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	<title>Arquivos simplificar - Viver Mais Simples</title>
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	<description>Viver Mais Simples</description>
	<lastBuildDate>Fri, 27 Jul 2018 19:05:52 +0000</lastBuildDate>
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		<title>Passado, presente e futuro. Como usar?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Leticia Carneiro]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 27 Jul 2018 19:05:52 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[equilíbrio]]></category>
		<category><![CDATA[simplificar]]></category>
		<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>
		<category><![CDATA[arte]]></category>
		<category><![CDATA[futuro]]></category>
		<category><![CDATA[martha niklaus]]></category>
		<category><![CDATA[o futuro do trabalho]]></category>
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		<category><![CDATA[tranformação digital]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>“O tempo é a minha matéria, o tempo presente, os homens presentes A vida presente” Poema Mãos Dadas, por Carlos Drummond de Andrade Aprendo com o Google o que quer dizer #tbt, comovida pelas fotos em celebração ao dia dos avós. “Tbt significa throwback thursday, que pode ser traduzido do inglês para quinta-feira do retorno ou regresso. [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p id="fcac" class="graf graf--p graf--startsWithDoubleQuote graf-after--figure"><em class="markup--em markup--p-em">“O tempo é a minha matéria, o tempo presente, os homens presentes</em><br />
<em class="markup--em markup--p-em">A vida presente” </em>Poema Mãos Dadas, por Carlos Drummond de Andrade</p>
<p id="5da2" class="graf graf--p graf-after--p">Aprendo com o Google o que quer dizer #tbt, comovida pelas fotos em celebração ao dia dos avós.</p>
<p id="f6ff" class="graf graf--p graf--startsWithDoubleQuote graf-after--p"><strong class="markup--strong markup--p-strong"><em class="markup--em markup--p-em">“Tbt </em></strong><em class="markup--em markup--p-em">significa throwback thursday, que pode ser traduzido do inglês para quinta-feira do retorno ou regresso. É uma hashtag utilizada pelos usuários de redes sociais para marcar fotos que se referem ao passado, que deem saudades, simbolizada por #</em><strong class="markup--strong markup--p-strong"><em class="markup--em markup--p-em">tbt</em></strong><em class="markup--em markup--p-em">.”</em></p>
<p id="13b9" class="graf graf--p graf-after--p">Eu, sempre mais poética, traduziria #tbt simplesmente como um recorte nostálgico, um fragmento de saudade, um pedacinho de passado e todo o conforto que ele traz. Na rapidez deste mundo tantas vezes descartável, resgatar fotos antigas, digitalizadas de nossos álbuns empoeirados, é quase um ato de resistência.</p>
<p id="8300" class="graf graf--p graf-after--p">No mesmo dia, aprendo a improvisar um vídeo de 20 segundos para divulgar minha aula na <a class="markup--anchor markup--p-anchor" href="https://www.escoladerebeldia.com.br/" target="_blank" rel="nofollow noopener" data-href="https://www.escoladerebeldia.com.br/">Escola da Rebeldia</a>. Quase termino um relacionamento por conta da frustração de não saber encaixar o celular no tripé recém-comprado. O Youtube salvou o relacionamento e aprendi mais uma lição.</p>
<p id="f6a3" class="graf graf--p graf-after--p">Agora vivo assim, Na corda bamba entre o momento #tbt e o futuro digital onde serei mais pixel do que célula (??!!?).</p>
<p id="b78c" class="graf graf--p graf-after--p">Agarro-me ao presente. Agarro-me nas <a class="markup--anchor markup--p-anchor" href="http://www.amigosdopacoimperial.org.br/?p=1237" target="_blank" rel="nofollow noopener" data-href="http://www.amigosdopacoimperial.org.br/?p=1237">obras de Martha Niklau que conheci num passeio inesperado ao Paço Imperial.</a> Mais do que isto, agarro-me à narrativa de Martha explicando sua arte, costurando passado, presente e futuro.</p>
<p id="97f3" class="graf graf--p graf-after--p">Ainda pela manhã, eu desabafava com a sócia sobre minha sensação de estar obsoleta. Sei bem sobre sentimentos, ideias organizando-se e acolher chamas que ardem sem serem compreendidas. Mas penei para encaixar o celular no tripé.</p>
<p id="1350" class="graf graf--p graf-after--p">Preciso aprender a editar vídeos, a fazer <em class="markup--em markup--p-em">lives,</em> a incluir <em class="markup--em markup--p-em">links</em> no <em class="markup--em markup--p-em">Instagram</em>… Vou aprendendo aos poucos, colando das ferramentas de busca e dos youtubers adolescentes. Avanço lentamente, sentindo-me bem mais velha do que sou.</p>
<p id="49ed" class="graf graf--p graf-after--p">Pausa.</p>
<p id="e7c6" class="graf graf--p graf-after--p">Ponho os pés no chão, ouço a campainha do BRT lá embaixo, o vrrruum contínuo do metrô e do trânsito. Degusto o tec-tec dos dedos no teclado. Sinto-me viva, um pouco mais jovem e esperançosa.</p>
<p id="779c" class="graf graf--p graf-after--p">Dentro de minha barriga, nadam os peixes. Martha me provocava mais cedo: às vezes somos peixe, outras isca ou anzol. Falava de como nos enredamos nas redes (metafóricas e não). Apontava um caminho: as frestas, as brechas que interpretei, entre outras coisas, como portais entre o digital e o real, entre o passado e o futuro. Esta brecha que agora é o presente. Sinto-me peixe.</p>
<p id="5ae4" class="graf graf--p graf-after--p">Por um momento, desprendi-me dos anzóis e sou um peixe livre, nadando entre minhas palavras. Palavras fluindo apesar do receio de ser demasiadamente analógica para este tempo volátil.</p>
<p id="8e50" class="graf graf--p graf-after--p">Por um momento, sou peixe e respiro o presente enquanto prateio no ar.</p>
<p id="1c60" class="graf graf--p graf-after--p">Já é noite lá fora. Aqui dentro, tremeluzem saudades, oxigênio e as incertezas de mil amanhãs.</p>
<p id="0533" class="graf graf--p graf-after--p">Agarro-me à arte, ao sentir e a fé. Espero poder navegar entre tantas eras, sem perder muito pé.</p>
<p id="988c" class="graf graf--p graf-after--p">E se me afogar, virarei peixe.</p>
<p id="5764" class="graf graf--p graf-after--p"><em class="markup--em markup--p-em">PS: Para me ajudar a me entender neste novo mundo digital, convidei a Carol Wosiack. Ela vai facilitar a próxima Roda de Conversa com o tema Transformação Digital, aqui na Cinelândia.</em></p>
<p id="9ed1" class="graf graf--p graf-after--p"><em class="markup--em markup--p-em">Inscrições: leticia@leticiacarneiro.com</em></p>
<figure id="305f" class="graf graf--figure graf-after--p graf--trailing">
<div class="aspectRatioPlaceholder is-locked">
<div id="attachment_6952" style="width: 308px" class="wp-caption alignnone"><img fetchpriority="high" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-6952" class="size-medium wp-image-6952" src="http://www.vivermaissimples.com/wp-content/uploads/2018/07/leticia_template_3-1-298x300.png" alt="" width="298" height="300" srcset="https://www.vivermaissimples.com/wp-content/uploads/2018/07/leticia_template_3-1-298x300.png 298w, https://www.vivermaissimples.com/wp-content/uploads/2018/07/leticia_template_3-1-150x150.png 150w, https://www.vivermaissimples.com/wp-content/uploads/2018/07/leticia_template_3-1-768x774.png 768w, https://www.vivermaissimples.com/wp-content/uploads/2018/07/leticia_template_3-1-1016x1024.png 1016w, https://www.vivermaissimples.com/wp-content/uploads/2018/07/leticia_template_3-1.png 1200w" sizes="(max-width: 298px) 100vw, 298px" /><p id="caption-attachment-6952" class="wp-caption-text">design: Caio Carneiro</p></div>
</div>
</figure>
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		<title>Um copo d&#039;água</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Leticia Carneiro]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 19 Mar 2014 16:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[simplificar]]></category>
		<category><![CDATA[solidariedade]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Uma grande amiga atravessa uma grave situação de doença em família. Um casal querido perde &#160;uma pessoa amada.O que fazer nesta hora? O que oferecer?Nada será suficiente, pois não posso trazer a cura nem ressuscitar os mortos.Deparo-me com minha incômoda mortalidade, minha impotência, meu limite.Penso em palavras, inúteis. Até &#160;mesmo inconvenientes.Cogito abraços. Sim, podem ser [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Uma grande amiga atravessa uma grave situação de doença em família. <br />Um casal querido perde &nbsp;uma pessoa amada.<br />O que fazer nesta hora? O que oferecer?<br />Nada será suficiente, pois não posso trazer a cura nem ressuscitar os mortos.<br />Deparo-me com minha incômoda mortalidade, minha impotência, meu limite.<br />Penso em palavras, inúteis. Até &nbsp;mesmo inconvenientes.<br />Cogito abraços. Sim, podem ser bem-vindos. Mas podem ser intimidade demais para alguém em sofrimento.<br />Deste lugar de humildade, invoco o viver mais simples.<br /><b>E ofereço-lhes um copo d&#8217;água.</b></p>
<div style="clear: both; text-align: center;"><a href="http://leticiacarneiro.com/wp-content/uploads/2014/03/96cd7bcc5beb7dbe3a5f37519447870c.jpg" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"><img decoding="async" border="0" src="http://leticiacarneiro.com/wp-content/uploads/2014/03/96cd7bcc5beb7dbe3a5f37519447870c.jpg" height="320" width="213" /></a></div>
<p>Nunca falhou. &nbsp;O poder de acolhimento de um copo d&#8217;água não deve ser subestimado.<br />A singeleza do gesto. &nbsp;O conforto de hidratar um corpo seco. A gentileza tranquila, não invasiva.<br />Sem agenda oculta ou conteúdo próprio, ofereço um copo d&#8217;água.<br />Uma forma de escuta empática, um reconhecimento de nossa humanidade comum.</p>
<p>Afinal, todos precisamos de água e quase sempre não a bebemos o suficiente.<br />O luto pode nos deixar sem fome. O choro em borbotões, sem fôlego.<br />Navegar por tristezas dá uma sede danada.</p>
<p>O coração da verdadeira empatia é oferecer não o que nos parece certo para nós e sim o que parece certo para o outro.</p>
<p>Portanto, quando encontrar alguém precisando de amparo e não souber o que fazer, pergunte:<br />&#8220;Você aceita um copo d&#8217;água?&#8221;</p>
<p>É, ao menos, um bom primeiro passo.</p>
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		<title>Menos é mais</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Leticia Carneiro]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 16 Mar 2014 19:26:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[simplificar]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>&#8220;Se uma mulher tem muitos vestidos, tem muitos botões para pregar&#8221;Anne Lindbergh, Presente do Mar Sou chegada a excessos.Generosidade. Comida. Palavras.A vida toda vivi numa torrente de muitos e o &#160;preço por tanta abundância é alto.Mas não apenas eu.Quantos mais estão afogados em números, informação, e-mail, &#160;mensagens de rede social, preocupações&#8230;Sem contar os medos mais [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>&#8220;Se uma mulher tem muitos vestidos, tem muitos botões para pregar&#8221;<br />Anne Lindbergh, Presente do Mar</p>
<p>Sou chegada a excessos.<br />Generosidade. Comida. Palavras.<br />A vida toda vivi numa torrente de muitos e o &nbsp;preço por tanta abundância é alto.<br />Mas não apenas eu.<br />Quantos mais estão afogados em números, informação, e-mail, &nbsp;mensagens de rede social, preocupações&#8230;<br />Sem contar os medos mais profundos: de não ser aceito; de não ter &#8220;sucesso&#8221;; de ser considerado esquisito ou diferente.</p>
<p>As queixas comuns: falta de tempo, dinheiro, coragem.<br />Será que falta?</p>
<p>O tempo é sempre o mesmo, <a href="http://www.vivermaissimples.com/2014/03/fazer-tempo.html">como já disse</a>. &nbsp;É preciso aparar as sobras, as tantas atividades-desperdício que nos roubam das 24 horas diárias.</p>
<p>O dinheiro, já diziam, é relativo. &nbsp;O que é realmente essencial na vida? O que traz satisfação de verdade, aquela em que &nbsp;nos deleitamos aos oitenta anos, quando olhamos para trás?</p>
<p>A coragem&#8230; A coragem anda junto como medo. &nbsp;Se deixamos sobrar o medo, falta coragem. Mas só sabemos que é coragem, se atravessamos o medo, com medo e tudo.</p>
<p>Finalmente, tralhas. Para suprir nossa falta de tempo e coragem, compramos tralhas. Que nos enchem de consertos a fazer e gastam nosso dinheiro.</p>
<div style="clear: both; text-align: center;"><a href="http://leticiacarneiro.com/wp-content/uploads/2014/03/1c53fcf67db12893a8e82914cfa52185.jpg" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"><img decoding="async" border="0" src="http://leticiacarneiro.com/wp-content/uploads/2014/03/1c53fcf67db12893a8e82914cfa52185.jpg" height="320" width="213" /></a></div>
<p>Não sou minimalista fanática, ao contrário, sou uma viciada em excessos buscando sobriedade.<br />No entanto, a simplicidade de pensar &#8220;menos é mais&#8217; tem conquistado meu coração.</p>
<p>Fácil falar, difícil fazer, mas vou me treinando.<br />Quando sinto um aperto no peito, uma aceleração, me pergunto: o que posso fazer menos?<br />Preocupar-me, trabalhar? Fechar o navegador da internet, os olhos e os ouvidos?<br />Cortar a lista pela metade, adiar o adiável?<br />Tudo isso.<br />Tenho comprado menos coisas, desfeito-me do que não preciso, dentro e fora de mim.<br />Permito-me pausas, imperfeições, andar devagar. Tenho prestado mais atenção.<br />Aos poucos, chego num tamanho mais leve de carregar.</p>
<p>Menos é mais, sinto cada vez mais forte.<br />Um bálsamo para exageros, uma caminho para viver mais simples.<br />E você? O que pode reduzir na sua vida?</p>
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		<title>Bem perto</title>
		<link>https://www.vivermaissimples.com/bem-perto/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Leticia Carneiro]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 27 Mar 2012 03:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[amor]]></category>
		<category><![CDATA[ancoragem]]></category>
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		<category><![CDATA[inspiração]]></category>
		<category><![CDATA[presença]]></category>
		<category><![CDATA[simplificar]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Temos tanto a aprender. Mas nos perdemos em meio a tantos professores, tanta fala e tanto conteúdo.A cabeça explode sem poder mais comportar &#160;informação.No entanto, há mais maneiras de compartilhar experiência. Não é necessário o dizer. É possível aprender por proximidade.Co-corpar, diriam algumas de minhas melhores professoras.&#160;Corpo junto do corpo, trocando impressões sem nome ou [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Temos tanto a aprender. Mas nos perdemos em meio a tantos professores, tanta fala e tanto conteúdo.<br />A cabeça explode sem poder mais comportar &nbsp;informação.<br />No entanto, há mais maneiras de compartilhar experiência. Não é necessário o dizer. É possível aprender por proximidade.<br />Co-corpar, diriam algumas de minhas melhores professoras.&nbsp;Corpo junto do corpo, trocando impressões sem nome ou tradução.<br />Em tempos de tanto esforço, é um bálsamo &nbsp;poder aprender, apenas sendo.</p>
<table align="center" cellpadding="0" cellspacing="0" style="margin-left: auto; margin-right: auto; text-align: center;">
<tbody>
<tr>
<td style="text-align: center;"><a href="http://leticiacarneiro.com/wp-content/uploads/2012/03/277041814547549723_qNzqaP8O_b-1.jpg" style="margin-left: auto; margin-right: auto;"><img loading="lazy" decoding="async" border="0" height="320" src="http://leticiacarneiro.com/wp-content/uploads/2012/03/277041814547549723_qNzqaP8O_b.jpg" width="320" /></a></td>
</tr>
<tr>
<td style="text-align: center;">Children at the sea, by Joaquin Sorolla y Bastida</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>Sinto-me assim na minha aula de hidroginástica. Sim, parece incrível. &nbsp;Uma modalidade estigmatizada, &#8220;para senhoras&#8221;. E, no entanto, tudo que eu precisava para este meu momento.<br />Agora é tempo de construir um trabalho novo. Mãos a obra e muito a fazer. <br />Conciliar esta construção com ser mãe e dona de casa tem consumido uma enorme energia.<br />Sinto sede.<br />Nesta busca, auxiliada pelo preciso acaso, fui parar nesta classe.<br />Talvez seja a água, um meio curativo por si só. &nbsp;É um presente sentir minha presença tão leve e poder diluir minha ansiedade e cansaço.<br />Mas desconfio que não é só isso.<br />Imersas comigo, uma dúzia de mulheres vividas partilham seus saberes. Cada movimento espalha memórias, sorrisos matreiros de quem já viu de tudo. &nbsp;Sinto-me num caldo de vida. &nbsp;E eu bebendo dele.<br />Ainda interajo pouco com estas incríveis colegas. Mas o olhar terno, o sorriso compreensivo. A toda a hora compartilham alguma coisa comigo.<br />Receberam-me contentes. Nada da competividade ou desconfiança de outros círculos. Lentamente, vou absorvendo fragmentos de suas conversas, sua forma de combinar uma brejeirice de meninas levadas com uma suavidade de quem já sofreu e viu sofrer.<br />Sem perceber, comecei a levar para outros lugares esta ideia de estar junto, apenas sendo:</p>
<p>&#8211; No lento reconstruir após a separação do ano passado, pratico estar perto no sofá. E esta proximidade nos ajuda a dar saltos maiores, como um passeio de hora de almoço no Centro&#8230;</p>
<p>&#8211; Na maternidade, a todo o tempo e a toda hora. Ontem meu filho conversou comigo sobre &#8220;eu ajudando meninos mais pobres&#8221;. &nbsp;E dei-me conta que se referia a meu trabalho voluntário na <a href="http://www.associacaovencer.org/">Vencer</a>. Eu nem me lembro quando contei a ele sobre isso&#8230; Realmente tudo nos serve e nossos filhos estão prestando atenção em nós.</p>
<p>Agora planejo novas experiências, no meu trabalho de organizadora de ideias e no meu conviver com pessoas queridas.</p>
<p>Ser a mudança que quero ver no mundo. Aprender com a mudança criada pelo outro. &nbsp;Gandhi não poderia estar mais certo.</p>
<p>É libertador poder aprender estando junto. Sem preleções, sem aulas. Apenas sendo.<br />Experimente.</p>
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		<title>Tempo de quarar</title>
		<link>https://www.vivermaissimples.com/tempo-de-quarar/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Leticia Carneiro]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 31 Jan 2012 14:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[ancoragem]]></category>
		<category><![CDATA[aprendizado]]></category>
		<category><![CDATA[colaboração]]></category>
		<category><![CDATA[equilíbrio]]></category>
		<category><![CDATA[espiritualidade]]></category>
		<category><![CDATA[gratidão]]></category>
		<category><![CDATA[Memória]]></category>
		<category><![CDATA[simplificar]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Quem não se sentiu pesado ao final do dia? Carregado de preocupações passadas e ansiedades sobre o futuro?Quem não se sentiu impuro, infértil e infeliz com tantos golpes da rotina sem tempo ou respiro para lidar com?Pois é. &#160;Há um tempo para tudo. E há o tempo de quarar. Crédito Imagem: Lucrécio Brasil quarar(alteração de&#160;corar)&#160; [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Quem não se sentiu pesado ao final do dia? Carregado de preocupações passadas e ansiedades sobre o futuro?<br />Quem não se sentiu impuro, infértil e infeliz com tantos golpes da rotina sem tempo ou respiro para lidar com?<br />Pois é. &nbsp;<a href="http://www.vivermaissimples.com/2011/09/tempo-de-plantar.html">Há um tempo para tudo</a>.</p>
<p>E há o tempo de quarar.</p>
<table align="center" cellpadding="0" cellspacing="0" style="margin-left: auto; margin-right: auto; text-align: center;">
<tbody>
<tr>
<td style="text-align: center;"><a href="http://leticiacarneiro.com/wp-content/uploads/2012/01/261368_2144138204439_1275769066_32624041_6814638_n-1.jpg" style="margin-left: auto; margin-right: auto;"><img loading="lazy" decoding="async" border="0" height="240" src="http://leticiacarneiro.com/wp-content/uploads/2012/01/261368_2144138204439_1275769066_32624041_6814638_n.jpg" width="320" /></a></td>
</tr>
<tr>
<td style="text-align: center;">Crédito Imagem: Lucrécio Brasil</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>quarar<br /><span style="color: #333333; font-family: Verdana, Arial, sans-serif; font-size: 11px; line-height: 15px;">(alteração de&nbsp;</span><i style="color: #333333; font-family: Verdana, Arial, sans-serif; font-size: 11px; line-height: 15px;">corar</i><span style="color: #333333; font-family: Verdana, Arial, sans-serif; font-size: 11px; line-height: 15px;">)&nbsp;</span><br /><span style="color: #333333; display: inline; font-family: Verdana, Arial, sans-serif; font-size: 11px; line-height: 15px;"></span></p>
<div style="padding-left: 10px;" title="verbo transitivo e intransitivo"><span style="color: #333333; display: inline; font-family: Verdana, Arial, sans-serif; font-size: 11px; line-height: 15px;"><i><categoria>v. tr. e intr.</categoria></i></span></div>
<p><span style="color: #333333; display: inline; font-family: Verdana, Arial, sans-serif; font-size: 11px; line-height: 15px;"></span></p>
<div style="color: #333333; font-family: Verdana, Arial, sans-serif; font-size: 11px; line-height: 15px; padding-left: 12px;"><span style="display: inline;"><span>[Brasil] &nbsp;</span></span><span style="cursor: pointer;" title="Duplo clique para ver definição">Clarear (a roupa) ao sol.</span>&nbsp;=&nbsp;<span style="font-variant: small-caps;"><span style="cursor: pointer;" title="Duplo clique para ver definição"><small>CORAR</small></span></span></div>
<div style="color: #333333; font-family: Verdana, Arial, sans-serif; font-size: 11px; line-height: 15px; padding-left: 12px;"><span style="color: black; font-family: 'Times New Roman'; font-size: small; line-height: normal;"><br /></span></div>
<div style="padding-left: 12px;">Para quarar é preciso muito sol.&nbsp;</div>
<div style="padding-left: 12px;">E algum espaço. Não é impossível quarar na janela da área, mas é apertado.</div>
<div style="padding-left: 12px;">Para quarar é preciso um pouco de vento, para que o cheiro de limpo se espalhe por dentro de nós.</div>
<div style="padding-left: 12px;">Para quarar é preciso um pouco de memória. Quem conhece esta palavra <a href="http://www.vivermaissimples.com/2010/10/o-quintal-em-todos-nos.html">conhece quintal</a> e teve mãe-bá-avó lavadeiras de roupa.</div>
<div style="padding-left: 12px;">É preciso um varal, para ver a roupa branca mais branca que Omo resplandecer em toda sua glória límpida.</div>
<div style="padding-left: 12px;"></div>
<div style="padding-left: 12px;">Para quarar é preciso ansiar por aquela limpeza profunda e essencial. &nbsp;A limpeza da simplicidade do sabão de coco e sol.</div>
<div style="padding-left: 12px;">Sem promessas mirabolantes, sem família de comercial.</div>
<div style="padding-left: 12px;"></div>
<div style="padding-left: 12px;">Quarar é antigo e tem gosto de terra. Não é asséptico, nem ultra-revolucionário.</div>
<div style="padding-left: 12px;"></div>
<div style="padding-left: 12px;">Nos dias nublados, lembramos da força do quarar. &nbsp;Nos apartamentos estreitos, sonhamos com um pedaço quadrado de chão. Onde possamos dançar em volta da bacia cheia d&#8217;água.</div>
<div style="padding-left: 12px;"></div>
<div style="padding-left: 12px;">Portanto quaremos. &nbsp;Quaremos nossas almas encardidas, para resgatar nelas a alva textura da infância e do nada saber.</div>
<div style="padding-left: 12px;"></div>
<div style="padding-left: 12px;">Quaremos nossos sonhos engavetados, deixando a brisa ventilá-los, refrescá-los, libertá-los.</div>
<div style="padding-left: 12px;"></div>
<div style="padding-left: 12px;">Quaremos nosso amor engasgado, nossa paixão pela vida, nossa gratidão pelo tudo que temos e o tanto que aprendemos com o que não temos.</div>
<div style="padding-left: 12px;"></div>
<div style="padding-left: 12px;">Quaremos coletivamente. Quaremos com o coração.</div>
<div style="padding-left: 12px;"></div>
<div style="padding-left: 12px;">É tempo de quarar. Por que não?</div>
<div style="padding-left: 12px;"></div>
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		<title>Como se fosse em casa</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Leticia Carneiro]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 07 Nov 2011 17:39:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[aprendizado]]></category>
		<category><![CDATA[autoconhecimento]]></category>
		<category><![CDATA[equilíbrio]]></category>
		<category><![CDATA[filhos]]></category>
		<category><![CDATA[Maternidade]]></category>
		<category><![CDATA[memórias felizes]]></category>
		<category><![CDATA[pausa]]></category>
		<category><![CDATA[simplificar]]></category>
		<category><![CDATA[viagem]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Nas andanças destes quase dois anos, tenho abraçado o desconhecido, o novo, o improvável. Tenho experimentado, me lançado.E é tudo muito bom.Mas a estranheza cansa. &#160;A novidade demanda esforço, coragem, desprendimento.Por isso, também é bom estarmos em casa.E a casa da gente pode ser na estrada, como aprendi em três dias passados em Paraty, numa [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Nas andanças destes quase dois anos,<a href="http://www.vivermaissimples.com/2011/05/por-que-nao.html"> tenho abraçado o desconhecido</a>, o novo, o improvável. Tenho experimentado, me lançado.<br />E é tudo muito bom.<br />Mas a estranheza cansa. &nbsp;A novidade demanda esforço, <a href="http://www.vivermaissimples.com/2010/12/mais-coragem.html">coragem</a>, desprendimento.<br />Por isso, também é bom estarmos em casa.<br />E a casa da gente pode ser na estrada, como aprendi em três dias passados em Paraty, numa mini-aventura com meus dois filhos.</p>
<div style="clear: both; text-align: center;"><a href="http://leticiacarneiro.com/wp-content/uploads/2011/11/shot_1320405229809-1.jpg" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"><img loading="lazy" decoding="async" border="0" height="320" src="http://leticiacarneiro.com/wp-content/uploads/2011/11/shot_1320405229809.jpg" width="276" /></a></div>
<p>Fui suficientemente corajosa em embarcar numa pequena viagem com meus pequenos, sem ajuda de marido, amiga ou parente&#8230; Fomos os três de ônibus, ajudados por pouca bagagem e alguma tecnologia.<br />A viagem trancorreu bem, mas um ponto alto foi sem dúvida termos almoçado e jantados no mesmo lugar TODOS OS DIAS.<br />Uau. Três dias em Paraty e nada de experimentar um restaurante a cada refeição. Por quê?<br />Por que encontramos um lugar com bons pratos infantis. &nbsp;Por que foi preciso um pouco de pausa, de familiaridade para encarar a aventura a três. &nbsp;E por causa do Melo&#8230;<br />Tivemos uma experiência mais ou menos no nosso primeiro almoço. Paraty é cidade de restaurantes muito caros e comida nem sempre á altura, como descobri.<br />Era pouco antes das 19h, cedo para a maioria&#8230; Mas já estávamos cansados e famintos, no fuso horário peculiar de crianças de três e seis anos.<br />Eu já havia passado por inúmeros locais que me espantaram com a cara triste ou a perspectiva de música ao vivo, algo que me cansa muito.<br />Quase chegando ao hotel e já bem mal-humorada, deparei-me com o desprentensioso &#8220;Aconchego Grill&#8221;. Fomos recebidos na porta por Melo, garçom do local.<br />Melo acolheu meu mau-humor pacientemente, convenceu-me a ficar: &#8220;a música não começa antes das 20h, prometo&#8221;. &nbsp;E não começou.<br />&#8220;Peça o que quiser para as crianças e eu dou um jeito&#8221;. E deu.<br />Serviu o prato infantil dividido, distraiu &nbsp;as crianças. Virou um amigão deles.<br />Mais tarde, já acalmada por sua mansidão, descobri que tem muitos filhos, a última adotada. &nbsp;Ele adora crianças e as crianças adoram ele.<br />Meus filhos pediram: &#8220;Mãe, podemos almoçar aqui amanhã? E jantar? E almoçar de novo?&#8221;. Sim, podemos.<br />Fui sozinha com meus dois filhos pequenos para uma cidade histórica. Brincamos com as pedras irregulares, tomou-se banho de piscina gelada. Andamos de charrete duas vezes. &nbsp;Comemos cocada, brincamos de jogos de tabuleiro na sala de estar do hotel. Foram seis horas para ir, seis horas para voltar.<br />Já era aventura suficiente, não precisávamos fazer um tour gourmet.<br />Em todas as refeições, enquanto eu recarregava minhas energias, ficou claro que é preciso um pouco de familiaridade para levar com graça e energia tanta incerteza que há na vida.<br />Saí de Paraty &nbsp;renovada, contente comigo. &nbsp;Dei conta da criançada e aprendi um pouco mais sobre meus limites.<br />Aceitei a ajuda de Melo, ouvi o apelo das crianças. E encontrei abrigo para o meu cansaço, para poder caminhar mais um pouco.<br />E você? Sabe a hora de buscar um pouco mais do mesmo?</p>
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		<title>Os dois lados da moeda</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Leticia Carneiro]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 26 Sep 2011 19:36:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[finanças]]></category>
		<category><![CDATA[lazer]]></category>
		<category><![CDATA[serviços]]></category>
		<category><![CDATA[simplificar]]></category>
		<category><![CDATA[vida pedestre]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Faz tempo que não falo de finanças aqui no blog.E hoje deu vontade de contar um pouco de lições sobre economia aprendidas neste Viver Mais Simples&#8230; ô Não há verdades absolutas sobre como lidar com dinheiro, depende de como cada um se relaciona com ele. Por isso (e para exercitar pensar com a cabeça do [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Faz tempo que não falo de finanças aqui no blog.<br />E hoje deu vontade de contar um pouco de lições sobre economia aprendidas neste Viver Mais Simples&#8230;</p>
<div style="clear: both; text-align: center;">ô<a href="http://leticiacarneiro.com/wp-content/uploads/2011/09/coins.jpg" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"><img decoding="async" border="0" src="http://leticiacarneiro.com/wp-content/uploads/2011/09/coins.jpg" /></a></div>
<p>Não há verdades absolutas sobre como lidar com dinheiro, depende de como cada um se relaciona com ele. Por isso (e para exercitar pensar com a cabeça do outro), vamos fazer assim:</p>
<p><b>Usar sempre a função crédito do cartão.</b><br />Se você tem uma renda garantida e/ou um bom controle de suas despesas, pode se beneficiar da abordagem &#8220;<a href="http://www.adorocinema.com/filmes/amor-sem-escalas/">Amor Sem Escalas</a>&#8221; e aumentar substancialmente seus pontos de milhagem. &nbsp;Ao longo do ano, todos os supermercados podem virar uma parte daquela viagem sonhada&#8230;<br /><b>OU</b><br /><b>Não usar nunca a função crédito do cartão</b><br />Se você tem uma renda incerta, memória fraca ou muito medo de se endividar&nbsp;pode ser mais prudente usar sempre a função débito (ou mesmo dinheiro vivo). &nbsp;Assim fica tudo ali no curto prazo, sem chance de &#8220;esquecer&#8221; um compromisso.</p>
<p><b>Pagar tudo à vista</b><br />Eu odeio dever, líção passada de meu avô &nbsp;para meu pai para mim&#8230; Prefiro juntar o dinheiro antes de uma compra grande. &nbsp;Assim posso pedir descontos e controlo melhor meu fluxo de caixa.<br /><b>OU</b><br /><b>Usar o parcelamento a seu favor</b><br />Mas se você precisa comprar algo e não tem liquidez para pagar á vista, vá fundo no parcelamento. &nbsp;Só tome cuidado para não pagar juros, isto não vale mesmo a pena.</p>
<p><b>Comer em casa sempre que possível</b><br />Há reportagens dizendo que a inflação nos restaurantes foi 10% em tempos recentes. &nbsp;Também há &nbsp;os outros 10%, aqueles da taxa de serviço. Sem contar aquele café ou couvert. Ou o manobrista, para os que não pedestres como eu. Também ajuda a não engordar, mas aí já é outro post&#8230;<br /><b>OU</b><br /><b>Comer fora de forma inteligente</b><br />Se você adora comer fora, como eu, pode começar a perceber que talvez seja possível encaixar este hábito numa rotina econômica. &nbsp;Compensando no supermercado; escolhendo lugares com comida &nbsp;deliciosa mas não muito cara. Aproveitando os pratos do dia, pulando a sobremesa e o café. Não tomando bebidas alcóolicas&#8230;<br />Eu sou cliente fiel do <a href="http://www.facebook.com/pages/Cine-Ipiranga-Bistr%C3%B4/145841135490395">Cine Ipiranga Bistrô</a> aqui perto de casa. Adoro o ambiente e a comida variada. &nbsp;Favoreço os almoços executivos e nunca me arrependo. E recentemente descobri o delicioso&nbsp;Boteco&nbsp;<a href="http://www.botecocabidinho.com.br/">Cabidinho</a>&#8220;, um restaurante pé-sujo bem despretensioso e com um prato de pernil incrível!! Valeu totalmente a pena&#8230;</p>
<p><b>Aproveitar ofertas em sites de compra coletiva</b><br />Viajar, comer fora, fazer tratamentos estéticos&#8230; Presentear, revelar fotografias&#8230;<br />Muitos prazeres da vida podem sair mais barato usando sites como Peixe Urbano ou Imperdível.<br /><b>OU</b><br /><b>Evitar ao máximo sites de compras coletivas</b><br />Eles podem ser um convite a compras desnecessárias. No começo, me empolguei tanto que comprei itens que me custariam mais para serem buscados do que o desconto valia!<br />A regra de ouro é: só compre o que for realmente útil para você, de preferência algo que você compraria de todas as maneiras.</p>
<p>Não sou de ferro, então deixo também algumas dicas unilaterais (fiquem á vontade para postar um <b>OU </b>bem grande!):</p>
<p>1) <b>Comprar os produtos na forma mais &#8220;bruta&#8221; possível.&nbsp;</b><br />Ex: laranja vs. suco de caixinha. Concentrado de guaraná vs. Guaravita.<br />2) <b>Usar transporte público sempre que &nbsp;possível. Ou caminhar.</b><br />3) <b>Procurar programas gratuitos ou promocionados (ex. teatros municipais uma vez por mês)</b><br />4) <b>Para cada roupa que &nbsp;entra, doe duas. </b>Mesmo para livros, cds e outros tipos de &#8220;stuff&#8221;. E pense duas vezes antes de comprar.<br />5) <b>Faça bom uso da internet: </b>pesquise e compre sem intermediários<br />6) <b>Faça <a href="http://www.vivermaissimples.com/2011/02/festa-mais-simples.html">festas de aniversário alternativas</a></b><br />7) <b>Seja criativo a partir de perguntas:</b> como me exercitar de forma mais barata? como me divertir sem gastar dinheiro? Como renovar meu guarda-roupa sem gastar muito? As respostas podem gerar muita economia.<br />8)<b>Conheça soluções alternativas:&nbsp;</b>hoje comprei uma camiseta na Citycol para uma peça da escola do Léo. Muuito mais barato do que a da Hering.<br />9) <b>Saia do pedestal:&nbsp;</b> pergunte a amigos &#8220;duros&#8221; sobre seus programas e você conhecerá locais incriveis!!<br />10) <b>Compre menos. </b>Simples assim.</p>
<div></div>
<p>Para &nbsp;mais pontos de vista sobre como usar dinheiro a favor de você, veja estas sugestões:</p>
<p><a href="http://colunas.cbn.globoradio.globo.com/platb/maraluquet/2011/09/16/bruno-vai-casar/">Blog da Mara Luquet</a>: Mara já quebrou duas vezes, aprendeu a lição e hoje compartilha sua experiência.<br /><a href="http://www.maisdinheiro.com.br/dicas/orcamento">Mais Dinheiro</a>: dicas práticas sobre como viver uma vida memorável lidando melhor com o dinheiro.<br /><a href="http://www.getrichslowly.org/blog/2011/09/20/logic-and-emotion-why-smart-money-management-isnt-just-about-math/">Get Rich Slowly</a><br /><a href="http://zenhabits.net/unautomate-your-money/">Zen Habits</a><br /><a href="http://unclutterer.com/2010/08/09/hedonic-adaptation-why-buying-more-wont-make-you-happy/">Unclutterer</a></p>
<p>Sobre dinheiro e viagens:<br /><a href="http://www.fluentin3months.com/travel-cheap/?utm_source=feedburner&amp;utm_medium=feed&amp;utm_campaign=Feed%3A+fluentin3months+%28Fluent+in+3+months%29">Fluente in 3 Months</a><br /><a href="http://chrisguillebeau.com/3x5/how-to-use-frequent-flyer-miles-to-go-anywhere/">The Art of Non Conformity</a></p>
<p></p>
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		<title>Águas calmas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Leticia Carneiro]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 02 Sep 2011 17:36:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[autoconhecimento]]></category>
		<category><![CDATA[equilíbrio]]></category>
		<category><![CDATA[Maternidade]]></category>
		<category><![CDATA[organização]]></category>
		<category><![CDATA[simplificar]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O caminho próprio é íngreme e cheio de eventos inesperados.Não me queixo das pedras, elas tornam o caminhar saboroso e aventureiro. Mas, às vezes, me enrosco. papeldeparede.fotosdahora.com.br Falava ainda esta semana de como é importante estar presente.Agora sinto como é um antídoto para mentes agitadas.Hoje acordei com tempo de menos e tarefas demais. &#160;Tentei começar [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O caminho próprio é íngreme e cheio de eventos inesperados.<br />Não me queixo das pedras, elas tornam o caminhar saboroso e aventureiro. Mas, às vezes, me enrosco.</p>
<table align="center" cellpadding="0" cellspacing="0" style="margin-left: auto; margin-right: auto; text-align: center;">
<tbody>
<tr>
<td style="text-align: center;"><a href="http://leticiacarneiro.com/wp-content/uploads/2011/09/aguas_calmas_m-1.gif" style="margin-left: auto; margin-right: auto;"><img loading="lazy" decoding="async" border="0" height="256" src="http://leticiacarneiro.com/wp-content/uploads/2011/09/aguas_calmas_m.gif" width="320" /></a></td>
</tr>
<tr>
<td style="text-align: center;"><span style="background-color: white; line-height: 15px;"><span style="font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif; font-size: xx-small;">papeldeparede.fotosdahora.com.br</span></span></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>Falava ainda esta semana de como é importante estar <a href="http://www.vivermaissimples.com/2011/08/presente.html">presente</a>.<br />Agora sinto como é um antídoto para <a href="http://www.vivermaissimples.com/2011/03/para-mentes-agitadas.html">mentes agitadas</a>.<br />Hoje acordei com tempo de menos e tarefas demais. &nbsp;Tentei começar algumas coisas, mas durante as manhãs estou só com as crianças e percebi que a frustração (minha e delas) estava atingindo níveis perigosos.<br />Aí parei.<br />Lavei louça.<br />Esvaziei o varal com ajuda dos filhotes. Pus a roupa para lavar com a ajuda deles também.<br />Fui ouvir o<a href="http://www.google.com.br/imgres?q=cole%C3%A7%C3%A3o+disquinho+chapeuzinho&amp;hl=pt-BR&amp;rlz=1C1SKPC_enBR392BR392&amp;biw=1366&amp;bih=643&amp;tbm=isch&amp;tbnid=Dnu5jYC7qxSdWM:&amp;imgrefurl=http://www.submarino.com.br/produto/2/213238/colecao%2Bdisquinho:%2Bo%2Bc"> disquinho da Chapeuzinho Vermelho</a> com Olivia. Levei-a na escola.&nbsp;Almocei com Léo.<br />Recebi um pessoal novo aqui em casa para umas fotos (fui entrevistada para uma revista!).<br />Agora, horas depois de minha manhã agitada, um sopro de calma me sustenta.<br />As tarefas ainda são muitas. Mas eu parei de sofrer (por agora) com elas.<br />Conciliar vida doméstica e trabalho é uma tarefa gigante. &nbsp;Vamos com passos pequenos e quem sabe chegaremos mais a frente.</p>
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		<title>O que é o Viver Mais Simples</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Leticia Carneiro]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 15 Aug 2011 19:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[ancoragem]]></category>
		<category><![CDATA[equilíbrio]]></category>
		<category><![CDATA[jornada]]></category>
		<category><![CDATA[memórias felizes]]></category>
		<category><![CDATA[mudança]]></category>
		<category><![CDATA[protagonismo]]></category>
		<category><![CDATA[simplificar]]></category>
		<category><![CDATA[vida pedestre]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Depois de tanta estrada, percebo que não há nenhum texto aqui contando um pouco do que afinal é o Viver Mais Simples.Claro, tudo fala sobre esta minha &#8220;filosofia&#8221;, mas não há um lugar onde os desavisados possam ter uma visão mais clara do que significa viver mais simples&#160;para mim&#160;. Crédito: Lucrécio Brasil Viver Mais Simples [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://www.vivermaissimples.com/o-que-e-o-viver-mais-simples/">O que é o Viver Mais Simples</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.vivermaissimples.com">Viver Mais Simples</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Depois de tanta estrada, percebo que não há nenhum texto aqui contando um pouco do que afinal é o Viver Mais Simples.<br />Claro, tudo fala sobre esta minha &#8220;filosofia&#8221;, mas não há um lugar onde os desavisados possam ter uma visão mais clara do que significa viver mais simples&nbsp;para mim&nbsp;.</p>
<table align="center" cellpadding="0" cellspacing="0" style="margin-left: auto; margin-right: auto; text-align: center;">
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<td style="text-align: center;"><a href="http://leticiacarneiro.com/wp-content/uploads/2011/08/DSC05896-1.jpg" style="margin-left: auto; margin-right: auto;"><img loading="lazy" decoding="async" border="0" height="240" src="http://leticiacarneiro.com/wp-content/uploads/2011/08/DSC05896.jpg" width="320" /></a></td>
</tr>
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<td style="text-align: center;">Crédito: Lucrécio Brasil</td>
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</table>
<p>Viver Mais Simples é a forma de caminho próprio que escolhi, na busca de leveza, presença e fruir minha existência de forma inteira.</p>
<p>Tem a ver com quatro ideias essenciais&#8230;</p>
<p><b>Menos é mais</b><br />Para alguns, é <a href="http://mnmlist.com/needless">minimalismo</a>, &#8220;<a href="http://unclutterer.com/2011/01/04/unclutterer-best-of-2010/">uncluttering</a>&#8220;.<br />Para mim é&nbsp;comprar menos, juntar menos coisas, viver com menos luxo.<br />Alguns exemplos desde que comecei esta jornada:<br />&#8211; Deixar a carreira de executiva de multinacional para ser escritora e organizadora de ideias.<br />&#8211; Trocar um apartamento de 170m2 por um de 120m2 (e este é só o começo&#8230;).<br />&#8211;<a href="http://www.vivermaissimples.com/2010/09/fazer-o-bem-para-o-outro-e-voce-tambem.html"> Doar cerca de um terço de tudo que eu tinha</a>.<br />&#8211; Escolher a <a href="http://www.vivermaissimples.com/2010/11/andar-com-fe-eu-vou.html">vida pedestre.</a></p>
<p>&#8220;Menos é mais&#8221; também diz respeito a regular atividades, tarefas e metas. Luto muito, já que sou um poço de ideias, mas a <a href="http://www.vivermaissimples.com/2011/01/por-outro-lado.html">Matriz das Vontades Frouxas</a> e <a href="http://www.vivermaissimples.com/2011/03/para-mentes-agitadas.html">experimentos com produtividade</a> me ajudam.</p>
<p><b><a href="http://www.vivermaissimples.com/2011/05/por-que-nao.html">Por que não?</a></b><br />Viver Mais Simples também diz respeito a <a href="http://www.vivermaissimples.com/2010/11/xicara-de-cada-um.html">se apegar a menos certezas</a>. &nbsp;Experimentar o novo. Acolher o inesperado. <a href="http://www.vivermaissimples.com/2011/04/ii-respeito-pelo-caminho.html">Aprender com os erros</a> e os <a href="http://www.vivermaissimples.com/2011/03/faz-escuro-mas-eu-canto.html">dias nublados</a>.<br />Como conceito, funciona assim: aceito todos os convites que posso, desde que não signifiquem um gasto excessivo ou colidam com meus princípios éticos, meu equílibrio,etc.<br />Na prática, alguns exemplos:<br />&#8211; Fazer o <a href="http://www.vivermaissimples.com/2011/06/palpite-do-coracao.html">Workshop do Sonhos </a>de Adriana Ferreira<br />&#8211; Ver <a href="http://www.vivermaissimples.com/2011/06/dark-side-of-force.html">Leonardo Boff</a> falar<br />&#8211; Ver <a href="http://www.vivermaissimples.com/2011/02/nunca-e-tarde.html">Cora Coralina</a> no CCBB<br />&#8211; Conhecer danças brasileiras com <a href="http://www.vivermaissimples.com/2011/07/encontre-o-seu-ritmo.html">Juliana Manhães</a><br />Além de inúmeros cafés e almoços com amigos de amigos. <a href="http://www.vivermaissimples.com/2011/07/apresentando-me.html">Exposições aleatórias</a>. &nbsp;E outras ações com base no impulso e no chamado do coração&#8230;</p>
<p><b><a href="http://www.vivermaissimples.com/2010/11/ahn-coragem.html">Ancoragem</a></b><br />Um aprendizado importante para praticar o Viver Mais Simples foi da necessidade de integrar corpo e espírito.<br />Comecei retirando-me da rotina durante sete dias num&nbsp;<a href="http://www.vivermaissimples.com/2010/09/ciranda-da-vida.html">spa </a>. A partir da reflexão deste &#8220;mini-exílio&#8221; comecei minha própria revolução.<br />Incorporei várias atividades que me &#8220;ancoraram&#8221; durante os tempos mais difíceis. De tempos em tempos, mudo as atividades para não gastar muito ou não me sobrecarregar.<br />Já fiz drenagem linfática, Pilates, Dança Brasileira&#8230; <a href="http://www.vivermaissimples.com/2010/09/reflexao-tive-um-encontro-magico-nas.html">Roda de Mães</a>, terapia de casal, massagens com minha massoterapeuta e &#8220;body talker&#8221; Eliane.<br />Escrever é sem dúvida a maior ancoragem de todas. Os encontros com amigos também. Mais recentemente experimentei florais e passeios no Jardim Botânico.<br />O importante é fortalecer o que é preciso para se sustentar. O caminho provou-se <a href="http://www.vivermaissimples.com/2010/07/medo-eu.html">cheio de obstáculos</a>, por isso estou sempre atenta.</p>
<p><b><a href="http://www.vivermaissimples.com/2010/08/memorias-felizes.html">Memórias Felizes</a></b><br />Há dias de sol e dias nublados. Acredito que nossas memórias afetivas, aquele dia especial na infância, aquele encontro mágico com um amor, aquela tarde inesquecível com um amigo&#8230; Todos estes momentos aquecem nosso coração. E se o dia é triste, ou a ocasião difícil, é hora de resgatar nossas memórias felizes.<br />Por isso busco propiciar isto na maternidade. Por isso valorizo <a href="http://www.vivermaissimples.com/2011/02/la-de-onde-eu-vim.html">minhas raízes fundas</a>&#8230;</p>
<p>Viver Mais Simples é um convite a lidar melhor com o tempo, o espaço, o trabalho e as pessoas. &nbsp;Tem sido a caminhada que registro neste blog. Tem sido minha forma de ver o mundo e interagir com ele.</p>
<p>Escolhi meu próprio &#8220;Viver&#8221;, assumindo a responsabilidade pelo meu caminho e buscando respeitar os outros.<br /><b>E você, qual é o seu caminho?</b></p>
<p></p>
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		<title>Garota, eu vou para a Califórnia</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Leticia Carneiro]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 12 Jan 2011 21:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[simplificar]]></category>
		<category><![CDATA[viagem]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Quando tirar férias? Novo aprendizado para quem sempre esteve dentro do &#8220;sistema&#8221; formal.&#160; Escola, faculdade&#8230; E trabalho corporativo.Agora, eu sou minha patroa e já ia sendo a pior que eu&#160; jamais tive&#8230; Quase não me dou uma pausa!Mas decidi que chega.&#160; Depois de uns dias&#160;ensaiando&#160;não trabalhar na Praia Carapebus,&#160;amanhã a família Brasil&#160;zarpa unida para um [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div style="clear: both; text-align: center;"><a href="http://leticiacarneiro.com/wp-content/uploads/2011/01/lombard-street-1.jpg" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"><img loading="lazy" decoding="async" border="0" height="320" n4="true" src="http://leticiacarneiro.com/wp-content/uploads/2011/01/lombard-street.jpg" width="268" /></a></div>
<p>Quando tirar férias? Novo aprendizado para quem sempre esteve dentro do &#8220;sistema&#8221; formal.&nbsp; Escola, faculdade&#8230; E trabalho corporativo.<br />Agora, eu sou minha patroa e já ia sendo a pior que eu&nbsp; jamais tive&#8230; Quase não me dou uma pausa!<br />Mas decidi que chega.&nbsp; Depois de uns dias&nbsp;ensaiando&nbsp;não trabalhar na Praia Carapebus,&nbsp;amanhã a família Brasil&nbsp;zarpa unida para um tour infantil pela Califórnia.&nbsp; Pensamos um roteiro &#8220;infantil&#8221;, considerando o objetivo principal de estar presente, unidos e celebrando a família maravilhosa que somos.<br />(Roteiro frouxo,&nbsp;<a href="http://zenhabits.net/no-goal/">the best goal is no goal</a>&#8230;).<br />Vocês não ficarão&nbsp;órfãos de viver mais simples, graças ao fantástico sistema de postagens agendadas! Assim,&nbsp;nos&nbsp;encontraremos ás quartas e sextas&#8230; Só não vou responder comentários, pois estarei <strong>100%&nbsp;OFF-LINE</strong> por quinze dias. Nada de smartphone ou computador!<br />Até breve! Na volta conto como foi!</p>
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