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	<title>Arquivos mudança - Viver Mais Simples</title>
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	<description>Viver Mais Simples</description>
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		<title>Pela fresta da janela</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Leticia Carneiro]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 12 Oct 2019 15:02:47 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[mudança]]></category>
		<category><![CDATA[gratidão]]></category>
		<category><![CDATA[transformação]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Pela fresta da janela, palavras aguardavam pacientemente para emergir. Entre tanta mudança, um dia haveria pausa. Os dias viram meses que viram anos, e elas ali, pulsando serenas. Um dia&#8230; Sabiam. Hoje acordei na casa nova, depois de uma semana-avalanche com obra, trabalho, filhos, limpeza, mudança. Tudo misturado. O céu está azul, quase tudo está [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Pela fresta da janela, palavras aguardavam pacientemente para emergir. Entre tanta mudança, um dia haveria pausa.</p>
<p>Os dias viram meses que viram anos, e elas ali, pulsando serenas. Um dia&#8230; Sabiam.</p>
<p>Hoje acordei na casa nova, depois de uma semana-avalanche com obra, trabalho, filhos, limpeza, mudança. Tudo misturado.</p>
<p>O céu está azul, quase tudo está no lugar. Mas só agora o coração se aquieta. O (novo) marido conserta coisas ao som dos anos 80. E eu escrevo.</p>
<p>Escrevo para agradecer, escrevo para desabafar, escrevo para dizer que não esqueci as pessoas no meu silêncio.</p>
<p>Os tempos têm sido de gestação e digestão profundas. Transformações não são novidade para mim, mas desde 2016, a pele se renova com mais cuidado e mais introspecção. A separação de meu primeiro marido, <em><a href="http://www.vivermaissimples.com/faz-um-ano/">a morte de meu pai</a></em>, os desafios na construção de um novo amor e <em><a href="http://www.vivermaissimples.com/2018-o-ano-de-atravessar/">descobrir que meu irmão está gravemente doente</a></em> trouxeram uma inédita sobriedade ao <em><a href="http://www.vivermaissimples.com/o-que-e-o-viver-mais-simples/">Viver Mais Simples</a></em>.</p>
<p>Os dias viram meses que viram anos.</p>
<p>Cada vez mais, sinto necessidade de fazer o que é importante e deixar marcas do bem no mundo e nas pessoas.</p>
<p>Cada vez mais, preciso confiar em ser eu mesma, enfrentando as vozes dentro e fora que me exigem &#8220;normalidade&#8221;.</p>
<p>Cada vez mais, o tempo voa e com ele leva pessoas, oportunidades, janelas.</p>
<p>Por isso viver o hoje tornou-se missão.</p>
<p>A quem me pergunta &#8211; &#8220;Como está sua vida?&#8221;- respondo:</p>
<p>Sou grata pelo que acontece, doce ou amargo. Tenho muito a celebrar e muito a me curvar.  Gratidão e humildade, são os nomes que invoco.</p>
<p>Pela fresta da janela, um vento brando balança as palavras. Elas são minhas companheiras nesta constante metamorfose chamada Vida.</p>
<p>Os dias viram meses que viram anos.</p>
<p>Contemplo, agradeço e sigo em frente. As palavras sorriem da fresta da janela.</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Pé na estrada</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Leticia Carneiro]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 02 Feb 2014 14:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[mudança]]></category>
		<category><![CDATA[vida pedestre]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O ano vem grávido de grandes novidades.Um provável novo apartamento. Uma possível nova empregada. Além de tudo que já estava sonhado: o livro, o Odisseia, mais clientes para o coaching.E um carro.Pois é.Vinha eu toda convicta de manter mais um tempo como pedestre.E durante as últimas viagens, aconteceu.Avaliando as novas rotinas criadas por viver em [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O ano vem grávido de grandes novidades.<br />Um provável novo apartamento. Uma possível nova empregada. Além de tudo que já estava sonhado: o livro, o Odisseia, mais clientes para o coaching.<br /><b>E um carro.</b><br />Pois é.<br /><a href="http://www.vivermaissimples.com/2014/01/quatro-rodas.html">Vinha eu toda convicta de manter mais um tempo como pedestre</a>.<br />E durante as últimas viagens, aconteceu.<br />Avaliando as novas rotinas criadas por viver em outro bairro, pulsou esta possibilidade.</p>
<div style="clear: both; text-align: center;"><a href="http://leticiacarneiro.com/wp-content/uploads/2014/02/images.jpg" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"><img fetchpriority="high" decoding="async" border="0" src="http://leticiacarneiro.com/wp-content/uploads/2014/02/images.jpg" height="161" width="400" /></a></div>
<p>Um carro.<br />Alguns podem se espantar com minha mudança de ideia meio súbita.<br />Eu não.<br />Tento (às vezes, com esforço) abraçar esta flexibilidade de refinar meu viver mais simples de quando em quando.<br />Não ter carro foi muito bom enquanto durou&#8230; Os tempos como pedestre me permitiram repensar o como ser motorista.<br />Uso esta experiência agora. <br />Primeiro, na escolha do veículo: usado, &#8220;modesto&#8221; 1.6, feito para ser transporte, sem luxos.<br />Depois na filosofia: carro é recurso substituto para táxis e carros alugados, &nbsp;conexão entre Laranjeiras e Botafogo.<br />Ponte motora entre o clube e a casa nova, meio de buscar a filha na escola em outro bairro.</p>
<div>E era mesmo para ser, o acaso comprovou.</div>
<p>Gestava caminhos possíveis e esbarro com um anúncio da amiga descrevendo o carro ideal: modelo que já piloto há tempos na locadora; motor na potência certa, flex e&#8230; Vermelho.<br />Por anos tive um carro vermelho. Adorava. Tão fácil de fácil de encontrar &nbsp;no estacionamento&#8230;<br />Fechamos negócio e já estou feliz com o presente que está chegando.<br />Não me iludo. Mudar não é fácil e traz seus riscos.<br />Não é sem receio que faço este movimento. O trânsito anda de fato selvagem, como será viver novamente a loucura do dia a dia nas ruas engarrafadas e impacientes?<br />Vamos com cuidado nesta nova estrada, buscando ser meio pedestre, apesar da garagem recém-ocupada&#8230;<br />E por quê compartilhar tão prosaica decisão?<br />Por que gostaria que meu novo carro vermelho não fosse apenas um experimento meu. Gostaria que fosse um convite para todos vocês repensarem o que pode ser mudado, o que deve ser experimentado.<br />Se der errado, ok, recomeçamos (não estranhem se em alguns meses eu mude de ideia novamente&#8230;).<br />Como diria Arnaldo Antunes:</p>
<p>&#8220;<span style="color: #555555; font-family: Arial, sans-serif; font-size: 15px; line-height: 1.6;">Só porque eu falei não quer dizer que eu sei</span></p>
<div style="color: #555555; font-family: Arial, sans-serif; font-size: 15px; line-height: 1.6; margin-bottom: 1em; padding: 0px; text-shadow: rgba(0, 0, 0, 0.14902) 0px 1px 1px;">Só porque eu falei não quer dizer que eu não posso estar errado<br />Só porque eu falei não quer dizer que é lei<br />Só porque eu falei não quer dizer que se eu falei está falado</div>
<div style="color: #555555; font-family: Arial, sans-serif; font-size: 15px; line-height: 1.6; margin-bottom: 1em; padding: 0px; text-shadow: rgba(0, 0, 0, 0.14902) 0px 1px 1px;">Eu já mudei de ideia<br />E você com isso?<br />Eu sou volúvel<br />Não tenho compromisso&#8221;</p>
<p><span style="line-height: 1.6;">O vídeo completo aqui:</span></div>
<p><iframe allowfullscreen="" frameborder="0" height="315" src="//www.youtube.com/embed/N4CFyktqZEs" width="560"></iframe></p>
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		<title>Um passo</title>
		<link>https://www.vivermaissimples.com/um-passo/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Leticia Carneiro]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 06 Oct 2013 20:46:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[aprendizado]]></category>
		<category><![CDATA[mudança]]></category>
		<category><![CDATA[pausa]]></category>
		<category><![CDATA[planejamento]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Tenho sonhos, visões, fantasias, sou uma de nós.Humanos.A novidade é aprender a dar passos menores. Melhor ainda, um passo de cada vez. E esperar.Exercício bem difícil, às vezes, excruciante.O pequeno e a espera. Tão desafiadores para mim.Sou dada a voos bem altos, amo escancarar minhas amplas asas rumo ao infinito.E sou capaz sim, bem sei, [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Tenho sonhos, visões, fantasias, sou uma de nós.<br />Humanos.<br />A novidade é aprender a dar passos menores. Melhor ainda, um passo de cada vez.</p>
<div style="clear: both; text-align: center;"><a href="http://leticiacarneiro.com/wp-content/uploads/2013/10/5b0cf9050c2fbf12aa4065a681a98c6e-1.jpg" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"><img decoding="async" border="0" height="320" src="http://leticiacarneiro.com/wp-content/uploads/2013/10/5b0cf9050c2fbf12aa4065a681a98c6e.jpg" width="222" /></a></div>
<p>E esperar.<br />Exercício bem difícil, às vezes, excruciante.<br />O pequeno e a espera. Tão desafiadores para mim.<br />Sou dada a voos bem altos, amo escancarar minhas amplas asas rumo ao infinito.<br />E sou capaz sim, bem sei, de voar bonito e bem longe.<br />Sou capaz, mas será preciso?<br />Aprendiz de <a href="http://www.vivermaissimples.com/2011/03/asas-para-voar.html">Dédalo</a>, venho praticando sonhos de bom tamanho.<br />O caminho é longo, a vida é larga e eu sou grande.<br />Mas é preciso cuidar-me mais. Preservar-me.<br />Povoo a terra de sementes, algumas (muitas) não vingarão.<br />Aliás, já cultivei árvores inteiras, só para deixá-las para trás.<br />O tempo agora é de um pouco.<br />O trabalho está bem plantado, os próximos desejos rabiscados no meu imaginário. Agora é regar os brotos e esperar.<br />Enquanto isso, somente os passos necessários. Um de cada vez. Miudinhos.<br />Esperar.<br />Otimista, de que haverá sol e água suficiente para as mudas.<br />Confiante, que o não não foi não devia ter sido.<br />E persistir no que é maior: viver mais simples e ajudar o outro no frutificar, sendo feliz. E neste movimento, ser eu mesma feliz e frutífera.<br />São também tempos de poda e geadas inesperadas, vez por outra, desmanchando o que era dado como certo.<br />Mais do que nunca, é hora de sabedoria, paciência e pausa.<br />Lancei minhas sementes ao vento e agora, vou avançando cuidadosamente.<br />Sem pressas inúteis, nem excessos. <br />Entre silêncios e esperança, atravesso esta transição.<br />Intuo novidades grandes, voluptuosas e ardentes.<br />Não agora.<br />Agora é tempo de gestar possíveis.<br />Sigo calada e atenta, olhos de estrela no arado.</p>
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		<item>
		<title>Uma pausa na poesia</title>
		<link>https://www.vivermaissimples.com/uma-pausa-na-poesia/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Leticia Carneiro]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 21 Jun 2013 12:11:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[coragem]]></category>
		<category><![CDATA[mudança]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>&#8220;Na primeira noite eles se aproximame roubam uma flordo nosso jardim E não dizemos nada. Na segunda noite, já não se escondem; pisam as flores, matam nosso cão, e não dizemos nada. Até que um dia, o mais frágil delesentra sozinho em nossa casa, rouba-nos a luz, e, conhecendo nosso medo, arranca-nos a voz da [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div style="clear: both; text-align: center;"></div>
<p><i>&#8220;Na primeira noite eles se aproximam<br />e roubam uma flor<br />do nosso jardim <br />E não dizemos nada. <br />Na segunda noite, já não se escondem; <br />pisam as flores, <br />matam nosso cão, <br />e não dizemos nada. <br />Até que um dia, <br />o mais frágil deles<br />entra sozinho em nossa casa, <br />rouba-nos a luz, e, <br />conhecendo nosso medo, <br />arranca-nos a voz da garganta. <br />E já não podemos dizer nada.&#8221;</i><br /><a href="http://pt.shvoong.com/books/poetry/1760699-poema-que-maiakovski-n%C3%A3o-escreveu/">Eduardo Alves da Costa, poeta niteroiense</a></p>
<div></p>
<div style="clear: both; text-align: center;"><a href="http://3.bp.blogspot.com/-p77Jf7Fp1Cs/UcRBLVY4j5I/AAAAAAAACWE/ENauBqCBfm8/s1600/21_42_08_962_file.jpeg" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em; text-align: center;"><img loading="lazy" decoding="async" border="0" height="265" src="http://3.bp.blogspot.com/-p77Jf7Fp1Cs/UcRBLVY4j5I/AAAAAAAACWE/ENauBqCBfm8/s400/21_42_08_962_file.jpeg" width="400" /></a></div>
<div>
<p>Alguma coisa mudou.<br />Há anos eu não lia jornal, á margem das manchetes de corrupção, injustiça e crueldade.<br />Não compactuo nem agora nem antes com isso. Mas a aparentemente indestrutível inércia de uma sociedade que tudo perdoava havia me engolido.<br />Era eu também uma passiva e desesperançosa espectadora das bandalhas do país.<br />Até esta semana.<br />No começo, eu acompanhava curiosa a movimentação dos jovens, suas camisas brancas e suas palavras de ordem.<br />&#8220;Quem não quer aumento, salta&#8221;.<br />Naveguei por entre eles como uma estrangeira curiosa, apesar do peito repleto de lembranças de movimentos passados, das Diretas Já, de pleitos da época de estudante.<br />Aos poucos, minha atitude diante da política foi se transformando.<br />Tomei conhecimento de atrocidades que já não passaram como nuvem diante meus olhos.<br />Fui percebendo meus amigos aderirem. Alguns indo á passeatas, outros ativamente publicando nas redes sociais. Todos mobilizados.<br />E sem perceber, o peito acordou e a voz que estava engasgada quis falar.<br />Comecei do jeito mais fácil, postando no facebook.<br />Até ontem.<br />Estava dentro da minha casa e começou uma correria, uma gritaria.<br />Minutos depois, gás lacrimogêneo invadia minha janela. Meu filho assustando, gritava para mim: &#8220;Eu vou morrer? Olivia vai morrer?&#8221;.<br />Acalmei-o. E fiquei até de madrugada tentando entender como fazer algo por este meu país tão maravilhoso e cheio de equívocos.<br />Aos poucos, vem uma ideia. Participar de forma mais organizada de alguma causa. Conquistar algo específico e importante para mim e minha nação desperta.<br />Pode ser que a rua seja um caminho, mas concordo com alguns<a href="https://www.facebook.com/dizzo1?hc_location=timeline"> lúcidos amigos</a> que apontam a dispersão de objetivos como um risco de ficar tudo por isso mesmo, quando a energia de ir para a rua acabar (ou na infeliz hipótese de tanto gás e bala de borracha causarem estragos maiores).</div>
<div>Fiquei com vontade de canalizar esta revolta e energia. Sonhos de bom tamanho de mudança, um após o outro.</div>
<div>Então elegi minhas primeiras duas causas:<br /><b>Combater a <a href="http://www.ebc.com.br/noticias/brasil/2013/06/entenda-o-que-e-a-pec-37">PEC 37</a></b>, que pretende diminuir poderes do Ministério Público. O objetivo é que ela não seja aprovada.<br /><b>Retirar Marco Feliciano da Comissão de Direitos Humanos,</b> como ato simbólico contra o preconceito e o retrocesso no respeito à diversidade de escolhas. <a href="http://g1.globo.com/politica/noticia/2013/06/comissao-de-direitos-humanos-aprova-autorizacao-para-cura-gay.html">Não pude acreditar quando ouvi o termo &#8220;cura gay&#8221;. </a> Muito menos num projeto que de certa foram o legitime.  Inaceitável.</p>
<p>Ainda estou estudando como fazer de fato algo sobre estas duas causas. Algo concreto, transformador.<br /><b>Aceito sugestões.</b></p>
<p>E espero que meu  peito desperto continue atento e forte.  Ainda temos muitas outras causas. A Copa superfaturada.  A velha elite política se refestelando enquanto minha empregada leva seis meses para conseguir um médico.</p>
<p>Estou buscando um caminho possível. Vamos de mãos dadas.<br /><i><br />&#8220;Não serei o poeta de um mundo caduco.<br />Também não cantarei o mundo futuro.<br />Estou preso à vida e olho meus companheiros<br />Estão taciturnos mas nutrem grandes esperanças.<br />Entre eles, considere a enorme realidade.<br />O presente é tão grande, não nos afastemos.<br />Não nos afastemos muito, vamos de mãos dadas.<br />Não serei o cantor de uma mulher, de uma história.<br />Não direi suspiros ao anoitecer, a paisagem vista na janela.<br />Não distribuirei entorpecentes ou cartas de suicida.<br />Não fugirei para ilhas nem serei raptado por serafins.<br />O tempo é a minha matéria, o tempo presente, os homens presentes,<br />a vida presente.&#8221;</i><br />Carlos Drummond de Andrade</p>
</div>
</div>
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		<item>
		<title>Água de beber</title>
		<link>https://www.vivermaissimples.com/agua-de-beber/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Leticia Carneiro]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 20 Jul 2012 15:11:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[África]]></category>
		<category><![CDATA[Artemísia]]></category>
		<category><![CDATA[CDI]]></category>
		<category><![CDATA[Charity:water]]></category>
		<category><![CDATA[FIB]]></category>
		<category><![CDATA[mudança]]></category>
		<category><![CDATA[WDS]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>&#8220;Me dê um copo d&#8217;àgua, tenho sede&#8230;E esta sede, pode me matar&#8221;Gilberto Gil Imagem:Charity: water Omiti, propositalmente, uma parte muito importante do WDS. A palestra de Scott Harrison, da ONG Charity: water. Prefiro dedicar um post inteiro a este projeto, que já conquistou um lugar no meu coração. Scott teve uma infância perturbada por uma [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>&#8220;Me dê um copo d&#8217;àgua, tenho sede&#8230;<br />E esta sede, pode me matar&#8221;<br />Gilberto Gil</p>
<table align="center" cellpadding="0" cellspacing="0" style="margin-left: auto; margin-right: auto; text-align: center;">
<tbody>
<tr>
<td style="text-align: center;"><a href="http://leticiacarneiro.com/wp-content/uploads/2012/07/Imagem4-1.jpg" style="margin-left: auto; margin-right: auto;"><img loading="lazy" decoding="async" border="0" height="320" src="http://leticiacarneiro.com/wp-content/uploads/2012/07/Imagem4.jpg" width="219" /></a></td>
</tr>
<tr>
<td style="text-align: center;">Imagem:Charity: water</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>Omiti, propositalmente, uma parte muito importante do <a href="http://www.vivermaissimples.com/2012/07/world-domination-summit-in-nutshell.html">WDS</a>. A palestra de <a href="http://www.charitywater.org/about/scotts_story.php">Scott Harrison</a>, da ONG <a href="http://www.charitywater.org/">Charity: water.</a></p>
<p>Prefiro dedicar um post inteiro a este projeto, que já conquistou um lugar no meu coração.</p>
<p>Scott teve uma infância perturbada por uma mãe com problemas de imunidade. Ele e o pai se desdobravam para protegê-la de agressões do meio ambiente e isto o levou a ter uma vida regrada e exigida quando pequeno.<br />Virou adulto e rebelou-se. Mudou-se para a cidade grande (Manhattan) e iniciou uma carreira na noite. Escolha que gradualmente o afundou em todos os vícios imagináveis, drogas , apostas, &#8220;you name it&#8221;.</p>
<p>Dez anos depois, as<a href="http://www.vivermaissimples.com/2012/05/quem-sou-eu.html"> raízes fundas </a>de Scott prevaleceram e ele questionou a vida mundana que levava.<br />Foi quando teve a chance de realizar um trabalho voluntário na África e onde descobriu sobre a <a href="http://www.charitywater.org/whywater/">crise da água</a> e sobre seus impactos devastadores em comunidades pobres da África, América Latina e Ásia.</p>
<table align="center" cellpadding="0" cellspacing="0" style="margin-left: auto; margin-right: auto; text-align: center;">
<tbody>
<tr>
<td style="text-align: center;"><a href="http://leticiacarneiro.com/wp-content/uploads/2012/07/Imagem3-1.jpg" style="margin-left: auto; margin-right: auto;"><img loading="lazy" decoding="async" border="0" height="320" src="http://leticiacarneiro.com/wp-content/uploads/2012/07/Imagem3.jpg" width="213" /></a></td>
</tr>
<tr>
<td style="text-align: center;">Imagem: Armosa Studios</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>Daí nasceu a semente do projeto <a href="http://www.charitywater.org/about/mission.php">Charity: water</a>, que constrói sistemas de acesso à água e beneficia aldeias inteiras.</p>
<p>Os céticos e cínicos podem me perguntar: por que esta ONG e não tantas outras? Porque não focar no Brasil, onde já tem tanta miséria?</p>
<p><b>Porque eu recomendo Charity:water</b></p>
<p>O modelo desta ONG é de absoluta transparência. Todo dólar doado vai diretamente para a construção de sistemas de acesso á água. Doadores específicos patrocinam a operação. Nós, meros mortais, não veremos nosso dinheiro usado para custos operacionais e salários.</p>
<p>Adorei&nbsp;<a href="http://www.charitywater.org/100percent/">este modelo 100% &nbsp;</a>.</p>
<p>Além disso, a criatividade como o time faz as campanhas e movimenta a causa são muito inspiradores.<br />Eu por exemplo, <a href="http://mycharitywater.org/birthdays">já sei o que vou pedir de aniversário de 40 anos.</a>&nbsp;Cada 20 dólares provê água para uma pessoa.</p>
<p>Também fiquei comovida com <a href="http://www.nytimes.com/2011/08/11/opinion/rachels-last-fund-raiser.html?_r=2&amp;ref=nicholasdkristof">a história de Rachel.</a> Como inspirar meus filhos a terem esta vocação para servir desde a infância?</p>
<p><b>Por que um projeto que ajuda principalmente a África? O Brasil tem tanta miséria!</b><br />Eu tenho meus próprios planos de como ajudar meu país e estou trabalhando nisso.<br />Mas tenho estado cada vez mais sensível às dores da África.<br />Somos um país abundante, uma potência em crescimento, uma promessa mundial. Sim, há muito o que ser feito, mas somos relativamente felizes.<br />Já a África&#8230; HIV, guerras civis, violências contra a mulher, um show de horrores. &nbsp;Além de tudo, descobri num evento sobre <a href="http://www.felicidadeinternabruta.org.br/">Felicidade Interna Bruta</a> que 50% das pessoas da África não tem um amigo ou alguém para partilhar suas dores. Ter alguém com quem desabafar é um dos fatores importantes para a felicidade. É tão básico e não custa nada. No entanto, está em falta na África.<br />A Humanidade nasceu no continente africano e lá também estão raízes importantes do Brasil.<br />No entanto, hoje a África é um dos piores lugares para se viver no mundo. E é longo o caminho para mudar esta realidade.</p>
<p>Há muitas formas de ajudar o Brasil (eu recomendo conhecerem o trabalho da <a href="http://www.artemisia.org.br/">Artemísia </a>e do <a href="http://www.cdi.org.br/">CDI</a>), mas é simples e barato também ajudar famílias africanas.<br />E confesso temer pela lisura e transparência de muitas instituições brasileiras. Por isso prefiro considerar doação de tempo e trabalho vs dinheiro.</p>
<p>Se você quer contribuir para uma causa e ainda não escolheu um projeto, conheça o <a href="https://www.charitywater.org/donateforms/general">Charity: water.</a></p>
<p>E daqui há alguns meses, conversamos de novo, sobre meu aniversário!</p>
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		<title>Mudando a direção da vela</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Leticia Carneiro]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 19 Apr 2012 11:11:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[aprendizado]]></category>
		<category><![CDATA[atitude]]></category>
		<category><![CDATA[autoconhecimento]]></category>
		<category><![CDATA[caminho próprio]]></category>
		<category><![CDATA[coragem]]></category>
		<category><![CDATA[crise]]></category>
		<category><![CDATA[equilíbrio]]></category>
		<category><![CDATA[escolha]]></category>
		<category><![CDATA[filhos]]></category>
		<category><![CDATA[humildade]]></category>
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		<category><![CDATA[mudança]]></category>
		<category><![CDATA[planejamento]]></category>
		<category><![CDATA[trabalho]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Há coisas maiores do que nós. Muitas.Por exemplo, não podemos mudar o vento.Se é tempo de vendaval, não adianta lutar sozinho no meio do furacão.Se é tempo de brisa fraca, não é hora de velejar. Bom, para mim, é tempo de vendaval. Sennen Cove Criar um novo negócio enquanto educamos duas crianças pequenas, não é [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Há coisas maiores do que nós. Muitas.<br />Por exemplo, não podemos mudar o vento.<br />Se é tempo de vendaval, não adianta lutar sozinho no meio do furacão.<br />Se é tempo de brisa fraca, não é hora de velejar.</p>
<p>Bom, para mim, é tempo de vendaval.</p>
<div style="clear: both; text-align: center;"></div>
<table align="center" cellpadding="0" cellspacing="0" style="margin-left: auto; margin-right: auto; text-align: center;">
<tbody>
<tr>
<td style="text-align: center;"><a href="http://leticiacarneiro.com/wp-content/uploads/2012/04/277041814547549718_ZCmhyZ6T_f-1.jpg" style="margin-left: auto; margin-right: auto;"><img loading="lazy" decoding="async" border="0" height="236" src="http://leticiacarneiro.com/wp-content/uploads/2012/04/277041814547549718_ZCmhyZ6T_f.jpg" width="320" /></a></td>
</tr>
<tr>
<td style="text-align: center;"><span style="background-color: white; color: #211922; font-family: 'helvetica neue', arial, sans-serif; line-height: 17px; text-align: -webkit-auto;">Sennen Cove</span></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>Criar um novo negócio enquanto educamos duas crianças pequenas, não é exatamente uma experiência despreocupada.<br />É preciso persistência e amor no plantio, nos dois casos.</p>
<p>Eu vinha equilibrando os pratinhos precariamente, esperando uma prometida ajuda doméstica para o final deste mês.<br />Revezamento quatro por quatro com o marido, sem respiro para os dois, sem dormir bem à noite.</p>
<p>O resultado: um declínio considerável na minha capacidade de escrever para este blog, para o<b> <a href="http://www.nutshellestrategia.com.br/">novo site</a></b> da Nutshell, para minha candidatura à contribuinte regular da revista <b><a href="http://www.facebook.com/obvious.pt">obvious</a></b>.</p>
<p>Ao mesmo tempo, minha impaciência e mau humor<b> <a href="http://draft.blogger.com/goog_503143986">começaram a fazer seus estragos</a></b><a href="http://./">.</a> Um verdadeiro inferno astral, bem antes da hora&#8230;</p>
<p>Foi quando recebi o golpe final. O tal auxílio doméstico não tem mais previsão de aparecer na minha vida.<br />Doeu forte na boca do estômago. Mas <b><a href="http://www.vivermaissimples.com/2012/01/escolha-sua-crise.html">crises </a></b>são bem-vindas, elas trazem a oportunidade de solução.</p>
<p>E a solução foi navegar a favor do vento.</p>
<p></p>
<ul>
<li>Uma nova agenda/escala de horários de trabalho meu e do marido. &nbsp;</li>
<li>Uma proposta para a diarista dormir uma vez por semana, na esperança de um cinema relaxante periódico (cruzem os dedos, ela ainda não aceitou).</li>
<li>Colocar a caçula em horário integral na escola.</li>
<li>Natação três vezes por semana~para o filho mais velho, no mesmo horário e piscina de minha hidroginástica.</li>
<li>Experimentos com os horários, como cuidar das rotinas da casa à noite, quando já estou cansada e é mais produtivo fazer o que vai no automático.&nbsp;</li>
<li>Horários alternativos para organização de ideias e reuniões.</li>
</ul>
<p>Já estou colhendo frutos da boa escolha em aceitar as intempéries da jornada. &nbsp;Meu barco já se aprumou, o humor melhorou e já estou dormindo melhor.<br />O trabalho já sai mais fácil e parei de perder energia em revoltar-me com a vida e com os outros. <br />Foco no plantio, compaixão por mim e pelos demais navegadores.</p>
<p>Não posso mudar o vento. Mas posso controlar a vela.</p>
<p></p>
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		<title>Sobre paredes</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Leticia Carneiro]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 10 Apr 2012 20:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[caminho próprio]]></category>
		<category><![CDATA[mudança]]></category>
		<category><![CDATA[solidão]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>&#8220;Era uma casamuito engraçadaNão tinha tetonão tinha nada(&#8230;)Ninguém podia dormir na redeporque na casa não tinha parede(&#8230;)Mas era feita com muito esmero, na rua dos Bobos, número zero&#8221;Vinícius de Moraes http://ineednicethings.com/ Desde muito novos, aprendemos a respeitar paredes.A história dos três porquinhos nos ensina que é preciso estar protegido, amparado por resistentes paredes de tijolo.Não [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<blockquote><p>&#8220;Era uma casa<br />muito engraçada<br />Não tinha teto<br />não tinha nada<br />(&#8230;)<br />Ninguém podia dormir na rede<br />porque na casa não tinha parede<br />(&#8230;)<br />Mas era feita com muito esmero, na rua dos Bobos, número zero&#8221;<br />Vinícius de Moraes</p></blockquote>
<div><o:p></o:p></div>
<div><o:p></o:p></div>
<div><o:p></o:p></div>
<div><o:p></o:p></div>
<div><o:p></o:p></div>
<table align="center" cellpadding="0" cellspacing="0" style="margin-left: auto; margin-right: auto; text-align: center;">
<tbody>
<tr>
<td style="text-align: center;"><a href="http://leticiacarneiro.com/wp-content/uploads/2012/04/241294492504694392_vyRiSR4M_b-1.jpg" style="margin-left: auto; margin-right: auto;"><img loading="lazy" decoding="async" border="0" height="400" src="http://leticiacarneiro.com/wp-content/uploads/2012/04/241294492504694392_vyRiSR4M_b.jpg" width="271" /></a></td>
</tr>
<tr>
<td style="text-align: center;"><a href="http://ineednicethings.com/">http://ineednicethings.com/</a></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>Desde muito novos, aprendemos a respeitar paredes.<br />A história dos três porquinhos nos ensina que é preciso estar protegido, amparado por resistentes paredes de tijolo.<br />Não é um pensamento totalmente dispensável.<br />O perigo é pensarmos que todas as paredes devem ser iguais.<br />Sólidas, porém rígidas.<br />Nós crescemos. Expandimos nossos horizontes. E, muitas vezes, estamos aprisionados em um lugar apertado, onde não cabem nossas asas.<br />Steve Jobs foi um grande sacudidor de paredes. E um dos que propunha <a href="http://www.youtube.com/watch?v=UvEiSa6_EPA">um modelo diferente</a>. Um mundo onde pudéssemos seguir um caminho mais nosso, mesmo que chacoalhando alguns tijolos. &nbsp;É assustador, sem dúvida. &nbsp;E muito solitário, como tenho percebido em alguns momentos.<br />Às vezes, nossos melhores amigos ou os parentes mais próxmos de nós podem assustar-se com tanto movimento.<br />Afinal, nos conheciam de um jeito. &nbsp;Enquanto seguíamos na trilha usual, tinhamos mais em comum.<br />É desconfortável reaprender o outro quando ele se torna um pouco do &nbsp;mesmo e um pouco outra coisa.<br />Respeito este sentimento.<br />E não acho que devamos sair por aí derrubando paredes a torto e a direito. Mas é possível repensar nossos limites. &nbsp;Estudar novas formas de estar no mundo.<br />É preciso abrir a porta e olhar lá fora. Caminhar um pouco no jardim.<br /><a href="http://youtu.be/Ic_BQ6g2hp0">É provável que encontremos outras possibilidades</a>&#8230;<br />Para fechar, um clima meio &#8220;yellow submarine&#8221; e um convite para olharmos além das paredes de nossas vidas&#8230;<br />Boa jornada!</p>
<p><iframe loading="lazy" allowfullscreen="" frameborder="0" height="315" src="http://www.youtube.com/embed/pzoVtAesUkI" width="420"></iframe></p>
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		<title>O que te põe de pé novamente?</title>
		<link>https://www.vivermaissimples.com/o-que-te-poe-de-pe-novamente/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Leticia Carneiro]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 15 Mar 2012 15:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[antídotos]]></category>
		<category><![CDATA[aprendizado]]></category>
		<category><![CDATA[atitude]]></category>
		<category><![CDATA[autoconhecimento]]></category>
		<category><![CDATA[colaboração]]></category>
		<category><![CDATA[coragem]]></category>
		<category><![CDATA[crise]]></category>
		<category><![CDATA[escolha]]></category>
		<category><![CDATA[Fé]]></category>
		<category><![CDATA[mudança]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>É inevitável. Uma hora tropeçamos. E caímos.Seja nos velhos erros de sempre, nosso ponto fraco.Seja quando nos derrubam.Seja quando Deus ou o Acaso querem nos ensinar algo de forma mais contundente. Tropeço inesperado e certeiro.Pode ser no trabalho, na vida pessoal.Pode ser uma doença, uma decepção com alguém. Pode ser um golpe baixo ou &#160;apenas [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;">É inevitável. Uma hora tropeçamos. E caímos.</span><br /><span style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;">Seja nos velhos erros de sempre, nosso ponto fraco.</span><br /><span style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;">Seja quando nos derrubam.</span><br /><span style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;">Seja quando Deus ou o Acaso querem nos ensinar algo de forma mais contundente. Tropeço inesperado e certeiro.</span><br /><span style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;">Pode ser no trabalho, na vida pessoal.</span><br /><span style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;">Pode ser uma doença, uma decepção com alguém. </span><br /><span style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;">Pode ser um golpe baixo ou &nbsp;apenas duro.</span><br /><span style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;">Não importa, estamos no chão. Fiquemos nele o suficiente para aprender.</span><br /><span style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;">E levantemos.</span><br /><span style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;">Mas como?</span></p>
<table align="center" cellpadding="0" cellspacing="0" style="margin-left: auto; margin-right: auto; text-align: center;">
<tbody>
<tr>
<td style="text-align: center;"><a href="http://leticiacarneiro.com/wp-content/uploads/2012/03/joaobobo-1.jpg" style="margin-left: auto; margin-right: auto;"><span style="color: black; font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"><img loading="lazy" decoding="async" border="0" height="320" src="http://leticiacarneiro.com/wp-content/uploads/2012/03/joaobobo.jpg" width="216" /></span></a></td>
</tr>
<tr>
<td style="text-align: center;"><span style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif; font-size: small;"><a href="http://ousardizer2011.blogspot.com/2011/12/joao-bobo-muito-sagaz.html">http://ousardizer2011.blogspot.com/2011/12/joao-bobo-muito-sagaz.html</a>&nbsp;</span></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p><span style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"><br /></span><br /><span style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"><b style="background-color: white; line-height: 21px;">Primeiro eu:</b><span style="background-color: white; line-height: 21px;">&nbsp;</span></span><br /><span style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"><br /></span><br /><b><span style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;">1) Respirar fundo</span></b><br /><span style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;">Antes de tudo. &nbsp;Respirar fundo.</span><br /><span style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;">Não, não vou ficar caído para sempre. Sim, vou me levantar.</span><br /><span style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;">Lógico, o corpo e a alma doídos do tombo. Respiro novamente.</span><br /><span style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;">Respirarei quantas vezes for necessário para acalmar-me. Para ganhar forças e energia para erguer-me.</span><br /><span style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;">Para perdoar quem me deu a rasteira.</span><br /><span style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"><br /></span><br /><b><span style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;">2) Aprender com a queda</span></b><br /><span style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;">Como eu vim parar aqui? Qual foi minha parte neste tombo?</span><br /><span style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;">Como é o gosto de estar no chão?</span><br /><span style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;">Já estamos caídos, melhor aprender. &nbsp;Tudo pode ser oportunidade, se buscarmos uma lição.</span><br /><span style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;">Não adianta ficar no chão se lamentando. As coisas tem um motivo, que motivo me trouxe até aqui?</span><br /><span style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;">No que me serve esta queda?</span><br /><span style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"><br /></span><br /><b><span style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;">3) Evocar todas suas forças</span></b><br /><span style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;">Cada um de nós tem seus super-poderes. Alguns dos meus: otimismo, fé no outro, resiliência, bom humor.</span><br /><span style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;">Persistência (o que não me mata, me fortalece, aprendi com Nietszche).</span><br /><span style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;">Que forças eu tenho? Como reunir estas forças? (respirar fundo ajuda aqui também&#8230;)</span><br /><b><span style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"><br /></span></b><br /><b><span style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;">4) Pedir ajuda</span></b><br /><span style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;">A forma mais fácil de se levantar do chão é com alguém &#8220;puxando&#8221; ou apoiando a gente.</span><br /><span style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;">O outro pode nos acolher, nos consolar, servir de eco para nossas reflexões. Pode nos ajudar a ver o propósito do que aconteceu.</span><br /><span style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;">Pode nos ouvir em silêncio ou oferecer uma mensagem de aprendizado.</span><br /><span style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;">Caminhar junto oferece muitas possibilidades. Vamos de <a href="http://www.vivermaissimples.com/2011/07/maos-dadas.html">mãos dadas</a>.</span><br /><span style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"><br /></span><br /><b><span style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;">5) Rir é o melhor remédio</span></b><br /><span style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;">Muitas vezes, começo a rir no meio de minhas lágrimas.&nbsp;</span><br /><span style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;">Seja pelo patético da situação ou pelo &nbsp;simples reconhecimento que não há nada a ser feito além de rir. De repente, uma piada a meu próprio respeito surge (eu e <a href="http://www.vivermaissimples.com/2012/03/menina-e-os-peixes.html">meus peixes</a>&#8230;). E eu rio.</span><br /><span style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;">É difícil, mas estranhamento reconfortante.</span><br /><span style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;">Não é muito óbvio, mas que tal comédia ao invés de drama?</span><br /><span style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"><br /></span><br /><b><span style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;">6) Honrar seu sofrimento</span></b><br /><span style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;">Acredito que é preciso reerguer-se, mas não a qualquer custo.</span><br /><span style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;">Cair machuca e é preciso respeitar esta dor.</span><br /><span style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;">Dar-se um tempo para processar, permitir-se um luto.</span><br /><span style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;">Desesperar-se por um segundo, chorar, gritar, ter raiva do mundo.&nbsp;</span><br /><span style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;">Mas por pouco tempo, que estes sentimentos não vão construir a retomada.</span><br /><span style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"><a href="http://www.vivermaissimples.com/2011/09/tempo-de-plantar.html">Há um tempo para tudo</a>.</span><br /><span style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"><br /></span><br /><b><span style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;">7) Dar tempo ao tempo</span></b><br /><span style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;">Uma amiga sofreu um grande revés. &nbsp;Depois de um atropelamento, viu sua vida e seu corpo fugirem do seu &nbsp;controle. </span><br /><span style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;">Mais de um ano depois, as coisas (e os ossos) estão mais no seu lugar. Ela teve a sorte de sobreviver, mas levará as cicatrizes por muito tempo.</span><br /><span style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;">Muitas vezes, em meio ao lento progresso, o corpo apitava resultando em nova cirurgia, um passo para trás. &nbsp;Um exercício heroico.</span><br /><span style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;">A soma dos dias trouxe mudanças. Pequenas, quando vistas no varejo. Enormes,<br />
 quando adicionadas dia após dia.</span><br /><span style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;">Esforço e fé, ao longo dos meses, recompensam o caminhante.</span><br /><span style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"><br /></span><br /><b style="background-color: white; line-height: 21px;"><span style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;">Agora você&#8230; O que te põe de pé novamente?</span></b><br /><span style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"><br style="background-color: white; line-height: 21px;" /></span><br /><span style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"><span style="background-color: white; line-height: 21px;">Este é um post da série:&nbsp;</span><b style="background-color: white; line-height: 21px;">&#8220;?&#8221;</b><span style="background-color: white; line-height: 21px;">. Mais detalhes sobre esta hist</span><span style="background-color: white; line-height: 21px;">ória,</span><a href="http://www.vivermaissimples.com/2012/01/nova-serie-perguntas-para-organizar-as.html" style="background-color: white; line-height: 21px; text-decoration: none;">AQUI&nbsp;</a><span style="background-color: white; line-height: 21px;">e&nbsp;</span><a href="http://www.vivermaissimples.com/2012/01/e-agora-o-que-eu-faco.html" style="background-color: white; line-height: 21px; text-decoration: none;">AQUI</a><span style="background-color: white; line-height: 21px;">.</span></span></p>
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		<title>Escolha a sua crise</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Leticia Carneiro]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 17 Jan 2012 14:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[2012]]></category>
		<category><![CDATA[crise]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>&#8220;Quando escrito em chinês a palavra crise compõe-se de dois caracteres: um representa perigo e o outro representa oportunidade.&#8221;John Kennedy Esta época do ano é um chamado para mudanças na vida: &#160;perder peso, encontrar um &#160;trabalho novo, conhecer o grande amor. &#160;Sonhos de todas as cores e tamanhos.Como transformar estes desejos em realização? Como transformar [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<blockquote><p><span style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"><span style="background-color: white;">&#8220;Quando escrito em chinês a palavra crise compõe-se de dois caracteres: um representa perigo e o outro representa oportunidade.&#8221;</span><span style="background-color: white;">John Kennedy</span></span></p></blockquote>
<p><span style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;">Esta época do ano é um chamado para mudanças na vida: &nbsp;perder peso, encontrar um &nbsp;trabalho novo, conhecer o grande amor. &nbsp;Sonhos de todas as cores e tamanhos.</span><br /><span style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"><b>Como transformar estes desejos em realização? Como transformar o que &nbsp;não nos serve mais em algo novo?</b></span><br /><span style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;">Não sei a resposta exata, mas venho experimentando algo que em geral é subestimado ou abertamente combatido: <b>Abraçar a&nbsp;crise.</b></span><br /><span style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"><b><br /></b></span></p>
<table align="center" cellpadding="0" cellspacing="0" style="margin-left: auto; margin-right: auto; text-align: center;">
<tbody>
<tr>
<td style="text-align: center;"><a href="http://leticiacarneiro.com/wp-content/uploads/2012/01/232498399482492330_M2JbahRY_c-1.jpg" style="margin-left: auto; margin-right: auto;"><img loading="lazy" decoding="async" border="0" height="333" src="http://leticiacarneiro.com/wp-content/uploads/2012/01/232498399482492330_M2JbahRY_c.jpg" width="400" /></a></td>
</tr>
<tr>
<td style="text-align: center;"><a href="http://pinterest.com/pin/277041814547123019/">http://pinterest.com/pin/277041814547123019/</a></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p><span style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"><br /></span><br /><b><span style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;">O que é &nbsp;crise?</span></b><br /><span style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;">Uma rápida pesquisa no Google mostra dois sentidos básicos: o grego e o latino.</span><br /><span style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;">Aparentemente os gregos tinham uma visão mais positiva da palavra (estado de mudança; decisão; solução; determinação; julgamento) versus a língua latina (ruptura; término; separação).</span><br /><span style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;">Eu prefiro o otimismo do sentido grego. Afinal, &nbsp;crise é aquele momento crucial onde podemos decidir o próximo passo transformador. Na crise reside a chance de mudarmos nosso caminho para reconstruir nossa realidade. &nbsp;Rever o que incomoda, renovar-se.</span><br /><span style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;">Crise é aquela hora da verdade, onde não dá mais para procrastinar, fingir que não vemos, seguir na inércia.</span><br /><span style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;">E todos sabemos que situações de infelicidade ou desconforto podem ser uma bomba-relógio esperando a explosão final.&nbsp;</span><br /><span style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;">O casamento que está morno. &nbsp;O trabalho desmotivado. &nbsp;A saúde em segundo plano.</span><br /><span style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;">Situações onde manter o status quo é provavelmente uma ilusão. Se não tomamos as decisões necessárias, mais adiante podemos ser atropelados por uma separação, uma demissão ou uma doença.</span><br /><span style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;">A pergunta é: <b>esperamos esta crise inevitável ou podemos antecipá-la?</b></span><br /><span style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;">Eu </span><b style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;">tenho escolhido abraçar a crise</b><span style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;">, antes de ser engolida por ela. E estou satisfeita com os resultados.</span><br /><span style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;">Antes que ficasse muito doente ou explodisse de estresse, </span><a href="http://www.vivermaissimples.com/2011/05/o-inicio.html" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;">pedi demissão de um emprego &#8220;dos sonhos&#8221;</a><span style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;">.</span><br /><span style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;">Antes que meu casamento implodisse, pedi a separação. Após seis meses, começamos um casamento novo, alimentado pelos aprendizados do tempo em que estivemos afastados.</span><br /><span style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;">Meu trabalho é uma contínua crise, alavancados pelo conceito de &#8220;</span><a href="http://theleanstartup.com/principles" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;">lean start up</a><span style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;">&#8220;: &nbsp;</span><a href="http://www.vivermaissimples.com/2011/11/make-excellent-mistakes.html" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;">Erros excelentes</a><span style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;">. &nbsp;</span><a href="http://www.vivermaissimples.com/2011/06/coracao-batendo-forte.html" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;">Experimentos que podem se tornar produtos e serviços, ou não</a><span style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;">. &nbsp;Estudar e constantemente rever caminhos com a colaboração preciosa de meus parceiros </span><a href="http://www.nutshellestrategia.com.br/2011/09/o-que-e-onionvation.html" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;">Gian </a><span style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;">e </span><a href="http://www.nutshellestrategia.com.br/2011/08/o-que-e-o-odisseia.html" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;">Érica</a><span style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;">.</span><br /><span style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;">E até </span><a href="http://www.vivermaissimples.com/2010/09/reflexao-tive-um-encontro-magico-nas.html" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;">minha maternidade é constantemente reavaliada</a><span style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"> com o auxílio luxuoso da </span><a href="http://rodademaes.blogspot.com/" style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;">Roda de Mães</a><span style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;">.</span><br /><span style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;">Convido todos vocês a abraçarem sua própria crise em 2012. Corajosamente.</span><br /><span style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;">Para ajudar, segue uma pequena lista de perguntas organizadoras de ideias:</span><br /><span style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"><br /></span><br /><span style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"><b>Geral:</b></span><br /><span style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"><b>Gerando a crise:</b> Se eu tivesse um ano de vida, o que eu priorizaria fazer?</span><br /><span style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"><b>Enfrentando a crise:</b> Escolher uma destas coisas para fazer (ou começar) até março de 2012.</span><br /><b style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;">Trabalho:</b><br /><span style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"><b>Gerando a crise: </b>Se eu tivesse dinheiro à vontade, estaria neste emprego/trabalho?</span><br /><span style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"><b>Enfrentando a crise:</b>&nbsp;Marcar um encontro com alguém que tem um emprego/trabalho que eu gostaria de fazer ou que possa me ajudar a continuar no que já estou fazendo.</span><br /><b style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;">Amor:</b><br /><b style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;">Gerando a crise:&nbsp;</b><span style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;">Como eu me sentiria se meu(minha) parceiro(a) me deixasse?</span><br /><b style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;">Enfrentando a crise:</b><span style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;">&nbsp;Um programa a dois diferente, para reaquecer a chama. Ou um programa comigo mesmo(a), para lembrar como era estar solteiro(a).</span><br /><span style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;">Para fechar, uma reflexão famosa sobre a crise, de Albert Einstein.&nbsp;</span><br /><span style="font-family: '
Trebuchet MS', sans-serif;">E a pergunta: </span><b style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;">que crise poderia te ajudar a ter um 2012 melhor?</b><br /><span style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"><b><br /></b></span></p>
<div style="background-color: white; margin-bottom: 0.75em; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; text-align: left;"><span style="display: block; line-height: 22px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 2px; padding-left: 35px; padding-right: 0px; padding-top: 2px; text-align: -webkit-auto;"><span style="line-height: 20px; text-align: left;"><span style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;">&#8220;Não pretendemos que as coisas mudem, se sempre fazemos o mesmo. A crise é a melhor benção que pode ocorrer com as pessoas e países, porque a crise traz progressos. A criatividade nasce da angústia, como o dia nasce da noite escura. É na crise que nascem as invenções, os descobrimentos e as grandes estratégias. Quem supera a crise, supera a si mesmo sem ficar &#8220;superado&#8221;.&nbsp;</span></span></span><span style="display: block; line-height: 22px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 2px; padding-left: 35px; padding-right: 0px; padding-top: 2px; text-align: right;"><span style="line-height: 20px; text-align: left;"><span style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;">Albert Einstein</span></span></span></div>
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		<title>O vento da mudança</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Leticia Carneiro]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 14 Nov 2011 20:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[coragem]]></category>
		<category><![CDATA[filhos]]></category>
		<category><![CDATA[gratidão]]></category>
		<category><![CDATA[jornada]]></category>
		<category><![CDATA[mudança]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Mudar ou não mudar?Mudança demais, mudança de menos?Estas questões me acompanharam nesta semana.Ouvi algo assim: &#160;&#8220;Você está mudando demais. Saiu de São Paulo, deixou o emprego, mudou de casa, fica viajando&#8230;&#8221;.Também ouvi: &#8220;Você agora não deixa mais nada te incomodar por muito tempo&#8230;&#8221;.É. Está mais difícil &#8220;me acostumar&#8221;. senado.gov.br Quem já provou o gosto de [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Mudar ou não mudar?<br />Mudança demais, mudança de menos?<br />Estas questões me acompanharam nesta semana.<br />Ouvi algo assim: &nbsp;&#8220;Você está mudando demais. Saiu de São Paulo, deixou o emprego, mudou de casa, fica viajando&#8230;&#8221;.<br />Também ouvi: &#8220;Você agora não deixa mais nada te incomodar por muito tempo&#8230;&#8221;.<br />É. <a href="http://www.vivermaissimples.com/2010/11/ando-desacostumada.html">Está mais difícil &#8220;me acostumar&#8221;</a>. </p>
<div style="clear: both; text-align: center;"></div>
<table align="center" cellpadding="0" cellspacing="0" style="margin-left: auto; margin-right: auto; text-align: center;">
<tbody>
<tr>
<td style="text-align: center;"><a href="http://leticiacarneiro.com/wp-content/uploads/2011/11/vento2.jpg" style="margin-left: auto; margin-right: auto;"><img decoding="async" border="0" src="http://leticiacarneiro.com/wp-content/uploads/2011/11/vento2.jpg" /></a></td>
</tr>
<tr>
<td style="text-align: center;"><span style="background-color: white; color: #228822; font-family: arial; line-height: 15px;"><span style="font-size: xx-small;">senado.gov.br</span></span></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>Quem já provou o gosto de fazer o que quer, sofre quando tem que se conformar. Não creio ter feito nada que agredisse o espaço alheio, portanto não sinto culpa nestas mudanças. Mas <a href="http://www.vivermaissimples.com/2011/06/mudanca-do-outro.html">tento entender</a> o que motiva o outro a se angustiar tanto com elas&#8230;<br />Não sei se é mudança demais ou de menos. Sinto que foi (e é) preciso trilhar este caminho, para encontrar sentido nas coisas e na vida.<br />Claro que mudar cansa e tenho refletido sobre isso. &nbsp;Tenho pensado mais antes de mudar, tenho repensado alguns impulsos.<br />Mudar é inebriante. &nbsp;Por isso preocupo-me em não me perder no meio, já que o essencial é o objetivo final: viver uma vida inteira, do tamanho dos meus sonhos.</p>
<p>Também tenho estado atenta a <a href="http://www.vivermaissimples.com/2011/04/ii-respeito-pelo-caminho.html">apreciar o efeito das mudanças que já fiz.</a><br />Ontem, por exemplo, &nbsp;tive uma pequena insônia e acabei praticando uma das reflexões do projeto &#8220;<a href="http://www.nutshellestrategia.com.br/2011/09/o-que-e-onionvation.html">Onionvation</a>&#8220;: imaginar o que faríamos se descobríssemos que só nos falta um ano de vida.<br />O resultado foi interessante. &nbsp;Confirmei&nbsp;que estas mudanças de fato vem servindo ao propósito de uma vida mais inteira.</p>
<p>As minhas principais conclusões:</p>
<p>1) <b>O mais importante é usufruir do tempo com meus filhos. </b>Tenho feito bastante isso e pensei que não mudaria muito se tivesse apenas um ano. Esforçaria-me ainda mais para ter mais paciência com as &nbsp;manhas e brigas. Gravaria algumas canções de ninar. E priorizaria ainda mais os momentos mágicos com eles, especialmente versus o trabalho. Mas nada que já não esteja praticando, fico grata por isso.</p>
<p>2) <b>Preciso escrever meu livro.</b> &nbsp;A única coisa não fiz e seria uma prioridade neste &#8220;último ano&#8221; seria escrever o livro do Viver Mais Simples, com que tanto tenho sonhado&#8230; Meu legado, a concretização desta experiência tão profunda que venho vivendo.<br />Já rascunhei a estrutura, já encontrei uma pessoa amiga para ser minha editora&#8230; Já pratiquei com o concurso &#8220;<a href="http://www.vivermaissimples.com/2011/08/uma-mulher-qualquer.html">Eu Amo Escrever</a>&#8220;&#8230; Tenho recebido novos e queridos incentivadores aqui no blog&#8230;<br />Agora só falta por mãos à obra, minha grande meta para 2012&#8230;</p>
<p>3) <b>Muitas tarefas da minha lista atual são desimportantes.</b> Eu simplesmente as descartaria em troca de deixar &#8220;a casa arrumada&#8221;, fechar contas em bancos, arrumar as finanças e as lembranças.<br />Fico me perguntando se não deveria abandonar algumas delas já. Veremos.</p>
<p>Mas o mais importante de tudo, sem dúvida, é a <a href="http://www.vivermaissimples.com/2011/02/o-melhor-lugar-do-mundo-e-aqui-e-agora.html">gratidão</a> por ter mudado. &nbsp;Por ter me permitido tentar ser mais feliz, usar meu tempo com mais generosidade (comigo e com quem eu amo). &nbsp;Por ter <a href="http://www.vivermaissimples.com/2010/12/mais-coragem.html">arriscado</a>, errado e acertado.<br />Não perdi nada que não possa ser reposto. &nbsp;Meu novo trabalho frutificou bastante este ano e 2012 promete &nbsp; ainda mais.</p>
<p>As mudanças continuam. &nbsp;Estou pensando em mudar de casa novamente&#8230; O meu filho irá mudar de escola, trazendo novidades para nossa rotina.</p>
<p>Mas já são mudanças menores. &nbsp;Minha nova carreira parece com a minha nova cara. &nbsp;Minha nova vida está cada vez mais nos eixos.</p>
<p>Os ventos da mudança estão mais mansos. Mas sim, meu coração busca sempre novos horizontes, um olhar &nbsp;fresco sobre a vida. Por que necessito deste ar renovado. &nbsp;Conquistei com muito trabalho os recursos para empreender este jornada. Quero velejar neste vento, rumo a um futuro mais doce, mais interessante e onde eu possa amar mais a minha vida, liberta do cansaço e das funções estéreis de uma vida corrida, de trabalho sem fim.</p>
<p>Reli o <a href="http://a%20gente%20se%20acostuma%20para%20n%C3%A3o%20se%20ralar%20na%20aspereza,%20para%20preservar%20a%20pele.%20se%20acostuma%20para%20evitar%20feridas,%20sangramentos,%20para%20esquivar-se%20de%20faca%20e%20baioneta,%20para%20poupar%20o%20peito.%20a%20gente%20se%20acostuma%20para%20poupar%20a%20vida.%20que%20aos%20poucos%20se%20gasta,%20e%20que,%20gasta%20de%20tanto%20acostumar,%20se%20perde%20de%20si%20mesma./">maravilhoso texto de Marina Colasanti, &#8220;A gente se acostuma&#8221;</a>. Foi um dos impulsionadores para tanta mudança. E o final do texto é a razão porque abraço este vento e quero voar com ele:</p>
<blockquote><p><span style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;"><span style="background-color: white;">&#8220;A gente se acostuma para não se ralar na aspereza, para preservar a pele. Se acostuma para evitar feridas, sangramentos, para esquivar-se de faca e baioneta, para poupar o peito. A gente se acostuma para poupar a vida. Que aos poucos se gasta, e que, gasta de tanto acostumar, se perde de si mesma.&#8221;</span><span style="background-color: white;"><br /></span><span style="background-color: white;"></span></span></p></blockquote>
<p><span style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;">&nbsp;</span><span style="background-color: white; font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif;">Marina Colasanti, 1972</span></p>
<p>Bem-vindo, vento da mudança. Você é um bom amigo.</p>
<div style="clear: both; text-align: center;"></div>
<p></p>
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