category>
		<category><![CDATA[solidariedade]]></category>
		<category><![CDATA[Valores]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>&#8220;Que pode, pergunto, o ser amoroso, sozinho, em rotação universal, senão rodar também, e amar? amar o que o mar traz à praia, e o que ele sepulta, e o que, na brisa marinha, é sal, ou precisão de amor, ou simples ânsia?&#8221; Carlos Drummond de Andrade http://sentidoslucianaandrade.blogspot.com/ Em tempos de coração revolto, tenho estado [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div style="text-align: center;"><span style="background-color: white;"><span style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;">&#8220;Que pode, pergunto, o ser amoroso,</span></span></div>
<p><span style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"><span style="background-color: white;"></span></span></p>
<div style="text-align: center;"><span style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"><span style="background-color: white;">sozinho, em rotação universal, senão</span></span></div>
<p><span style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"><span style="background-color: white;"></span><span style="background-color: white;"></p>
<div style="text-align: center;">rodar também, e amar?</div>
<p></span><span style="background-color: white;"></p>
<div style="text-align: center;">amar o que o mar traz à praia,</div>
<p></span><span style="background-color: white;"></p>
<div style="text-align: center;">e o que ele sepulta, e o que, na brisa marinha,</div>
<p></span></span></p>
<div style="text-align: center;"><span style="background-color: white;"><span style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;">é sal, ou precisão de amor, ou simples ânsia?&#8221;</span></span></div>
<div style="text-align: right;"><span style="background-color: white;"><span style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;">Carlos Drummond de Andrade</span></span></div>
<div><span style="background-color: white;"><span style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"><br /></span></span></div>
<table align="center" cellpadding="0" cellspacing="0" style="margin-left: auto; margin-right: auto; text-align: center;">
<tbody>
<tr>
<td style="text-align: center;"><a href="http://leticiacarneiro.com/wp-content/uploads/2011/11/coracao2tf.jpg" style="margin-left: auto; margin-right: auto;"><span style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"><img decoding="async" border="0" src="http://leticiacarneiro.com/wp-content/uploads/2011/11/coracao2tf.jpg" /></span></a></td>
</tr>
<tr>
<td style="text-align: center;"><a href="http://sentidoslucianaandrade.blogspot.com/"><span style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif; font-size: small;">http://sentidoslucianaandrade.blogspot.com/</span></a></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<div><span style="background-color: white;"><span style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;">Em tempos de coração revolto, tenho estado mais atenta a meus filhos, uma forma curativa de <a href="http://www.vivermaissimples.com/2010/11/ahn-coragem.html">ancoragem</a>.</span></span></div>
<div><span style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;">E observando como eles interagem com o mundo, fiquei comovida em perceber como eles expressam de muitas maneiras seu amor ao próximo:</span></div>
<div><span style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;">Minha filha caçula é uma vulcão cheio de energia, como se fosse pouco corpo para tanto espírito&#8230;&nbsp;</span></div>
<div><span style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;">Ela se lança, grita, chora, é intensa. Mas também um poço de amorosidade, carinhosa demais, brejeira e moleca. Adora dançar, adora cantar, adora dizer &#8220;Adorei!&#8221;.</span></div>
<div><span style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;">E adora os outros.</span></div>
<div><span style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;">Tenho visto ela desabrochar, cada vez mais próxima das pessoas, sorrindo para estranhos, colocando-se à disposição para conversas: &#8220;Oi, eu sou a Olívia&#8221; e por aí vai.</span></div>
<div><span style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;">Ontem ela novamente me surpreendeu, quando nos despedíamos de nosso querido Vovô Breno.&nbsp;</span></div>
<div><span style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;">Ele foi dar o beijo de despedida, sempre um longo adeus por conta da carreira diplomática dele. Foi quando ela disparou, docemente: &#8220;Mas nós vamos morrer de saudades!&#8221;. Um concentrado de afeto, apesar do pouco tempo que passaram juntos. Refletiu um sentimento muito verdadeiro, talvez mais ainda nos adultos presentes, vivendo entre saudades&#8230;</span></div>
<div><span style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;">Fiquei ali, orgulhosa dela ser capaz de capturar de forma tão bonita a poesia daquele momento.</span></div>
<div><span style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;">Meu filho mais velho é outro presente. &nbsp;Sensível ao que o outro sente. Interessado nos mendigos da rua, nos absurdos cotidianos. &nbsp;Protagonista de várias conversas sobre Deus, anjos, pobreza, sobre ter e não ter. &nbsp;Um legítimo Franciscano, como eu, minha avó e o pai dele&#8230;</span></div>
<div><span style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;">Quando a irmã de minha madrasta morreu, fui visitá-la no Rio. Expliquei para ele que não seria possível que ele viesse comigo, mas que eu ia ficar com ela &#8220;porque ela está muito triste&#8221;. Léo tinha uns quatro anos e disparou: &#8220;Eu também vou ficar triste quando minha irmã morrer&#8221;.</span></div>
<div><span style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;">Esta transposição para o coração do outro me deixou sem palavras.</span></div>
<div><span style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;">Minha gratidão é &nbsp;imensa. Sei de todos meus vícios que vejo &#8220;contagiando&#8221; meus filhos: a braveza, o mau humor eventual, o falar mais alto mais do que deveria.&nbsp;</span></div>
<div><span style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;">O roer das unhas, que o Léo venceu, mas eu não&#8230;</span></div>
<div><span style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;">S</span><span style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;">em contar os fantasmas hereditários da miopia e outras coisas mais.</span></div>
<div><span style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;">Tudo isso empalidece ao vê-los assim, tão generosos com as pessoas, tão sinceramente mobilizados pelo que passa &nbsp;no coração alheio.</span></div>
<div><span style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;">Lembro que sim, tenho inúmeros defeitos, mas que verdadeiramente me emociono com a emoção do outro. Choro fácil com as lágrimas de pessoas em sofrimento. Importo-me realmente com o bem-estar do outro. Tenho boas intenções, mesmo quando me atrapalho.</span></div>
<div><span style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;">Nossos filhos são de alguma forma uma possibilidade de redenção em nossas vidas.</span></div>
<div><span style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;">São tantos os pecados que cometemos. São tantos os deslizes e maus momentos. São tantos episódios de inveja, descontrole, mesquinhez.</span></div>
<div><span style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;">Mas meu coração encontra guarida em ver que -para meus muitos erros- há muitos acertos também. E ver estes acertos perpetuados nos atos de meus filhos&#8230; É indizível.</span></div>
<div><span style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;">Então prossigo &#8220;amando o que o mar traz à praia&#8221;, esquecendo um pouco de minha própria dor que <a href="http://www.vivermaissimples.com/2011/03/vida-dificil-ajude-um-estranho.html">nem é tão grande assim quando eu penso na dor do outro</a>.</span></div>
<div><span style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;">Mais uma dádiva de ser mãe. Ver nosso melhor em nossos filhos&#8230;</span></div>
<div><span style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"><br /></span></div>
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		<title>Como se fosse em casa</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Leticia Carneiro]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 07 Nov 2011 17:39:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[aprendizado]]></category>
		<category><![CDATA[autoconhecimento]]></category>
		<category><![CDATA[equilíbrio]]></category>
		<category><![CDATA[filhos]]></category>
		<category><![CDATA[Maternidade]]></category>
		<category><![CDATA[memórias felizes]]></category>
		<category><![CDATA[pausa]]></category>
		<category><![CDATA[simplificar]]></category>
		<category><![CDATA[viagem]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Nas andanças destes quase dois anos, tenho abraçado o desconhecido, o novo, o improvável. Tenho experimentado, me lançado.E é tudo muito bom.Mas a estranheza cansa. &#160;A novidade demanda esforço, coragem, desprendimento.Por isso, também é bom estarmos em casa.E a casa da gente pode ser na estrada, como aprendi em três dias passados em Paraty, numa [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Nas andanças destes quase dois anos,<a href="http://www.vivermaissimples.com/2011/05/por-que-nao.html"> tenho abraçado o desconhecido</a>, o novo, o improvável. Tenho experimentado, me lançado.<br />E é tudo muito bom.<br />Mas a estranheza cansa. &nbsp;A novidade demanda esforço, <a href="http://www.vivermaissimples.com/2010/12/mais-coragem.html">coragem</a>, desprendimento.<br />Por isso, também é bom estarmos em casa.<br />E a casa da gente pode ser na estrada, como aprendi em três dias passados em Paraty, numa mini-aventura com meus dois filhos.</p>
<div style="clear: both; text-align: center;"><a href="http://leticiacarneiro.com/wp-content/uploads/2011/11/shot_1320405229809-1.jpg" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"><img loading="lazy" decoding="async" border="0" height="320" src="http://leticiacarneiro.com/wp-content/uploads/2011/11/shot_1320405229809.jpg" width="276" /></a></div>
<p>Fui suficientemente corajosa em embarcar numa pequena viagem com meus pequenos, sem ajuda de marido, amiga ou parente&#8230; Fomos os três de ônibus, ajudados por pouca bagagem e alguma tecnologia.<br />A viagem trancorreu bem, mas um ponto alto foi sem dúvida termos almoçado e jantados no mesmo lugar TODOS OS DIAS.<br />Uau. Três dias em Paraty e nada de experimentar um restaurante a cada refeição. Por quê?<br />Por que encontramos um lugar com bons pratos infantis. &nbsp;Por que foi preciso um pouco de pausa, de familiaridade para encarar a aventura a três. &nbsp;E por causa do Melo&#8230;<br />Tivemos uma experiência mais ou menos no nosso primeiro almoço. Paraty é cidade de restaurantes muito caros e comida nem sempre á altura, como descobri.<br />Era pouco antes das 19h, cedo para a maioria&#8230; Mas já estávamos cansados e famintos, no fuso horário peculiar de crianças de três e seis anos.<br />Eu já havia passado por inúmeros locais que me espantaram com a cara triste ou a perspectiva de música ao vivo, algo que me cansa muito.<br />Quase chegando ao hotel e já bem mal-humorada, deparei-me com o desprentensioso &#8220;Aconchego Grill&#8221;. Fomos recebidos na porta por Melo, garçom do local.<br />Melo acolheu meu mau-humor pacientemente, convenceu-me a ficar: &#8220;a música não começa antes das 20h, prometo&#8221;. &nbsp;E não começou.<br />&#8220;Peça o que quiser para as crianças e eu dou um jeito&#8221;. E deu.<br />Serviu o prato infantil dividido, distraiu &nbsp;as crianças. Virou um amigão deles.<br />Mais tarde, já acalmada por sua mansidão, descobri que tem muitos filhos, a última adotada. &nbsp;Ele adora crianças e as crianças adoram ele.<br />Meus filhos pediram: &#8220;Mãe, podemos almoçar aqui amanhã? E jantar? E almoçar de novo?&#8221;. Sim, podemos.<br />Fui sozinha com meus dois filhos pequenos para uma cidade histórica. Brincamos com as pedras irregulares, tomou-se banho de piscina gelada. Andamos de charrete duas vezes. &nbsp;Comemos cocada, brincamos de jogos de tabuleiro na sala de estar do hotel. Foram seis horas para ir, seis horas para voltar.<br />Já era aventura suficiente, não precisávamos fazer um tour gourmet.<br />Em todas as refeições, enquanto eu recarregava minhas energias, ficou claro que é preciso um pouco de familiaridade para levar com graça e energia tanta incerteza que há na vida.<br />Saí de Paraty &nbsp;renovada, contente comigo. &nbsp;Dei conta da criançada e aprendi um pouco mais sobre meus limites.<br />Aceitei a ajuda de Melo, ouvi o apelo das crianças. E encontrei abrigo para o meu cansaço, para poder caminhar mais um pouco.<br />E você? Sabe a hora de buscar um pouco mais do mesmo?</p>
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