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	<title>Arquivos Maternidade - Viver Mais Simples</title>
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		<title>A maternidade em capítulos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Leticia Carneiro]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 05 Mar 2014 15:59:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Maternidade]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Dia destes a escola de meu filho pediu o clássico exercício da &#8220;linha do tempo&#8221;: escrever um marco para cada ano da vida.Há tempos, fiz o mesmo exercício aqui neste blog, inspirada em dever de casa similar.Fiquei com vontade de atualizar o escrito, mas não encontrei o post de jeito nenhum&#8230;Contudo o garimpo não foi [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Dia destes a escola de meu filho pediu o clássico exercício da &#8220;linha do tempo&#8221;: escrever um marco para cada ano da vida.<br />Há tempos, fiz o mesmo exercício aqui neste blog, inspirada em dever de casa similar.<br />Fiquei com vontade de atualizar o escrito, mas não encontrei o post de jeito nenhum&#8230;<br />Contudo o garimpo não foi em vão: reencontrei momentos importantes da minha maternidade, memórias felizes da mãe que já fui, mãe da mãe que estou sendo.<br />O coração iluminado repassou caminhos, tropeços ao ensinar, momentos felizes, outros nem tanto.<br />Presentes, surpresas, o inusitado jeito de ver a vida de uma criança.<br />Vi o quanto meus filhos foram âncora para eu não me perder. Vento para insuflar minhas velas.<br />Recheio da existência. Motivo para persistir.<br />Amor maior.<br />Sincronicidades e o telefone toca. Meia hora de trocas com minha irmã, agora mãe.</p>
<div style="clear: both; text-align: center;"><a href="http://leticiacarneiro.com/wp-content/uploads/2014/03/1781869_10203084276569238_155919538_n.jpg" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"><img fetchpriority="high" decoding="async" border="0" src="http://leticiacarneiro.com/wp-content/uploads/2014/03/1781869_10203084276569238_155919538_n.jpg" height="208" width="320" /></a></div>
<p>É carnaval, entre fantasias, confete, serpentina e estalinhos, celebro ser mãe.<br />Mãe de mim, mãe de Léo e Olivia.<br />Sacerdócio diário. Devoção e questionamento (por que eu, Senhor?).<br />Caminho de mãos dadas. Logo, logo, eles embalarão meu corpo velhinho.<br />Aproveito portanto a inocência e fragilidade de hoje. Não tarda, alçarão voo&#8230;</p>
<p>*Uma breve retrospectiva desta trajetória querida da maternidade&#8230;</p>
<p><a href="http://www.vivermaissimples.com/2010/07/surreiais-do-leo.html">Pérolas do Léo</a><br /><a href="http://www.vivermaissimples.com/2011/11/amar-o-proximo.html">Meus filhos aprendem a amar</a><br /><a href="http://www.vivermaissimples.com/2010/08/primeira-parodia-do-leo.html">Léo faz uma paródia</a><br /><a href="http://www.vivermaissimples.com/2010/06/leo-aprende-futebol.html">Léo aprende futebol</a><br /><a href="http://www.vivermaissimples.com/2012/06/poesia-avessa-da-vida.html">Aprendendo com um peixinho morto</a><br /><a href="http://www.vivermaissimples.com/2011/09/ensinando-poesia.html">Eu ensinando poesia na escola do Léo</a><br /><a href="http://www.vivermaissimples.com/2011/05/meus-seis-anos.html">O aniversário de seis anos do Léo</a><br /><a href="http://www.vivermaissimples.com/2012/09/meu-raio-de-sol.html">Olivia faz quatro anos</a><br /><a href="http://www.vivermaissimples.com/2013/09/vento-solar.html">Olivia faz cinco anos</a><br /><a href="http://www.vivermaissimples.com/2013/12/como-um-pe-de-manjericao.html">O manjericão de Olivia</a></p>
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		<title>De chuva e sóis</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Leticia Carneiro]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 09 Dec 2013 15:11:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Maternidade]]></category>
		<category><![CDATA[resiliência]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Esta semana meu filho amargou derrotas no futebol.Perdeu as chances de ganhar o campeonato de futsal. Seu time foi rebaixado para a segunda divisão.Foi doído ver as lágrimas escorrendo em seu rosto ainda tão miúdo. Futebol é coisa muito séria para ele.Recordou-me de minhas próprias perdas e danos.As derrotas pessoais. &#160;As pessoas que perdi. &#160;As [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Esta semana meu filho amargou derrotas no futebol.<br />Perdeu as chances de ganhar o campeonato de futsal. Seu time foi rebaixado para a segunda divisão.<br />Foi doído ver as lágrimas escorrendo em seu rosto ainda tão miúdo. Futebol é coisa muito séria para ele.<br />Recordou-me de minhas próprias perdas e danos.<br />As derrotas pessoais. &nbsp;As pessoas que perdi. &nbsp;As relações que se esgarçaram. As frustrações, medos, tropeços ardidos-áridos.<br />Senti também por meus amigos. Suas mortes, o muito que é desafio numa vida de carne e osso.<br />Ponderei tudo no meu coração. Fiquei com.<br />E deu uma tristeza, é verdade.</p>
<table align="center" cellpadding="0" cellspacing="0" style="margin-left: auto; margin-right: auto; text-align: center;">
<tbody>
<tr>
<td style="text-align: center;"><a href="http://leticiacarneiro.com/wp-content/uploads/2013/12/5183393d51629babd96a508cd3acac88.jpg" style="margin-left: auto; margin-right: auto;"><img decoding="async" border="0" src="http://leticiacarneiro.com/wp-content/uploads/2013/12/5183393d51629babd96a508cd3acac88.jpg" height="320" width="226" /></a></td>
</tr>
<tr>
<td style="text-align: center;">Imagem: Eric Drooker</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>Mas dentro de mim, há sóis.<br />Os nascimentos, os sorrisos. As vidas frutificadas. &nbsp;Os campeonatos ganhos. &nbsp;A medula transplantada que se acomoda no corpo do pai da amiga.<br />Os milagres cotidianos e os nem tanto. Tantos.<br />Os bons livros, as gargalhadas, os grandes velhos e novos amigos, a afilhada que floresce. &nbsp;A beleza real das coisas, a chuva molhando as plantas.<br />A esperança, a coragem, o amor, a capacidade de se encantar e se encontrar.</p>
<p>Alguma tristeza ainda passeia por mim, é inevitável.<br />Mas por cima de tudo, sei que não sou só chuva.<br />Dentro de mim vivem sóis.</p>
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		<title>Vida Margarina</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Leticia Carneiro]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 15 Sep 2013 13:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[desafio]]></category>
		<category><![CDATA[Maternidade]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Esta semana o marido viaja a trabalho. Johanna Wright Já andava agitada antes mesmo dele partir. Não será uma semana preguiçosa.Muitas de minhas amigas mães &#8220;invejam&#8221; a flexibilidade do Viver Mais Simples. &#8220;Ah se eu tivesse mais tempo com meus filhos&#8221;. É verdade, eu escolho como gerenciar meu tempo e isso me dá espaço para [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div style="clear: both; text-align: center;"></div>
<p>Esta semana o marido viaja a trabalho.</p>
<table align="center" cellpadding="0" cellspacing="0" style="margin-left: auto; margin-right: auto; text-align: center;">
<tbody>
<tr>
<td style="text-align: center;"><a href="http://leticiacarneiro.com/wp-content/uploads/2013/09/bb9fa30a15fb82f82a4928c0d38124f2.jpg" style="margin-left: auto; margin-right: auto;"><img decoding="async" border="0" src="http://leticiacarneiro.com/wp-content/uploads/2013/09/bb9fa30a15fb82f82a4928c0d38124f2.jpg" /></a></td>
</tr>
<tr>
<td style="text-align: center;"><span style="background-color: #f8f8f8; color: #171717; font-family: 'Helvetica Neue', arial, sans-serif; font-size: 15px; line-height: 20px; text-align: start;">Johanna Wright</span></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>Já andava agitada antes mesmo dele partir. Não será uma semana preguiçosa.<br />Muitas de minhas amigas mães &#8220;invejam&#8221; a flexibilidade do <a href="http://www.vivermaissimples.com/2011/08/o-que-e-o-viver-mais-simples.html">Viver Mais Simples</a>. &#8220;Ah se eu tivesse mais tempo com meus filhos&#8221;. <br />É verdade, eu escolho como gerenciar meu tempo e isso me dá espaço para estar presente em horários pouco usuais. E escolha é &nbsp;um problema bom de se ter&#8230;<br />Mas&#8230;<br />A verdade que é ser mãe, pelo menos em nossa cultura, traz em si um grau de exigência para lá de desafiador.<br />E muitas vezes eu anseio por aquele momento onde vou finalmente para o escritório.<br />Descansar.<br />Um dos paradoxos mais cruéis da maternidade é este: o dia a dia dá um trabalho danado, mas ver o tempo passar é uma saudade sem fim.<br />Queremos que nossos filhos cresçam, sejam autônomos e parem de gritar &#8220;manhê&#8221; a cada dois minutos. Mas vê-los crescer é deixar escorrer entre os dedos estes momentos pungentes da infância, momentos que acordam a nossa criança também.<br />Esta semana será um &#8220;reality show&#8221; deste paradoxo.<br />Sem o auxílio luxuoso do companheiro, restarei eu e meu pavio curto.<br />Ensaio técnicas, respiro fundo. Tento deixar tudo planejado.<br />Mas claro, nada disso será suficiente para evitar os dramas, brigas e choradeira em geral.<br />Respiro fundo três vezes e escrevo estas palavras para me acalmar.<br />Invoco minha gratidão: quantas vezes não fui eu a viajante?<br />Vasculho todas as gavetas atrás de humor.<br />Rezo.<br />E delicio-me: já fazem mais de 30 minutos e eles não me chamaram nenhuma vez.<br />Assim esperançosa e humilde, gostaria de navegar esta semana.<br />Meu coração é de mãe, sempre foi. &nbsp;E como tudo que sou, requer modulação e limite.<br />Uma semana não é muito tempo e ao mesmo tempo, é tempo bastante&#8230;<br />Oportunidade de aprender truques novos e revalidar os antigos.<br />Tempo de estar junto, criar espaços de amor e perdão.<br />Enfim, uma semana de possibilidades&#8230;<br />Desejem-me boa sorte na aventura de ser mãe solteira por sete dias, dois finais de semana incluídos&#8230;<br />Espero ter boas histórias para contar e poucos arrependimentos ao final da jornada&#8230;</p>
<p></p>
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		<title>Vento Solar</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Leticia Carneiro]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 06 Sep 2013 20:22:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Maternidade]]></category>
		<category><![CDATA[Olivia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Hoje meu raio de sol faz cinco anos. Imagem: Lucrécio Brasil E eu, agradeço.Há cinco anos atrás, eu vivia uma outra vida.Olivia chegou e com seu jeito menina-furacão, desafiou o lugar onde eu estava, a forma como eu era.As viagens-relâmpago para o Rio ficaram inviáveis. Ela tinha refluxo, estranhava os amigos e a família.Deixá-la o [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Hoje <a href="http://www.vivermaissimples.com/2012/09/meu-raio-de-sol.html">meu raio de sol</a> faz cinco anos.</p>
<table align="center" cellpadding="0" cellspacing="0" style="margin-left: auto; margin-right: auto; text-align: center;">
<tbody>
<tr>
<td style="text-align: center;"><a href="http://leticiacarneiro.com/wp-content/uploads/2013/09/1006019_10201638961357261_66934434_n-1.jpg" style="margin-left: auto; margin-right: auto;"><img decoding="async" border="0" height="320" src="http://leticiacarneiro.com/wp-content/uploads/2013/09/1006019_10201638961357261_66934434_n.jpg" width="192" /></a></td>
</tr>
<tr>
<td style="text-align: center;">Imagem: Lucrécio Brasil</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>E eu, agradeço.<br />Há cinco anos atrás, eu vivia uma outra vida.<br />Olivia chegou e com seu jeito menina-furacão, desafiou o lugar onde eu estava, a forma como eu era.<br />As viagens-relâmpago para o Rio ficaram inviáveis. Ela tinha refluxo, estranhava os amigos e a família.<br />Deixá-la o dia todo na creche? Nem pensar. Olivia sempre foi intensa e chegava exausta, mal-humorada, infeliz.<br />Léo me ensinou a doçura, o desamparo e o amor incondicional.<br />Olivia me exigiu mudanças na carne.<br />E era só o começo.<br />Quando ela fez um ano e meio, eu já fazia as malas. Despedia-me das catracas da Johnson &amp; Johnson, lançava-me &nbsp;nesta aventura de viver mais simples.<br />Hoje, enquanto a via dançar tão livre no lanchinho de parabéns da escola, agradeci com todo meu coração.<br />Agradeci por esta oportunidade de enxergar o que não via. Algo que só um raio de sol poderia me dar.<br />Agradeci por redescobrir minha própria alegria nestes olhinhos de jabuticaba brilhantes, neste salto no ar, neste sorriso de corpo inteiro.<br />Olivia, minha filha. Você me recordou muitas coisas e ensinou-me outras mais.<br />Bailar com você é um exercício e também uma profissão de fé.<br />Obrigada.<br />Contigo aprendo a ser mais eu, a cada dia. Na esperança de que você nunca perca este espírito feliz e cheio de movimento.<br />Que a brisa cálida que é você aqueça minha alma por muitos e muitos setembros.<br />Meu amor-flor, minha menina-vento. &nbsp;Muitos anos de vida, que nós todos nos renovamos no seu aniversário!</p>
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		<title>Memórias de gestar</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Leticia Carneiro]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 09 Jun 2013 14:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Maternidade]]></category>
		<category><![CDATA[memórias felizes]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Há tempos percebo: lembrar de um momento antigo pode ser literalmente revivê-lo.A memória de nosso corpo, se estamos atentos, evocará não só imagens, mas sentimentos, sensações, um outro lugar do passado para sempre arquivado em nós.Hoje foi assim. Por alguns instantes, fui convidada a revisitar a gravidez do meu primeiro filho.Era uma época onde eu [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Há tempos percebo: lembrar de um momento antigo pode ser literalmente revivê-lo.<br />A memória de nosso corpo, se estamos atentos, evocará não só imagens, mas sentimentos, sensações, um outro lugar do passado para sempre arquivado em nós.<br />Hoje foi assim. Por alguns instantes, fui convidada a revisitar a gravidez do meu primeiro filho.<br />Era uma época onde eu ainda tinha camadas e camadas de anestesia dos tempos antes de Viver Mais Simples. Por isso voltei lá como se fosse um pouco a primeira vez.</p>
<div style="clear: both; text-align: center;"><a href="http://leticiacarneiro.com/wp-content/uploads/2013/06/f3cdb36e05e5f02ea62855ad91d4a57a-1.jpg" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"><img loading="lazy" decoding="async" border="0" height="320" src="http://leticiacarneiro.com/wp-content/uploads/2013/06/f3cdb36e05e5f02ea62855ad91d4a57a.jpg" width="213" /></a></div>
<p>Foi um tempo intenso. Perdi meu primeiro bebê com nove semanas de gestação. Estar grávida de novo era um misto de alívio e medo.<br />Alívio, pois meu corpo era capaz de gerar outra vida.<br />Medo de perder outro filho, até as primeiras semanas passarem e a gestação se firmar em mim.<br />Navegar por este oceano de antes foi uma experiência mágica. &nbsp;Foi como rever a gênese do infinito amor pelo meu filho mais velho.<br />Aquele pavor de perdê-lo era proporcional ao quanto já o amava, o queria.<br />Também um tempo sagrado. &nbsp;A gravidez é um jeito de mágico de celebrar o mistério da vida. Fazer gente.<br />Lembro-me quão &nbsp;maravilhada esta descoberta me causou: eu faço gente&#8230;<br />Hoje relembrei os muitos pontapés do meu pequeno peixinho agitado. Nasceu amante do futebol e um espírito do ar, serelepe Mercúrio.<br />Eu o amo tanto que me inundei em lágrimas com a breve lembrança de seus primeiros dias em mim.<br />Ele perguntou curioso: &#8220;Por que você está chorando?&#8221;. E eu respondi: &#8220;Por que lembrar de estar grávida de você me fez lembrar o quanto você me fez (e faz) feliz&#8221;.<br />Nosso corpo é um templo de memórias felizes. Em meio a dias chuvosos, esta recordação de oito anos atrás foi uma suave brisa no meu coração.</p>
<p></p>
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		<title>Lição de casa</title>
		<link>https://www.vivermaissimples.com/licao-de-casa/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Leticia Carneiro]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 26 May 2013 21:22:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[aprendizado]]></category>
		<category><![CDATA[festa de aniversário]]></category>
		<category><![CDATA[Maternidade]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Um desafio que abraço com gosto é o de reinventar festas de aniversário.Admiro a simplicidade, o retorno ao essencial.E, na medida do possível e prático, venho experimentando várias opções de comemoração. Neste espírito, fiz uma festa bem simples de oito anos para meu mais velho. Não sabia que se tornaria uma aventura e um grande [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://www.vivermaissimples.com/licao-de-casa/">Lição de casa</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.vivermaissimples.com">Viver Mais Simples</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Um desafio que abraço com gosto é o de reinventar festas de aniversário.<br />Admiro a <a href="http://www.vivermaissimples.com/2011/02/festa-mais-simples.html">simplicidade</a>, <a href="http://www.vivermaissimples.com/2010/07/festa-de-aniversario-de-antigamente.html">o retorno ao essencial.</a><br />E, na medida do possível e prático, venho experimentando várias opções de comemoração.</p>
<p>Neste espírito, fiz uma festa bem simples de oito anos para meu mais velho. Não sabia que se tornaria uma aventura e um grande aprendizado.</p>
<p>O conceito era simples: aproveitar o Conselho de Classe numa segunda e levar 14 meninos de 7-8 anos para uma tarde de brincadeiras no Parquinho do Fluminense, um programa muito querido do Léo.<br />Comprei bolinhas de queijo, brigadeiro e bolo. &nbsp;Levei TNT para servir de toalha, liberei salgados e bebidas na cantina. Contratei duas &#8220;assistentes&#8221;. &nbsp;A van colégio x clube foi um presente de aniversário do motoristas que o levam diariamente.</p>
<div style="clear: both; text-align: center;"><a href="http://leticiacarneiro.com/wp-content/uploads/2013/05/4cd4651a1409f97f32886f530798292a.jpg" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"><img decoding="async" border="0" src="http://leticiacarneiro.com/wp-content/uploads/2013/05/4cd4651a1409f97f32886f530798292a.jpg" /></a></div>
<p>Tudo simples até&#8230;</p>
<p>Até os meninos descobrirem que a tarde no clube não incluía piscina e que eles estariam &#8220;confinados&#8221; ao parquinho &#8220;dos bebês&#8221;. Descobri, um pouco chocada, que não bastava um espaço bem grande para brincar, uma quadra pequena e uma mesa de totó. &nbsp;Eles queriam mais&#8230;</p>
<p>Um pequeno motim se iniciou.<br />No começo, tentei impor meu bom-senso e foi como soprar uma fogueira&#8230;<br />Nesta hora, tive uma ideia brilhante, sussurrada no meu ouvido por alguém do &#8220;andar de cima&#8221;, tenho certeza: convidei todos para uma &#8220;reunião&#8221;, cujo tema era: &#8220;Como melhorar esta festa?&#8221;<br />Descartada a opção piscina, ficamos com a &#8220;quadra dos grandes&#8221; e uma visita ao stand de tiro, sugerida por um filho de atleta olímpico da modalidade, portanto expert.<br />Selecionei-o como acompanhante na excursão de reconhecimento, onde descobrimos que o stand estaria pronto para recebê-los às 18h, mas que as quadras estavam ocupadas com as aulas do clube.<br />Retornei com a boa e a má notícia, devidamente comunicadas por meu &#8220;assessor&#8221;.<br />E aí se fez a mágica.<br />Ouvidos, acolhidos nos seus anseios, os meninos se conformaram com as limitações e foram brincar de verdade. &nbsp;Corriam, jogavam futebol e totó, suavam felizes.<br />Improvisei uma caça ao tesouro e às 18h, um grupo marchou para conhecer o tiro ao alvo (mas nada de brincar com fogo, só olhar).<br />19h, foram indo embora com seus pais, contentes, cansados e satisfeitos.<br />Eu, grata pela inspiração divina, aprendi: todo ser humano, mesmo aos oito anos, sabe apreciar ser considerado em seus desejos. Ainda que não plenamente atendidos.</p>
<p>No final, uma festa simples, de bom tamanho. E uma grande lição para meu viver mais simples.</p>
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		<title>Mãe de Nós</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Leticia Carneiro]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 12 May 2013 12:46:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[aprendizado]]></category>
		<category><![CDATA[caminho próprio]]></category>
		<category><![CDATA[Maternidade]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>“O senhor&#8230;Mire veja: o mais importante e bonito, do mundo, é isso: que as pessoas não estão sempre iguais, ainda não foram terminadas – mas que elas vão sempre mudando. Afinam ou desafinam. Verdade maior. É o que a vida me ensinou. Isso que me alegra, montão.”Guimarães Rosa (Contribuição de Eliana Miranzi) Hoje é Dia [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div><o:p></o:p></div>
<p><i>“O senhor&#8230;Mire veja: o mais importante e bonito, do mundo, é isso: que as pessoas não estão sempre iguais, ainda não foram terminadas – mas que elas vão sempre mudando. Afinam ou desafinam. Verdade maior. É o que a vida me ensinou. Isso que me alegra, montão.</i>”<br />Guimarães Rosa (Contribuição de Eliana Miranzi)</p>
<p>Hoje é Dia das Mães. &nbsp;Mãe é onde tudo começa, onde nascemos para esta vida de nunca estar prontos&#8230;<br />Sobre isso quero escrever.<br />Aqui, juntos navegamos por várias maternidades: a <a href="http://www.vivermaissimples.com/2011/05/meus-seis-anos.html">minha</a>, a de <a href="http://www.vivermaissimples.com/2011/09/carta-aberta-minha-mae.html">minha mã</a>e, a de <a href="http://www.vivermaissimples.com/2012/05/um-conto-de-fadas-diferente.html">minha madrasta</a>, a de<a href="http://www.vivermaissimples.com/2010_06_01_archive.html"> minha comadre.</a><br />Hoje abro nossas velas para uma viagem rumo ao gestar e parir de nós mesmos&#8230;</p>
<table align="center" cellpadding="0" cellspacing="0" style="margin-left: auto; margin-right: auto; text-align: center;">
<tbody>
<tr>
<td style="text-align: center;"><a href="http://leticiacarneiro.com/wp-content/uploads/2013/05/48fa75a4cfbdb9d0a682239c5e28354b-1.jpg" style="margin-left: auto; margin-right: auto;"><img loading="lazy" decoding="async" border="0" height="320" src="http://leticiacarneiro.com/wp-content/uploads/2013/05/48fa75a4cfbdb9d0a682239c5e28354b.jpg" width="180" /></a></td>
</tr>
<tr>
<td style="text-align: center;">Willow Tree</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>Nascemos pelo amor e querer dos outros (também destino, dirão alguns).<br />O importante é que desde da saída do ventre protetor, nosso chamado é ser quem nascemos para ser. Demasiado breve estaremos por nossa conta.</p>
<p>A construção é lenta, demorada e cheia de tropeços. &nbsp;Como (infelizmente) na vida, muitos não ultrapassam a&nbsp;infância.</p>
<p>Como criança curiosa que beija panela quente, vamos nos queimando no amor, na relação (ralação?) com o outro, no construir nossa expressão, no encontrar um trabalho para chamar de nosso.</p>
<p>Na medida do possível, aprendemos a engatinhar, andar, correr e depois a andar novamente, mais calmos e usufruindo da vista.</p>
<p>E este é o desafio.</p>
<p>Quando tudo parece conhecido, abre-se uma nova porta. Uma crise, um escorregão, um exagero.<br />Hora de um novo passo. Para dentro e para frente.</p>
<p>Nossa gestação e parto se repetem, ciclo após ciclo. &nbsp;Renascemos maiores, melhores, mais fortes. &nbsp;Com mais cicatrizes e cabelos brancos, é bem verdade. Mas se estamos atentos e presentes, se aproveitamos os carinhos e açoites do existir, saímos cada vez mais inteiros.</p>
<p>Assim me sinto hoje. &nbsp;Novamente fechando um ciclo. Novo parto, nova Leticia. Mais eu mesma.</p>
<p>Agradeço a todos vocês, homens e mulheres, amigos e leitores. Parteiros de mim, junto comigo.<br />Feliz Dia das Mães.</p>
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		<title>Meu raio de sol</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Leticia Carneiro]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 06 Sep 2012 14:42:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[gratidão]]></category>
		<category><![CDATA[Maternidade]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Hoje minha filha caçula faz quatro anos.Quatro anos de luz, energia e uma versão mini de mim mesma, em muitos sentidos.A centelha sempre acesa, a alegria, as explosões. Olivia me convida a ser humilde e aprender como ainda preciso criar fronteiras e equílibrio. Minha menina-baioque, &#8220;quando amo, eu devoro todo o meu coração&#8221;. Imagem: Lucrécio [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Hoje minha filha caçula faz quatro anos.<br />Quatro anos de luz, energia e uma versão mini de mim mesma, em muitos sentidos.<br />A centelha sempre acesa, a alegria, as explosões. Olivia me convida a ser humilde e aprender como ainda preciso criar fronteiras e equílibrio. Minha menina-<a href="http://www.youtube.com/watch?v=dDZMx027cHI">baioque</a>, &#8220;quando amo, eu devoro todo o meu coração&#8221;.</p>
<table align="center" cellpadding="0" cellspacing="0" style="margin-left: auto; margin-right: auto; text-align: center;">
<tbody>
<tr>
<td style="text-align: center;"><a href="http://leticiacarneiro.com/wp-content/uploads/2012/09/539081_4434028090255_1069032418_n-1.jpg" style="margin-left: auto; margin-right: auto;"><img loading="lazy" decoding="async" border="0" height="320" src="http://leticiacarneiro.com/wp-content/uploads/2012/09/539081_4434028090255_1069032418_n.jpg" width="240" /></a></td>
</tr>
<tr>
<td style="text-align: center;">Imagem: Lucrécio Brasil</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>Quando chega em casa, é um como um vento refrescante: mamãããããããããããããããe! E me abraça.<br />Sua pureza, amor e entusiasmo são contagiantes. É perseguida por fotógrafos em festas de casamento&#8230;<br />Carinhosa, amorosa e cuidadora. &nbsp;Um presente, uma joia, uma graça.<br />Ser mãe me permite desfrutar de sentimentos inéditos e sublimes. &nbsp;Ver Olivia florescer é uma força para eu buscar ser uma pessoa melhor, mais feliz e mais inteira.<br />Saber que seguir meu caminho próprio abre estradas novas para ela&#8230; Um alento extra nos dias cansados.<br />Quatro anos, as primeiras letras, os desenhos-batatinha.<br />Um amor vulcânico, sonoro e em todas as cores.<br />Minha pequena princesa. Meu amor-flor. Minha Olivia.<br />Feliz aniversário.<br />Que todas as fadas derramem suas bençãos sobre você.<br />Eu já sou abençoada por te ter.<br />Amor,<br />Mamãe.</p>
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		<title>A poesia avessa da vida</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Leticia Carneiro]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 07 Jun 2012 12:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[crise]]></category>
		<category><![CDATA[desafio]]></category>
		<category><![CDATA[Maternidade]]></category>
		<category><![CDATA[vida]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Ser mãe é uma aventura por dia. Aprendemos novos truques a cada momento. &#160; Sentimos estar perdendo a batalha a cada dois minutos. Uma gangorra de alegria, sustos e culpa. &#160; Um momento de rir do carinho inesperado da filha. Um momento de consolar o filho. Ontem foi assim. Tempo de consolar. Enfrentamos a primeira [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Ser mãe é uma aventura por dia.</p>
<div>Aprendemos novos truques a cada momento. &nbsp;</div>
<div>Sentimos estar perdendo a batalha a cada dois minutos. Uma gangorra de alegria, sustos e culpa. &nbsp;</div>
<div>Um momento de rir do carinho inesperado da filha. Um momento de consolar o filho.</div>
<div>Ontem foi assim. Tempo de consolar.</div>
<div>Enfrentamos a primeira morte de bichinho de estimação. &nbsp;Um peixinho dourado, muito animadinho nos primeiros dias.</div>
<div style="clear: both; text-align: center;"><a href="http://leticiacarneiro.com/wp-content/uploads/2012/06/148337381445996481_Q6rhgYuI_b.jpg" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"><img decoding="async" border="0" src="http://leticiacarneiro.com/wp-content/uploads/2012/06/148337381445996481_Q6rhgYuI_b.jpg" /></a></div>
<div>A inexperiência da família deve ser responsável. Se foi excesso ou falta de comida, falta de oxigenação, não sei.&nbsp;</div>
<div>Talvez o estranho tom esverdeado do aquário seja um risco ambiental merecedor de investigação.</div>
<div>Não sei.</div>
<div>Só sei que estava só, com duas crianças pequenas, explicando que o &#8220;peixinho foi para o céu&#8221;, caçando um triste corpinho preso no canto do aquário.</div>
<div>O marido, coitado, teve seu happy hour interrompido pela esposa frustrada com a falta de consideração do peixinho. Que hora para morrer! Final do dia, quando estou sem ninguém para me ajudar e todos estão exaustos.</div>
<div>Mas, ao final, o instinto maternal prevaleceu.</div>
<div>Despedidas formais e solenes. Consolar as lágrimas muitas. Acolher a possibilidade de um novo peixe, assim que reequilibramos o ecossistema.</div>
<div>E aguentar, firme, as associações diretas da filhinha com a morte da bisavó, do bisavô que nem conheceu. E o golpe final: &#8220;Eu não quero morrer&#8221;.</div>
<div>Para quem vai ter um bichinho de estimação, vale a reflexão.</div>
<div>Não me arrependo. &nbsp;Valeu pela chance de discutir morte, vida, céu, esperança, estar junto, ritual. </div>
<div>Passado o drama, os dois dormiram.</div>
<div>E restou eu, só e desperta. Pensando sobre morte, vida, esperança, ritual.&nbsp;</div>
<div>Sentindo uma saudade danada das minhas avós e do meu avô.&nbsp;</div>
<div>E enfrentando meu medo silencioso de perder quem eu amo.</div>
<div>Um peixinho morto pode nos ensinar muito.</div>
<div></div>
<div>
<div></div>
</div>
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		<title>Amor, Meu Grande Amor</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Leticia Carneiro]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 22 May 2012 21:40:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[amor]]></category>
		<category><![CDATA[Maternidade]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Hoje meu filho mais velho faz sete anos.Lembro-me, emocionada, de&#160;meu aniversário como mãe.Invoco este amor profundo, doído, que me deixa vulnerável como se suspensa sobre o abismo.O afundar-me maravilhoso em amor sem medida, incondicional, &#160;amor que mal cabe no peito da gente, mas cabe. Lucrécio Brasil Sentir este amor, viver este amor&#8230; Evoca em mim [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Hoje meu filho mais velho faz sete anos.<br />Lembro-me, emocionada, de&nbsp;<a href="http://www.vivermaissimples.com/2011/05/meus-seis-anos.html">meu aniversário como mãe</a>.<br />Invoco este amor profundo, doído, que<a href="http://www.ted.com/talks/lang/pt/brene_brown_on_vulnerability.html"> me deixa vulnerável como se suspensa sobre o abismo</a>.<br />O afundar-me maravilhoso em amor sem medida, incondicional, &nbsp;amor que mal cabe no peito da gente, mas cabe.</p>
<table align="center" cellpadding="0" cellspacing="0" style="margin-left: auto; margin-right: auto; text-align: center;">
<tbody>
<tr>
<td style="text-align: center;"><a href="http://leticiacarneiro.com/wp-content/uploads/2012/05/9d0b686ca2ca11e192e91231381b3d7a_7-1.jpg" style="margin-left: auto; margin-right: auto;"><img loading="lazy" decoding="async" border="0" height="320" src="http://leticiacarneiro.com/wp-content/uploads/2012/05/9d0b686ca2ca11e192e91231381b3d7a_7.jpg" width="320" /></a></td>
</tr>
<tr>
<td style="text-align: center;">Lucrécio Brasil</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>Sentir este amor, viver este amor&#8230; Evoca em mim outros muitos amores que trago em mim.</p>
<div></div>
<div>Amor redescoberto. Amor escondido em nosso dentro, reflorescendo após tempestade, pacto antigo reinventado.</div>
<div>Amores adormecidos em silente espera. Por um melhor momento, nutridos na esperança de fazer sentido novamente, de proximidade, de entendimento.</div>
<div><a href="http://www.vivermaissimples.com/2012/05/um-conto-de-fadas-diferente.html">Amores de gratidão</a> cultivada por anos de convívio e construção.</div>
<div>Amor por nós, pela imperfeição temida, pelo possível de cada um.</div>
<div>Amor pela estrada, pela caminhada. Pela <a href="http://www.vivermaissimples.com/2010/12/mais-coragem.html">coragem </a>e pelo <a href="http://www.vivermaissimples.com/2010/07/medo-eu.html">medo</a>. Por nós, nus, no vento.</div>
<div></div>
<div>Cada amor tem seu &nbsp;tempo, seu expressar no mundo. &nbsp;Alguns mais possíveis, outros difíceis e doloridos.&nbsp;</div>
<div>Amor que dá sentido à jornada, que dá sabor ao caminho.</div>
<div></div>
<div>Amor é simples. Amor é o que move neste mar revolto.</div>
<div></div>
<div>
<blockquote dir="ltr" style="background-color: white; margin-right: 0px;">
<blockquote dir="ltr" style="margin-right: 0px;">
<div align="left"><span style="color: #555555; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 14px; line-height: 21px; text-align: -webkit-auto;">&#8220;Além do amor, não há nada,</span><br style="color: #555555; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 14px; line-height: 21px; text-align: -webkit-auto;" /><span style="color: #555555; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 14px; line-height: 21px; text-align: -webkit-auto;">amar é o sumo da vida&#8221;</span></div>
</blockquote>
</blockquote>
<div style="text-align: center;">Carlos Drummond de Andrade&nbsp;</div>
</div>
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