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	<title>Arquivos vida pedestre - Viver Mais Simples</title>
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		<title>Pedestre no Rio de Janeiro: um desabafo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Leticia Carneiro]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 09 Apr 2014 12:46:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[solidariedade]]></category>
		<category><![CDATA[vida pedestre]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Sou uma carioca privilegiada, dizem, &#160;destas que mora na &#160;Zona Sul.Trabalho ao lado de um dos edifícios mais lindos da cidade: o Teatro Municipal.Isto tudo depois de ter vivido por sete anos em São Paulo, considerada um dos piores lugares do mundo em termos de trânsito, poluição e stress (deixando bem claro que eu amo [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Sou uma carioca privilegiada, dizem, &nbsp;destas que mora na &nbsp;Zona Sul.<br />Trabalho ao lado de um dos edifícios mais lindos da cidade: o Teatro Municipal.<br />Isto tudo depois de ter vivido por sete anos em São Paulo, considerada um dos piores lugares do mundo em termos de trânsito, poluição e stress (deixando bem claro que eu amo São Paulo, acho uma bobagem esta rixa).</p>
<div></div>
<p>A vida perfeita? Infelizmente não.</p>
<table align="center" cellpadding="0" cellspacing="0" style="margin-left: auto; margin-right: auto; text-align: center;">
<tbody>
<tr>
<td style="text-align: center;"><a href="http://leticiacarneiro.com/wp-content/uploads/2014/04/faixa-de-pedestre-rj-pb.jpg" style="margin-left: auto; margin-right: auto;"><img fetchpriority="high" decoding="async" border="0" src="http://leticiacarneiro.com/wp-content/uploads/2014/04/faixa-de-pedestre-rj-pb.jpg" height="212" width="320" /></a></td>
</tr>
<tr>
<td style="text-align: center;">Imagem: Kika Castro</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>Há quatro anos optei por ser pedestre. Este ano comprei um carro, mas ele fica guardadinho na garagem, para usos bem específicos.<br />Todos os dias eu enfrento as calçadas do Rio de Janeiro. &nbsp;Enfrentar é bem o termo, isto aqui é uma selva.<br />Esgoto vazando continuamente, mesmo nas ruas &#8220;nobres&#8221;. Esta semana eram poças na rua São Salvador, um dos locais mais concorridos da &#8220;night&#8221; carioca.<br />As icônicas pedras portuguesas são uma tortura: desniveladas, soltas no chão. Junto com as calçadas antigas e irregulares, um atentado à acessibilidade.<br />Aliás, neste quesito, o Rio é uma cidade bastante hostil. &nbsp;Além de poucas rampas para cadeirantes e carrinhos de bebê, temos muitos &#8220;cidadãos&#8221; que estacionam bloqueando as passagens para pedestre.<br />Os ciclistas, símbolo do mundo sustentável, não ficam atrás. Trafegam sobre a calçada, muitas vezes em alta velocidade e/ou na contramão.<br />Mais de uma vez tive que resgatar um filho desavisado de um atropelamento iminente.<br />Experimente criticar um comportamento &nbsp;incivilizado num carioca. Receberá de volta impropérios, às vezes de tão baixo calão que até mesmo uma quarentona moderninha como eu se ruboriza.<br />Heranças da Corte, alguns dirão. Eu digo que esta malcriação nos custa muitos textos como este aqui, questionando o título &#8220;Cidade Maravilhosa&#8221;. E estes textos viram reputação. Até quando os turistas vão pagar o preço de nossa falta de educação para usufruir das belezas naturais e do lendário estilo de vida?<br />Tudo isso não era exclusividade da atual gestão municipal, vamos ser justos. Mas as mudanças generalizadas, numa simultaneidade caótica que desorienta motoristas e pedestres, sim.<br />Atravessar uma rua no Centro do Rio é atividade para corajosos, acho que será considerada modalidade no Iron Man, em breve.<br />Os guardas de trânsito estão obviamente instruídos a fazer o tráfego de carros fluir. A qualquer custo.<br />Com seus apitos infernais, ignoram o ritmo dos sinais de trânsito. Eu que pensava que havia engenharia e planejamento na cadência das luzinhas verdes e vermelhas.<br />Se havia, há muito foi para as cucuias.<br />E com a imprecisão natural dos seres humanos, estes agentes da &#8220;ordem&#8221; acabam permitindo ônibus e carros estacionados sobre a faixa de pedestres, dificultando o já insalubre ato de ser pedestre neste município.<br />Quem lê este blog sabe que não gosto de reclamar. Prefiro agir.<br />Mas após tantas violências sofridas ao tentar intervir ao vivo e a cores neste cenário de pouca solidariedade e nenhuma consciência do coletivo, decidi abrir o verbo.<br />Tento fazer minha parte. Quando estou de carro, evito fechar cruzamentos, mesmo submetida ao buzinaço dos colegas de volante.<br />Costumo respeitar sinal vermelho até mesmo à noite, pois não sei se é verdade que depois das 22h estão liberados (alguém me esclareça por favor). É ousado, confesso, pois o risco é grande. Mas não vou nem começar a falar do aumento da criminalidade neste texto.<br />Não sou profeta do fim do mundo em algum lugar entre a Copa e as Olimpíadas. Espero mesmo que tudo melhore um dia, com o fim das obras, a melhor educação do povo, a manutenção das ruas.<br />Mas enquanto isso não acontece, faço um apelo a você, <i>indivíduo que pode interferir nesta realidade:</i><br /><b>&#8211; Não buzine</b><br /><b>&#8211; Não feche cruzamentos</b><br /><b>&#8211; Não estacione em locais de passagem de pedestres</b><br /><b>&#8211; Se for andar de bicicleta na calçada, com medo de ser atropelado, vá devagar e no sentido da rua.</b><br /><b>&#8211; Não jogue lixo no chão (que entope ralos, que afetam as redes de esgoto e água, que se vingam voltando para cima).</b></p>
<p>Ah, se você for pedestre, também há regras. <b>Não cruzar fora da faixa, não deixar seu cachorro deixar sujeira, não cuspir ou escarrar no chão, usar a lixeira&#8230;&nbsp;</b></p>
<p>E para todo mundo: veja bem a trajetória e plataforma de seus candidatos na próxima eleição. Depois de eleito. Cobre.</p>
<p>Não sou ingênua. Sei que em outras cidades é também desafio ser pedestre. Mas tendo viajado e vivido em outros lugares, sinto que o Rio é um dos piores exemplos e isto me entristece, já que escolhi (por ora) criar meus filhos aqui, perto da família.<br />É isso. Vou voltar aqui para meu trabalho, um pouco mais esperançosa, mesmo ouvindo ao fundo o som de apitos na rua Evaristo da Veiga.<br />E você? Tem mais dicas de como melhorar o convívio entre pedestres, ciclistas e motoristas?</p>
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		<title>Pé na estrada</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Leticia Carneiro]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 02 Feb 2014 14:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[mudança]]></category>
		<category><![CDATA[vida pedestre]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O ano vem grávido de grandes novidades.Um provável novo apartamento. Uma possível nova empregada. Além de tudo que já estava sonhado: o livro, o Odisseia, mais clientes para o coaching.E um carro.Pois é.Vinha eu toda convicta de manter mais um tempo como pedestre.E durante as últimas viagens, aconteceu.Avaliando as novas rotinas criadas por viver em [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O ano vem grávido de grandes novidades.<br />Um provável novo apartamento. Uma possível nova empregada. Além de tudo que já estava sonhado: o livro, o Odisseia, mais clientes para o coaching.<br /><b>E um carro.</b><br />Pois é.<br /><a href="http://www.vivermaissimples.com/2014/01/quatro-rodas.html">Vinha eu toda convicta de manter mais um tempo como pedestre</a>.<br />E durante as últimas viagens, aconteceu.<br />Avaliando as novas rotinas criadas por viver em outro bairro, pulsou esta possibilidade.</p>
<div style="clear: both; text-align: center;"><a href="http://leticiacarneiro.com/wp-content/uploads/2014/02/images.jpg" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"><img decoding="async" border="0" src="http://leticiacarneiro.com/wp-content/uploads/2014/02/images.jpg" height="161" width="400" /></a></div>
<p>Um carro.<br />Alguns podem se espantar com minha mudança de ideia meio súbita.<br />Eu não.<br />Tento (às vezes, com esforço) abraçar esta flexibilidade de refinar meu viver mais simples de quando em quando.<br />Não ter carro foi muito bom enquanto durou&#8230; Os tempos como pedestre me permitiram repensar o como ser motorista.<br />Uso esta experiência agora. <br />Primeiro, na escolha do veículo: usado, &#8220;modesto&#8221; 1.6, feito para ser transporte, sem luxos.<br />Depois na filosofia: carro é recurso substituto para táxis e carros alugados, &nbsp;conexão entre Laranjeiras e Botafogo.<br />Ponte motora entre o clube e a casa nova, meio de buscar a filha na escola em outro bairro.</p>
<div>E era mesmo para ser, o acaso comprovou.</div>
<p>Gestava caminhos possíveis e esbarro com um anúncio da amiga descrevendo o carro ideal: modelo que já piloto há tempos na locadora; motor na potência certa, flex e&#8230; Vermelho.<br />Por anos tive um carro vermelho. Adorava. Tão fácil de fácil de encontrar &nbsp;no estacionamento&#8230;<br />Fechamos negócio e já estou feliz com o presente que está chegando.<br />Não me iludo. Mudar não é fácil e traz seus riscos.<br />Não é sem receio que faço este movimento. O trânsito anda de fato selvagem, como será viver novamente a loucura do dia a dia nas ruas engarrafadas e impacientes?<br />Vamos com cuidado nesta nova estrada, buscando ser meio pedestre, apesar da garagem recém-ocupada&#8230;<br />E por quê compartilhar tão prosaica decisão?<br />Por que gostaria que meu novo carro vermelho não fosse apenas um experimento meu. Gostaria que fosse um convite para todos vocês repensarem o que pode ser mudado, o que deve ser experimentado.<br />Se der errado, ok, recomeçamos (não estranhem se em alguns meses eu mude de ideia novamente&#8230;).<br />Como diria Arnaldo Antunes:</p>
<p>&#8220;<span style="color: #555555; font-family: Arial, sans-serif; font-size: 15px; line-height: 1.6;">Só porque eu falei não quer dizer que eu sei</span></p>
<div style="color: #555555; font-family: Arial, sans-serif; font-size: 15px; line-height: 1.6; margin-bottom: 1em; padding: 0px; text-shadow: rgba(0, 0, 0, 0.14902) 0px 1px 1px;">Só porque eu falei não quer dizer que eu não posso estar errado<br />Só porque eu falei não quer dizer que é lei<br />Só porque eu falei não quer dizer que se eu falei está falado</div>
<div style="color: #555555; font-family: Arial, sans-serif; font-size: 15px; line-height: 1.6; margin-bottom: 1em; padding: 0px; text-shadow: rgba(0, 0, 0, 0.14902) 0px 1px 1px;">Eu já mudei de ideia<br />E você com isso?<br />Eu sou volúvel<br />Não tenho compromisso&#8221;</p>
<p><span style="line-height: 1.6;">O vídeo completo aqui:</span></div>
<p><iframe allowfullscreen="" frameborder="0" height="315" src="//www.youtube.com/embed/N4CFyktqZEs" width="560"></iframe></p>
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		<title>Quatro rodas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Leticia Carneiro]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 19 Jan 2014 14:14:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[arnaldo antunes]]></category>
		<category><![CDATA[lenine]]></category>
		<category><![CDATA[ney matogrosso]]></category>
		<category><![CDATA[vida pedestre]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Viver mais simples é, de tempos em tempos, revisitar decisões.É crucial abrir mão do que não é importante. E igualmente importante &#160;repensar estas escolhas, para não congelar em novas verdades.Dentro deste espírito, de vez em quando faço um experimento breve como motorista. Desta vez, aluguei um carro para o período de férias. Dirigir não é [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Viver mais simples é, de tempos em tempos, revisitar decisões.<br />É crucial abrir mão do que não é importante. E igualmente importante &nbsp;repensar estas escolhas, para não congelar em novas verdades.<br />Dentro deste espírito, de vez em quando faço um experimento breve como motorista.</p>
<div style="clear: both; text-align: center;"><a href="http://leticiacarneiro.com/wp-content/uploads/2014/01/afae68aeedbd0d7acec1ccf8a291d117-1.jpg" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"><img loading="lazy" decoding="async" border="0" height="320" src="http://leticiacarneiro.com/wp-content/uploads/2014/01/afae68aeedbd0d7acec1ccf8a291d117.jpg" width="213" /></a></div>
<p>Desta vez, aluguei um carro para o período de férias. <br />Dirigir não é mais automático para mim. Quase nunca o faço, pedestre e usuária do transporte público que sou.<br />Mas foi bom retomar o volante, para reavaliar não ter carro como estilo de vida.<br />O início é difícil. Desacostumei-me à violência do trânsito, especialmente num Rio de Janeiro em ritmo de festas. Caos estressado de pacotes e pressas.<br />Surpreendo-me com a rapidez com que uma Neanderthal se apossa de mim. Quando vi, já estava piscando farol e mudando de faixa, irritada com os &#8220;lentos&#8221;.<br />Aí, respirei.<br />Já é estressante ter que encontrar vaga, &#8220;dialogar&#8221; com flanelinhas, esperar paciententemente por um fluxo que se interrompe com carros em fila dupla, curiosidade de ver acidentes e outros afins.<br />Retomei minha civilidade e decidi fazer do tempo-motorista um experimento mais tranquilo.<br />Peguei a terrível BR101 e naveguei sem pressa por entre caminhões e carros velhos. <br />Minha temperança foi premiada. Cheguei a São Paulo numa preguiçosa véspera de ano novo, ruas vazias, quase uma cidade de interior.<br />Pondero o que gosto no dirigir: a estrada vazia, as paisagens, repassar lugares queridos.<br />Ou seja, quando posso estar presente, dirigir é uma delícia.<br />Mas sou realista. No dia a dia das grandes cidades, é muito difícil perder-se com gosto, entre buzinas, buracos e outras hostilidades.<br />Portanto, ainda viverei momentos-motorista até o final de janeiro, mas elegi que por ora seguirei pedestre.<br />E para você que escolheu diferente, recomendo uma boa trilha sonora para manter a adrenalina sob controle&#8230;</p>
<div><iframe loading="lazy" allowfullscreen="" frameborder="0" height="315" src="//www.youtube.com/embed/EtGkbAPlTX4" width="560"></iframe></div>
<p>Trânsito<br />Lenine e Arnaldo Antunes</p>
<p>&#8220;os curiosos atrapalham o trânsito<br />gentileza é fundamental<br />não adianta esquentar a cabeça<br />não precisa avançar no sinal<br />dando seta pra mudar de pista<br />ou pra entrar na transversal<br />pisca alerta pra encostar na guia<br />pára brisa para o temporal<br />já buzinou, espere, não insista,<br />desencoste o seu do meu metal<br />devagar pra contemplar a vista<br />menos peso do pé no pedal<br />não se deve atropelar um cachorro<br />nem qualquer outro animal<br />todo mundo tem direito à vida<br />todo mundo tem direito igual<br />motoqueiro caminhão pedestre<br />carro importado carro nacional<br />mas tem que dirigir direito<br />para não congestionar o local<br />tanto faz você chegar primeiro<br />o primeiro foi seu ancestral<br />é melhor você chegar inteiro<br />com seu venoso e seu arterial<br />a cidade é tanto do mendigo<br />quanto do policial<br />todo mundo tem direito à vida<br />todo mundo tem direito igual<br />travesti trabalhador turista<br />solitário família casal<br />todo mundo tem direito à vida<br />todo mundo tem direito igual<br />sem ter medo de andar na rua<br />porque a rua é o seu quintal<br />todo mundo tem direito à vida<br />todo mundo tem direito igual<br />boa noite, tudo bem, bom dia,<br />gentileza é fundamental<br />pisca alerta pra encostar na guia<br />com licença, obrigado, até logo, tchau.&#8221;</p>
<div></div>
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		<title>Pé com pé</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Leticia Carneiro]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 05 Jul 2012 20:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Anne Morrow Lindbergh]]></category>
		<category><![CDATA[Presente do Mar]]></category>
		<category><![CDATA[vida pedestre]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Sou pedestre.Não é uma ideologia radical, apenas uma escolha reforçada pela prática cotidiana.Gerir meu tempo. Não ter que me estressar buscando uma vaga. Pagar meu aluguel com o que eu gastaria num carro. &#160;Estimular a boa forma física. Proteger o meio-ambiente. Diminuir o congestionamento do Rio de Janeiro e de São Paulo.Todos são bons motivos. [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Sou <a href="http://www.vivermaissimples.com/2010/11/andar-com-fe-eu-vou.html">pedestre</a>.<br />Não é uma ideologia radical, apenas uma escolha reforçada pela prática cotidiana.<br />Gerir meu tempo. Não ter que me estressar buscando uma vaga. Pagar meu aluguel com o que eu gastaria num carro. &nbsp;Estimular a boa forma física. Proteger o meio-ambiente. Diminuir o congestionamento do Rio de Janeiro e de São Paulo.<br />Todos são bons motivos. E ainda há muitos outros.<br />Mas o principal, cada vez mais, é a simplicidade.</p>
<div style="clear: both; text-align: center;"><a href="http://leticiacarneiro.com/wp-content/uploads/2012/07/5981411974979795_F2kKwuep_f-1.jpg" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"><img loading="lazy" decoding="async" border="0" height="320" src="http://leticiacarneiro.com/wp-content/uploads/2012/07/5981411974979795_F2kKwuep_f.jpg" width="320" /></a></div>
<p><span style="background-color: white;"><br /></span><br /><span style="background-color: white;">No livro </span><a href="http://www.esextante.com.br/publique/cgi/cgilua.exe/sys/start.htm?infoid=4791&amp;sid=2" style="background-color: white;">Presente do Mar</a><span style="background-color: white;">, Anne Morrow Lindbergh fala &#8220;se você tem muitos vestidos, terá muitos botões para pregar&#8221;.</span><br />Um carro é assim. Manutenção, gasolina, lavar. &nbsp;Estacionar, preocupar-se com o flanelinha, descobrir arranhões e amassados. Participar em colisões e discussões no trânsito.</p>
<p>Não odeio carros. Gosto de dirigir, gosto de uma estrada. Mas está mais fácil assim.<br />É claro, preciso sair mais cedo de casa. Ônibus e metrô têm seus desconfortos, especialmente em horários de pico.&nbsp;<span style="background-color: white;">E, não nego, pego táxis com razoável frequência.</span><br />Mas já experimentei, por breves períodos, ter novamente um carro na garagem. Não gostei.</p>
<p>E agora, mais do que nunca, também valorizo a economia de ser pedestre.<br />Esta semana descobri (pelo Destak) que um ano pagando estacionamento diariamente equivale a um carro novo ou ao meu aluguel. Sem contar IPVA, gasolina, a supracitada manutenção, etc.<br />Não sou ingênua, tenho um estilo de vida adaptado e planejado para a vida pedestre:<span style="background-color: white;">.</span><br />Moro em uma área favorável, onde tudo se faz a pé. A escola de minha filha está a cinco minutos daqui. Meu filho vai de condução. Tenho uma rede de cafés próximos onde recebo meus clientes.</p>
<p>Nem todo bairro favorece ser pedestre. E nem todos estão dispostos a abrir mão do conforto de um carro, que é inquestionável.<br />Mas é possível mudar. Se você anda estressado, sem dinheiro ou precisando de exercício&#8230;<br />Por que não?</p>
<p>PS: Ah, e também tem a bicicleta&#8230; Eu sou meio medrosa, mas recomendo muito!</p>
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		<title>Procura-se imperfeitos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Leticia Carneiro]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 20 Dec 2011 14:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[diversidade]]></category>
		<category><![CDATA[escolha]]></category>
		<category><![CDATA[Maternidade]]></category>
		<category><![CDATA[reflexão]]></category>
		<category><![CDATA[vida pedestre]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Quem não sofre com aquele &#8220;defeito&#8221; persecutório? O peso, o nariz &#8220;fora do lugar&#8221;, o cabelo &#8220;ruim&#8221; e outras demandas nossas e dos outros? Eu sofro com meus quilos a mais. Apesar de me considerar uma mulher bonita, ressinto-me das roupas que ficam apertadas e parecem nunca cair bem. Só que a minha onda, eu [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Quem não sofre com aquele &#8220;defeito&#8221; persecutório? O peso, o nariz &#8220;fora do lugar&#8221;, o cabelo &#8220;ruim&#8221; e outras demandas nossas e dos outros?</p>
<div>Eu sofro com meus quilos a mais. Apesar de me considerar uma mulher bonita, ressinto-me das roupas que ficam apertadas e parecem nunca cair bem.</div>
<div>Só que a minha onda, eu até seguro.</div>
<div>Mas agora sou mãe e o amor pelos meus filhos desperta novas angústias. Num mundo de meninas anoréxicas e rapazes inseguros, onde estarão as sementes para a autoestima dos meus pequenos?</div>
<div>Mas Viver Mais Simples é seguir um caminho próprio e preocupar-se não leva ninguém muito longe.</div>
<div>Por isso proponho abrirmos o debate: Como <b>semear a aceitação dos imperfeitos?</b></div>
<div><b><br /></b></div>
<div>
<table align="center" cellpadding="0" cellspacing="0" style="margin-left: auto; margin-right: auto; text-align: center;">
<tbody>
<tr>
<td style="text-align: center;"><a href="http://leticiacarneiro.com/wp-content/uploads/2011/12/fernando-botero-ballerina-to-the-handrail-1.jpg" style="margin-left: auto; margin-right: auto;"><img loading="lazy" decoding="async" border="0" height="400" src="http://leticiacarneiro.com/wp-content/uploads/2011/12/fernando-botero-ballerina-to-the-handrail.jpg" width="300" /></a></td>
</tr>
<tr>
<td style="text-align: center;">Francisco Botero</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>Meu ponto de vista:</p></div>
<div><b></b><br /><b></b></div>
<div><b>Dar o exemplo</b></div>
<div>O primeiro passo para ensinar alguma coisa a meus filhos, é fazer eu mesma.</div>
<div style="text-align: center;"><b>&#8220;Seja a mudança que você deseja ver no mundo&#8221;</b><br /><b>Mahatma Gandhi</b></div>
<div>Cada vez mais, vejo que falar não muda as coisas. Fazer é o que inspira, dá credibilidade e prova as intenções.</div>
<div>Sim, sofro com meu &nbsp;peso. Mas não faço loucuras para emagrecer. E sei que eu sou responsável pelo corpo que tenho.</div>
<div>Procurar aceitar nossos próprios defeitos e os dos outros. E quando falharmos, pedir desculpas e refazer de uma nova maneira, se possível.</div>
<div>Elogiar o esforço, o trabalho, o amor.&nbsp;</div>
<div>Possibilidades em ação, uma forma bonita de ilustrar nossas crenças.</div>
<div></div>
<div><b>Quem ama o feio, bonito lhe parece</b></div>
<div>
<div>Mostrar diversos tipos de beleza. Admirar diversos tipos de beleza: a&nbsp;bondade, a resiliência, o amor à família.</div>
</div>
<div>Falar sobre países diferentes, mostrar povos diferentes. Lembrar que só existe uma raça, a humana.</div>
<div>Duas fontes de inspiração minhas são <a href="http://www.vivermaissimples.com/2011/01/tudo-bem-ser-diferente.html">Todd Parr</a> e <a href="http://www.vivermaissimples.com/2010/11/desejo-de-fazer.html">Keith Haring.</a></div>
<div></div>
<div><b>Expectativa e ansiedade</b></div>
<div>Nossa exigência consigo e com o outro pode ser uma fonte de ansiedade para nossos filhos.</div>
<div>Meu filho mais velho é magrinho e volta e meia me perguntava: &#8220;estou magro demais?&#8221;. Alguns amiguinhos o chamavam de &#8220;magrelo&#8221; e ele sofria.</div>
<div>Eu sempre me agarro na verdade ensinada por uma das auxiliares da antiga escola dele: &#8220;Cada um tem seu jeitinho&#8221;. &nbsp;Magro ou gordo, o que vale é o que está por dentro.&nbsp;</div>
<div>Sou muito crítica, portanto me policio para não massacrá-los com tanta demanda de fazer tudo certo. Difícil. Mas estou aprendendo.</div>
<div><b><br /></b></div>
<div><b>Convidar o diferente para sua vida</b></div>
<div>Ser pedestre faz uma grande diferença na vida de minha família. Andar na rua, entre mendigos e as crianças especiais da escola aqui perto&#8230;<br />Tudo isso faz parte do meu plano de mostrar coloridos vários para meus filhos.<br />Também falei de <a href="http://www.vivermaissimples.com/2011/10/dizem-que-sou-louca.html">minha experiência com dois esquizofrênicos em uma peça de teatro</a>. Ver o diferente de perto, aproxima.</p>
<p>Não há f&#8217;órmula nem garantia de que as imagens irreais projetadas em toda revista ou programa não vão marcar nossos filhos. Só podemos seguir atentos, fazendo o nosso melhor para apoiá-los neste duro desafio de ser si mesmo.</p></div>
<div><b><br /></b><br />Para encerrar, <a href="http://zenhabits.net/improve/">uma reflexão sobre nossa busca incessante por melhorar.&nbsp;</a><br /><b><br /></b></div>
<div><b>E você? Qual sua sugestão para que nós e nossos filhos tenham direito à uma beleza única e imperfeita?</b></div>
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		<title>Os dois lados da moeda</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Leticia Carneiro]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 26 Sep 2011 19:36:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[finanças]]></category>
		<category><![CDATA[lazer]]></category>
		<category><![CDATA[serviços]]></category>
		<category><![CDATA[simplificar]]></category>
		<category><![CDATA[vida pedestre]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Faz tempo que não falo de finanças aqui no blog.E hoje deu vontade de contar um pouco de lições sobre economia aprendidas neste Viver Mais Simples&#8230; ô Não há verdades absolutas sobre como lidar com dinheiro, depende de como cada um se relaciona com ele. Por isso (e para exercitar pensar com a cabeça do [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Faz tempo que não falo de finanças aqui no blog.<br />E hoje deu vontade de contar um pouco de lições sobre economia aprendidas neste Viver Mais Simples&#8230;</p>
<div style="clear: both; text-align: center;">ô<a href="http://leticiacarneiro.com/wp-content/uploads/2011/09/coins.jpg" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"><img decoding="async" border="0" src="http://leticiacarneiro.com/wp-content/uploads/2011/09/coins.jpg" /></a></div>
<p>Não há verdades absolutas sobre como lidar com dinheiro, depende de como cada um se relaciona com ele. Por isso (e para exercitar pensar com a cabeça do outro), vamos fazer assim:</p>
<p><b>Usar sempre a função crédito do cartão.</b><br />Se você tem uma renda garantida e/ou um bom controle de suas despesas, pode se beneficiar da abordagem &#8220;<a href="http://www.adorocinema.com/filmes/amor-sem-escalas/">Amor Sem Escalas</a>&#8221; e aumentar substancialmente seus pontos de milhagem. &nbsp;Ao longo do ano, todos os supermercados podem virar uma parte daquela viagem sonhada&#8230;<br /><b>OU</b><br /><b>Não usar nunca a função crédito do cartão</b><br />Se você tem uma renda incerta, memória fraca ou muito medo de se endividar&nbsp;pode ser mais prudente usar sempre a função débito (ou mesmo dinheiro vivo). &nbsp;Assim fica tudo ali no curto prazo, sem chance de &#8220;esquecer&#8221; um compromisso.</p>
<p><b>Pagar tudo à vista</b><br />Eu odeio dever, líção passada de meu avô &nbsp;para meu pai para mim&#8230; Prefiro juntar o dinheiro antes de uma compra grande. &nbsp;Assim posso pedir descontos e controlo melhor meu fluxo de caixa.<br /><b>OU</b><br /><b>Usar o parcelamento a seu favor</b><br />Mas se você precisa comprar algo e não tem liquidez para pagar á vista, vá fundo no parcelamento. &nbsp;Só tome cuidado para não pagar juros, isto não vale mesmo a pena.</p>
<p><b>Comer em casa sempre que possível</b><br />Há reportagens dizendo que a inflação nos restaurantes foi 10% em tempos recentes. &nbsp;Também há &nbsp;os outros 10%, aqueles da taxa de serviço. Sem contar aquele café ou couvert. Ou o manobrista, para os que não pedestres como eu. Também ajuda a não engordar, mas aí já é outro post&#8230;<br /><b>OU</b><br /><b>Comer fora de forma inteligente</b><br />Se você adora comer fora, como eu, pode começar a perceber que talvez seja possível encaixar este hábito numa rotina econômica. &nbsp;Compensando no supermercado; escolhendo lugares com comida &nbsp;deliciosa mas não muito cara. Aproveitando os pratos do dia, pulando a sobremesa e o café. Não tomando bebidas alcóolicas&#8230;<br />Eu sou cliente fiel do <a href="http://www.facebook.com/pages/Cine-Ipiranga-Bistr%C3%B4/145841135490395">Cine Ipiranga Bistrô</a> aqui perto de casa. Adoro o ambiente e a comida variada. &nbsp;Favoreço os almoços executivos e nunca me arrependo. E recentemente descobri o delicioso&nbsp;Boteco&nbsp;<a href="http://www.botecocabidinho.com.br/">Cabidinho</a>&#8220;, um restaurante pé-sujo bem despretensioso e com um prato de pernil incrível!! Valeu totalmente a pena&#8230;</p>
<p><b>Aproveitar ofertas em sites de compra coletiva</b><br />Viajar, comer fora, fazer tratamentos estéticos&#8230; Presentear, revelar fotografias&#8230;<br />Muitos prazeres da vida podem sair mais barato usando sites como Peixe Urbano ou Imperdível.<br /><b>OU</b><br /><b>Evitar ao máximo sites de compras coletivas</b><br />Eles podem ser um convite a compras desnecessárias. No começo, me empolguei tanto que comprei itens que me custariam mais para serem buscados do que o desconto valia!<br />A regra de ouro é: só compre o que for realmente útil para você, de preferência algo que você compraria de todas as maneiras.</p>
<p>Não sou de ferro, então deixo também algumas dicas unilaterais (fiquem á vontade para postar um <b>OU </b>bem grande!):</p>
<p>1) <b>Comprar os produtos na forma mais &#8220;bruta&#8221; possível.&nbsp;</b><br />Ex: laranja vs. suco de caixinha. Concentrado de guaraná vs. Guaravita.<br />2) <b>Usar transporte público sempre que &nbsp;possível. Ou caminhar.</b><br />3) <b>Procurar programas gratuitos ou promocionados (ex. teatros municipais uma vez por mês)</b><br />4) <b>Para cada roupa que &nbsp;entra, doe duas. </b>Mesmo para livros, cds e outros tipos de &#8220;stuff&#8221;. E pense duas vezes antes de comprar.<br />5) <b>Faça bom uso da internet: </b>pesquise e compre sem intermediários<br />6) <b>Faça <a href="http://www.vivermaissimples.com/2011/02/festa-mais-simples.html">festas de aniversário alternativas</a></b><br />7) <b>Seja criativo a partir de perguntas:</b> como me exercitar de forma mais barata? como me divertir sem gastar dinheiro? Como renovar meu guarda-roupa sem gastar muito? As respostas podem gerar muita economia.<br />8)<b>Conheça soluções alternativas:&nbsp;</b>hoje comprei uma camiseta na Citycol para uma peça da escola do Léo. Muuito mais barato do que a da Hering.<br />9) <b>Saia do pedestal:&nbsp;</b> pergunte a amigos &#8220;duros&#8221; sobre seus programas e você conhecerá locais incriveis!!<br />10) <b>Compre menos. </b>Simples assim.</p>
<div></div>
<p>Para &nbsp;mais pontos de vista sobre como usar dinheiro a favor de você, veja estas sugestões:</p>
<p><a href="http://colunas.cbn.globoradio.globo.com/platb/maraluquet/2011/09/16/bruno-vai-casar/">Blog da Mara Luquet</a>: Mara já quebrou duas vezes, aprendeu a lição e hoje compartilha sua experiência.<br /><a href="http://www.maisdinheiro.com.br/dicas/orcamento">Mais Dinheiro</a>: dicas práticas sobre como viver uma vida memorável lidando melhor com o dinheiro.<br /><a href="http://www.getrichslowly.org/blog/2011/09/20/logic-and-emotion-why-smart-money-management-isnt-just-about-math/">Get Rich Slowly</a><br /><a href="http://zenhabits.net/unautomate-your-money/">Zen Habits</a><br /><a href="http://unclutterer.com/2010/08/09/hedonic-adaptation-why-buying-more-wont-make-you-happy/">Unclutterer</a></p>
<p>Sobre dinheiro e viagens:<br /><a href="http://www.fluentin3months.com/travel-cheap/?utm_source=feedburner&amp;utm_medium=feed&amp;utm_campaign=Feed%3A+fluentin3months+%28Fluent+in+3+months%29">Fluente in 3 Months</a><br /><a href="http://chrisguillebeau.com/3x5/how-to-use-frequent-flyer-miles-to-go-anywhere/">The Art of Non Conformity</a></p>
<p></p>
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		<title>Aprendendo com a rua</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Leticia Carneiro]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 23 Aug 2011 02:57:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[atitude]]></category>
		<category><![CDATA[autoconhecimento]]></category>
		<category><![CDATA[coragem]]></category>
		<category><![CDATA[Juliana Manhães]]></category>
		<category><![CDATA[memórias felizes]]></category>
		<category><![CDATA[Rio de Janeiro]]></category>
		<category><![CDATA[Será o Benidito]]></category>
		<category><![CDATA[vida pedestre]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Desde que escolhi ser pedestre, a rua mais e mais faz parte do Viver Mais Simples.O começo foi difícil. É um pouco amedrontador estar tão próximo do outro. Pedinte, menor abandonado, ambulantes.É muita gente distinta de mim. Ou será que nem tanto? Com o tempo, fui me adaptando. Já conheço os frequentadores de minha vizinhança. [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Desde que escolhi ser pedestre, a rua mais e mais faz parte do Viver Mais Simples.<br />O começo foi difícil. É um pouco amedrontador estar tão próximo do outro. Pedinte, menor abandonado, ambulantes.<br />É muita gente distinta de mim. Ou será que nem tanto?</p>
<div style="clear: both; text-align: center;"><a href="http://leticiacarneiro.com/wp-content/uploads/2011/08/pedestre-1.jpg" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"><img loading="lazy" decoding="async" border="0" height="240" src="http://leticiacarneiro.com/wp-content/uploads/2011/08/pedestre.jpg" width="320" /></a></div>
<p>Com o tempo, fui me adaptando. Já conheço os frequentadores de minha vizinhança. Dou risada como vendedor que grita &#8220;Acabei de queimar a minha rosca&#8221;, para vender seus produtos. Que são roscas, é claro.<br />Cumprimento a vendedora de balas, a moça da água de coco.<br />Esbarro com meus vizinhos de prédio, de rua e de bairro.<br />Outro dia contei para os amigos de São Paulo que saio muitas vezes só com a chave. &nbsp;&#8220;E se cair dura?&#8221;.<br />Bom, acho que hoje, até o mendigo me socorreria:<br />&#8220;Mãe, porque você diz bom dia para ele?&#8221;. &#8220;Filho, eu passo por ele todo o dia, a gente já se conhece&#8230;&#8221;.</p>
<table align="center" cellpadding="0" cellspacing="0" style="float: right; margin-left: 1em; text-align: right;">
<tbody>
<tr>
<td style="text-align: center;"><a href="http://leticiacarneiro.com/wp-content/uploads/2011/08/DSC09769-1.jpg" style="margin-left: auto; margin-right: auto;"><img loading="lazy" decoding="async" border="0" height="240" src="http://leticiacarneiro.com/wp-content/uploads/2011/08/DSC09769.jpg" width="320" /></a></td>
</tr>
<tr>
<td style="text-align: center;">Lucrécio Brasil</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>Mas mesmo a vida pedestre pode ser levada a um novo nível. Foi o que eu fiz com duas experiências recentes.<br />A primeira, o espetáculo do meu amigo <a href="http://www.vivermaissimples.com/2011/04/tempo-de-rir-tempo-de-ser-serio.html">André</a>, &#8220;<a href="http://lanalapa.blogspot.com/2011/07/dramaturgia-do-camelo-vira-tema-de.html">Dados Variáveis</a>&#8220;.<br />Foi no meio do Largo do Machado, num dia de sol. Eu com as duas crianças, meio nervosa porque a vizinhança não é das mais fáceis.<br />E assim fui surpreendida e tive que rever meus preconceitos.<br />Uma turma de adolescentes cercava o &#8220;palco&#8221;. Curiosos, um pouco desafiadores, um pouco agressivos. &nbsp;Eles carregavam suas garrafinhas com cola ou benzina ou alguma outra coisa assim. Triste de ver.<br />Mas a arte faz mágicas. &nbsp;André foi incluindo o grupo, que ficou ali conosco, vizinhos temporários de &#8220;arquibancada&#8221;.<br />Um deles participou comigo:</p>
<table align="center" cellpadding="0" cellspacing="0" style="float: left; margin-right: 1em; text-align: left;">
<tbody>
<tr>
<td style="text-align: center;"><a href="http://leticiacarneiro.com/wp-content/uploads/2011/08/DSC09764-1.jpg" style="margin-left: auto; margin-right: auto;"><img loading="lazy" decoding="async" border="0" height="240" src="http://leticiacarneiro.com/wp-content/uploads/2011/08/DSC09764.jpg" width="320" /></a></td>
</tr>
<tr>
<td style="text-align: center;">Lucrécio Brasil</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>Eles ficaram todo o tempo ali, meio zonzos com a droga, mas fascinados (e pacificados) pela arte que lhes foi presenteada.<br />E aí aconteceu o inusitado. Olivia desgarrou do grupo e saiu correndo, a rebelde de sempre. E um deles levantou-se e a conteve &#8220;foge não, neném&#8221;. <br />Eu fui ajudada por um menino de rua.<br />Ali tomei uma lição. &nbsp;Humanizados pela experiência de estar juntos, unidos pelo teatro de rua, éramos novamente irmãos.</p>
<p>Dias depois, uma nova experiência. &nbsp;Fui fechar minha<a href="http://www.vivermaissimples.com/2011/07/encontre-o-seu-ritmo.html"> aula de danças brasileiras</a> no meio da Cinelândia, dançando o <a href="http://www.youtube.com/watch?v=assQgQk5hmI">Cacuriá</a>.</p>
<table align="center" cellpadding="0" cellspacing="0" style="float: right; margin-left: 1em; text-align: right;">
<tbody>
<tr>
<td style="text-align: center;"><a href="http://leticiacarneiro.com/wp-content/uploads/2011/08/282145_234061293302016_100000944426124_687092_3219225_n252812529-1.jpg" style="margin-left: auto; margin-right: auto;"><img loading="lazy" decoding="async" border="0" height="240" src="http://leticiacarneiro.com/wp-content/uploads/2011/08/282145_234061293302016_100000944426124_687092_3219225_n252812529.jpg" width="320" /></a></td>
</tr>
<tr>
<td style="text-align: center;">Cláudia Martins</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>&nbsp;Minha professora&nbsp;<a href="http://astresmariasnucleodefolguedos.blogspot.com/2008/03/palavras-de-festeira.html">Juliana </a>havia avisado: estas danças pertencem à rua, é para lá que temos quer ir. E fomos. Fomos juntos, eu bem envergonhada com minhas cadeiras duras e falta de sangue africano nas veias. Mas lá, tudo foi poesia.<br />Embaixo de um toldo providencial, fizemos nossa roda. Dançamos ao som do tambor e, aos poucos, viramos atração turística. Mais um tempo, Mestre Graúna da Gamboa parou com seus pequenos capoeristas. E primeiro ficaram olhando, mas Juliana convidou.</p>
<table align="center" cellpadding="0" cellspacing="0" style="float: left; margin-right: 1em; text-align: left;">
<tbody>
<tr>
<td style="text-align: center;"><a href="http://leticiacarneiro.com/wp-content/uploads/2011/08/198743_234061689968643_100000944426124_687100_7711840_n-1.jpg" style="margin-left: auto; margin-right: auto;"><img loading="lazy" decoding="async" border="0" height="240" src="http://leticiacarneiro.com/wp-content/uploads/2011/08/198743_234061689968643_100000944426124_687100_7711840_n.jpg" width="320" /></a></td>
</tr>
<tr>
<td style="text-align: center;">Cláudia Martins</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>E aí foi demais, nós e eles, tambor e berimbau. Teve mostra de capoeira. Teve &#8220;Jacaré Poiô&#8221;.<br />Foi uma delícia e fiquei orgulhosa de minha coragem, que permitiu viver este presente.<br />A rua é surpreendente, é inesperada, é crua. Nela me sinto viva, alerta, inteira.<br /><b>Viva a rua! Viva a arte popular!</b></p>
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		<title>O que é o Viver Mais Simples</title>
		<link>https://www.vivermaissimples.com/o-que-e-o-viver-mais-simples/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Leticia Carneiro]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 15 Aug 2011 19:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[ancoragem]]></category>
		<category><![CDATA[equilíbrio]]></category>
		<category><![CDATA[jornada]]></category>
		<category><![CDATA[memórias felizes]]></category>
		<category><![CDATA[mudança]]></category>
		<category><![CDATA[protagonismo]]></category>
		<category><![CDATA[simplificar]]></category>
		<category><![CDATA[vida pedestre]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Depois de tanta estrada, percebo que não há nenhum texto aqui contando um pouco do que afinal é o Viver Mais Simples.Claro, tudo fala sobre esta minha &#8220;filosofia&#8221;, mas não há um lugar onde os desavisados possam ter uma visão mais clara do que significa viver mais simples&#160;para mim&#160;. Crédito: Lucrécio Brasil Viver Mais Simples [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Depois de tanta estrada, percebo que não há nenhum texto aqui contando um pouco do que afinal é o Viver Mais Simples.<br />Claro, tudo fala sobre esta minha &#8220;filosofia&#8221;, mas não há um lugar onde os desavisados possam ter uma visão mais clara do que significa viver mais simples&nbsp;para mim&nbsp;.</p>
<table align="center" cellpadding="0" cellspacing="0" style="margin-left: auto; margin-right: auto; text-align: center;">
<tbody>
<tr>
<td style="text-align: center;"><a href="http://leticiacarneiro.com/wp-content/uploads/2011/08/DSC05896-1.jpg" style="margin-left: auto; margin-right: auto;"><img loading="lazy" decoding="async" border="0" height="240" src="http://leticiacarneiro.com/wp-content/uploads/2011/08/DSC05896.jpg" width="320" /></a></td>
</tr>
<tr>
<td style="text-align: center;">Crédito: Lucrécio Brasil</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>Viver Mais Simples é a forma de caminho próprio que escolhi, na busca de leveza, presença e fruir minha existência de forma inteira.</p>
<p>Tem a ver com quatro ideias essenciais&#8230;</p>
<p><b>Menos é mais</b><br />Para alguns, é <a href="http://mnmlist.com/needless">minimalismo</a>, &#8220;<a href="http://unclutterer.com/2011/01/04/unclutterer-best-of-2010/">uncluttering</a>&#8220;.<br />Para mim é&nbsp;comprar menos, juntar menos coisas, viver com menos luxo.<br />Alguns exemplos desde que comecei esta jornada:<br />&#8211; Deixar a carreira de executiva de multinacional para ser escritora e organizadora de ideias.<br />&#8211; Trocar um apartamento de 170m2 por um de 120m2 (e este é só o começo&#8230;).<br />&#8211;<a href="http://www.vivermaissimples.com/2010/09/fazer-o-bem-para-o-outro-e-voce-tambem.html"> Doar cerca de um terço de tudo que eu tinha</a>.<br />&#8211; Escolher a <a href="http://www.vivermaissimples.com/2010/11/andar-com-fe-eu-vou.html">vida pedestre.</a></p>
<p>&#8220;Menos é mais&#8221; também diz respeito a regular atividades, tarefas e metas. Luto muito, já que sou um poço de ideias, mas a <a href="http://www.vivermaissimples.com/2011/01/por-outro-lado.html">Matriz das Vontades Frouxas</a> e <a href="http://www.vivermaissimples.com/2011/03/para-mentes-agitadas.html">experimentos com produtividade</a> me ajudam.</p>
<p><b><a href="http://www.vivermaissimples.com/2011/05/por-que-nao.html">Por que não?</a></b><br />Viver Mais Simples também diz respeito a <a href="http://www.vivermaissimples.com/2010/11/xicara-de-cada-um.html">se apegar a menos certezas</a>. &nbsp;Experimentar o novo. Acolher o inesperado. <a href="http://www.vivermaissimples.com/2011/04/ii-respeito-pelo-caminho.html">Aprender com os erros</a> e os <a href="http://www.vivermaissimples.com/2011/03/faz-escuro-mas-eu-canto.html">dias nublados</a>.<br />Como conceito, funciona assim: aceito todos os convites que posso, desde que não signifiquem um gasto excessivo ou colidam com meus princípios éticos, meu equílibrio,etc.<br />Na prática, alguns exemplos:<br />&#8211; Fazer o <a href="http://www.vivermaissimples.com/2011/06/palpite-do-coracao.html">Workshop do Sonhos </a>de Adriana Ferreira<br />&#8211; Ver <a href="http://www.vivermaissimples.com/2011/06/dark-side-of-force.html">Leonardo Boff</a> falar<br />&#8211; Ver <a href="http://www.vivermaissimples.com/2011/02/nunca-e-tarde.html">Cora Coralina</a> no CCBB<br />&#8211; Conhecer danças brasileiras com <a href="http://www.vivermaissimples.com/2011/07/encontre-o-seu-ritmo.html">Juliana Manhães</a><br />Além de inúmeros cafés e almoços com amigos de amigos. <a href="http://www.vivermaissimples.com/2011/07/apresentando-me.html">Exposições aleatórias</a>. &nbsp;E outras ações com base no impulso e no chamado do coração&#8230;</p>
<p><b><a href="http://www.vivermaissimples.com/2010/11/ahn-coragem.html">Ancoragem</a></b><br />Um aprendizado importante para praticar o Viver Mais Simples foi da necessidade de integrar corpo e espírito.<br />Comecei retirando-me da rotina durante sete dias num&nbsp;<a href="http://www.vivermaissimples.com/2010/09/ciranda-da-vida.html">spa </a>. A partir da reflexão deste &#8220;mini-exílio&#8221; comecei minha própria revolução.<br />Incorporei várias atividades que me &#8220;ancoraram&#8221; durante os tempos mais difíceis. De tempos em tempos, mudo as atividades para não gastar muito ou não me sobrecarregar.<br />Já fiz drenagem linfática, Pilates, Dança Brasileira&#8230; <a href="http://www.vivermaissimples.com/2010/09/reflexao-tive-um-encontro-magico-nas.html">Roda de Mães</a>, terapia de casal, massagens com minha massoterapeuta e &#8220;body talker&#8221; Eliane.<br />Escrever é sem dúvida a maior ancoragem de todas. Os encontros com amigos também. Mais recentemente experimentei florais e passeios no Jardim Botânico.<br />O importante é fortalecer o que é preciso para se sustentar. O caminho provou-se <a href="http://www.vivermaissimples.com/2010/07/medo-eu.html">cheio de obstáculos</a>, por isso estou sempre atenta.</p>
<p><b><a href="http://www.vivermaissimples.com/2010/08/memorias-felizes.html">Memórias Felizes</a></b><br />Há dias de sol e dias nublados. Acredito que nossas memórias afetivas, aquele dia especial na infância, aquele encontro mágico com um amor, aquela tarde inesquecível com um amigo&#8230; Todos estes momentos aquecem nosso coração. E se o dia é triste, ou a ocasião difícil, é hora de resgatar nossas memórias felizes.<br />Por isso busco propiciar isto na maternidade. Por isso valorizo <a href="http://www.vivermaissimples.com/2011/02/la-de-onde-eu-vim.html">minhas raízes fundas</a>&#8230;</p>
<p>Viver Mais Simples é um convite a lidar melhor com o tempo, o espaço, o trabalho e as pessoas. &nbsp;Tem sido a caminhada que registro neste blog. Tem sido minha forma de ver o mundo e interagir com ele.</p>
<p>Escolhi meu próprio &#8220;Viver&#8221;, assumindo a responsabilidade pelo meu caminho e buscando respeitar os outros.<br /><b>E você, qual é o seu caminho?</b></p>
<p></p>
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		<title>Resistamos, Resistamos!</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Leticia Carneiro]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 26 Nov 2010 14:42:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[equilíbrio]]></category>
		<category><![CDATA[Rio que funciona]]></category>
		<category><![CDATA[solidariedade]]></category>
		<category><![CDATA[vida pedestre]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>﻿﻿﻿﻿ Eu acredito. Acredito que o bem vence o mal. Acredito que falar dos sonhos os traz para perto. Acredito que a Humanidade caminha para a frente.E acredito também que o tropeço é necessário. A adversidade nos une e nos ensina.﻿﻿﻿﻿Eu acredito que o Rio de Janeiro resistirá a mais este ataque, com todo amor [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div style="clear: both; text-align: center;"></div>
<p>﻿﻿﻿﻿ Eu acredito. Acredito que o bem vence o mal. Acredito que falar dos sonhos os traz para perto. Acredito que a Humanidade caminha para a frente.<br />E acredito também que o tropeço é necessário. A adversidade nos une e nos ensina.<br />﻿﻿﻿﻿Eu acredito que o Rio de Janeiro resistirá a mais este ataque, com todo amor que os cariocas tem por esta cidade. Pela criatividade e jogo de cintura. E também por que estamos mudando. Para um Rio que funciona mais, que se compromete mais.﻿ </p>
<table align="center" cellpadding="0" cellspacing="0" style="margin-left: auto; margin-right: auto; text-align: right;">
<tbody>
<tr>
<td style="text-align: center;"><a href="http://leticiacarneiro.com/wp-content/uploads/2010/11/rio-1.jpg" style="margin-left: auto; margin-right: auto;"><img loading="lazy" decoding="async" border="0" height="234" ox="true" src="http://leticiacarneiro.com/wp-content/uploads/2010/11/rio.jpg" width="320" /></a></td>
</tr>
<tr>
<td style="text-align: center;"><a href="http://estudo-k.blogspot.com/2009/11/cristo-redentor.html">http://estudo-k.blogspot.com/2009/11/cristo-redentor.html</a></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>﻿ </p>
<div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;">Não gosto de política nem tenho lido jornal, portanto os sectários partidários não percam tempo comigo. Mas eu vejo um movimento para cima e adiante.&nbsp; E estou de saco cheio dos profetas do apocalipse que ficam escarnecendo das autoridades e dos cariocas, sentadinhos no conforto de seus lares. </div>
<p>﻿﻿Vamos agir. Como? Não espalhando falsos boatos.&nbsp; Não comentando e divulgando incessantemente informações sem utilidade.<br />Uma coisa é avisar: &#8220;Olhe, aqui está complicado, evite passar por aqui&#8221;. Outra coisa é trombetear cada evento, multiplicando o pânico. Eu mesma não vi nada. Portanto não falo nada: deixo para os que viram de fato ou tem alguma informação útil para a segurança dos outros.</p>
<div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;">Vamos nos preservar e preservar aos outros. Sejamos generosos.&nbsp; Mãos na massa, cariocas.</div>
<div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;">Vamos fazer desta cidade um palco de alegrias. Vamos inundar os corações e as ideias.</div>
<div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;">Há gente com medo de verdade lá fora, gente precisando de nossa coragem e fé. </div>
<div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;">Use seu twitter e seu Facebook com sabedoria.</div>
<p>﻿﻿ </p>
<div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;">E aos amigos de São Paulo: tá tudo bem aqui.</div>
<p></p>
<div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none; clear: both; text-align: center;"></div>
<div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none; clear: both; text-align: center;"></div>
<div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none; clear: both; text-align: center;"></div>
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		<title>Boa Praça</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Leticia Carneiro]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 19 Nov 2010 13:37:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[boas ideias]]></category>
		<category><![CDATA[lazer]]></category>
		<category><![CDATA[memórias felizes]]></category>
		<category><![CDATA[protagonismo]]></category>
		<category><![CDATA[Rio que funciona]]></category>
		<category><![CDATA[sou fã]]></category>
		<category><![CDATA[vida pedestre]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Aprendi&#160;muito sobre a beleza da vida em comunidade através das praças de minha história. Tenho&#160;lembranças queridas de minha praça ancestral, lá em Quissamã. Passeio delicioso com minha avó, depois repetido por ela como bisa de meus filhos. Mais tarde, vivi por oito anos defronte á Praça Afonso Pena, com vista privilegiada da janela.&#160; Clima de [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Aprendi&nbsp;muito sobre a beleza da vida em comunidade através das praças de minha história.</p>
<div style="clear: both; text-align: center;"></div>
<div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;">Tenho&nbsp;lembranças queridas de minha praça ancestral, lá em Quissamã. Passeio delicioso com minha avó, depois repetido por ela como bisa de meus filhos.</div>
<p></p>
<div style="clear: both; text-align: center;"><a href="http://leticiacarneiro.com/wp-content/uploads/2010/11/CHAFAR257E1-1.jpg" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"><img loading="lazy" decoding="async" border="0" height="212" ox="true" src="http://leticiacarneiro.com/wp-content/uploads/2010/11/CHAFAR257E1.jpg" width="320" /></a></div>
<div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;">Mais tarde, vivi por oito anos defronte á Praça Afonso Pena, com vista privilegiada da janela.&nbsp; Clima de interior quando a chuva tingia tudo de terra e cavalinhos e charretes de domingo completavam a cena.</div>
<p></p>
<div style="clear: both; text-align: center;"><a href="http://leticiacarneiro.com/wp-content/uploads/2010/11/praca-afonso-pena-04-1.jpg" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"><img loading="lazy" decoding="async" border="0" height="240" ox="true" src="http://leticiacarneiro.com/wp-content/uploads/2010/11/praca-afonso-pena-04.jpg" width="320" /></a></div>
<div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;">Hoje sigo neste afeto pelas praças, sendo&nbsp;boa vizinha da Praça São Salvador. Espaço eclético que acomoda os bebês e suas babás, os meninos uniformizados após a escola, os idosos e seus acompanhantes, o mendigo residente. E a boêmia e vida cultural em vários matizes.</div>
<p>Por estas&nbsp;e outras memórias felizes, me encantei com o <strong><a href="http://www.boapraca.art.br/">projeto Boa Praça</a></strong> de meu amigo André.&nbsp;Artista de rua&nbsp;apaixonado, palhaço em tempo integral, ele fez das praças do Rio sua sede pública.<br />O projeto oferece apresentações gratuitas de circo e de teatro de rua aos domingos, em diversas praças da Tijuca.&nbsp; <strong>Dia 28 de Novembro será na minha amada Afonso Pena, ás 10:30h</strong>.<br />E&nbsp;também tem seminários: dia 25 é a vez de uma discussão com instituições públicas e privadas sobre o papel da cultura em espaços públicos no desenvolvimento da cidade e seus cidadãos. Tudo isso acompanhado por um original&nbsp;<strong>coquetel de rua</strong> com bebidas, tapioca, churros, pipoca, biscoito Globo e outros quitutes.<br />Vamos brincar na pracinha?</p>
<p><strong><span style="font-size: x-small;">Serviço Seminário Gestão Pública e Privada: </span></strong><br /><span style="font-size: x-small;">Dia 25 de novembro, quinta-feira, a partir das 18:30</span><br /><span style="font-size: x-small;">Na praça ao lado do Teatro Ziembinsk (metro São Francisco Xavier), Tijuca</span><br /><span style="font-size: x-small;">ENTRADA FRANCA</span></p>
<p><span style="color: blue; font-size: x-small;"><strong>Créditos Fotos:</strong></span><br /><span style="color: blue; font-size: x-small;">Praça de Quissamã:&nbsp;</span><a href="http://www.quissama.rj.gov.br/index.php/2009/08/14/empresa-nacional-pode-atuar-em-hoteis-e-pousadas-de-quissama/"><span style="color: blue; font-size: x-small;">Quissamã.rj.gov.br</span></a><br /><span style="color: blue; font-size: x-small;">Praça Afonso Pena: </span><a href="http://tijuca-rj.br/"><span style="color: blue; font-size: x-small;">Tijuca-rj.br</span></a></p>
<div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none; clear: both; text-align: center;"></div>
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